Olá caros leitores, na verdade esse é meu primeiro conto, e em linha cronológica, é o ponto de partida, numa versão mais poética e romântica!
Vamos lá então para o primeiro conto (espero que gostem) ...
MINHA SEXUALIDADE.
Minha descoberta da sensualidade aconteceu cedo na vida, quando percebi que os sonhos românticos nem sempre chegam da forma que imaginamos. Como na música que fala sobre o despertar dos sentimentos, eu achava que seria o amor a bater à minha porta. Mas o que chegou primeiro foi o desejo intenso, provocante e impossível de ignorar. Não tomou conta apenas do meu coração; percorreu cada parte de mim, despertando sensações que eu ainda não conhecia e abrindo caminho para uma história marcada pela paixão e pela liberdade.
Sempre cuidei da minha aparência e da minha autoestima. Nunca gostei de pelos aparentes quando usava biquíni, porque me sentia mais confortável e confiante assim. Vaidade sempre foi algo importante para mim, sempre andei cheirosa e perfumada. E, entre os elogios que mais me divertem, estão aqueles sobre meu perfume natural, diziam que o cheiro da minha buceta pareceria de um jardim perfumado por rosas. Confesso que isso mexe um pouco com meu ego, ouvir que o cheiro da minha buceta é marcante e irresistível tem seu charme.
Eu ainda não tinha tido nenhuma experiência amorosa ou sexual, mas a curiosidade e os desejos próprios da juventude já faziam parte dos meus pensamentos. Em casa, meu pai costumava ter várias revistas masculinas, com ensaios fotográficos de modelos famosas. Eu as observava às escondidas e ficava fascinada por aquele universo de glamour, beleza e sensualidade.
Muitas vezes me imaginava parecida com aquelas mulheres que estampavam capas de revistas como a Playboy e a Sexy. Seus corpos pareciam perfeitos aos meus olhos, e eu sonhava em ter a mesma confiança, o mesmo magnetismo e a mesma presença que elas transmitiam nas fotografias. De certa forma, aquelas imagens influenciaram a maneira como eu passei a enxergar a feminilidade/sensualidade e a construir minha própria autoestima e desde de cedo descobrir do que homens realmente gostam.
Um belo dia descobri o Cine Band Privê. Depois disso, criei o hábito de assistir ao programa durante as madrugadas. Quando chegava o horário, eu ligava a televisão no meu quarto e acompanhava tudo com grande curiosidade. Achava aquilo fascinante, diferente de tudo o que eu conhecia, e esperava ansiosamente pelo momento de assistir novamente.
Um dia fui dormi na casa da minha tia, para fazer companhia à minha prima, e aí ela acabou dormindo e eu fiquei sozinha com irmão dela.
Meu primo, irmão dela, que era 3 anos mais velho que eu, me chamou para assistir o Cine Band com ele achando que eu nunca tinha visto, porém eu soltei sem querer: “é Emmanuelle que vamos assistir? ”
E aí ele falou:
- Safadinha, fica vendo filme erótico né!
- Por favor, não conta para ninguém que eu vejo isso!
E aí ele me disse que tinha algo muito melhor.
- Prima, eu tenho um filme aqui muito melhor para a gente assistir em VHS.
- Então bota aí que quero assistir.
Era um filme pornô americano, dos anos 90, legendado. Nossa... o ator tinha um pauzão enorme, grande e grosso, e a atriz tinha uns peitões enorme siliconados.
Foi a primeira vez que vi uma cena sexo, não imaginava que era daquele jeito. Nunca me passou na cabeça que alguém poderia passar a língua em um ânus (aliás, adoro beijo grego. Amo a língua no meu cuzinho).
Eu imaginava como seria sexo oral, sabia que homens gostavam de chupar xereca, mas não imaginava a língua no cu e pensava que boquete era coisa de puta (amo chupar rola).
Achei a coisa mais estranha quando eu vi o ator ejaculando na boca da atriz e ela bebendo a esperma dela. Achei muito nojento na época. Para ser sincera, eu fiquei hipnotizada com aquele filme. Minha calcinha molhou que escorreu óleo pelas pernas.
Meu primo safado, me vendo cruzar as pernas com força tratou logo de mais uma putaria comigo.
Ele mostrou sua rola grande, grossa, veiúda, da cabecinha rosa, peluda, típica rola de adolescente, porém do meu primo era grande, não como do ator do filme que era imensa e gigantesca.
- Noooooossa, o que é isso, que pau grande, nunca imaginei que você tinha rolão desse primo!
- Pega aqui e bate uma para mim
O escroto colocou o pau na minha mão e me fez bater uma para ele. Mal sabia segurar um pênis e também não sabia masturbar ele. Eu vi que o pau dele ficava cada vez mais inchado e pulsando, foi na hora que ele gozou. Tomei um susto quando vi esperma na minha frente.
Ele gozou muito, urrou, se tremeu todo, ficou fraquinho, kkkkkkkkkkk. Me assustei, porém, achei incrível tudo aquilo que tinha visto e feito. Mas o safado não se contentou, ele queria mais.
- Selminha, chupa aqui
- Vou não, “tô” fora, chupar pinto, é coisa de puta ou atriz pornô, faço não, ainda mais o seu sujo de punheta e todo gozado. (mal sabia que iria ficar viciada e profissional no boquete).
- Porra Selminha, fortalece aí
- Vou não. Não faço isso
- Então, deixa eu ver sua bucetinha.
Eu estava com ele deitado na cama assistindo o filme pornô. O safado do meu primo, ligou a luz para ver minha buceta e mandou eu abrir minhas pernas para ele ver meu hímen.
Tentou me chupar e eu não deixei. Por medo, vergonha, sei lá, hoje se o cara me comer sem me chupar eu não dou para ele mais nunca. Mas ele não se contentou e me fez uma siririca.
Depois que o filme acabou ele me pediu para dormir com ele na cama, e o safado comeu meu cuzinho naquela noite por horas, até conseguir gozar!
