Olá, pessoal. Eu sou o Daniel, o cara que vocês amam odiar ou invejar. O pervertido que transforma nojeira em prazer puro, que transforma humilhação em êxtase. Se você chegou aqui, provavelmente já está com o pau latejando só de imaginar o que vem pela frente. Esta história não é para os fracos. É para quem gosta de sentir o cheiro forte, o sabor proibido, o calor úmido saindo direto de um cu que domina o Brasil desde 2007. Vou deixar abaixo, nos comentários, links para voc~e ver e baixar tudo meu.
A protagonista? A casada mais puta do Brasil. Aquela mulher casada, safada, insaciável, que transformou o cu dela em um altar de depravação. Milhares de homens já se ajoelharam atrás daquela bunda perfeita, cheirando, lambendo, comendo tudo o que sai dela. Desde 2007 ela vem dominando cornos, machos dominados e escravos do tesão. E eu, Daniel, sou um dos privilegiados que ela escolhe para viver as loucuras mais nojentas e excitantes.
Tudo começou num dia quente de praia em Recife. Eu marquei com ela e o corno manso dela. Levei uma caixa grande de chocolates finos, daqueles que derretem fácil no calor. Entreguei pra ela com um sorriso safado e disse baixinho no ouvido:
— Quero que você enfie todos esses chocolates bem fundo no seu cu gostoso. Quero que eles derretam lá dentro, misturando com o seu cheiro natural, com a sua merda quente. Depois eu vou comer tudo direto da fonte.
Ela riu daquele jeito safado, mordendo o lábio, e olhou pro corno que estava ali, quietinho, já com cara de derrotado.
— Ouviu isso, seu corno inútil? Seu macho vai comer chocolate derretido no meu cu. E você vai assistir tudo, como sempre. Porque você não serve nem pra limpar o chão onde eu piso.
O corno baixou a cabeça, vermelho de vergonha, mas o volume na bermuda dele entregava tudo. Ele adorava ser humilhado. Ela adorava humilhá-lo.
Enquanto eu conversava com ele sobre futebol e fingia normalidade, ela pegou a caixa e foi pro banheirinho imundo perto da praia. Um cubículo pequeno, fedorento, com azulejos rachados. Perfeito. Ela estava usando aquele fio dental amarelo famoso, que mal cobria a fenda da bunda redonda, empinada, bronzeada. Eu imaginei ela lá dentro, agachada, enfiando chocolate por chocolate no cuzinho apertado, empurrando com o dedo, gemendo baixinho de prazer.
Quando ela voltou, caminhando devagar pela areia, eu já estava duro só de olhar. A barriguinha dela levemente inchada, o fio dental marcando a bundona. Ela se deitou na areia quente, de bruços, e abriu as pernas um pouco. O sol batia forte. Duas horas se passaram. Duas horas de puro tesão. Eu via o suor escorrendo pela curva da bunda dela. Imaginava os chocolates derretendo lá dentro, virando uma pasta cremosa, misturando com o suco intestinal, com pedacinhos de merda que já estavam lá, criando um sabor único, forte, viciante.
Pensamentos dela:
“Meu Deus, que tesão... Sinto os chocolates virando gosma quente dentro de mim. Meu cu tá pulsando, querendo soltar tudo. Meu corno ali do lado, inútil, e esse macho do Daniel louco pra comer minha merda com chocolate. Eu sou a puta mais tarada do Brasil. Desde 2007 venho fazendo isso com tantos homens... Todos viciados no meu cu. Todos voltam pedindo mais.”
Ela começou a se contorcer. Dor de barriga gostosa. Olhou pra mim com olhos brilhando de luxúria:
— Daniel... tá saindo. Vamos pro motel agora. Quero você ajoelhado atrás de mim, com a boca bem aberta.
No caminho pro motel, ela não parava de provocar o corno:
— Amor, olha pra mim. Seu macho vai comer o que sai da minha bunda hoje. Você nunca provou nada disso, né? Porque você é um merda, um corno manso que só assiste. Eu amo sentir o pau dele duro enquanto ele engole minha merda. E você? Vai ficar aí batendo punheta vendo.
O corno murmurou algo baixinho, mas ela cortou:
— Cala a boca e dirige. E agradece por eu deixar você assistir.
Chegamos no motel. Quarto simples, cama grande, espelho na parede. Ela tirou o fio dental devagar, rebolando a bundona na frente dos dois. O cheiro já começava a escapar – doce misturado com o aroma forte, terroso, animalesco do cu dela.
Ela se apoiou na mesa, pernas abertas, bunda empinada. Eu ajoelhei atrás, o rosto colado naquelas nádegas quentes. O corno sentou na cadeira do lado, obrigado a assistir.
— Olha bem, corno — ela disse, voz rouca de tesão. — Olha o seu macho cheirando minha bunda. Ele é louco por isso. Diferente de você.
Eu inspirei fundo. O cheiro me invadiu como uma droga. Forte. Intenso. O peido quente saiu primeiro, direto no meu rosto. Quente, úmido, carregado de chocolate derretido e merda. Meu pau pulsou tanto que quase gozei ali.
— Caralho... que cheiro maravilhoso — gemi, esfregando o nariz no ânus estufado dela. — Você é perfeita. A rainha do cu sujo.
Ela riu, empinando mais:
— Come, Daniel. Come tudo que tem no meu cu. Meu corno nunca vai ter coragem de fazer isso.
O ânus dela se abriu devagar. Uma massa cremosa, marrom-clara misturada com chocolate derretido, começou a sair quente, mole, escorrendo direto na minha boca aberta. O sabor explodiu: doce do chocolate, amargo-terroso da merda dela, salgado do suor. Quente, pastosa, deliciosa. Eu chupei com fome, engolindo em grandes bocados, lambendo o cu dela enquanto mais saía.
Pensamentos meus:
“Não existe nada melhor no mundo. O cu dessa casada puta é o paraíso. O cheiro me deixa louco, o sabor me vicia. Desde a primeira vez que provei ela em 2007, eu sou escravo disso. E não sou o único. Centenas de homens já passaram por aqui. Todos viciados.”
Ela gemia alto, rebolando a bunda no meu rosto:
— Isso, engole tudo, seu nojento safado. Sente o sabor da minha merda com chocolate. Meu intestino tá todo derretido pra você. Olha pro meu corno... ele tá duro vendo você comer o que ele nunca vai comer.
O corno estava lá, pau na mão, olhos vidrados. Ela continuou humilhando:
— Viu, seu inútil? Esse é o homem de verdade. Ele adora meu cu sujo. Você só serve pra pagar o motel e assistir. Diz pra ele, Daniel. Diz o que você sente.
Eu tirei a boca um segundo, o rosto todo sujo de marrom e chocolate:
— Seu corno, sua mulher é a puta mais deliciosa do Brasil. O cu dela tem o melhor sabor do mundo. Eu engoliria isso todo dia. E você? Fica aí babando, corno manso.
Ela riu alto e soltou mais uma leva. Mais pasta quente, mais pedaços moles. Eu abri a boca toda, deixando escorrer na língua, mastigando devagar, saboreando cada textura. O cheiro subia forte, enchendo o quarto. Meu pau babava pré-gozo.
Ela virou o rosto pra trás, olhos cheios de luxúria:
— Você é fascinado mesmo, né? Desde 2007 eu domino machos como você. Lembra aquela vez na van, com as amigas? Eu caguei na boca de três caras ao mesmo tempo. Todos engoliram. Todos voltaram pedindo mais. Eu adoro sentir a boca de um macho no meu cu... o nariz enfiado enquanto eu solto tudo. Me faz sentir poderosa. A casada mais puta, mais dominadora do país.
Eu lambia tudo, enfiando a língua fundo no cu dela pra tirar o resto. O sabor estava mais forte agora, mais concentrado. Eu gemia como um animal, esfregando o pau na perna dela.
— Mais... quero mais — pedi, voz rouca.
Ela apertou a barriga e soltou um peido longo, molhado, direto na minha boca. Depois veio mais merda cremosa, misturada com os últimos chocolates. Eu engoli tudo, sem desperdiçar uma gota. Meu rosto estava imundo, o cheiro impregnado na pele.
Flashback – A lenda desde 2007
Desde 2007 ela vem fazendo isso. Começou com um amante discreto, depois explodiu. Corno manso desde o início, aceitando tudo. Ela já cagou em bocas de executivos, motoqueiros, jovens universitários, velhos tarados. Todos fascinados pelo cheiro único da bunda dela – aquele aroma doce-amargo, forte, que fica na memória. Muitos viraram escravos. Pagam pra ela sentar na cara deles depois de um dia inteiro sem limpar. Pagam pra ela fazer “chocolate especial” – comidas diferentes enfiadas no cu pra mudar o sabor.
Uma vez ela contou que fez um cara comer feijão com arroz que ela tinha cagado depois de um almoço. Ele gozou três vezes só com o cheiro. Outro pagou pra ela enfiar bananas e cagar na cara dele no carro, no meio do trânsito. Ela domina. Ela sabe o poder que aquela bundona tem.
De volta ao motel, ela não tinha terminado. Mandou o corno se aproximar:
— Chega mais perto, corno. Cheira o cu do seu macho. Sente o cheiro da minha merda na boca dele.
O corno obedeceu, nariz perto. Ela riu:
— Inala fundo. Esse é o cheiro da mulher que você nunca vai satisfazer.
Eu continuei lambendo, limpando cada centímetro do cu dela com a língua. Depois ela se virou, sentou na minha cara, esfregando a bunda suja no meu nariz e boca. Eu chupava, engolia o resto, enquanto ela rebolava e gemia.
— Goza pra mim, Daniel. Goza pensando no sabor do meu cu.
Eu gozei forte, jatos grossos no chão, enquanto ainda tinha merda na minha boca. Ela gozou também, apertando a bunda no meu rosto.
Depois disso, ficamos ali, eu lambendo devagar, ela contando mais histórias:
— Teve o cara de São Paulo que veio só pra isso. Enfiei abacaxi no cu e caguei na boca dele. Ele chorou de tesão. Teve o grupo de amigos emmachos, um atrás do outro, todos comendo do meu cu. Eu sou viciante. Meu cu domina o Brasil.
O corno assistia tudo, punhetando devagar. Ela olhou pra ele:
— Você nunca vai ser como ele. Nunca. Você é só o corno que limpa as sobras.
Eu me levantei, ainda com o gosto dela na boca, e beijei a boca dela. Um beijo sujo, com sabor de chocolate e merda. Ela adorou.
— Amanhã eu quero mais — ela sussurrou. — Quero enfiar feijada, arroz, o que você quiser. E você vai comer tudo de novo.
Eu concordei. Como sempre.
Essa é só uma das muitas aventuras com a casada mais puta do Brasil. A mulher cujo cu virou lenda desde 2007. A mulher que transforma merda em prazer, humilhação em orgasmo, nojeira em vício.
Se você leu até aqui, provavelmente está com o pau na mão, louco de tesão, imaginando o cheiro, o sabor, o calor. Compartilha essa história. Manda pros grupos. Deixa ela viralizar. Porque o Brasil merece saber sobre a rainha do cu sujo.
Até a próxima, quando eu contar como ela fez um banquete inteiro sair direto na minha boca.
Daniel.