Como eu relatei aqui, no conto anterior, eu quebrei o cabaço do sobrinho da minha mulher, o Paulinho. De verdade ele já tinha tido experiências com alguns moleques, mas se sentia virgem por nunca ter transado com um homem adulto, um macho de verdade. Ele estava muito apertadinho ainda, sangrou um pouco, ele gemeu e reclamou, mas no final gostou muito e acabou viciando em meu caralho. Toda oportunidade que aparecia, ele estava lá, pronto para me mamar ou ficar de quatro e levar rola no cuzinho.
Para mim que nunca tinha tido uma experiência desse tipo, foi uma surpresa, como eu me acostumei e gostei dessa liberdade de não ficar preso a um único rótulo. Gostei da liberdade sexual que algumas pessoas têm, principalmente os jovens dessa nova geração que, na minha opinião, vão ser muito mais felizes, por não se deixarem rotular tão facilmente.
Paulinho me ensinou a não ter culpa com o prazer, a saber diferenciar e aproveitar o momento, sem se sentir culpado por coisas que foram colocados na nossa cabeça desde os tempos mais antigos, e que são repetidas dentro de uma cultura machista e ultrapassada.
Não quero dizer com isso que não se deva ter respeito com quem pensa diferente, ou que não se deva ter cuidado com as violências cheias de preconceitos que ainda rolam por todo canto.
O moleque me chamava de tio o tempo inteiro, me fazia elogios, às vezes até carinho na frente de outras pessoas, o que nem sempre era compreendido, já que ele era um jovem, já entrando na faculdade. Minha esposa achava normal e creditava isso a uma carência afetiva, por ele não ter uma presença paterna por perto.
Já alguns parceiros lá do bar do Adonias, onde eu sempre ia tomar umas cervejas, davam risadas e falavam que eu tinha sorte, pois tinha casado com a tia e acabei ganhando o cuzinho do sobrinho.
Eu tentava levar na brincadeira, pois já estava enturmado no bairro e conhecia todo mundo, desde que fui morar por lá com a Fátima, minha mulher.
O Adonias, dono do bar, uma vez até comentou comigo, na intimidade, quando estávamos só nós dois no bar, dividindo uma cerveja, antes dele fechar:
— Osvaldão, eu sei que os caras ficam brincando contigo, mas fica tranquilo que a brincadeira é só entre a gente mesmo, ninguém jamais vai deixar isso chegar aos ouvidos de tua mulher ou da mãe do Paulinho, mas o moleque tá mudado mesmo. Tá mais ousado, mas risonho, sai com os moleques do futebol, já ouvi até dizer que rola umas brincadeirinhas lá na quadrinha, mas tudo no sigilo. O moleque é gente muito boa, cresceu aqui no bairro e ficou essa belezura de rapaz, mas se ele der mole, os caras que vem aqui passam a rola nele. Até eu passo a rola se ele deixar. Não sei se você já comeu, ou se ainda não comeu, mas o jeito que ele olha pra você, quando te chama de tio, é jeito de quem já levou rola ou tá querendo levar.
Eu ouvi isso e fiquei meio desconfortável, mas sabia que podia confiar no Adonias, ele era um cara querido por todos, tinha tido uma desilusão amorosa há pouco tempo, quando a mulher que vivia com ele fugiu com o garçon do bar. Ele era um cara jovem ainda, na faixa dos quarenta anos, robusto, homem forte, mas tinha sido ferido e estava muito cabreiro com a vida e com as mulheres, desde que tinha sido traído.
— Que nada Adonias, ele só tem carinho por mim como tio. O moleque é meu sobrinho e eu não mexo com essas coisas não.
— Eu acho que o moleque levou rola e gostou muito. Se é pra dar o cu pra estranhos, melhor começar dentro de casa, com quem vai dar carinho a ele. - O Adonias falou isso, deu risada e apertou o pauzão maliciosamente. Eu sorri também. Ainda bem que minha mulher não tinha amizade com os parceiros do bar.
O Paulinho realmente estava mais solto e passou a ir na quadra, onde os moleques e os malandros do bairro jogavam bola, fumavam maconha e aprontavam algumas. Ele realmente já tinha chupado umas rolas por lá, e uma turma quis comer ele, mas ele disse que ficou com medo, mas que tinha vontade de dar o cuzinho para mais de um cara ao mesmo tempo. Ele me contou isso numa tarde em que estava chupando meu pau na lavanderia da casa dele, com a mãe e a avó na sala, assistindo TV.
De todos os parceiros de cerveja lá do bar o que mais brincava comigo era o Valmir, um cara malandro, cria do bairro, casado com uma moça bonita e trabalhadora, que não se importava de dar boa vida pra ele, que estava sempre desempregado. Eles moravam na casa grudada na minha.
O Valmir era um cara legal, brincalhão, bonito demais, aquela beleza relaxada e malcuidada, de macho da periferia, que não tá nem aí pra nada. A mulherada suspirava por ele, e ele tinha a fama de comedor, mas tratava bem a mulher, se fazia alguma coisa era bem escondido para ela nunca saber.
Ele não era muito chegado a trabalho, estava sempre desempregado. Entrava num trabalho e mal ficava seis meses, já saía e ficava um tempão em casa, só no seguro desemprego.
— É Osvaldo, tá passando bem com esse moleque bonitinho, sempre no teu pé. Eu vejo ele sempre chegando de mansinho na tua casa, quando você tá sozinho. Esse moleque deve tá levando muita rola do Tio gostosão. – Ele falava baixinho, quando não tinha ninguém por perto.
— Tá viajando Valmir? O moleque sempre viveu mais lá em casa do que na casa dele. É grudado na tia. Você tá vendo maldade onde não tem. – Eu falava sorrindo, sem ter muita convicção na voz.
— Fica tranquilo parceiro. Daqui não sai nada. Eu também queria ter um putinho desses lá em casa pra socar rola no cuzinho apertado dele. Buceta é muito bom, mas nenhuma mulher aguenta rola no cuzinho como um veadinho assim aguenta. Fica só entre a gente, pode confiar.
Eu ouvia aquilo e dava uma risadinha disfarçada, olhando a cara daquele malandrão de trinta e cinco anos, querendo pegar alguma coisa no ar. No fundo acho que ele, assim como uns outros, sabiam que eu estourava o cu do moleque na surdina.
Um dia estava tomando uma latinha de cerveja com o Valmir, encostados no portão, que praticamente unia a frente de nossas casas, quando o Paulinho apareceu, vestindo uma bermuda de moletom, uma camisetinha regata, um bonezinho virado pra trás, todo cheirosinho, com cara de quem tinha acabado de tomar banho.
— Oi Tio Osvaldo, boa tarde! Vou lá dentro pegar umas coisas que eu deixei no quarto da tia. – Ele falou olhando para a cara do Valmir, acho que esperava me encontrar sozinho, já que era minha folga.
— Vai lá moleque! A casa é sua. Estou batendo um papo aqui com o Valmir. – Eu respondi.
— Tá bonitão, hein moleque! Todo cheirosinho. Não fala direito comigo não? – Brincou o Valmir, piscando o olho pra mim. O moleque deu uma risadinha e ficou vermelho.
— Obrigado Valmir! Boa Tarde! Você já é de casa, quase da família, não precisa de cerimônia não. – O moleque falou com aquela vozinha afetada. Deu uma risadinha e entrou pra casa.
— Gracinha de moleque. Essa pele branquinha e macia, essa bundinha empinada que ele tem. Deve ter vindo receber atenção do titio. – O Valmir falou dando um gole na cerveja e apertando o pauzão por cima da bermuda. Eu dei uma risada e bebi um gole da cerveja. Sabia que ele tinha razão. O moleque tinha vindo atrás de putaria com certeza.
Nós tomamos a latinha de cerveja e o Valmir pegou mais duas na casa dele. Continuamos bebendo, já sentindo a leveza do álcool. O Valmir tocou novamente no nome do moleque e eu lembrei do que ele disse havia me dito há dias atrás, que tinha curiosidade em dar o cu para dois machos. Nessa hora resolvi arriscar uma brincadeira com fundo de verdade e perguntei:
— Você fala tanto no rabo desse moleque, que eu acho que tu tá doido pra meter rola nele. Topas mesmo foder o moleque?
— Porra Osvaldão! Se ele me desse bola e ficasse tudo no sigilo eu toparia na hora. Não rejeito buraco gostoso não, cara. Mas ele só tem olhos para o titio. – O Valmir falou em tom de brincadeira, não me levando a sério.
— Vamos lá dentro. Vem comigo! – Eu puxei o Valmir, que me olhou com uma cara de surpresa, fechei o portão e nós entramos.
Assim que me viu entrar com o Valmir o moleque me olhou com uma carinha de surpresa, acho que decepcionado por não me ver sozinho. Eu virei o resto da cerveja e falei pra ele:
— Então moleque, lembra aquele papo que você me falou de mais de uma pessoa ao mesmo tempo? O Valmir topa. Se você quiser, é claro. – O moleque me olhou com uma cara assustada, o Valmir também parecia não entender o que eu estava falando. Meu pau já pulsava dentro da bermuda, antes mesmo do moleque responder.
— Você tá doido tio Osvaldo? – Foi a única coisa que ele falou.
— Fica tranquilo moleque. O Valmir é de confiança. É casado também, não vai abrir a boca não. Tem muito a perder. Você quer? – Eu perguntei novamente, enquanto o Valmir esvaziava a latinha de cerveja num gole só.
— Sendo assim eu topo. – Paulinho falou com aquela vozinha de puta e um brilho safado nos olhos.
— Taí meu parceiro! Estou te oferecendo de bandeja o putinho que você tanto queria foder.
Eu falei isso, já arrancando minha roupa fora e puxando a cabeça do moleque para minha cintura, metendo o pauzão duro na sua boquinha. O moleque começou a mamar feito um bezerro, enquanto o Valmir também arrancava sua roupa fora, deixando à mostra, um dos motivos de seu sucesso: um pauzão grande, grosso e torto pra direita.
O moleque se sentiu num paraíso. Começou a revezar nas duas varas como um bezerro faminto. Engolia tudo até se engasgar, respirava um pouco e engolia tudo novamente, passando a língua nas bolonas, fazendo a gente gemer de tesão.
Eu arranquei a roupa dele e o coloquei de quatro no sofá, com o rabinho bem aberto. O Valmir me mostrou o quanto realmente admirava a bundinha do moleque. Se ajoelhou e meteu a língua no cuzinho dele, lambendo e mordendo as beiradinhas, fazendo o moleque gemer e se contorcer de tesão.
— Ai macho! Chupa meu cuzinho! Tá gostoso.
Eu olhava a cena, com meu pauzão pingando como uma biqueira, enquanto meu parceiro de boteco devorava o cuzinho do meu sobrinho. Peguei um envelopinho de gel lubrificante no bolso da bermuda do moleque e espalhei no cuzinho dele.
— Hora de meter! Vai lá parceiro, abre o cu do putinho. Vai fundo que ele gosta. – Falei olhando para o Valmir, que se aproximou, segurou a base do pauzão torto e foi empurrando no cuzinho do moleque. Eu olhava bem de perto, vendo as preguinhas dele se afastando e o pauzão torto sumindo dentro dele.
— Ah caralho, meu cuzinho! Tá me arrombando, macho. – O moleque gemia.
— Aguenta firme putinho! Nós vamos arregaçar o teu buraquinho. Mama o pauzão do tio. – Eu falei socando meu pau em sua boquinha.
— Delícia de cu! Faz tempo que eu não meto num buraquinho tão apertado e quentinho. –Gemeu o Valmir, dando um tranco no cu do moleque.
A partir dali foi só estocada bruta. O Valmir meteu muito e passou a vez pra mim. Eu soquei, sentindo o cuzinho do moleque, quente, aberto, a mercê das duas rolonas. Segurei em sua cintura e estoquei sem dó.
Paulinho gemia e rebolava como uma putinha, sentindo o poder das duas rolas que se revezavam em seu cuzinho.
Depois de muito meter eu tive uma ideia gostosa e puxei o moleque para a cozinha. Esvaziei a bancada de concreto e coloquei ele de frango assado, na altura de nossas picas.
— Vamos meter olhando para essa carinha linda que ele tem. – Eu falei isso e logo o Valmir estava atolado até o talo no cuzinho dele.
Nós metemos sem dó, sentindo o cuzinho do moleque cada vez mais aberto, no formato de nossas toras.
— Eu vou gozar! Se vocês continuarem assim eu vou gozar. – O moleque falou alto, cheio de tesão na voz.
— Goza putinho! Goza no pauzão dos machos. A gente tá aqui pra te fazer gozar. – O Valmir falou empurrando pra dentro.
O moleque segurou no próprio pau, que não era pequeno, para o tamanho dele, e começou a bater uma com força.
— Eu vou gozar! Eu vou gozar. – Ele urrou e eu soquei meu pau em sua garganta.
— Goza putinho! Quero sentir teu cuzinho piscando. – Gemeu o Valmir despejando o leite dentro do buraco, enquanto sentia o cuzinho do moleque mordendo o pau dele.
Nessa hora o moleque já tomava meu leite, que eu despejei no fundo da garganta dele. O moleque era um bezerro. Engolia tudo sem desperdiçar nada.
Nós desabamos no sofá, descansamos um pouco, tomamos mais umas cervejas e voltamos a dar de mamar para o putinho. Dessa vez gozamos na carinha dele, que queria tomar um banho de leite. Realizamos a fantasia do moleque.
O moleque já tinha tomado banho e ido embora. Quando me despedi do Valmir, ouvindo ele me falar agradecido:
— Obrigado parceiro! Você me deu um presentão. Foi bom demais essa putaria. Vou viciar no cu desse moleque. Espero que a gente volte a foder ele juntos novamente.
— Só depende dele, parceiro. Se ele quiser novamente a gente fode.
Eu sabia que o moleque iria querer novamente. O putinho tinha despertado para o sexo e gostava muito.
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Mais uma aventura com o sobrinho putinho.
Espero que gostem, votem e comentem, para eu saber se devo continuar.
Abraços a Todos!!!
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