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Minha Esposa, Minha GP

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Um conto erótico de Militar
Categoria: Heterossexual
Contém 512 palavras
Data: 23/06/2026 09:15:45

Casados há vinte anos, sempre mantivemos uma vida sexual vibrante. Optamos por não ter filhos, canalizando nossa energia em viagens e em uma conexão física intensa. Como foi uma decisão mútua, nossa vida a dois sempre foi plena.

Sou oficial das Forças Armadas e ela, ex-executiva da hotelaria. Quando decidiu tirar um ano sabático, assumi o papel de provedor — um posto que eu ocupava com prazer. Contudo, nossa dinâmica evoluiu para um território mais sombrio e estimulante: ela passou a cobrar por sexo oral e anal.

A regra era clara: quando ela assumia a persona da "puta", eu perdia o direito à minha esposa. Nada de beijos, nada de carícias afetivas; apenas o sexo cru, depravado e pago. A regra era rígida: acesso livre apenas ao ânus e à boca. A vagina era território proibido quando a profissional estava em cena.

Por mais de dois anos, vivi esse jogo. Ao chegar do trabalho, não encontrava minha Roberta; encontrava uma profissional do sexo à minha espera. Eu realizava a transferência bancária, ela conferia o valor no celular e, só então, eu ganhava permissão para consumir aquele corpo. Eu confesso: a tensão de saber que eu precisava "comprar" o prazer dela era um afrodisíaco poderoso. O boquete dela, em dias de estresse extremo no quartel, era simplesmente esplêndido. Eu gozava e desmoronava.

Roberta — uma loira de estatura baixa, seios pequenos e uma bunda desenhada pelo CrossFit — tornou-se a "puta" que ela sempre sonhou ser. E eu? Eu era o cliente que pagava para saciar seus desejos mais impuros. Mas, às vezes, a dúvida me consome: será que, na minha ausência, ela não exercia essa profissão para outros clientes? Afinal, ela acumulou um bom dinheiro e, curiosamente, conseguiu um "novo emprego" sem nunca ter pisado em uma entrevista.

Hoje, ela mantém uma conta em um site de conteúdo adulto. Sob uma máscara, a FDP domina o jogo. Ela posta fotos em lingeries mínimas, vídeos de atos que compartilhamos e interage com uma legião de fãs famintos. É eletrizante saber que ela excita outros machos, enquanto eu continuo sendo o único macho alfa autorizado a possuí-la. Nos eventos à beira da piscina ou na praia, faço questão: exijo o biquíni mais cavado e provocativo. Aquele corpo escultural não foi feito para ficar coberto; ele foi feito para ser exibido e desejado.

O jogo atingiu um novo patamar. Ao acessar o computador que ela deixou aberto, vi uma mensagem de um 'cliente' fixo, pedindo um encontro presencial. O valor oferecido era obsceno. Senti o sangue ferver, não de raiva, mas de uma excitação perigosa. Eu não apaguei a mensagem. Pelo contrário, respondi pelo perfil dela, aceitando o valor. Minha esposa concordou em sair com o cliente por conta da oferta irrecusável, agora, minha dúvida é: quando esse homem chegar à nossa casa, eu optei que fosse na nossa casa, na minha cam, eu serei o marido que a protege, ou o voyeur que se esconde no quarto para assistir à sua esposa, finalmente, realizar a fantasia de ser cuckold.

Contarei com certeza como foi

Até a próxima

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