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Dentro de Donkey Kong Country (Capítulo 3)

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Um conto erótico de PurpleHeart
Categoria: Homossexual
Contém 1384 palavras
Data: 23/06/2026 00:37:00
Assuntos: Homossexual, Gay
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

“Jungle Hijinx”

O ar dentro da floresta era tão denso que quase se podia mastigá-lo. A umidade tropical, impregnada com o aroma de folhas esmagadas, terra molhada e flores silvestres exóticas, colava-se imediatamente à pele. À medida que Tiago e Denis avançavam rampa abaixo, o som do vento nas copas das árvores gigantescas abafava qualquer ruído do mundo exterior. Eles estavam oficialmente em Jungle Hijinx.

— Fica atento, Tiago — murmurou Denis, diminuindo o passo.

Ele esticou o braço musculoso para trás, a mão espalmando-se suavemente contra a barriga macia de Tiago para detê-lo. O contato da palma grande, firme e quente de Denis contra o tecido fino da camiseta vermelha de Tiago fez o rapaz prender a respiração. A proximidade física era inevitável; Denis exalava um calor corporal intenso, e o suor leve que começava a brotar em seu peitoral perfeitamente esculpido e depilado brilhava sob os feixes de sol que filtravam pelas folhas.

— Ali na frente — Denis apontou com o queixo.

A poucos metros de distância, caminhando de um lado para o outro de forma mecânica sobre uma plataforma natural de terra, estava um Gnawty — o clássico castor azul gigante do jogo. Visto de perto, ele parecia menos um amontoado de pixels e muito mais uma criatura viva, com garras afiadas e dentes proeminentes, embora seus movimentos ainda seguissem o padrão de patrulha previsível do videogame.

— Ele parece... bem real — sussurrou Tiago, sentindo um frio na barriga. — Se ele nos morder, vai doer de verdade?

— Não vamos descobrir — Denis respondeu com um sorriso confiante, os olhos castanhos brilhando de excitação. — Lembra o que eu disse? Eu sou a força. Olha como se faz.

Denis flexionou as pernas robustas. Sob a bermuda curta marrom de cintura baixa, os músculos de suas coxas e de seus glúteos firmes se desenharam de forma monumental, contraindo-se com a pressão. Ele correu três passos rápidos e saltou. Seu corpo imponente subiu alto, a gravata vermelha chicoteando no ar, e caiu com precisão cirúrgica, com os dois pés calçados com tênis esportivos diretamente sobre o topo da cabeça do Gnawty.

Com um som abafado de impacto, a criatura simplesmente desapareceu em uma breve fumaça de poeira brilhante, deixando para trás uma única banana dourada flutuando no ar.

Denis aterrissou agachado, amortecendo a queda com uma das mãos no chão úmido. Ao se levantar e pegar a banana, a bermuda marrom subiu um pouco mais em suas coxas grossas e claras, revelando o elástico vermelho de sua cueca box e destacando o contorno de seu bumbum perfeitamente arredondado e durinho.

— Fácil — disse Denis, virando-se para Tiago com uma piscada brincalhona e estendendo a banana dourada. — Um ponto para o time dos fortões.

— Nada mal, grandão — Tiago provocou, sentindo a própria confiança crescer enquanto se aproximava. Ele pegou a banana da mão de Denis, os dedos de ambos se roçando demoradamente. — Mas não se gabe tanto. Olha o que vem ali.

Dois Kritters — os jacarés antropomórficos verdes de armadura militar — surgiram saltando ritmicamente em direção a eles.

— Deixa comigo — disse Tiago.

Antes que Denis pudesse protestar, Tiago correu. A sensação de leveza em seu corpo gordinho era inebriante. Ele deu um salto impulsionado por suas meias amarelas e, no ar, girou o corpo em uma estrela perfeita e veloz. Seus pés atingiram o peito do primeiro Kritter, derrubando-o instantaneamente. Sem perder o embalo, ele rolou pelo chão de terra e desferiu uma rasteira rápida no segundo jacaré, que também desintegrou-se em poeira dourada.

Ao finalizar o movimento, porém, o ímpeto o fez escorregar em uma raiz coberta de lodo. Tiago soltou um som de surpresa e caiu de costas na vegetação rasteira e macia.

Em um piscar de olhos, Denis estava sobre ele. O homem musculoso ajoelhou-se entre as pernas abertas de Tiago, apoiando as mãos no chão de cada lado da cabeça do rapaz para não esmagá-lo, mas mantendo seus corpos a milímetros de distância.

— Você foi incrível, Tiago! — Denis exclamou, com a respiração ligeiramente acelerada pelo esforço. — Mas que aterrissagem desajeitada...

Tiago olhou para cima, paralisado pela visão. Denis estava posicionado diretamente sobre ele. A ausência de camisa no homem mais velho permitia que Tiago visse cada detalhe de seu abdômen trincado, onde gotículas de suor escorriam lentamente pelos vales dos gomos definidos, indo desaparecer sob o elástico vermelho da cueca box que espreitava na bermuda marrom. O peitoral volumoso de Denis subia e descia ritmicamente, e suas aréolas claras e pequenas estavam bem próximas do rosto de Tiago. O cheiro de Denis — uma mistura máscula de suor limpo, pele quente e o perfume natural de testosterona — invadiu os sentidos do jovem gordinho.

— Eu... eu consegui, não consegui? — Tiago murmurou, a voz trêmula, os olhos fixos na boca carnuda de Denis.

— Conseguiu — Denis sussurrou, a voz descendo para aquele tom rouco e vibrante que fazia a espinha de Tiago formigar.

Denis não se moveu para se levantar. Em vez disso, ele desceu uma das mãos grandes e calejadas até a coxa exposta de Tiago. Seus dedos deslizaram lentamente pela pele clara, incrivelmente macia e depilada do rapaz, subindo por baixo da bermuda amarela. Tiago soltou um gemido baixinho, fechando os olhos com a sensação deliciosa daquele toque firme contra sua pele sensível.

— Você é tão macio, Tiago... — Denis elogiou, enquanto seus dedos subiam mais um pouco, acariciando a lateral do quadril gordinho e liso. — Essa sua pele lisinha é uma tentação nesse calor de matar.

— Denis... a gente devia... — Tiago tentou falar, mas a mão de Denis agora acariciava sua barriga fofinha por baixo da camiseta vermelha, subindo com uma pressão suave que fazia o corpo de Tiago se arquear levemente em direção ao dele.

— Devia o quê? — Denis sorriu com malícia, aproximando o rosto do pescoço de Tiago, soprando um ar quente contra sua orelha. — A gente tem o tempo do mundo aqui, não tem? Ninguém vai nos incomodar no meio dessa selva.

A fricção dos corpos e a intimidade daquela posição começaram a cobrar o seu preço físico. Sob a bermuda amarela e a cueca vermelha de Tiago, seu membro de 12 centímetros já estava completamente ereto, pulsando contra o tecido e desenhando uma saliência nítida. Denis percebeu imediatamente. Ele deu uma risada baixa e desceu o olhar para a virilha de Tiago, antes de pressionar sutilmente o próprio quadril para a frente.

O impacto fez Tiago arregalar os olhos. Ele sentiu o volume colossal e rígido de Denis — aqueles 18 centímetros pesados e grossos que se moldavam perfeitamente sob a bermuda marrom apertada — pressionar diretamente contra a sua própria ereção. Era um encaixe quase perfeito, separado apenas pelas camadas finas de tecido.

— Parece que alguém aqui também está gostando do jogo — provocou Denis, roçando seu volume ereto contra o de Tiago em um movimento lento e torturante.

— V-você não facilita... — Tiago arfou, segurando-se nos ombros largos e incrivelmente macios de Denis, as unhas cravando-se de leve na musculatura tensa do trapézio do homem.

Antes que a situação escalasse para algo inevitável ali mesmo no chão da floresta, um guincho agudo e estridente ecoou no topo das árvores logo acima deles.

Um bando de Necky — os abutres gigantes do jogo — começou a circular a clareira, piando alto e ameaçadoramente.

Denis soltou um suspiro frustrado, embora o sorriso de canto continuasse em seus lábios. Ele se levantou devagar, oferecendo a mão para ajudar Tiago a ficar de pé.

— Parece que a nossa plateia não tem muita educação — brincou Denis, dando um tapinha carinhoso na bunda redonda e fofinha de Tiago enquanto este se limpava da terra. — Vamos dar o fora daqui antes que eles resolvam jogar cocos na nossa cabeça.

Tiago ajeitou o boné vermelho, com o rosto completamente corado e o coração batendo na garganta. Ele tentou puxar a camiseta vermelha para baixo para cobrir o volume evidente em sua bermuda amarela, enquanto Denis, sem qualquer timidez, dava uma ajeitada despretensiosa em seu monumental dote por cima do tecido marrom, fazendo o volume balançar de forma explícita.

— Vamos — Tiago concordou, a voz ainda um pouco trêmula pela excitação não resolvida. — A fase ainda não terminou.

Eles correram lado a lado pela trilha de terra, saltando sobre pequenos abismos e coletando bananas reluzentes, sabendo que cada passo os aproximava do fim do nível... e que a tensão acumulada entre os dois estava prestes a explodir a qualquer momento.

Continua...

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