Oi, eu sou o Paulinho, tenho 25 anos e sou bissexual. As histórias que vou contar aconteceram há pouco tempo. Tudo começou depois do meu primeiro dia de trabalho como Uber. Antes de continuar a história, vou-me descrever fisicamente: eu sou aquele tipo de cara que aparenta ser sempre mais novo dois ou três anos, sempre fui assim; sou bem constituído, faço ginásio, sou barbudo, de cabelo curtinho, olhos castanhos e peludinho no peito e pernas; não muito alto, mas com um pau de 23 cm no meio das minhas pernas, que quem experimenta fica viciado, e toda a gente diz que sou um rapaz muito bonito.
Voltando à história, eu estou com 25 anos e desde os meus 22 que não fazia nada na vida; confesso que sou um pouco malandro, mas no dia do meu 25.º aniversário, o meu pai veio falar comigo e não podia ter sido mais claro: a minha mesada estava cancelada, a partir dali tinha que ganhar o meu próprio dinheiro, e deu-me uma opção: ou ia trabalhar com ele como Uber — o meu pai já é Uber há muitos anos — ou eu que me desenrascasse. Naquele dia fiquei muito fodido com ele, fui falar com a minha mãe e, claro, embora eles estejam divorciados, ela estava de acordo com ele; eles não queriam um filho de 25 anos que não fazia nada a viver às custas deles, mas depois de eu pensar bem no assunto, sabia que eles tinham razão e segui o conselho do meu pai.
Fui, então, fazer a formação para ser motorista de TVDE e, passado um mês, estava com o meu primeiro carro na mão; o meu pai mexeu uns pauzinhos e fui trabalhar na empresa do filho de um amigo dele; no momento, a empresa onde ele trabalhava não estava a contratar ninguém.
Fui muito bem recebido pelo filho do amigo do meu pai e comecei logo a trabalhar no dia seguinte. Era sexta-feira e ia fazer o turno da meia-noite até às 8h da manhã; segundo o meu pai, tive sorte, pois sexta à noite já sai muita gente e ia ter muitos clientes, e assim foi: passei a noite na estrada a fazer serviços. No final do turno, olhei para a aplicação e fiquei animado; já eram quase 8h e tinha ganho uma nota preta; recebi, então, mais uma notificação de um cliente, seria o último. Fui apanhá-lo num local de diversão noturna da cidade; chegando lá, entrou um casal, aí na casa dos seus 25, 26 anos, ambos eram muito bonitos, estavam os dois sérios, mal se falavam; reparei que tinha que fazer uma paragem pelo caminho, tudo bem.
Quando paro para a primeira paragem, só ouço a rapariga falar:
— Não queres mesmo subir um pouco comigo?
— Já te falei, estou cansado, preciso de ir dormir…
— Ainda estás chateado comigo? — ele agarrou nela e deu-lhe um beijo.
— Já não, amor, vai para casa, mais logo estamos juntos de novo…
Deram mais um beijo e ela foi embora. Assim que ela fechou a porta, ele soltou um desabafo:
— Nossa, estava a ver que nunca mais ia embora — não falei nada e ele continuou — não fique com má impressão minha, cara, hoje foi uma noite difícil.
— Não, nada disso… - respondi sem saber o que dizer.
- Fodeu-me a cabeça a noite toda, e agora queria que pau, que vá para o caralho - porra, o cara estava botando fogo…
- As mulheres quando querem conseguem deixar um homem assim…
- Tens namorada, cara?
- Não!
- Sorte a tua, não vejo a hora de terminar com esta…
- E porque não terminas?
- Porque ela fode bem e eu adoro fodê-la.
- Respeito isso, mas desculpe-me a pergunta: porque deixá-la ir sozinha para casa, então?
- Hoje ela estava chata demais, na cama ia ser insuportável, e também hoje não estou a fim de mulher.
- Não? - perguntei sem pensar.
- Estou a fim é mesmo de uma boa foda com outro cara, me desculpe a sinceridade.
- Tranquilo, nada contra…
- Já experimentaste? - o cara atacou logo.
- Já!
- Tu és gay, cara? É que não pareces…
- Tu também não.
- E não sou, mas às vezes gostava de ser, foder com um cara dá sempre menos trabalho do que com uma mulher…
- Lá isso é verdade.
Olhei no espelho retrovisor e ele olhou para mim e mordeu o lábio, até fiquei baralhado; o gajo era um puto de um gato, bem morenaço, barba grande mas bem cuidada, super charmoso, super bem vestido, nossa, nem sabia o que dizer…
- Podes parar o carro um pouco?
- Sim, está tudo bem?
- Sim, está.
Parei o carro e ele veio para o banco da frente.
- Não queres parar o carro num sítio mais sossegado?
- Para quê? - o safado levou a mão até ao meu pau e apertou; estava já meio duro.
- Tu sabes.
- Hoje é o meu primeiro dia de trabalho, cara - ele continuava a apertar o meu pau, que começou a ficar logo duro dentro das calças.
- Então vou tornar este teu primeiro dia inesquecível - o cara falou já metendo a mão dentro das minhas calças - aquela putinha deu-me cabo da cabeça a noite toda, estou mesmo a precisar de um pau assim como este - e senti-o a agarrá-lo bem forte.
- Caralhoooo, cara!
- Caralho digo eu, és bem grandão, porra!
- Ah, lá isso sou.
- Para o carro, cara.
- Espera um pouco.
Eu até estava nervoso; assim que vi um local isolado, entrei numa estrada de terra batida e parei o carro num sítio isolado. Nossa, o cara foi logo tirando a camisola, e vi aquele seu corpo moreno sem nenhum pelinho, com os mamilos rijinhos do frio; o cara tinha uma tatuagem debaixo do sovaco e outra no braço. Porra, ele era supergostoso, e veio logo sobre o meu pau.
- Uhmmm, estou cheio de curiosidade para ver esta rola grande.
- Ai é? - Eu estava meio assustado, mas o tesão já falava mais alto.
O carinha começou a desapertar as minhas calças e foi logo colocando para fora os meus 23 cm de piroca.
- Porra, que puta de vara, era mesmo assim que eu a imaginava.
E, sem eu falar nada, aquele gostosão agarrou nela e começou logo a mamar, e, puta que pariu, fazia tempo que um cara não me mamava, e, nossa, o gostosão sabia mamar, foi logo abocanhando o meu pau, e, quando chegava ao topo do meu rolão, ele sugava a cabecinha, porra, que tesão.
- Uhmmm, isso…
Eu comecei a gemer e o cara chupava, mas chupava-me cheio de vontade; a cada sugada, ele engolia mais o meu pau.
- Caralho, que puta de pau grande.
- Tu gostas, né?
Agarrei na cabeça dele e comecei a forçá-la contra o meu pau, e o meu pau começou a entrar quase todo naquela boquinha.
- Isso engole tudo!
O cara não engasgava, comecei a foder aquela boquinha e, em pouco tempo, senti a barbinha dele a roçar nos meus pentelhos; nossa, ele engolia tudo, soltei a cabeça dele e ele continuou a engolir tudo, até que, totalmente satisfeito, agarrou no meu pau e olhou para mim enquanto me batia uma punhetinha:
- Que delícia de rola que tu tens, cara!
E voltou a engoli-la toda, o cara era foda, então eu, já bem mais à vontade, deslizei a minha mão pelas suas costas e cheguei à sua bunda; ele não me parou, e chupava-me ainda com mais vontade, eu continueii e fuiatée ao reguinho.
- Aaaiiii caralhoooo — ele contorceu-se todo assim que sentiu a minha mão a esfregar o seu reguinho.
- Queres rola aqui? - e comecei com o meu dedo a cutucar o seu buraquinho, que estava molhadinho
- Ai, quero mas não devo…
- Não? — E enfiei o dedo no cuzinho e ele derreteu-se todo. — Mas tu precisas, porra!
- Ai porra, que tu és safado, cara - ele olhou com os seus olhos vivos, todo sorridente.
- Ainda não viste nada.
- Me mostra então.
Agarrei nos cabelos dele e comecei a foder o meu pau com a boca dele; ele aguentava tudo e gostava. Estive a fodê-lo assim um tempão e depois soltei-o.
- Quero-te foder.
Ele agarrou no meu pau e ficou a olhar para ele.
- Tens aqui uma rola muito grande, não sei não, eu não estou habituado a ser fodido, cara.
- Porra, vais-me deixar na mão?
- Eu faço-te gozar gostoso.
O cara saiu do carro e ficou completamente pelado, veio até à minha porta, abriu-a toda, o pau dele estava bem duro e ele abaixou-se, agarrou no meu pau e sorriu para mim.
- Dá-me o teu leitinho, dás.
- Se é assim que tu queres...
Eu estava cheio de vontade de comê-lo, mas não ia forçar nada. Ele abocanhou o meu pau e começou a mamar-me cheio de vontade outra vez; largava o meu pau, com os lábios lambia toda a extensão da minha vara, ia até às bolas e depois voltava a abocanhar o meu pau. Eu agarrei na cabeça dele e obriguei o nariz dele a tocar nos meus pentelhos, e comecei a foder a boca dele, ele punhetava-se freneticamente; quando o soltei um pouco, ele olha para mim bem sério:
- Fode-me, cara.
- É para já - nossa, o meu pau estava a estourar de tanto tesão que eu estava para comer aquele gostoso.
O cara levantou-se e debruçou-se sobre o capô do carro, porra que delícia de homem, ele rapava-se todo, pelos só mesmo no pau e bem aparadinhos, fui logo por trás dele, passei cuspe no seu buraquinho e mirei a minha cabecinha nele.
- Aaahhhh, isso, mete logo, cara.
- Toma.
Forcei e a cabeça entrou, mas o cara era mesmo apertado.
- Aaaiiii porraaaaaa… – reclamou ele, e eu agarrei na sua cabeça e a encostei contra o capô do carro.
- Não pediste pau? Agora aguenta.
Fui forçando, ele gemia baixinho de dor, o cu dele era mesmo muito apertado, mas eu continuei a penetrá-lo até o meu pau entrar todo nele.
- Aaiii caralhooooo, és tão grande!
- Relaxa que já estou todo dentro.
Segurei na cintura dele e comecei a socar aquele cu, nossa como é gostoso foder um cu apertadinho, o cara sofria mas gostava, o pau dele estava bem duro.
- Aaaiiii caralhoooo!
- Cuzinho gostoso.
- Uhmmm isso, fode-me, cara, soca, soca tudo!
- Toma seu gostosão, toma lá piroca.
Delícia de foda; é gostoso foder assim um cara macho e, a certa altura, ele já estava tão descontraído com o meu pau que começou a rebolar:
- Isso, putinho, rebola gostoso.
- Aaiiiii, caralho, é tão gostosa essa rola, uhmmmm...
- Ah é? Gostosão é este teu cu, chega cá.
Saí de dentro dele e mandei-o deitar no banco de trás do carro. Que homenzarrão que eu tinha ali para mim! Agarrei nas pernas dele e levantei-as, empurrei-as para os lados e puxei-o bem para a pontinha do banco; ele ficou com a bunda toda abertinha para mim e enfiei logo o meu pau no buraquinho dele.
- Ai, caralho, que assim eu gozo!
- Mas é isso que quero.
Um tesão ver a cara daquele gostosão a contorcer-se de prazer com o meu pau, comecei a socá-lo bem gostoso. E aquele gostosão não aguentou:
- Caralhoooo, porraaaaaaa!
Caralho, ele sem se tocar, ao fim de umas boas socadas que eu lhe dei, o pau dele começou a largar jatinhos de porra em cima do seu peito; nossa, fiquei ainda mais putão e socava-o com tudo.
- Ai, ai, soca, soca.
- Isso, goza gostoso, hummm... que tesão.
O cara gozou bem, ficou com o seu peito todo melado, mas eu ainda não tinha vontade de gozar e ele também não pediu para parar, então continuei a socá-lo; o pau dele não baixava, nossa, o cara tem muito tesão naquele cu
- Tu és uma delícia, sabias? - falei, tirando e depois metendo o meu pau todinho bem fundo naquele cu.
- Ai, caralho, tu és um puto de um fodão.
- Ai, sou?
- És, porra.
- Safado, eu já te mostro o quanto sou fodão.
Saí de dentro dele; ele ficou com o cu todo aberto a olhar para mim.
- Anda, levanta-te, sai daí.
Ele veio para fora do carro e eu deitei-me de barriga para cima no lugar dele, e apontei o meu pau duraço para ele.
- Vem sentar - ele sorriu para mim.
- Safado.
De frente para mim, encaixou o pau no seu cuzinho e sentou nele até os meus pentelhos roçarem a sua bunda, e começou logo a cavalgar.
- Caralhooooo… como é tesuda esta rola, porra!
- Isso, fode o meu pau, cavalga bem gostoso nele.
O cara estava louco de desejo, os seus olhos fitavam os meus e eram de puro tesão; ele cavalgava o meu pau cheio de prazer. Eu, então, agarrei no pau dele, que estava bem duro, e comecei a punhetá-lo.
- Isso, cavalga gostoso o meu pauzão.
- Aahhh, caralho, é tão bom.
- Tão bom que vais largar mais leitinho, né?
- Aaiiii, porraaaaa, e tu não gozas, não?
- Gozo, mas só depois de te fazer gozar de novo.
Eu punhetava-o muito e, em pouco tempo, o cara já estava no ponto.
- Ai, porra, seu filho da puta, assim ainda me apaixono mais por ti.
- Apaixonaste-te nada, és um safado.
- Safado és tu, caralhooooo!
- Goza para mim, gozaaaaa...
- Aaaaiiii porraaaaaaa, tu levas-me à loucura, cara...
O primeiro jato de porra saiu disparado, direto no meu rosto. O cara começou a gozar muito de novo, espantoso de ver, e eu punhetava-o bem gostoso; a minha mão começou a ficar toda melada.
- Aaaiiii caralhooooo, que puta gozada boa!
- Issoooo, gozaaaaa...
Quando ele terminou, desfaleceu em cima de mim, mas eu peguei na sua cabeça e olhei nos seus olhos:
- Ainda não acabou, não.
Saímos os dois do carro, coloquei a minha mão no seu ombro e forcei-o para baixo até ele ficar de joelhos.
- Queres o meu leitinho, né?
- Quero!
Meti o meu pau na boca dele e, em segundos, tirei-o para fora; o primeiro jato foi bem no seu rosto. Nossa, como estava com tesão, gozei muito; a cara dele ficou toda melada com a minha porra. Depois, meti novamente o meu pau na sua boca e ele ficou a mamá-lo cheio de vontade; o cara saboreava a minha porra, mamou-a todinha. Quando terminei, levantei-o do chão e dei-lhe um puto de um beijo.
- Porra, que puta de foda, cara!
- Puta de foda mesmo, nem imaginas o quanto eu estava a precisar de um pau assim.
Começamos a nos beijar de novo e ele sempre a punhetar o meu pau que não baixava.
- Vamos embora que está tarde, minha família fica preocupada - falou ele.
- Vamos.
Vestimo-nos e o levei a casa, fomos o resto do caminho em silêncio, ele acabou até por adormecer. Quando parei o carro na porta da casa dele, ele acordou.
- Como te chamas? - perguntou ele.
- Paulinho.
- Obrigado, Paulinho - e saiu.
Fui para casa e dormi um sono longo; eu estava exausto. Quando acordei, vi que ele tinha dado 5 estrelas de classificação no meu serviço e uma gorjeta de 200 paus. Nossa, não podia ter começado o meu emprego melhor...
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