Continuando...
E durante a semana não tinha outro tema , eu me acabei nos vídeos desse tema, descobri o termo pegging e strapon onde era um universo de "inversão" onde a mulher que come o cara
A essa altura numa conversa ou outra ela fazia sinal com o dedo e a língua e ria , eu ria e seguia, eu perguntei a ela sobre de onde ela tinha visto algo nesse sentido (afinal ela me iniciou) e ela disse que só gostava, que nenhum outro tinha deixado e que ela estava amando a experiência, cheguei a dizer que não queria mais e ela insistiu e mentiu dizendo que só queria passar a língua
No fundo eu já sabia que essa prática já estava no "cardápio"
Na pegação seguinte ela foi fazendo a lição de casa, babou muito no pau e sentou logo, ela tava com muita fome de pau, cavalgou bem gostoso e enquanto eu mordia seus seios estilo aceitona ela gozou, desfaleceu, conduzi ela no meu colo a relaxar e curtir (quem sabe fazer a mulher gozar sabe o quanto é tesão e o quanto é satisfatório ver a mulher nesse estado, toda mole, vermelhinha, entregue)
Ainda tinha minha vez e ela ao se recuperar grudou no meu pau novamente, do meu lado deitada ficou me punhetando, o pau já ficou duro rígido, ela molhou o dedo na boca e eu já tava abrindo as pernas (involuntariamente) e ela empurrou o dedo diretamente como se conhecesse o caminho, me olhou e começamos um beijo bem gostoso, molhado, enquanto o dedo dela entrava e saia (desse jeito é o meu preferido)
Ela tirou , molhou dois dedos com a língua, eu pensei (dois?) , e nem deu tempo ela foi até a entrada e empurrou
Essa empurrada foi de certa forma meio bruta, o c* engoliu, eu tomei um choque de tesão e surpresa e acabei grunhindo, ela volta me beijar, bem molhado, eu nem acreditava que tinha dois dedos no meu c* já comecei a bater uma
Ela retira, molha mais, com pressa volta a colocar, aumenta o ritmo de entocadas, volta a me beijar e diz a frase que até hoje não esqueço com voz manhosa que nunca mais ouvi igual:
- Toma dedada, toma filho da puta!
Caralho, ouvir isso foi como ser teletransportado para o maior dos prazeres, o jato veio forte, intenso, e eu gemi, urrei, gozei igual um cavalo
O jato chegou perto do meu queixo, ela tirou os dedos, aquela cara... Maldita cara de satisfação, não disse nada, pegou uma toalha e jogou sobre mim, ali eu que estava recuperando o fôlego...
A partir dali estava consumado, todas as nossas transas ela tinha o momento dela, queria gozar e gozava, depois se acabava no meu c* , os dois dedos eram de lei, ela disse que até queria colocar 3 mas eu nunca insisti afinal não precisava o meu prazer era intenso
Nunca evoluímos depois disso para cinta por exemplo, e o meu prazer até onde descobri era intenso não precisava de mais nada
Depois de um tempo nosso relacionamento se encerrou por questões de futuro, eu me relacionei com outras mulheres em curtos períodos, e nunca mais pratiquei, elas iam até as bolas no máximo e eu não tinha coragem de pedir para descer mais
Vira e mexe eu tava lá, quebrando várias vendo vídeos do tipo, aceitei que era gostoso e entendi que existe prazer nessa região ao contrário do que dizem, e que isso não me tornava gay, pois a minha excitação era da minha mulher tocando lá
Como cheguei nisso, simples, em um momento solteiro eu decidi tentar sozinho, sim, eu mesmo estimular a próstata e foi infalivelmente ruim, faltava a onda da companhia, conexão e desejo como ela tinha, que atolava a cara na minha bunda e a língua no meu c*
Então não fiz mais e me contento com vez ou outra um vídeo amador lembrando do prazer que tive.