O Segundo Dia em Bonito
No segundo dia em Bonito, eu e minha prima Carol voltamos à piscina. Ela apareceu usando um biquíni fio-dental e carregava um sorriso provocador, como se soubesse exatamente o efeito que causava. Logo no início da tarde, abrimos uma garrafa de Campari e seguimos para o canto mais reservado da piscina, o mesmo lugar onde costumávamos ficar sozinhos.
A conversa era marcada por provocações, olhares demorados e um jogo constante de desafio. Ela sorria, aproximava-se e, em tom de brincadeira, insistia para que eu deixasse de apenas provocar. Eu respondia que a faria esperar um pouco mais, apenas para vê-la rir, reclamar e aumentar ainda mais a tensão entre nós. Entre um gole e outro, ela dizia que eu a estava torturando de propósito, enquanto eu apenas observava sua reação, divertindo-me com cada palavra e expressão.
O clima era de cumplicidade, silêncio e expectativa, como se o tempo tivesse diminuído o ritmo somente para nós dois. Por alguns instantes, parecia que o restante do mundo havia desaparecido; a piscina estava praticamente vazia e o único som que se misturava às nossas vozes era o da água se movendo lentamente.
Com o passar das horas, trocamos o Campari por cerveja. Ela começou a beber e a ficar mais solta. Entre risadas e provocações, começamos a nos aproximar até que, ali mesmo, dentro da água, o jogo de olhares deu lugar ao contato físico. O desejo tornou-se palpável; ela puxava o biquíni de lado e me provocava, esfregando-se contra mim. A tensão era insustentável. Em meio aos sussurros e à entrega, ela confessava seus desejos mais íntimos, deixando claro que não queria mais esperar.
Eu não aguentei. Levei-a para o quarto, onde a atmosfera mudou drasticamente. Coloquei-a de quatro na beira da cama, e a entrega foi imediata e intensa. Ela me pedia com fervor, ditando o ritmo daquele momento em que as barreiras caíram por completo. Obedeci a cada comando, a cada pedido por mais força e intensidade, transformando a expectativa da tarde em uma realidade avassaladora.
Foi uma entrega absoluta. O ritmo era frenético, marcado por gemidos, pela conexão física e pela satisfação mútua que alcançamos. Quando finalmente atingi o ápice, ela não permitiu que eu me afastasse, querendo sentir cada instante daquele desfecho. Logo em seguida, em um gesto de entrega total, ela assumiu o controle do momento final, confirmando a promessa que havia feito.
Depois disso, o silêncio retornou ao quarto. Deitamos na cama para descansar, enquanto a luz do sol começava a perder força lá fora. Naquela viagem, Bonito ganhou um significado diferente: não apenas pelas paisagens e pelas águas cristalinas, mas pela atmosfera de segredo, cumplicidade e lembranças que permaneceriam vivas muito tempo depois do fim da viagem.
