A Buceta da Muribeca que Todo Mundo Já Comeu
Eu me chamo Júnior, 32 anos, morador da Muribeca, Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco. Trabalho com construção, mas o que eu realmente faço é viver. E viver aqui nessa quebrada quente pra caralho significa uma coisa: todo mundo fode todo mundo. Mas ninguém, ninguém mesmo, fode como a Patrícia. Como aqui não dá para postar as fotos, vou deixar os LINKSS nos COMENTÁRIOS abaixo, ok?
Eu vi essa foto que você tá vendo agora e meu pau já ficou latejando de novo. Olha o tamanho daquela bunda morena, aberta, suada, com o cu estufado pra fora como se tivesse sido arrombado há menos de meia hora. E a buceta... caralho, a buceta dela é lendária. Carnuda, grande, lábios grossos que pendem pra baixo quando ela abre as pernas, escura de tanto uso, com aquele buraco largo que engole qualquer rola sem reclamar. Conhecida no bairro inteiro. Os caras falam dela no grupo do WhatsApp dos mototáxi, nos botecos, até os velhos do bar do Zé comentam: “A Patricia da laje do condomínio abandonado tá dando hoje?”
Ela é casada com o Marcelo, um corno manso que passa o dia rodando Uber 99 Pop pela cidade. O cara sai de casa às 6 da manhã e volta só depois da meia-noite, exausto, fedendo a cigarro e suor alheio. Enquanto isso, a mulher dele vive nos escombros do antigo Condomínio Paraíso, que foi abandonado depois da enchente de 2019. Lá vira o puteiro a céu aberto dela. E eu, que moro a duas ruas, descobri tudo.
Começou faz uns quatro meses. Eu tava voltando de uma obra, cortando caminho pelos fundos do condomínio destruído, quando escutei gemidos. Gemidos altos, molhados, de quem tá sendo comida de verdade. Me aproximei devagar, me escondi atrás de uma parede rachada cheia de pichação e vi o espetáculo.
Patrícia de quatro, completamente pelada, sendo metida por trás por um negão chamado Biel, daqueles que vende droga na praça. O pau dele era grosso, brilhando de tanto melado que escorria da buceta dela. Cada estocada fazia aquelas nádegas enormes balançarem como gelatina. O cu dela tava estufado, piscando, vermelho, já com sinal de porra escorrendo. Ela gemia rouca:
— Mais forte, porra! Rasga essa buceta grande que eu tenho! Meu marido não chega nem no fundo!
Eu gravei tudo no celular, sem flash, escondido. Depois daquela tarde, virei o voyeur oficial dela.
A fama no bairro
Todo mundo na Muribeca sabe. Os motoboys contam que ela já deu pra uns 15 só esse mês. Tem o Anderson do mercadinho, o Roni da academia, o irmão do Roni, até o primo de Recife que veio visitar. Ela gosta de macho. Quanto mais bruto, melhor. E a buceta dela... mano, é outro nível. Quando ela abre as pernas, parece um abismo quente, carnudo, com cheiro forte de mulher usada, misturado com perfume barato de farmácia. Os lábios internos são compridos, escuros, e o buraco é tão largo que dá pra enfiar dois dedos sem esforço. Depois de uma foda, fica aberta, pulsando, babando porra por minutos.
O ânus dela então... é uma obra de arte destruída. Estufado, inchado, com aquela borda grossa que fica protuberante depois de ser arrombada. Ela adora levar no cu. Diz que o marido nunca conseguiu comer direito, que o pau dele é fininho e rápido. Por isso ela busca os machos da quebrada.
Eu comecei a me aproximar. Primeiro só olhando, depois conversando. Um dia ela me flagrou.
— Tá gostando do show, Júnior? — perguntou, ainda de quatro, com porra escorrendo pela coxa.
Eu não neguei. Mostrei o pau duro por cima da calça. Ela sorriu safada, aquele olhar de puta que sabe o poder que tem.
— Então vem. Mas grava tudo. Quero que o Marcelo veja um dia.
E assim começou minha história com ela.
Primeira vez que comi a Patrícia
Era uma tarde quente de sexta. Sol batendo forte nos escombros. Ela me mandou mensagem: “Tô no bloco C, vem logo que tô molhada”.
Cheguei e ela já tava só de shortinho jeans cortado, sem calcinha. A buceta marcava o tecido, úmida. Eu nem falei nada. Agarrei aquela bunda enorme com as duas mãos, abri e meti o rosto ali.
O cheiro era insano. Suor, buceta usada, um resto de porra de outro cara. Lambi tudo. Comecei pelo cu estufado — passei a língua devagar, sentindo a borda inchada, quente, salgada. Ela gemeu alto, empinando mais.
— Chupa meu cu arrombado, vai... ele tá cheio da porra do Roni de ontem.
Eu chupei como louco. Enfiei a língua o máximo que consegui. Depois desci pra buceta. Aquela carne grossa encheu minha boca. Os lábios grandes eu chupava um por um, depois abri com os dedos e meti a língua lá dentro. Era quente, molhada, latejando. O gosto era forte, azedo, delicioso. Ela rebolava na minha cara, esfregando tudo.
— Isso, come minha buceta grande, Júnior! Olha o tamanho dela... cabe qualquer coisa.
Eu levantei, tirei o pau pra fora. Tá bom de tamanho, grosso, venoso. Bati na cara dela. Patrícia abriu a boca como uma vadia faminta e engoliu até o talo. Garganta profunda, sem ânsia. Babava inteiro, olhos lacrimejando, mas sem parar. Enquanto chupava, eu filmava.
Depois eu a coloquei de quatro nos tijolos quebrados. Abri aquela bunda e meti tudo de uma vez na buceta. Foi fácil. O buraco dela engoliu meu pau como se fosse feito pra isso. Quente, molhada, macia. Eu metia forte, batendo aquelas bolas nos lábios grossos dela. O barulho era obsceno: ploc ploc ploc, molhado, ecoando nos escombros.
— Mais fundo! Destrói essa xota! — ela gritava.
Eu metia e dava tapa na bunda. A carne tremia. Depois tirei e encostei no cu. Ela mesma empurrou pra trás. O ânus estufado abriu devagar, quente, apertando a cabeça do meu pau. Entrei inteiro. Era mais apertado que a buceta, mas ainda assim fácil de arrombar. Eu fodia o cu dela com força, vendo ele piscar ao redor da minha rola.
Gozei pela primeira vez dentro do cu. Jatos grossos. Quando tirei, o ânus ficou aberto, vermelho, com porra branca escorrendo devagar.
Ela virou, me beijou com língua e disse:
— Agora vai embora. Daqui a pouco chega o Biel de novo.
A rotina da puta da Muribeca
Desde então, eu vou quase todo dia. Às vezes chego e tem outro cara. Eu fico olhando, batendo punheta. Um dia vi ela sendo comida por dois ao mesmo tempo. Um na buceta, outro no cu. Ela cavalgava como uma louca — mulher cavala mesmo. Aquelas coxas grossas subindo e descendo, bunda batendo, peitos balançando. Gritava tanto que os cachorros da rua latiam junto.
— Dois paus ao mesmo tempo! Isso que eu quero! Meu marido só assiste filme!
Eu entrei na brincadeira. Fiquei na frente e enfiei na boca dela enquanto os outros metiam. Ela babava, engasgava, mas não parava. Gozamos os três quase juntos. Porra escorrendo pelos cantos da boca, da buceta e do cu.
Outra vez, chamei dois amigos meus. Fizemos um trem-bala nela. Um na boca, um na buceta, um no cu. Ela gozava sem parar, esguichando na cara de quem tava embaixo. A buceta dela ficava tão aberta depois que dava pra ver lá dentro, vermelha, cheia de porra misturada.
Eu sempre filmo. Sem ela perceber às vezes, outras vezes com ela olhando pra câmera e falando:
— Marcelo, olha o que os machos da Muribeca fazem comigo enquanto você dirige.
O corno manso sabe? Acho que sim. Uma vez ele chegou mais cedo e viu o carro de outro na frente de casa. Não fez nada. Só ficou no carro, esperando. Patrícia saiu uma hora depois, cabelo bagunçado, andando meio torto, com o shortinho molhado entre as pernas.
O dia que eu mais gozei
Ontem foi foda. Cheguei no condomínio abandonado por volta das 3 da tarde. O sol tava castigando. Encontrei Patrícia deitada num colchão velho que alguém jogou lá, pernas abertas, se masturbando com uma garrafa de cerveja.
— Demorou, safado — ela disse, sorrindo.
Eu me ajoelhei e comecei a chupar. Primeiro a buceta inchada. Os lábios estavam enormes, vermelhos, cheios de sangue. Chupei forte, mordi de leve, enfiei três dedos e girei. Ela esguichou na minha cara, molhando tudo.
Depois virei ela de lado, abri a bunda e meti no cu sem aviso. Estava lubrificado do dia anterior. Entrei fácil. Fodia devagar, sentindo o intestino quente apertar minha rola. Ela gemia baixinho, rebolando.
— Come meu cu estufado... olha como ele tá grande por causa de vocês.
Eu gravei bem de perto. Mostrei o zoom no ânus inchado engolindo meu pau. Depois tirei e enfiei na buceta. Troquei de buraco várias vezes. Buceta, cu, buceta, cu. Ela gozava toda vez que eu trocava.
Coloquei ela por cima. Mulher cavala total. Patrícia sentou na minha rola e desceu tudo. A buceta grande engoliu até o saco. Ela quicava com força, bunda batendo nas minhas coxas, peitos pulando. Eu apertava aqueles mamilos marrons, dava tapa na cara dela de leve. Ela adorava.
— Sou a puta da Muribeca! Todo mundo já me comeu! — gritava enquanto cavalgava.
Eu segurei a bunda dela aberta e meti o dedo no cu enquanto ela quicava na buceta. Dupla penetração com dedo. Ela pirou. Gozou tanto que molhou minha barriga inteira.
Virei ela de quatro de novo e meti no cu com tudo. Fodia como um animal. As estocadas faziam eco. Gozei lá dentro, enchendo o intestino. Quando tirei, o ânus ficou escancarado, uma cratera vermelha cheia de porra grossa que escorria devagar pelo caminho até a buceta aberta logo abaixo.
Eu ainda meti de novo na buceta, misturando tudo. Gozei pela segunda vez lá.
Depois ficamos deitados, suados, no meio dos escombros. Ela fumando um cigarro, eu filmando a buceta destruída, o cu estufado latejando.
— Mostra pra todo mundo — ela disse rindo. — Quero que saibam o que o Marcelo tem em casa.
Por que eu tô contando isso agora
Porque hoje eu decidi vazar essas fotos. Essa que você tá vendo é só uma. Tem mais de 50 no meu celular. Vídeos também. O bairro todo vai ver. O grupo dos motoboys, o bar, os stories. O corno do Marcelo vai descobrir de vez.
Patrícia é a rainha da Muribeca. Buceta grande, cu arrombado, boca gulosa, mente de puta. Ela não quer ser esposa fiel. Quer ser comida. E eu, Júnior, sou só mais um que realiza o desejo dela.
Se você é de Jaboatão ou Recife e quer conhecer a lenda, passa na Muribeca. Pergunta pelo condomínio abandonado. Ela tá sempre lá, pernas abertas, esperando o próximo macho.
E Marcelo? Continua rodando app, ganhando uma mixaria, enquanto a mulher dele vira a maior vadia da região.
Essa é a história real. Sem filtro. Sem censura.
Agora me diz: quer que eu conte o dia que ela tomou quatro paus de uma vez? Ou o dia que eu levei ela pra casa do corno e fodi enquanto ele dormia no sofá?
A Muribeca nunca dorme. E a buceta da Patrícia nunca fica vazia.