Aline acordou molhada. O sonho ainda estava fresco: o knot inchando dentro dela, o latejar quente, o cu esticando até o limite quando ele saía. Ela se mexeu na cama, passou a mão por baixo da calcinha e sentiu a boceta já escorregadia. Terceira vez. O corpo dela já estava mudando — o cu mais relaxado, mais escuro nas pregas, mais sensível. E ela amava isso.
Passou o dia toda inquieta. Tomou banho só por cima, deixou a água escorrer sem enfiar dedo fundo (queria guardar a sensação depois). Colocou um fio dental preto bem fino e uma calcinha de algodão velha que já tinha cheiro de porra de antes. O cheiro muskado do pitbull ainda estava na memória dela.
Quando a porta do apartamento abriu e Thor entrou (o pitbull preto e castanho do vizinho que “ela cuidava”), ele já farejou. O rabo balançou forte. O pau começou a sair do prepúcio — vermelho, brilhante, com aquele cheiro característico de smegma oleoso e azedo. Aline trancou a porta do quarto, tirou a legging e a calcinha devagar, ficou de quatro na cama, bunda alta, rosto no travesseiro. O coração batia na garganta.
— Vem, Thor... hoje eu quero sentir tudo de novo.
Ele não precisou de muito convite. Subiu em cima dela com aquele frenesi desengonçado de cachorro no cio. A haste quente (quase 17 cm de pênis total) bateu primeiro na bunda, escorregou, esguichou um jato forte de pré-sêmen claro e quente nas coxas e no períneo. Aline gemeu baixo, o líquido escorrendo quente pela pele. Na segunda tentativa ele acertou o alvo.
A entrada foi mais fácil que da primeira vez. O cu dela já tinha memória do knot. A haste rígida (com o baculum duro por dentro) forçou caminho, raspando as paredes quentes e sensíveis. Ela sentiu a pressão profunda, o osso roçando, até a ponta bater no sigmoide inferior. Um gemido rouco escapou dela. O abdômen baixo já começou a inchar levemente.
Thor estocava rápido, desajeitado, as bolas batendo contra a buceta dela molhada. O prepúcio dobrado batia no cu toda vez que ele entrava fundo. Aline apertava o travesseiro, os dedos cravados no lençol. O cheiro dele — muskado, terroso, animal — invadia tudo.
Quando o knot começou a inchar dentro, ela sentiu o momento exato. O bulbus glandis inchou rápido, travando ela por dentro com aquele pop interno molhado e firme. O knot chegou fácil a mais de 6 cm de diâmetro, esticando o esfíncter ao máximo. Aline soltou um gemido longo, o abdômen inchou visivelmente, ela sentiu aquela plenitude esmagadora, a vontade forte de evacuar misturada com tesão puro. O tie começou.
25 minutos.
Os primeiros minutos foram latejar constante, quente, pulsante. Jatos grossos de sêmen (quase 30 ml) explodindo fundo, enchendo ela até transbordar. Ela sentia o peso aumentando dentro, o sigmoide sendo pressionado. O cheiro de porra canina subia forte. Thor ficou preso, virado de costas, só latejando. Aline tremia, suava, o cu latejava ao redor daquele knot gigante. Gozou uma vez só com a pressão interna — sem tocar na buceta. O orgasmo veio seco, profundo, fazendo o cu contrair forte em volta do knot.
No meio do tie ela já estava zonza de prazer e desconforto misturado. O knot pulsava, o sêmen vazava devagar ao redor dele, escorrendo quente pelas coxas. Ela ouvia os sons molhados toda vez que Thor se mexia um pouco. O cheiro impregnava o quarto inteiro.
Quando o tie finalmente acabou, Thor puxou pra trás devagar.
A saída foi exatamente como na imagem que você mandou.
O knot enorme esticou o cu dela pra fora de um jeito brutal e lindo. O anel ficou branco de tanto estirar, quase virando pra dentro, as pregas alongadas. O movimento foi lento, visual, insano — o knot saiu com um pop molhado e sonoro, seguido de uma sucção forte, como se o cu dela não quisesse soltar o que estava dentro. A porra grossa, branca, cremosa jorrou em fios grossos e quentes, escorrendo pela buceta, pelas coxas, pingando na cama. O cu dela ficou bem aberto, piscando, vermelho, vazando porra sem parar. Exatamente como na foto — aquele buraco aberto, melado, com o knot ainda parcialmente visível no momento da saída.
Aline ficou de quatro mais uns 40-50 segundos, respirando pesado, tremendo levemente. Sentia o vazio repentino onde antes tinha aquele peso latejante e quente. Não era dor visceral forte — só um ardor quente, gostoso, um latejar residual e o abdômen ainda um pouco inchado. Ela passou a mão por trás, tocou o cu inchado e melado, sentiu o calor da porra escorrendo pelos dedos. Cheirou. O cheiro era forte, animal, dela misturado com ele. O cu ainda aberto, piscando devagar.
Levantou devagar. As pernas tremeram um pouco, mas ela ficou de pé. O fio dental estava completamente encharcado. A bunda latejava, o cu ardia um pouco, mas ela estava bem. Terceira vez. O corpo já estava se acostumando. Sentia o sêmen escorrendo quente pelas coxas enquanto andava até o banheiro. Olhou no espelho: o cu ainda aberto, pingando, as pregas alongadas e mais escuras, as coxas meladas. Passou os dedos devagar no buraco inchado, sentiu a suavidade flácida. Sorriu — vermelha de vergonha e orgulho ao mesmo tempo.
— Terceira vez... e eu levantei sozinha.
Thor lambeu o cu dela por cima da porra, limpando um pouco com a língua quente e áspera. Aline gemeu baixo, o corpo reagindo de novo. Ela não limpou fundo no banho. Só deixou a água escorrer. Queria guardar o cheiro, a sensação de estar marcada por dentro. Colocou um absorvente grosso na calcinha (já previa o vazamento) e vestiu uma legging larga preta.
Foi fazer café. Sentou na cozinha sentindo o latejar fraco toda vez que mexia. O cheiro ainda estava no quarto. Ela sorria sozinha, pensando no knot saindo, no pop molhado, no cu esticando daquele jeito... e já sabia que ia querer a quarta vez em breve.
O vício estava instalado.