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Um conto erótico de Fernanda
Categoria: Grupal
Contém 1120 palavras
Data: 22/06/2026 17:30:17
Assuntos: Grupal

Olha essa foto que tirei hoje na cozinha… Como aqui não pode publicar FOTOS nem VÍDEOS, vou colocar os linkss abaixo, nos COMENTÁRIOS, ok? Short jeans surrado, bem apertadinho marcando cada curva dessa bunda grande que eu carrego desde novinha. Ela sempre chamou atenção. Desde os 15 anos os homens viravam o pescoço. E eu descobri cedo o poder que ela tem. Hoje, divorciada e finalmente livre, posso contar minha história sem esconder nada.

Meu nome é Fernanda, tenho 26 anos. Essa bunda viciada já passou por muita coisa. Meu ex-marido me flagrou três vezes dando o rabo pra outros. Na primeira ele chorou, na segunda brigou feio, na terceira pediu o divórcio. Ele nunca aceitou. Dizia que bunda era “lugar de doença, vírus, bactérias, fungos”. Eu sempre fui sincera com ele: “Eu sou viciada em dar o cu. Adoro quando lambem, cheiram, metem fundo. Se você não aguenta, melhor ir embora”. Ele voltava chorando, pedia pra eu parar, prometia tentar aceitar. Mas eu sabia que não conseguia segurar. Hoje estou separada e livre pra fazer o que quiser com esse rabo.

Vou contar tudo do começo. Prepare-se, porque vai ser bem safado e detalhado.

A Primeira Vez – Com 18 anos, com meu tio

Eu tinha acabado de fazer 18 anos. Meus pais viajaram no fim de semana. Eu estava sozinha em casa, só de camisola fina, sem calcinha. Meu tio Roberto, irmão mais novo do meu pai, passou lá pra deixar umas coisas. Ele sempre me olhava diferente, demorava o olhar na minha bunda.

Quando entrei na sala, ele estava sentado no sofá. Virei de costas pra pegar uma água e senti seu olhar queimando. Tomei coragem e falei:

— Tio… eu sei que o senhor olha pra minha bunda faz tempo. Quer ver de perto?

Ele ficou sem reação. Eu não esperei. Levantei a camisola devagar, mostrei tudo: bunda grande, redonda, macia, sem nenhuma marca. Ele se aproximou respirando pesado, colocou as duas mãos e apertou forte, abrindo minhas nádegas.

— Caralho, Fernanda… que bunda gostosa.

Depois abaixou o rosto e cheirou fundo. O nariz encostado no meu cuzinho. Lambeu devagar, circulando, enfiando a língua. Eu gemia baixo, empinando mais. Gozei pela primeira vez só com a língua dele no meu cu virgem.

Ele tirou o pau grosso, veioso, cuspiu bastante e foi enfiando. Doeu no começo, mas quando entrou todo eu virei outra pessoa. Pedia pra meter mais forte, pra bater na bunda. Ele segurava meus quadris e socava fundo. Quando gozou, jorrou quente lá dentro. Fiquei sentindo escorrer e soube naquele momento: eu era viciada em dar o cu.

O Incidente com Meu Pai – Aos 19 anos

Alguns meses depois, eu já dava o cu pro tio sempre que podia. Uma noite meu pai chegou tarde. Eu tinha dormido de bruços, só de shortinho fino, sem calcinha. Acordei com um movimento na cama. Meu pai estava atrás de mim, ajoelhado. Ele abriu minhas nádegas com as mãos e cheirou minha bunda bem de perto. Ficou respirando fundo, olhando meu cuzinho. Eu fingi que estava dormindo. Meu coração batia disparado de tesão. Ele cheirou várias vezes, deu um beijinho leve na bundinha e saiu do quarto. Nunca falou nada. Eu gozei baixinho imaginando ele metendo.

O Amigo do Pai na Cozinha

Valdir, amigo de muitos anos do meu pai, apareceu um dia pra deixar uma ferramenta. Meu pai ainda não tinha chegado. Eu estava de short jeans bem apertado, igual dessa foto. Ele não disfarçou o olhar na minha bunda.

Eu fui direta, safada:

— Tá gostando, Seu Valdir?

Virei de costas, empinei e falei:

— Pode tocar se quiser.

Ele perdeu o controle. Me prensou contra a pia da cozinha, abaixou meu short até os joelhos e enfiou o rosto entre minhas nádegas. Cheirou fundo, lambeu meu cuzinho suado, enfiou a língua. Depois tirou o pau e meteu tudo de uma vez. Fodeu com força, batendo a barriga na minha bunda. Eu gemia segurando na pia. Ele gozou bem fundo, enchendo meu cu. Menos de dez minutos depois meu pai chegou em casa. Valdir saiu correndo pela porta dos fundos ainda com o pau melado. Eu fiquei na cozinha com o cu escorrendo por baixo do short, coração na boca. Meu pai nunca desconfiou.

Outras Experiências – Entregadores e Encanadores

Depois disso eu virei uma vadia assumida. Qualquer macho que olhasse pra minha bunda do jeito certo, eu me oferecia.

Teve o entregador de pizza. Subiu pra entregar, olhou minha bunda, eu paguei e deixei ele entrar. Em cinco minutos estava de quatro no sofá. Ele cheirou, lambeu tudo, meteu fundo e gozou dentro. Desceu com a pizza fria pro próximo cliente.

O encanador que veio consertar a pia. Enquanto meu ex estava no trabalho, eu sentei na cara dele na lavanderia. Ele lambeu meu cu do dia todo, suado, depois me fodeu em pé, segurando forte na bunda. Gozei tanto que molhei o chão. Ele ainda enfiou o dedo enquanto gozava.

Teve motoboy, técnico de TV, até um vizinho que veio pedir sal. Eu oferecia, eles comiam. Adoro o risco, adoro o cheiro forte de bunda suada, adoro quando lambem tudo antes de meter.

O Caso com a Vizinha Carla

A surpresa maior foi com a Carla, minha vizinha de 32 anos, casada. Começou com olhares, elogios sobre minha bunda. Um dia ela veio pedir açúcar. Eu estava só de camiseta grande. Sentei no sofá de pernas abertas e perguntei:

— Quer provar?

Ela nunca tinha feito com mulher, mas quando mostrei minha bunda ela ajoelhou. Cheirou, lambeu devagar. Viramos loucas. Agora nos encontramos escondido. Enfiamos dedos, duas, três no cu uma da outra. Já usamos cenoura, pepino, vibrador. Eu adoro quando ela senta no meu rosto e eu como seu cuzinho enquanto enfio os dedos nela. Gozamos juntas, tremendo, lambuzadas de saliva. Ainda temos esse caso até hoje. Ela adora tanto quanto eu.

O Casamento que Desmoronou

Meu ex sabia da minha vício. Depois da terceira vez que me flagrou (uma delas com dois caras no motel), ele surtou de vez. Eu falei na cara dele:

— Eu amo dar o cu. Amo ser usada, cheirada, lambida, comida. Amo o risco. Se você não aguenta, melhor terminarmos.

Ele chorou, implorou, prometeu tentar aceitar. Voltou várias vezes. Mas não aguentou. Hoje estamos divorciados. E eu finalmente posso ser quem eu sou: uma mulher com uma bunda grande, viciada em dar o rabo pra quem souber apreciar.

Hoje, quando tiro fotos como essa na cozinha, empinando essa bunda no short jeans, eu sei o poder que tenho. Sei que muitos vão olhar e imaginar cheirando, lambendo, metendo fundo. E eu amo isso.

Essa é minha história. Real, sem filtro. Uma bunda grande que nunca foi de um homem só… e nunca vai ser.

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