No dia seguinte, Lucas chegou pontualmente. A casa estava vazia e silenciosa — Roberto só voltaria à noite e as crianças estavam na aula de futebol. Eu o recebi com a blusa de alcinha fina e decote generoso, sem sutiã, mas ainda coberta. Meu coração batia forte quando fechei a porta atrás dele.
Sentamos na mesa da sala. Depois de alguns minutos fingindo falar sobre a planilha, eu não aguentei mais. Virei o rosto para ele, corada, voz baixa e trêmula.
— Lucas… você já… já viu os peitos de uma garota? Já tocou neles de verdade?
Ele corou violentamente e gaguejou:
— Eu… vi uma vez, com a minha ex. Mas foi rápido, no escuro. Toquei um pouco, mas nada demais.
Eu mordi o lábio, sentindo uma mistura de vergonha e excitação crescente. Então comecei a falar, quase sussurrando:
— Eu só transei com o Roberto na vida toda. Desde os 19 anos. Ele é bom, carinhoso… mas sempre muito certinho. Nunca exploramos nada. Porém, quando eu tinha 18 anos, meu primo Diego me chamou para ajudar com uns trabalhos na casa dele. Uma tarde ficamos sozinhos. Ele me beijou e… eu acabei de joelhos na frente dele.
Fiz uma pausa, respirando fundo. Lucas estava completamente parado, ouvindo.
— Eu chupei ele pela primeira vez. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou devagar no começo… depois mais fundo. Ele gemia alto, bem alto, e ficava repetindo: “Isso, vadiinha… chupa mais gostoso, sua putinha inocente.” Eu me senti tão usada… tão pequena, tão submissa na mão dele. Aquilo me molhou inteira. Desde aquele dia, eu carrego essa fantasia dentro de mim: vontade de me entregar completamente, de ser dominada, de deixar um homem me usar do jeito que quiser. Mas ninguém nunca soube. Eu continuo sendo a Clara tímida, a esposa fiel, a mãe de família que todo mundo respeita.
Enquanto falava, eu sentia minha calcinha encharcada e meus mamilos duros roçando no tecido fino da blusa. Lucas respirava pesado, os olhos fixos em mim, o volume na calça dele bem visível.
Eu sorri timidamente, com o rosto queimando de vergonha e satisfação. Então, sem dizer mais nada, segurei as alças da blusa e as abaixei devagar. Primeiro uma, depois a outra. Meus seios enormes saltaram para fora, pesados, balançando suavemente com o movimento. Os mamilos rosados estavam inchados e duros, expostos completamente para ele na sala de jantar da minha casa.
Lucas soltou um gemido baixo e rouco. Seus olhos se arregalaram, fixando-se nos meus seios com uma mistura de choque, desejo e admiração pura. A cara dele era perfeita — boca entreaberta, respiração acelerada, como se estivesse hipnotizado. Eu observei cada detalhe daquela expressão, sentindo uma onda quente de satisfação e poder percorrer meu corpo. Ele está louco pelos meus peitos. Ele me deseja tanto…
— Pode olhar bastante… — sussurrei, a voz doce e trêmula. — Eu amo quando olham assim. Sempre gostei, mas nunca mostrei para ninguém além do meu marido.
A mão dele tremia ao se aproximar. Eu assenti levemente com a cabeça, dando permissão. Quando os dedos jovens apertaram um dos meus seios, desajeitados no início, eu soltei um suspiro longo e gostoso.
— Pode apertar mais forte… — murmurei, vendo ele obedecer. — Eu gosto quando é bruto.
Ele apertou, o polegar roçando meu mamilo. Eu estava tremendo inteira, molhada, querendo me ajoelhar ali mesmo e repetir a cena do meu primo — mas dessa vez ouvindo a voz dele me chamando de vadiazinha.
O medo ainda me segurava. Com relutância, depois de alguns minutos deixando ele explorar meus seios, eu puxei a blusa de volta para cima, cobrindo-me devagar, o rosto vermelho até o pescoço.
— Amanhã… se você quiser voltar… eu posso te mostrar mais. Mas promete guardar segredo absoluto. Ninguém pode saber dessa Clara que existe por baixo da imagem de esposa perfeita.
Lucas assentiu, atordoado, ainda olhando para o meu decote.
— Eu prometo, Clara.
Quando ele saiu, eu me encostei na porta, o corpo latejando de desejo. Eu tinha acabado de cruzar uma linha perigosa… e mal podia esperar para cruzar a próxima.