Os dias seguintes àquela madrugada na varanda foram um turbilhão para Lucas. Cada vez que ele fechava os olhos, via Camila de joelhos na calçada, sua boca quente envolvendo seu pau, ou sentada nele na varanda, seus quadris girando enquanto o vizinho observava. O cheiro dela ainda parecia impregnado em sua pele, e o tesão era uma presença constante, latejante.
A amizade colorida que começara não era apenas uma frase — era uma realidade diária. Mensagens de texto que antes eram sobre planos ou memórias da infância agora tinham um subtexto pesado de desejo.
“Lucas, lembra daquela vez que você me ajudou a ver a marquinha do sol? Hoje tá perfeita… quer ver?” — ela mandou na terça-feira, com uma foto de suas costas, o biquíni minúsculo deixando quase toda a bunda exposta.
Lucas respondeu masturbando-se freneticamente no banheiro do trabalho, imaginando suas mãos naquela pele.
“Tô com saudade da sua boca…” — ele arriscou na quarta-feira.
“Da minha boca onde?” — ela respondeu, provocante.
“Em mim.”
“Ah… logo logo.”
Mas havia um elemento novo na dinâmica: Júnior. O bonitão de 34 anos que acendera Camila no bar não desaparecera. Lucas o via às vezes, estacionando seu carro importado em frente à casa dela, saindo horas depois com a camisa desalinhada e um sorriso satisfeito.
A ciúmes se misturava ao tesão de forma perversa. Lucas sabia que Camila estava transando com Júnior. E a ideia disso — vê-la sendo possuída por aquele homem alto, forte, com um físico que ele nunca teria — o excitava de uma maneira que o confundia.
Na sexta-feira, uma semana após a varanda, Camila apareceu na porta de Lucas sem avisar. Era tarde da tarde, o calor ainda pesado. Ela estava de shorts jeans tão curtos que as bordas das nádegas apareciam, e um top branco que mal continha seus seios. Seus mamilos marcavam o tecido fino.
“Preciso de um favor”, ela disse, entrando sem ser convidada.
“O que?” Lucas perguntou, tentando não olhar diretamente para seus seios.
“Júnior vem aqui amanhã à noite”, ela disse, seus olhos fixos nos dele. “E eu quero que você assista.”
Lucas sentiu o chão desaparecer sob seus pés.
“Assistir?”, ele repetiu, sua voz falhando.
“Sim.” Ela se aproximou, seu perfume envolvente. “Você gosta de ver, não é? Fiquei sabendo dos seus… hábitos. Do sítio, do camarim. Você é um voyeur, Lucas.”
Ele engoliou seco. Como ela sabia tanto?
“Eu…”, ele começou, mas não conseguiu negar.
“Não precisa ter vergonha”, ela sussurrou, sua mão descendo e apertando suavemente seu pau através da bermuda. Ele já estava endurecendo. “Eu gosto da ideia. Gosto de saber que você estará me observando enquanto outro homem me come.”
Lucas gemeu baixinho. A mão dela era firme, experiente.
“Onde?”, ele conseguiu perguntar.
“Na minha casa. Tenho uma janela no corredor que dá para o quarto. A cortina vai ficar semiaberta. Você pode ficar lá fora, no jardim. Ninguém vai te ver.”
Ela então se ajoelhou, ali mesmo na sala de estar de Lucas. Abriu sua bermuda, puxou seu pau para fora e envolveu-o com a boca em um movimento rápido. Foi um boquete breve, mas intenso — apenas alguns segundos de sucção profunda antes que ela parasse.
“Isso é só um adiantamento”, ela disse, levantando-se e limpando os lábios. “Amanhã, às dez da noite. Não se atrase.”
E então ela saiu, deixando Lucas com o pau latejando no ar e a mente em turbilhão.
O sábado chegou com uma lentitude agonizante. Lucas passou o dia inteiro nervoso, excitado, ansioso. Às nove e meia da noite, ele já estava posicionado.
O jardim da frente da casa de Camila era pequeno, com alguns arbustos que ofereciam cobertura. A janela do corredor que ela mencionara ficava a cerca de três metros da cerca. Lucas se escondeu atrás de um arbusto mais denso, com uma vista clara para a janela.
O quarto de Camila ficava ao fundo, mas a porta estava aberta, e a luz do quarto iluminava parte do corredor. Como prometido, a cortina do quarto estava semiaberta — o suficiente para ver dentro, mas não completamente exposta.
Lucas sentou-se no chão úmido, seu coração batendo forte. Ele estava de preto, tentando se camuflar na escuridão. Seu pau já estava duro apenas com a expectativa.
Às dez em ponto, os faróis de um carro iluminaram a rua. Júnior chegou.
Lucas o viu estacionar, descer do carro — alto, com ombros largos, vestindo uma camisa social aberta sobre uma camiseta branca justa. Ele tocou a campainha.
A porta se abriu. Camila apareceu — e Lucas quase gemeu alto.
Ela estava usando um chemise preto de seda, tão curto que mal cobria suas nádegas. O tecido era transparente o suficiente para que Lucas visse a silhueta de seus seios enormes, os mamilos escuros marcando o tecido. Seus cabelos castanhos longos estavam soltos, caídos sobre os ombros.
Júnior não perdeu tempo. Assim que entrou, ele a puxou para um beijo — um beijo profundo, agressivo, suas mãos agarrando sua bunda através do chemise fino. Camila respondeu com igual fervor, seus braços envolvendo seu pescoço.
Lucas, escondido no jardim, puxou seu pau para fora e começou a se masturbar lentamente. A visão já valia a pena.
Eles se moveram para dentro, desaparecendo da vista da porta, mas Lucas sabia para onde iam. Segundos depois, eles apareceram no quarto.
A cortina semiaberta era perfeita. Lucas tinha uma visão clara da cama — uma cama king-size com lençóis pretos.
Júnior empurrou Camila contra a cama. O chemise preto foi arrancado em um movimento — Lucas viu-o voar pelo quarto. Camila ficou completamente nua.
De sua posição, Lucas podia ver cada detalhe. Seus seios enormes, pesados, com mamilos grandes e escuros já eretos. Sua cintura fina. Seus quadris largos. E sua bunda — redonda, empinada, perfeita. Ela estava de costas para a janela por um momento, e Lucas viu a curva completa de suas nádegas, o sulco profundo entre elas.
Júnior também se despiu rapidamente — camisa, camiseta, calça. Quando ficou nu, Lucas pôde ver seu físico: torso definido, músculos abdominais marcados. E seu pau — era grande, grosso, já completamente ereto. Lucas não pôde evitar comparar com o seu próprio. Júnior era maior, mais grosso.
O ciúmes misturou-se ao tesão de forma intoxicante.
Júnior então jogou Camila na cama. Ela caiu de costas, suas pernas se abrindo instantaneamente. Júnior ajoelhou-se entre elas.
Lucas masturbava-se mais rápido agora, sua mão movendo-se em ritmo acelerado.
Júnior não fez preliminares longas. Ele abaixou a cabeça e começou a chupar sua buceta. Lucas podia ver a cabeça de Júnior movendo-se entre as pernas dela, seus ombros largos tensionados.
Camila gemeu alto — Lucas pôde ouvir através da janela semiaberta. Seus braços estavam acima da cabeça, seus dedos entrelaçados nos cabelos.
“Assim… continua…”, a voz dela veio abafada, mas clara.
Júnior continuou por alguns minutos, então levantou-se. Ele posicionou-se entre suas pernas, seu pau enorme na mão. Guiou-o até a entrada de sua buceta.
Lucas prendeu a respiração.
Júnior então a penetrou em um movimento único, profundo.
Camila gritou — um grito alto, gutural, de prazer puro. Seu corpo arqueou na cama.
Júnior começou a fodê-la com uma força brutal. Seus quadris batiam contra as coxas dela com um som que Lucas quase podia ouvir. Cada estocada era profunda, agressiva.
Lucas se masturbava freneticamente agora, seus olhos grudados na cena. Camila estava sendo possuída de uma maneira que ele nunca a possuíra — com uma força física, uma intensidade que era quase violenta.
“Mais forte! Porra, mais forte!”, Camila gritou, suas mãos agarrando os lençóis.
Júnior obedeceu. Ele a puxou para mais perto da borda da cama, levantou suas pernas sobre seus ombros, e continuou a fodê-la nessa posição ainda mais profunda. O pau dele entrava e saía dela visivelmente — Lucas podia ver o membro entrando completamente a cada estocada.
Camila estava em êxtase. Seus gemidos eram contínuos, altos, incontroláveis. Uma de suas mãos desceu para seu clitóris, massageando-o freneticamente enquanto Júnior a comia.
“Vou gozar… tô gozando…”, ela anunciou, seu corpo tremendo violentamente.
Júnior não parou. Continuou fodendo-a enquanto ela gozava, seu ritmo ainda brutal.
Então ele anunciou:
“Vou gozar dentro.”
“Goza… enche minha buceta…”, ela respondeu, sua voz rouca.
Júnior então gemeu profundamente, seus quadris tremendo enquanto ele liberava sua porra dentro dela. Lucas podia ver a expressão em seu rosto — puro êxtase.
Ele desmoronou sobre ela por um momento, depois rolou para o lado.
Os dois ficaram deitados na cama, ofegantes. Lucas, escondido no jardim, ainda se masturbava — ele não havia gozado ainda. O tesão era muito intenso.
Foi então que Camila fez algo que quase fez Lucas gozar instantaneamente.
Ela se levantou da cama, nua ainda, e caminhou até a janela. Ficou parada ali, a apenas metros de Lucas, olhando para fora. Seus seios estavam cobertos de suor, seus cabelos desalinhados. Ela sorriu — não para Júnior, mas diretamente para a escuridão onde Lucas estava escondido.
Ela sabia que ele estava lá. E ela queria que ele soubesse que sabia.
Então ela se virou e voltou para a cama. Júnior já estava se recuperando, seu pau meio ereto novamente.
“Round two?”, ele perguntou.
“Round two”, ela confirmou.
Desta vez, foi Camila quem tomou a iniciativa. Ela empurrou Júnior para deitar-se de costas, então montou nele em uma posição de cowgirl reversa — suas costas contra as coxas dele.
Lucas tinha uma visão perfeita. Ele podia ver o pau de Júnior entrando e saindo dela enquanto ela cavalgava. Podia ver seus seios balançando com o movimento. Podia ver a expressão em seu rosto — uma mistura de prazer e poder.
Ela então olhou novamente para a janela. Desta vez, seus olhos encontraram diretamente os de Lucas na escuridão. Ela sorriu, um sorriso safado e perverso, e então mordeu seu lábio inferior enquanto continuava a cavalgar Júnior.
Lucas não aguentou mais. Com um gemido abafado, sua porra jorrou em jatos grossos no chão do jardim, sua mão movendo-se freneticamente enquanto ele gozava observando Camila sendo fodida por outro homem.
Ele continuou se masturbando mesmo após gozar, seu pau sensível mas ainda excitado pela cena.
Dentro do quarto, Camila e Júnior continuaram por mais uma hora — mudando posições, gemendo, suando. Lucas observou tudo, cada momento, cada detalhe.
Quando finalmente Júnior se vestiu e saiu — já passava da meia-noite — Lucas ainda estava escondido no jardim.
A luz do quarto se apagou. Mas então a luz da varanda se acendeu.
A porta da varanda se abriu. Camila apareceu — agora vestindo apenas uma camiseta larga que pertencia a Lucas. Ela caminhou até a beirada da varanda e olhou diretamente para o arbusto onde ele estava.
“Pode sair”, ela disse, sua voz suave mas clara.
Lucas hesitou, então saiu do esconderijo.
Camila sorriu quando o viu.
“Gostou do espetáculo?”
Lucas não conseguiu falar. Apenas anuiu.
Ela se aproximou da cerca que separava as propriedades.
“Eu também gostei”, ela sussurrou. “Saber que você estava lá me excitou mais do que você imagina.”
Ela então abaixou a camiseta que estava usando — a camiseta dele — expondo seus seios novamente.
“Quer um autógrafo?”, ela brincou, seus mamilos duros no ar frio da noite.
Lucas apenas riu, ainda atordoado.
“Na próxima semana”, ela disse, sua voz agora séria. “Eu quero que você participe. Não apenas observe.”
E então ela virou-se e voltou para dentro de casa, deixando Lucas sozinho no jardim escuro, seu corpo ainda tremendo da experiência, sua mente já antecipando o próximo capítulo dessa amizade colorida que se transformava em algo muito mais complexo — e muito mais excitante.