Continuando...
Eu estava chorando, segurando aquela carta nas mãos, ainda sem acreditar no que eu li.
Eu sou uma otária mesmo... mas isso não vai ficar assim.
- AAAAAAAAAAHHHHHHH - Gritei a plenos pulmões, com muita raiva, fazendo com que um vizinho viesse na minha porta, para saber se eu estava bem.
Expliquei que tinha pisado de mau jeito e havia torcido o tornozelo.
O vizinho ainda tentou me ajudar, querendo ver se a torsão era grave, mas eu tratei logo de dispensa-lo.
Fui deitar do jeito que estava, sem tirar a roupa e a maquiagem. Custei a dormir, pensando em como isso era possível.
No dia seguinte, acordei com a campainha tocando e vi que já eram quase meio-dia.
Abri a porta e era a minha recém amiga Pamela.
- Bom dia, Ju! Caramba, acordou só agora? - Perguntou a ninfeta, toda animada.
- Bom dia, Pam. - Respondi totalmente sem ânimo, indo até a geladeira pra beber água.
- O que aconteceu, amiga?
- Aqueles filhos da puta! Que ódio eu tenho deles...
- Não tô entendendo amiga...
- Ali em cima da mesa... Pode ler se quiser...
Fiquei observando ela pegar a carta, que estava um pouco amassada e de dentro dela, retirou o convite. Ela então passou a ler em voz alta.
- Com o carinho e o apoio de seus pais, Carlos Alberto Braeckt e Helena Gusmão Braeckt & Antônio Carlos Dutra e Mariana Alves Dutra.
Convidam para a celebração do casamento de seus filhos, Gisele Gusmão Braeckt & Ricardo Alves Dutra.
O amor nos uniu e a vida nos convida a celebrar!
Esperamos por você no dia 14 de Novembro de 2026, às 19h00.
Local: Grand Hyatt Rio de Janeiro — Grande Salão Grand Ballroom.
Endereço: Av. Lúcio Costa,Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ.
Após a cerimônia, os noivos receberão os convidados para um brinde e recepção de gala no próprio hotel.
Confirmação de Presença: Por favor, confirme sua presença até o dia 14 de Outubro de 2026 através do site: giselearicardo.com.br
Traje: Black Tie Opcional (Smoking para homens e vestidos longos para mulheres)
Lista de Presentes: Caso deseje nos presentear, disponibilizamos nossa chave Pix exclusiva para o início dessa nova jornada.
Chave Pix: presentes@giselearicardo.com.br
- Malditos!!!
- Amiga, você deveria deixar isso pra lá... Ele é um escroto, e ela é uma talarica. Eles se merecem... Ontem te apresentei um monte de homens...
- É difícil pra mim, Pam. Eu acho que já superei, mas esse tipo de coisa me deixa puta. Por quê eles mandaram um convite pra mim? Por que? - Perguntei a Pam, com os olhos cheios d'água.
Ela sentou ao meu lado, me abraçou, enxugou as minhas lágrimas e me deu um beijo na bochecha.
- Ju, eles querem te provocar. Querem te humilhar. - Respondeu minha amiga, olhando com ternura.
- Pois eles estão conseguindo... Filhos da puta!!!
- Como eles conseguiram te enviar? Não tem remetente. Será que um deles veio aqui pessoalmente deixar essa merda?
- Eu vou ter que me mudar daqui. Eles vão continuar me perturbando. Eu sei que vão...
- Ju, me escuta! Você não tem que fazer nada. É só seguir com a sua vida.
- Só pode ter sido aquelas duas... Minhas amigas que me encontraram na academia. Elas devem ter comentado com a Gisele. Só pode ser isso.
- A gente muda de academia...
- Quando eu achava que tudo estava melhorando...
- Às vezes é uma pegadinha deles, só pra perturbar você.
- Eu vou falar com a Katia. Ela deve saber de alguma coisa.
- Eu acho que você deveria deixar isso tudo pra lá, a não ser que...
Pamela simplesmente se calou e ficou me olhando, como se estivesse se decidindo se continuaria ou não a falar.
- A não ser o que?
- A não ser que seja pra você se vingar.
- Me vingar? Eu não sou assim...
- Vai fazer o que então?
- Eu não sei... ainda.
- Hoje eu tenho uma outra festa pra ir. Pool party. Vamos?
- Não sei... Eu tô meio insegura...
- Ninguém vai reparar... Eu já falei com um amigo meu, vou ter acesso ao camarote VIP. Open bar, Ju...
- Eu tô evitando beber... Se não a bunda não vai parar de crescer.
- Levanta! Deixa eu ver essa bunda...
Eu me levantei do sofá, e ela me pediu pra eu ficar de costas. De repente, senti ela puxando minha bermuda pra baixo e me deu um tapa na bunda.
- Sua bunda tá ótima! Tá boa pra levar uns tapas, kkkkkk
- Sua abusada! - Reclamei com ela, levantando a bermuda, e dando um cascudo de leve na cabeça dela.
- Hahahahaha, amiga, falando sério, sua bunda tá ótima!
- Eu sei que não tá...
- Os homens não têm essa preocupação que nem a gente. Você vai arrasar!
Durante meia hora, ela ficou me convencendo a ir, e no final acabou conseguindo.
Eu estava precisando sair, e a pool party seria numa chácara aqui mesmo em Nova Iguaçu, num local mais afastado.
Resolvi ir de maiô com um generoso decote. Era um azul bebê, com detalhes em amarelo.
Pamela foi com um biquíni bem pequeno, fio dental, de cor rosa pink. Era muito cavado e pra usar isso tem que estar com a depilação em dia, e ela estava.
Um amigo dela passou de carro, junto com outro amigo e acabamos indo de "casal". Ela e o amigo na frente, enquanto eu e o amigo do amigo dela, fomos atrás.
Descobri que eram primos e se chamavam Rael e Patrick. Patrick era um cara super alto astral, muito desenrolado e adorava uma conversa.
Rael era mais calado, talvez porque estava dirigindo, mas eu percebi que ele era um pouco mais fechado.
- E aí, Ju? O que você faz? - Perguntou Patrick, me encarando.
- Eu sou empresária. Tinha o meu próprio negócio, mas acabei vendendo. E você?
- Eu sou professor de educação física, mas também sou personal trainer e massoterapeuta. Estou fazendo fisioterapia também.
- Nossa! Quanta coisa...
- Hoje em dia a gente tem que diversificar, se não o dinheiro não chega até o fim do mês.
- Ele tem outra profissão também, que esqueceu de falar... - Falou Rael, com um certo escárnio.
- Porra, primo! Tu quer me queimar com a mina... Muito amigo você...
- Qual é? - Perguntei curiosa.
- Melhor você não saber...
- Primo, a Pamela já sabe, se você não contar, ela vai contar depois.
- Me tira desse rolo... Eu não sei de nada... - Falou Pamela, rindo.
- Caralho, Rael... Você fica espalhando isso pra geral. Tu é foda! Vai ver só...
- Fala logo, Patrick!!! Estou curiosa...
- Tá bom! Tá bom! Eu sou modelo... - Disse ele, suspirando.
- Modelo, não... Explica direito pra ela... - Protestou Rael.
- Eu sou modelo de conteúdo adulto. Eu vendo conteúdo digital.
- Caramba!!! É sério?
Ele balançou a cabeça cheio de vergonha...
- Only fans?
- Também... Você quer ver?
Falei que sim, e ele disse que era 30 reais a assinatura por mês.
- Mas pra você, eu te mostro aqui no meu celular de graça... Só hoje faço esse desconto.
Ele sorriu e eu ri do jeito que ele falou.
- Eu também quero ver... - Gritou Pamela, toda assanhada!
Patrick foi selecionando algumas fotos, e pediu os nossos números de celular pra enviar.
Alguns segundos depois, e dez fotos foram enviadas.
- Só peço a vocês que não fiquem espalhando isso, porque se não acaba a minha renda extra.
- Pode deixar que depois eu apago... - Falou Pamela rindo.
- Quem não conhece que te compre, sua safada... - Falou Rael, zoando minha amiga.
Comecei a ver as fotos, e tomei um susto ao ver que ele estava nu em algumas fotos.
- Meu Deus, Patrick! Isso é de verdade? - Falou Pâmela, se abanando toda empolgada.
Patrick ficou meio sem jeito, e sorriu, confirmando que sim.
- Isso é um fenômeno da natureza!!! Você tá vendo, Ju?
- Aham...
- Olha o tamanho dessa piroca!
- Aham...
- Deve ter usado Photoshop ou IA pra aumentar, hahahaha - Debochou Rael, que agora se mostrava mais extrovertido.
Patrick deu um tapa na cabeça do primo, que reclamou, pois estava dirigindo...
- Tu tá com inveja porque tem uma minhoquinha no meio das pernas, isso sim.
- Minhoquinha? Sabe de nada, inocente... É minhoquinha, Pâmela? - Perguntou Rael, ansioso pela resposta da Pam, que estava rindo.
- Minhoquinha não é... mas comparado ao que eu estou vendo nessa foto... ai ai... Me deu até um calor...
- Deixa eu ver se é isso tudo mesmo que vocês estão falando... - Desdenhou Rael, olhando na direção da Pâmela.
Ela mostrou o celular pro Rael, que pra não ficar por baixo, continuou o deboche.
- É um pouco maior que o meu... Nem é um Kid bengala...
- Mas olha a grossura disso! É um fenômeno da natureza! O que você acha, Ju?
Eu estava analisando, e comparando com o do Ricardo. Pessoalmente só estive com um homem até hoje, mas é óbvio que eu já havia visto fotos e vídeos de outros paus.
- É beeeeem grande... Grosso também. Deve machucar muito...
- Eu adoro ser machucada assim, kkkkk.
- Meninas, eu sou bem carinhoso, não machuco ninguém...
O clima ficou descontraído e Pâmela ficou perguntando a ele sobre como era trabalhar com isso, se expondo dessa forma e ele explicando que não era nada demais.
Depois ela perguntou se ele fazia programa e ele disse que não, e que nunca tinha feito, apesar de ter recebido propostas.
- O curioso, é que eu tenho assinantes, aliás vários, que são homens, e as propostas de sexo e de programa são na maioria feita por eles. - Explicou Patrick, ficando um pouco corado...
- Você responde o que para esses assinantes? - Perguntei curiosa.
- Eu falo que não, mas trato bem. Às vezes mando um agrado, tipo um vídeo de masturbação, afinal eles estão pagando e eu não quero perder isso.
Continuamos a conversa, que mudou pra parte de sexo e o Rael ficou instigando o primo a contar sobre o desempenho dele na cama.
- Acho que é satisfatório. Pelo menos, ninguém reclamou até hoje, mas acho que teve uma vez, que eu saí com uma garota que eu conheci no Tinder, que ela não aguentou fazer anal.
- Lógico, né... Não tem como aguentar isso não... - Falei meio nervosa...
- Quase todas conseguiram. Com jeitinho, tesão e lubrificante, tudo pode acontecer...
- É muito grosso... Acho que nem na boca isso entra...
Todo mundo riu, e então recebi uma notificação de mensagem do Patrick. Olhei pra ele, mas o safado estava fazendo cara de paisagem...
- Ju, quer fazer uma aposta comigo? É bem simples. Lá na resenha eu vou comer o cuzinho de alguém. Se eu conseguir, você vai me dar também. Topa?
- Você tá maluco!!! Isso é muito grosso... Pode esquecer essa idéia. Além disso, como eu vou saber se você realmente comeu alguém?
- Eu vou deixar você ver. Tem uns quartos lá, e eu sempre consigo uma chave. Você entra antes, e se esconde dentro de um armário.
- Você é maluco, kkkkk. Tá bom, vamos supor que eu aceite e você ganhe a aposta. Eu não vou te dar. No máximo, eu posso tocar umazinha pra você. Só isso.
- Só isso? Nem uma chupeta?
- Isso nem cabe na minha boca.
- Vamos fazer o seguinte. Se eu ganhar, eu chupo você, enquanto você toca punheta pra mim e tenta chupar.
- Tá bom. Vou tentar, mas a minha boca é pequena. Não vai nem entrar a cabeça... mas e se eu ganhar?
- Não existe essa possibilidade. 😉
Enquanto isso, Pamela falava pelos cotovelos, e Patrick respondia a ela, várias perguntas, inclusive estava tentando convencer minha amiga a fazer um ensaio junto com ele.
- Se eu fizer isso, aí que sou deserdada pela minha família... - Disse Pamela, rindo, enquanto Rael dizia que a família nunca iria saber.
- Vai ser uma boa renda extra, Pam. Confia em mim, que você vai se dar bem...
O papo estava divertido e gostoso, até que chegamos na tal chácara. Era um lugar bem grande. Várias casinhas, tipo kitinetes, alguns espaços pra jogo, áreas cobertas pra atividades e o principal... A piscina.
A música estava alta e o som do pagode estava animando a todos no local.
Eram muita gente na piscina e nas outras áreas. Vários grupinho de pessoas e Pam conhecia um monte de gente. Alguns ela me apresentava e outros não. Rael foi conversar com um outro cara e levou o primo, enquanto eu e Pam procurávamos um local pra ficar.
- Pam, isso aqui tá muito cheio. Você não me disse que seria assim.
- Hoje tá diferente. Não costuma ser assim, mas acho que quanto mais melhor... Mais opções no cardápio. Olha quanto homem gostoso...
- Você só pensa nisso...
- Se interessou por alguém?
- Talvez...
- Mentira? Quem? Me conta, amiga...
- Depois... Vamos primeiro achar um lugar pra sentar e pegar alguma coisa pra beber.
Depois de longos minutos, Rael e Patrick aparecem carregando algumas cadeiras e um outro cara atrás deles, que era enorme trazia uma mesa.
- Meninas, esse aqui é o João Vitor, um dos organizadores do evento. - Falou Rael, apresentando o amigo pra gente, que ficou nos olhando de cima a baixo.
- Meninas, qualquer coisa que vocês quiserem, só falar comigo. Podem me chamar de Jotavê.
- Ok, Jotavê! Valeu! Aonde a gente pega alguma coisa pra gente beber? - Perguntou Pam, fazendo um carinho no braço do negro musculoso, que respondeu rapidamente.
- Já falei com um rapaz pra trazer pra vocês. Coloquem essas pulseiras de convidado VIP e se divirtam. - Disse o gigante, se afastando, com um sorriso amigável.
Rael nos explicava algumas coisas, enquanto Patrick conversava alguma coisa com Jotavê, e eu vi quando ele deu ao Patrick uma chave, que imediatamente ele colocou no bolso da bermuda.
Parece que ele realmente iria cumprir o que me prometeu.
Pam e Rael estava conversando animados, até que um cara se aproximou da Pam, querendo conversar com ela. Pelo que percebi, eles já se conheciam e tinham certa intimidade.
Acho que Rael não gostou muito e ficou um pouco emburrado. Fiquei na minha, fingindo olhar pra outra direção, mas acompanhava tudo de rabo de olho.
Pamela estava dando muito mole pra ele, até que ele se despediu e foi pra outro lugar, interagir com outras pessoas.
Ela então se aproximou do Rael e ficou dando atenção a ele, pois sacou que havia rolado um ciúme.
Patrick tinha sumido e eu estava agora curtindo uma caipirinha de maracujá que um rapaz trouxe. Estava deliciosa, e na medida certa, pois não estava tão forte.
- Amiga, vamos ao banheiro comigo?
- OK.
- Já volto, Rael...
Levei a caipirinha, porque não é seguro deixar o copo sozinho nesses lugares.
Quando a gente se afastou o suficiente do Rael, Pamela me disse que ia ficar com o Breno, o rapaz que estava ficando com ela ainda pouco, e eu iria ajuda-la nisso.
- Mas e o Rael?
- O Rael é só meu amigo. Não temos nada, além de uma amizade colorida, mas seria chato eu ficar com outro na frente dele, afinal de contas eu vim com ele. Ia pegar mal pra mim, mas eu tô a fim de pegar o Breno.
- Você é doida... Vai fazer como?
- Nem sei se vai dar pra uma rapidinha... Eu marquei com ele perto do banheiro, mas acho que a gente vai pro carro dele. Vai ser jogo rápido e você vai ficar de vigia. Se o Rael aparecer, você me manda uma mensagem.
- Não estou gostando disso...
- Relaxa, amiga... Vai dar tudo certo.
Chegamos próximo ao banheiro, e o Breno já aguardava por ela. Fiquei por ali, enquanto os dois foram pro local onde os carros estavam estacionados.
Ela ainda virou a cabeça pra trás e piscou pra mim, aproveitando pra dar um beijo de língua no Breno.
Fiquei olhando pra todos os lados, pra ver se o Rael aparecia, mas tudo estava tranquilo.
Alguns homens me abordavam , tentando fazer amizade, elogiando a minha beleza, querendo meu whatsapp ou Instagram, mas eu desconversava, falando que estava esperando o meu namorado.
Poucos insistiam e a maioria desistia logo, me deixando sozinha, até que viesse o próximo tentar a sorte.
- Até que enfim te encontrei... Anda, vamos lá pro quarto... - Disse Patrick, pegando no meu braço e me puxando.
- Pera aí, Patrick! Eu estou esperando a Pam... Ela tá no banhei...
- Ela já entrou? Cadê ela?
- Ela tá... Ela... acho que ela tá ali... na fila daquele banheiro químico.
- Então vamos lá no quarto, se não vou perder a morena que eu arrumei.
- Mas eu quero ir no banheiro também...
- Lá no quarto tem banheiro. Vai ser melhor do que no banheiro químico. Vem, Ju!
E agora? Eu não sei o que fazer...
- Vai ser rápido, você vai ver. Te garanto que ela ainda vai estar na fila, quando a gente terminar.
Acabei indo com Patrick pro quarto e ele me falou pra usar o banheiro e depois ficar dentro do armário, e que em cinco minutos voltaria com a garota.
Assim que ele saiu do quarto, trancou a porta e eu fiquei presa ali. Tratei logo de entrar no armário e deixei uma pequena abertura pra poder observar.
Nem demorou os cinco minutos, e Patrick voltou com uma negra cavaluda, com uma bunda tão grande quanto a minha, mas era muito mais empinada e dura, enquanto que a minha era de um formato mais violão, com o culote.
Patrick era rápido e já estava beijando a garota, enquanto tirava o biquíni dela, revelando uma marquinha muito sensual, que contrastava com a pele negra dela.
A xoxota dela era raspadinha e os peitos eram pequenos, quase médios. Ele chupava a xoxota dela, enquanto apertava os seios dela, fazendo com que ela gemesse de prazer.
- Isso, gostoso! Chupa a minha buceta, chupa! Quero gozar na sua boca, seu safado. Isso! Não para, não para...
Não sei se era o armário que estava quente, ou eu que fiquei por causa da sacanagem que rolava no quarto, mas eu estava em chamas, principalmente na minha xoxota.
Foi quando ela gozou na boca do Patrick, gemendo toda manhosa, pedindo que ele não parasse.
A respiração dela estava ofegante, quando Patrick se levantou e tirou a bermuda.
- Puta que pariu!!! Caralho!!! Você não é negão, mas tem pau de negão! Porra!!!
- É todo seu, gata! Cai de boca, que depois eu vou te comer gostoso.
Na mesma hora, ela se ajoelhou e pegou naquela pica, botando a boca na cabeça inchada e vermelha.
Ela chupava a cabeça, enquanto masturbava o pau do Patrick.
- Que boquinha gulosa! Quero ver até onde você consegue engolir...
- Hummmm, delícia... Eu vou engolir tudo. Você vai ver...
Glok Glok Glok Glok
A boca da safada já estava engolindo mais da metade daquele cacete, e continuava a avançar.
Patrick segurava a cabeça dela, fazendo carinho nas tranças de aplique dela, falando um monte de sacanagens pra ela.
Quando dei por mim, minha mão já estava por dentro do meu maiô, mexendo na minha xoxota, enquanto eu não tirava os olhos da cena que se passava ali no quarto.
Glok Glok Glok Glok Glok Glok
- Caralho, Pri! Caralho!!! Você tá quase lá... Falta pouco...
Glok Glok Glok Glok Glok
- Aaaah, caralho. Tenho que respirar um pouco... Porra, que piroca é essa? Primeira vez que eu não tô conseguindo... Além de grande é grossa, essa porra, mas eu vou conseguir...
Logo ela voltou a chupar aquele cacete, tentando engolir tudo...
Glok Glok Glok Glok Glok Glok
- Já sabe, né? Se não conseguir engolir tudo, esse rabo é meu...
Glok Glok Glock Glock Glok Glok
Ela começou a babar muito e a engasgar, tentando botar tudo na boca. A baba caía no chão fazendo pequenas poças, enquanto ela se esforçava pra engolir tudo.
Continuou por alguns minutos, enquanto Patrick falava várias coisas obscenidades pra ela, segurando a cabeça dela por algumas vezes, tentando enfiar tudo pela boca daquela negra cavalhada, até que ela quase vomitando, desistiu.
- Filho da puta!!! Não acredito nisso... Vou ter que dar o meu cu pra essa giromba... Tô fodida!!! Você tem pelo menos um gelzinho aí pra mim?
- Claro, gata! Vou te comer gostoso. Fica de quatro ali na cama, que eu vou pegar o gel no banheiro.
A mulher ficou de quatro e eu pude ver com mais detalhes a bunda daquela mulher.
Era uma bunda de respeito. Dura. Bem trabalhada na academia e provavelmente com uma excelente genética que a deixava sem celulite nenhuma. Sem estrias. Era a bunda mais perfeita que eu já vi, e eu um dia iria ter uma bunda assim.
- Abre essa bunda, gata! Deixa eu ver esse cuzinho piscando pra mim!
Ela fez o que ele mandou, segurando as bandas da bunda, abrindo e revelando o cuzinho dela. Piscou três vezes pra ele, que já estava passando um óleo na pica.
Em seguida ele passou também na bunda da Pri, que ficou brilhando, deixando a bunda ainda mais bonita.
Passou no cuzinho dela também, deixando tudo bem lubrificado.
Eu já estava com meu dedo na xoxota, enfiando bem fundo, enquanto a minha outra mão massageava o meu peito, apertando o mamilo, quando ele olhou pra mim.
Ele sorriu, piscou pra mim e me mandou um beijo.
Segurou a tora dele, posicionando na bunda da Pri, batendo na marquinha bronzeada e esfregando de cima a baixo.
- Cuidado com esse negócio... Você é muito grande... Vai com calma...
- Relaxa, Pri... Você vai gostar...
Eu pude ver os pelos descoloridos dela arrepiarando, quando ele pressionou a cabeça no cuzinho dela.
O corpo se contorceu de leve, enquanto ela gemia, tentando agasalhar aquela dimensão dentro dela.
- Caralhooooo!!! Não vai caber...
- Já entrou, Pri. Fica calma e relaxa. Respira...
Foi quando Patrick deu um tapa na bunda dela, fazendo estalar alto, arrancando um grito dela!
- Aaaaaiii, filho da puta! Isso! Bate, que eu gosto! Bate, cachorro!!! Come o cu da sua cadela! Mete esse pirocão no meu rabo...
- Toma, safada!!! Eu disse que você ia gostar! Toma!
- Aaaai, caralhoooo! Aaaai, meu cuuuu, porraaaaaa!!!
Patrick começou a enfiar tudo, e acho que com esse óleo, o cacete dele foi escorregando pra dentro e logo a sua virilha estava batendo na bunda da negra cavaluda!
A velocidade dos movimentos dele aumentaram, enquanto ele segurava a cintura e puxava contra o seu corpo.
Pri empinava a bunda ainda mais, colocando a cabeça no travesseiro, gritando desesperada, tentando abafar o som.
- Que cuzinho apertado! Não vou aguentar muito... Caralho!!! Toma, sua puta! Piranha, do caralho...
- Aaaaaahhh, goza seu puto! Goza logo, que meu cu tá pegando fogo! Goza logo, caralho!!!
- Aaaaaah, porra!!! Puta que pariu, que cuzinho gostoso!!!
Ele tirou o cacete de dentro dela, e ainda gozou na bunda, pintando-a de branco...
Ele se sentou na cama, deitando em seguida, ao seu lado. Pude notar ainda, o cuzinho dela piscando, expelindo um pouco de sêmen, que escorria pelas coxas dela.
- Você destruiu o meu cuzinho, seu safado! Ele tá em brasa... Não vou nem conseguir sentar...
- Priscila, você é foda! Bem que a Pam falou que você era do caralho!
Meu Deus, a Pam! Eu tenho que sair daqui...
- Eu gostei de você, seu pirocudo safado! Se eu soubesse quu você era assim, teria feito de graça...
- Agora você já sabe. Vamos marcar um outro dia com mais calma. Quero comer esse cuzinho de novo um dia inteiro.
- Vai tomar no cu, Patrick! O dia inteiro, nem se você me pagar 3 mil.
- E se eu pagar mais?
- Hummmm, aí de repente... Quem sabe?
Eles riram e ela ficou abraçadinha com ele, se esfregando no corpo dele.
- Ainda tá vazando leite desse pau. Aposto que agora eu consigo engolir tudo.
- Agora não vale. Já está na metade do tamanho...
Ela trepou em cima dele e começou a chupar o cacete, fazendo quase um 69. Dessa vez ela encostava o nariz no corpo dele, conseguindo botar tudo na boca.
- Caralho, Pri! Que boquinha gostosa essa sua! Pena que eu tenho que sair...
- Hummmm, gostoso. Tu vai pegar outra, né? Eu sei... Aposto que já tem outra já fila...
- Hahaha, não é isso. É que eu vim com uns amigos e eu sumi de repente. Vai que eles resolvem ir embora sem mim...
Eles se beijam na boca de língua, e se vestem. Priscila se despede dele e sai, enquanto Patrick diz que vai dar uma arrumada na quarto, antes de sair.
Assim que ele fecha a porta, eu abro a porta do armário...
- Eu tenho que sair, Patrick! A Pam...
- Calma, gata... A Pam essa hora já deve ter voltado pra piscina. Relaxa... Sua vez de pagar a aposta.
- Outro dia eu pago. Eu preciso encontrar a Pam.
- Você vai me enrolar, que eu sei... Tem que pagar agora.
- Igual você pagou a Pri? Você trapaceou! - Reclamei com ele, mostrando todo o meu descontentamento.
- A minha aposta com ela era outra, e em nenhum momento eu disse que não poderia pagar pra ter sexo.
- Achei que você não precisaria disso. Pra mim, um cara que tem que pagar pra ter sexo, não merece ficar comigo. Aposta cancelada!!!
- Que isso, Ju! Em algum momento da vida a gente acaba pagando de alguma forma. Tudo na vida é uma transação... é uma troca... seja dinheiro, tempo, dedicação, presentes...
- Depois a gente fala sobre isso, eu tenho que sair daqui agora...
- Só uma punhetinha, Ju... Eu ganhei a aposta, pô!
- Depois... Outro dia... Eu prometo! Te dou a minha palavra...
Saí dali, passando por ele e fui até onde eu estava antes, quando me separei da Pam.
Olhei em volta e não a vi... Olhei o celular e não havia mensagem dela. Fui até o estacionamento procurando por ela, mas haviam vários carros. Olhei atentamente, mas não haviam carros balançando...
Resolvi voltar pra piscina, até a mesa do meu grupo, e ao longe, pude vê-la com o Rael. Eles estavam abraçados e o Patrick também estava ali por perto.
Quando eu me aproximei, Pam olhou pra mim, visivelmente chateada, mas não brigou comigo.
Ela somente me perguntou se eu estava bem, e onde eu havia me metido.
Falei com ela que depois eu explicava.
Tudo parecia bem, o tempo foi passando, até que o Jotavê apareceu.
- Rael, tô precisando da sua ajuda. Uma garota passou mal, e ela é de menor. Teria como você me fazer o favor de levar ela em casa?
- Que merda, cara! Mas como ela está? - Perguntou Rael, preocupado.
- Ela está bem, mas sabe como é... Ela estava com um grupo que tava bebendo muito, e fumando um negocinho.
- Isso vai dar merda... Ela mora onde?
- Ela disse que aqui perto. Quebra essa irmão... Tô sempre te ajudando...
- Aaaah, tá bom... mas eu vou querer a mesa farta aqui... Traz uma parada gostosa pra gente comer.
Rael acompanhou o Jotavê, até os dois desaparecerem na multidão.
- Mui amiga você, hein? Tu me deixou na mão, Ju... - Falou Pam, chateada comigo.
- Me desculpa! Eu fiquei presa num lugar, e depois eu te conto melhor - Retruquei, diminuindo o tom de voz ro Patrick não ouvir.
- Tá bom... mas agora eu tô fodida... Vou ter que encarar um pirocão por sua causa...
- Não entendi...
Estávamos conversando, quando o Jotavê retorna com um outro cara, dizendo que precisava da ajuda da Pam, porque a namorada do cara tinha brigado com ele, e estava trancada no banheiro.
- Já volto amiga... Não devo demorar...
Ela saiu meio desanimada e eu percebi que ali tinha alguma coisa. Patrick se encostou em mim e falou ao meu ouvido...
- Enfim sós... Me dá um beijinho, Ju.
- Pera aí, Patrick... Você tá bêbado...
- Caralho, Ju! Você é complicada! - Reclamou Patrick, sentando na cadeira, pegando uma latinha de Skol Beats pra beber.
Falei com ele, que iria no banheiro, e que já voltava...
Algo me dizia que Pam iria precisar de ajuda.
Continua...
