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A Melhor Amiga Da Minha Esposa E Os Novos Vizinhos A Transformaram Numa Puta Pt9

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Um conto erótico de Carvalhinho
Categoria: Heterossexual
Contém 2905 palavras
Data: 23/06/2026 11:36:58

No dia seguinte, sábado, o sol nasceu belo e forte sobre o sítio. A luz entrava pelas janelas da suíte, iluminando tudo. Eu e Thais descemos juntos para a cozinha, onde os outros já estavam reunidos.

O café da manhã estava farto: pão fresco, queijo minas, presunto, manteiga, geleias caseiras, frutas cortadas ,mamão, banana, melancia , bolo de milho, ovos mexidos com bacon, café forte, suco de laranja natural e leite. Sentamos todos à grande mesa de madeira rústica. Thais e Sandra conversavam animadas sobre o fim de semana, Pamela estava mais quieta, me lançando olhares discretos de vez em quando. Douglas e Rômulo falavam sobre os planos para o dia — piscina, churrasco à tarde e fogueira à noite. O clima era leve, quase familiar, o que tornava tudo ainda mais surreal para mim.

Comemos com calma. Thais passou manteiga no pão e me ofereceu um pedaço, sorrindo. Eu comia devagar, observando cada gesto dela, cada olhar que trocava com os dois. O café durou quase uma hora, com risadas, histórias e planos para o dia.

Depois do café, Douglas bateu palmas e disse:

— Vamos aproveitar a piscina então!

Sandra, Thais e Pamela foram se trocar e colocar os biquínis. Eu disse que iria ao banheiro primeiro. Entrei em um dos banheiros sociais, tranquei a porta, peguei o celular e abri as gravações da noite anterior, especificamente da suíte onde Sandra estava hospedada.

O que vi foi uma orgia intensa e sem limites.

Assim que todos foram dormir, Sandra recebeu uma visita no quarto , De Douglas e Rômulo. Os três não perderam tempo. Sandra foi jogada na cama king size e os dois a atacaram ao mesmo tempo. Rômulo enfiou o pau grosso na boca dela enquanto Douglas metia com força na boceta. Eles revezavam sem parar: um na boca, outro na boceta, depois trocavam. Sandra gemia como uma puta, babando no pau de um enquanto era arrombada pelo outro.

Eles a foderam de todos os jeitos. De quatro, de lado, Sandra cavalgando um enquanto chupava o outro, dupla penetração — primeiro buceta e boca, depois buceta e cu. Sandra gritava de prazer quando os dois a penetravam ao mesmo tempo, o corpo suado e tremendo entre os irmãos. Eles estapeavam sua bunda, puxavam seus cabelos e a enchiam de porra várias vezes — na boca, nos seios, dentro da boceta e no cu. A cena durou mais de uma hora, com Sandra gozando repetidamente, completamente entregue, pedindo mais e mais.

Eu assisti tudo com o estômago revirado, mas sem conseguir parar.

Após o café e eu ver a gravação da orgia no quarto de Sandra , fomos todos para a piscina. O sol já estava forte e o dia prometia ser quente. Thais, Sandra e Pamela estavam de biquíni, todas extremamente gostosas. Thais com o biquíni dourado cavado que marcava perfeitamente sua bunda empinada, Sandra com um modelo vermelho fogo e Pamela com um biquíni preto pequeno que valorizava seu corpo jovem. Douglas e Rômulo não disfarçavam: sorriam o tempo todo para a minha esposa, com olhares famintos. Se eu e Pamela não estivéssemos ali, tenho certeza de que eles comeriam as duas ali mesmo, sem pudor.

Thais se aproximou de mim e disse com um sorriso:

— Amor, você pode fazer o churrasco? Você é bom nisso.

— Claro — respondi.

Douglas e Rômulo pegaram as carnes e me levaram até a churrasqueira. Eles já haviam acendido o carvão e me mostraram tudo: espetos limpos, sal grosso, farofa, linguiça, picanha, costela e outros cortes. Enquanto eu cuidava da churrasqueira, não conseguia parar de olhar para a piscina. Thais recebia tapas discretos na bunda dos dois — tapas que, para quem não prestasse muita atenção, pareciam brincadeiras inocentes.

Antes da primeira rodada de carne ficar pronta, Thais se levantou e disse que ia ao banheiro. Poucos segundos depois, Rômulo também se levantou e foi atrás. Eles demoraram alguns minutos. Quando voltaram, Thais estava com o rosto um pouco mais corado e o cabelo molhado, como se tivesse molhado o rosto.

Na segunda rodada de carne, o mesmo aconteceu, só que agora foi Douglas quem se levantou e seguiu Thais até o banheiro, enquanto Rômulo veio até mim na churrasqueira para “conversar sobre as carnes” e me distrair, perguntando como estavam as coisas, se precisava de ajuda, etc.

Eu respondia seco, virando os espetos, mas por dentro fervia de raiva.

Eu avisei que as carnes e o almoço estavam prontos. Todos se reuniram à mesa, comeram bastante e depois foram aproveitar a tarde, deitando nas espreguiçadeiras ao redor da piscina. Eu disse que ia ao banheiro da suíte e, assim que entrei, tranquei a porta, abri o celular e liguei as gravações dos banheiros da hora que estava na churrasqueira .

Na primeira vez que Thais foi ao banheiro, Rômulo entrou logo atrás dela. Assim que a porta fechou, ele a agarrou pela cintura e a beijou com fome. Thais não resistiu. Ela se ajoelhou rapidamente no chão do banheiro, abriu a calça dele e tirou aquele pau grosso de 19 cm para fora. Segurou com as duas mãos e começou a chupar bem gostoso. Primeiro lambeu toda a extensão devagar, passando a língua quente desde as bolas até a cabeça inchada, saboreando o pré-gozo. Depois abriu bem a boca e engoliu o máximo que conseguia, os lábios esticados ao redor da grossura. Subia e descia a cabeça com vontade, babando bastante, fazendo barulhos molhados enquanto olhava para cima. Rômulo segurava os cabelos loiros dela e fodia sua boca com estocadas lentas e profundas, gemendo baixo:

— Isso… chupa gostoso, loira… que boca boa da porra…

Thais acelerou, chupando com mais fome, uma mão masturbando a base enquanto a outra massageava as bolas dele. Rômulo não aguentou muito tempo. Grunhiu, segurou a cabeça dela com força e gozou na boca da minha esposa, enchendo-a com jatos grossos de porra. Thais engoliu parte, o resto escorrendo pelos cantos dos lábios. Ele ainda com o pau na boca dela, disse ofegante:

— Quero te comer agora…

Thais se levantou, limpando a boca e respondeu baixinho:

— Aqui não…

Eles saíram do banheiro rapidamente.

Alguns minutos depois, Thais voltou ao banheiro e Douglas entrou logo em seguida. A cena se repetiu, só que ainda mais intensa. Thais se ajoelhou novamente, puxou o pau enorme de 23 cm dele e começou a chupar com dedicação. Ela lambia a cabeça grossa devagar, girando a língua ao redor, depois descia a boca o máximo que conseguia, engasgando levemente enquanto tentava engolir mais fundo. Babava muito, saliva escorrendo pelo queixo enquanto subia e descia a cabeça ritmadamente. Douglas segurava seus cabelos e gemia:

— Caralho… que boca perfeita… continua assim, gostosa…

Thais chupava com vontade, olhando para ele com aqueles olhos azuis, uma mão masturbando a base grossa enquanto tentava descer mais. Douglas fodia sua boca com estocadas controladas, elogiando o tempo todo. Ele pediu sexo, mas Thais tirou o pau da boca por um segundo e disse ofegante:

— Mais tarde… o Thiago está aqui.

Mesmo assim, ela continuou chupando até ele gozar forte, enchendo a boca dela novamente.

Desliguei o celular com as mãos tremendo de raiva.

Enquanto todos cochilavam nas espreguiçadeiras em frente à piscina, ouvi um leve toque na porta da suíte. Abri e Pamela entrou rapidamente, fechando a porta atrás de si. Seus olhos estavam cheios de desejo. Ela me agarrou pelo pescoço, me beijou com fome e sussurrou contra meus lábios:

— Me fode, Ti… aqui e agora. E hoje eu quero no cu.

Não precisei de mais incentivo. Puxei ela para a cama, tirei seu biquíni em segundos e a joguei de bruços. Pamela empinou a bunda redonda e firme, olhando para trás com cara de safada. Eu abri suas pernas, lambi sua boceta molhada de cima a baixo e depois subi a língua até o cuzinho apertado, lambendo e cuspindo para lubrificar.

— Vai devagar no começo… — pediu ela, tremendo.

Segurei meu pau duro e pressionei contra sua entrada anal. A cabeça grossa forçou devagar, abrindo o cuzinho virgem dela centímetro por centímetro. Pamela soltou um gemido longo e abafado, cravando as unhas no lençol:

— Ai… que grande… devagar, Ti…

Eu empurrei lentamente, sentindo o aperto absurdo ao redor do meu pau. Entrei até a metade, parei para ela se acostumar, depois continuei até enterrar tudo. O cuzinho dela pulsava forte, quente e extremamente apertado. Comecei a meter devagar, estocadas longas e profundas. Pamela gemia cada vez mais alto, empinando mais a bunda para mim.

— Isso… fode meu cu… hmmm… está tão fundo…

Aumentei o ritmo aos poucos, metendo mais forte, segurando firme sua cintura. O som das minhas bolas batendo contra sua boceta molhada enchia o quarto. Pamela estava louca de tesão, rebolando contra mim, pedindo mais. Eu metia com força agora, fodendo seu cu com estocadas potentes, estapeando sua bunda enquanto ela gemia descontrolada:

— Ai meu Deus… me arromba… fode esse cu gostoso… aaaahhh!

Eu a virei de lado, levantei uma perna dela e continuei metendo fundo no cu, esfregando seu clitóris com a mão. Pamela gozou tremendo inteira, o cuzinho apertando meu pau com espasmos fortes. Eu não aguentei mais. Meti fundo algumas vezes e gozei dentro dela, enchendo seu cu virgem com jatos grossos e quentes de porra.

Ficamos ali por alguns segundos, ofegantes. Depois eu puxei o pau devagar, vendo minha porra escorrer do cuzinho dela.

— Se arruma e sai daqui — sussurrei. — Ninguém pode nos ver.

Antes que ela se levantasse, completei:

— Mais tarde vamos conversar. Tenho uma proposta pra você sobre a vingança aos seus irmãos.

Pamela me deu um beijo rápido, se vestiu às pressas e saiu do quarto discretamente.

Aquela tarde de sábado passamos quase toda na piscina. O sol estava forte e o clima era de descontração, mas eu mal conseguia relaxar. Em determinado momento, Sandra e Thais saíram para descansar dentro de casa. Eu e Pamela ficamos sozinhos com Douglas e Rômulo.

Os dois se aproximaram dela e Douglas perguntou:

— Você ligou pro pai? Ele está te procurando.

Pamela respondeu tranquilamente:

— Mais tarde falo com ele.

Douglas e Rômulo trocaram um olhar e acabaram saindo, nos deixando sozinhos. Pamela esperou eles se afastarem e me olhou séria:

— Eu abri o jogo com meus pais. Eles estão putos com os dois.

Ela fez uma pausa e continuou:

— Eu sei o que você pode fazer com eles.

Ela continuou baixo:

— Vamos vender tudo. As lojas, a casa…

Eu completei:

— Eu tive a mesma ideia que você. E a casa e as lojas estão no meu nome.

Eu a encarei e disse:

— Então vem comigo pra Cabo Verde.

Ela sorriu, um pouco emocionada, e respondeu:

— Eu conversei com meus pais… e eu vou com você. Mas só se for como sua esposa.

Eu segurei sua mão e falei:

— Então, Pamela, você será a minha nova esposa.

Ela assentiu e completou:

— Meus pais acham que essa é a única forma dos dois aprenderem a não ser tão inconsequentes.

No início da noite, Douglas e Rômulo se aproximaram de mim e Douglas disse:

— Thiago, você pode ir até o mercado comprar umas coisas que acabaram aqui? Pega aqui o dinheiro.

Rômulo chamou Pamela e completou:

— Vai com ele, Pamela. Ele não conhece nada por aqui.

Entramos no carro e seguimos pela estrada de terra. Assim que nos afastamos um pouco, Pamela olhou para mim e disse:

— Você sabe, né Ti? Eles vão comer sua esposa agora.

Eu respirei fundo e respondi:

— Vamos ver isso.

Parei o carro num trecho mais isolado da estrada. O sinal de internet estava fraco, mas funcionava. Abri o aplicativo das câmeras e acessei a visão da piscina.

Thais e Sandra já estavam completamente nuas, deitadas nas espreguiçadeiras. Douglas e Rômulo estavam em pé na frente delas, os dois paus duros e latejando. Douglas tinha o enorme pau de 23 cm, grosso e veioso. Rômulo tinha o pau um pouco mais curto, mas ainda mais grosso.

Douglas puxou Thais pela mão e a colocou de quatro na beira da piscina. Sem preliminares, ele posicionou o pau na entrada dela e meteu com força, enterrando quase tudo de uma vez. Thais soltou um gemido alto e longo:

— Aaaahhh… que delícia…

Rômulo fez o mesmo com Sandra, enfiando o pau grosso na boceta dela por trás. Os dois começaram a foder as duas com estocadas fortes e ritmadas, batendo fundo enquanto seguravam a cintura delas. O som molhado das estocadas ecoava pela área da piscina.

Eles trocaram de posição várias vezes. Douglas deitou Thais de costas na espreguiçadeira, abriu bem as pernas dela e meteu fundo, estocando com força enquanto chupava seus seios. Rômulo colocou Sandra de quatro no chão e fodia ela com violência, estapeando a bunda dela. Depois eles inverteram novamente.

Douglas pegou Thais no colo, encostou ela contra a parede da casa e meteu de pé, fodendo com força enquanto ela gemia descontrolada, as pernas enroladas na cintura dele. Rômulo fez Sandra sentar no pau dele e quicar, segurando a bunda dela e estocando para cima.

Os gemidos das duas enchiam a noite:

— Aaaahh… me fode… mais forte… vocês são enormes… hnnnggg!!!

Douglas e Rômulo revezavam as duas sem parar, trocando de buraco, colocando as duas de quatro lado a lado e fodendo alternadamente. No final, eles colocaram Thais e Sandra de joelhos na frente deles. Os dois gozaram quase ao mesmo tempo, enchendo a boca, o rosto e os seios das duas com jatos grossos de porra.

Thais e Sandra ficaram ali, suadas, ofegantes e cobertas de porra, lambendo os paus deles para limpar.

Pamela, ao meu lado no carro, olhava a tela em silêncio. Eu fechei o celular com as mãos tremendo de raiva.

Pamela me abraçou forte dentro do carro, encostando a cabeça no meu peito. Senti seu corpo ainda quente do que tínhamos feito pouco antes. Ela sussurrou:

— Eu sinto muito… mas isso é a vadia da sua esposa. Falta pouco para nós dois vermos eles todos encarando as consequências das escolhas que fizeram.

Ficamos em silêncio por alguns segundos. Depois seguimos para o mercado da cidadezinha. Compramos as coisas que Douglas e Rômulo haviam pedido — cervejas, refrigerantes, gelo, carvão extra e alguns temperos. O caminho de volta foi silencioso, carregado de tensão.

Quando chegamos ao sítio, eles nos trataram como se nada tivesse acontecido. Douglas e Rômulo sorriram, pegaram as sacolas do carro e fizeram piadas sobre o churrasco que iríamos fazer mais tarde. Thais e Sandra agiam normalmente, como se não tivessem acabado de serem fodidas pelos dois na beira da piscina. Thais até veio me dar um beijo rápido no rosto e perguntou se eu estava bem.

Eu forcei um sorriso e respondi que sim, mas por dentro fervia. A hipocrisia deles era sufocante.

A noite de sábado seguiu tensa e passou rápido com aquela falsa normalidade. De vez em quando eu notava Thais saindo discretamente e, pouco depois, Douglas ou Rômulo sumiam separadamente para encontrá-la. Sandra fazia o mesmo. Eu e Pamela também conseguíamos alguns momentos a sós — ela me chupava com vontade sempre que surgia a oportunidade, ajoelhando-se rapidamente e engolindo meu pau com fome.

No domingo pela manhã, enquanto arrumávamos as coisas para voltar para Belo Horizonte, Douglas e Rômulo chamaram Thais para a suíte onde Sandra estava hospedada. Eu fiquei na cozinha com a própria Sandra e Pamela, guardando as últimas coisas nas malas. Foi então que abri discretamente o aplicativo das câmeras e assisti tudo.

Assim que entraram no quarto, Douglas agarrou Thais pela cintura e a beijou com brutalidade, enquanto Rômulo tirava a roupa dela por trás. Em menos de um minuto ela estava completamente nua. Os dois a jogaram na cama king size. Rômulo se ajoelhou na frente dela e enfiou o pau grosso na boca da minha esposa, fodendo sua garganta com estocadas profundas enquanto ela babava sem controle. Ao mesmo tempo, Douglas abriu as pernas dela e meteu com força na boceta, estocando fundo e rápido, fazendo o corpo dela balançar na cama.

Eles a foderam sem piedade por longos minutos, trocando de posição constantemente. Douglas deitou Thais de lado e meteu no cu dela, abrindo aquele cuzinho com seu pau enorme, enquanto Rômulo enfiava o pau na boca dela. Thais gemia descontrolada, o corpo suado brilhando, completamente entregue. Depois eles a colocaram de quatro no meio da cama e a penetraram ao mesmo tempo — Douglas no cu e Rômulo na boceta. Thais gritava de prazer, o corpo tremendo violentamente entre os dois irmãos:

— Aaaahhh… me arrombem… os dois ao mesmo tempo… hnnnggg… que delícia… me fodem mais forte!!!

Os dois aceleravam, estocando com força bruta, estapeando a bunda dela, puxando seus cabelos loiros. Thais gozou várias vezes seguidas, o corpo convulsionando, a boceta e o cu apertando os paus deles. No final, eles a colocaram de joelhos no chão. Douglas gozou primeiro, enchendo a boca e o rosto dela com jatos grossos de porra. Rômulo gozou logo em seguida, esporrando na língua e nos seios dela. Thais engoliu parte, o resto escorrendo pelo queixo e pingando nos seios enquanto ela lambia os paus deles, exausta e satisfeita.

Eu fechei o celular com as mãos tremendo, o ódio queimando no peito.

A tarde já caía quando chegamos em casa. Thais estava visivelmente exausta. Assim que entramos, ela largou a mala na sala e disse, com a voz cansada:

— Nossa, estou morta… deve ser pela viagem e pelo fim de semana inteiro.

Eu apenas assenti, fingindo preocupação, mas por dentro pensava:

“Essa semana é a da festa… e na segunda-feira seguinte, minha vingança estará completa.”

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Comentários

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Ela me beijou e a festa continuou. Mas notei que Thais ficou estranha o resto da noite. Ela sumia por um tempo e reaparecia mais carinhosa do que antes, me beijando e se esfregando em mim. Fiquei desconfiado.

Em determinado momento, falei:

— Vamos embora.

Ela respondeu:

— Já? Mas se você quer, vamos então.

Autor, esse trecho é da segunda parte, no final da festa.

Poderia esclarecer o que aconteceu nessas sumidas dela?

Quando foi o início da traição? Tem muitas brechas e detalhes esquecidos na história

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Só uma coisa.

O comportamento da Thais está muito artificial, parece que ela nao tem sentimento algum. Simplesmente faz o que aparece.

Nessa história nem ele é nem ela estão certos, o chifre está sendo trocado.

Talvez uma boa conversa entre os dois poderia fazer o casal abrir a relação né ?

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Porra dess vez Thiago se humilhou demais prol dessa vingança. Poderia ter ficado em casa sem ter passado o final de semana interio sento humilhado

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