Em frente de casa o carro do amante da minha irmã ainda estava estacionado. Entrei fazendo barulho dessa vez, mais eles estavam no quarto o sexo continuou, pra falar a verdade de forma tímida, bem diferente do que eu já tinha visto, passei na frente do quarto para ir no banheiro e dei uma espiada, lá estava o cara com uma cicatriz na bunda, parecia uma hemorróida na banda da bunda, que visão horrível, fui pro banheiro e depois voltei e ouvi “João?”
“Oi.”
Tive olhar para dentro do quarto, o cara de joelhos em cima da cama com a *hemorróida* na bunda comendo a minha irmã.
“Você chegou agora?” perguntou Paola.
“Sim.”
“Merda.” Falou o cara.
“Você ficou mole denovo.” falou minha irmã.
O cara me olhou assustado e constrangido, eu dei uma risada e fui pro meu quarto, depois de três minutos eu escuto.
“Eu falei que o motel era melhor.”
E saiu puto da vida, a minha irmã apareceu pelada na minha porta e entrou rindo.
“Ele não gostou do fetiche.”
“Qual deles?” Eu falei mais pensei ‘tomara que não seja suor.’
“De transar comigo enquanto você tá buscando a camisinha e ficar em casa ouvindo a gente.”
“Ah sua….”
“Iria ser engraçado na hora que você chegasse me pegasse de baixo da mesa chupando o pau dele.”
“Duvido que você iria ficar debaixo da mesa.”
“Eu fiquei, só que o pau dele não subia.” Falou ela rindo.
“Puta merda.”
Ela deitou na cama.
“Você cheira a sexo.” eu falei a empurrando.
“Eu cheiro a uma mulher excitada que faz qualquer coisa por um orgasmo, eu preciso mesmo de um pau bem duro.”
“Se quiser podemos fazer isso, mas eu ainda vou estar no controle amanhã, e foi você que se jogou pra cima de mim.”
“Olha só… tá se achando demais pra quem tem um pau pequeno… ah verdade lembrei do seu presente vou buscar e já volto…Promete ficar de olhos fechados? Não abre os olhos, mas quero que você fique de pé.”
Sem olhar era difícil quase caí.
“Ergue o pé… agora o outro.” ela falou rindo do meu jeito engraçado de fazer as coisas sem conseguir enxergar. Ela passou algo nas minhas pernas e foi subindo e me vestiu parecia uma calcinha, mas o tecido era duro.
“Isso é uma calcinha?”
Ela riu “pode abrir os olhos.”
Eu estava usando um tipo de cueca ou calcinha com um pênis acoplado, agora eu tinha dois pau, a diferença era notável um consolo preto e mais grosso e maior que o meu pau.
“Você ficou feliz?” Perguntou à minha irmã, segurando um lubrificante na mão.
“Feliz? Porque eu estaria feliz?” Eu estava confuso.
“Pamela iria adorar, um pênis maior e que não iria gozar em 3 minutos.”
“É.” Mas na verdade eu estava meio desanimado com aquilo, não era eu, não era meu pênis.
Ela pegou uma caneta e fita métrica mediu o tamanho do meu pênis duro e depois marcou o tamanho no consolo acoplado.
“Pra que isso?”
“Você vai ver.”
“Não tô muito afim de usar isso, sei lá a Pamela vai achar tudo isso esquisito.”
“Faz por mim irmão, eu preciso gozar, ultimamente só tenho encontrado homem precoce e brocha, quero um pau que me faça gozar.”
Homem precoce me pegou.
“Tá bem então.”
Ela deitou na cama “vem” ela falou.
Era a minha irmã não podia ser algo muito sensual com beijos na bocas, tínhamos que manter um bom senso, ela só estava me ajudando a ficar um homem mais controlador e confiante e ao mesmo tempo ganhar experiência sexual, mesmo que ela fosse um pouca abusiva e estranha com seus fetiches e pedidos, mais no final talvez os nossos genes eram bem parecidos.
Me deitei na cama e fiquei morrendo de vontade de colocar meu pênis nela.
“Eu posso fazer do meu jeito?”
“Se for do seu jeito você não vai mandar em mim amanhã.”
“Vai querer ou não?” eu perguntei.
“Só me faça gozar.”
“Cala boca e fica de quatro.”
“Tá bem safadinho.”
Nossa a minha irmã era muito mais gostosa que a Luiza e tinha um cuzinho lindo, comecei a chupar a sua bucetinha deixando ela louquinha de tesão.
Aproveitei este momento que sua bucetinha estava molhadinha e coloquei meu pau e comecei a bombar bem gostoso, eu já tinha gozado com Luiza então eu estava aproveitando o momento, peguei o lubrificante em cima da cama espalhei no cuzinho dela, tirei o pênis o acoplado da cinta e passei lubrificante nele e forcei o cuzinho da minha irmã.
“Jamais pensei que você seria tão atrevido.” Falou a minha irmã.
“Seu irmão tá comendo a sua bucetinha e o neto tá comendo seu cuzinho.”
(Neto foi o policial que comeu ela algemada na sala.)
Ela não respondeu e ficou calada e depois de um tempo.
“Neto? É sério?”
“Não foi ele que te comeu na sala.”
Ela ficou em silêncio, eu bombando devagarinho na sua buceta e forçando seu cuzinho bem lento.
“Você não quer que o neto te coma?”
Ela gemeu, mas eu queria ouvir.
“Você quer isso?” insistir.
“Quero.”
Meu pau entrava e saia fazendo barulhinho de buceta molhada, morrendo de tesão meu pau pulsava dentro dela. Fiquei em silêncio bombando na sua bucetinha enquanto colocava o consolo inteiro no seu cuzinho, e deixei ele parado enquanto dava um tapa na sua bunda.
Pela primeira vez parecia que eu estava confiante, sabia que meu método tinha deixado ela cheia de tesão e isso me deixava feliz.
“Tá gostoso demais.” ela falou.
Eu comecei a mexer o consolo, entrando e saindo.
“Ta arrombando minha bunda, esse consolo é grosso.”
Eu morria de tesão em ouvir essas putarias, principalmente porque o consolo era maior em alguns centímetros e mais grosso também.
Ela começou a esfregar o clitóris dela, minha irmã não estava mais aguentando duas rolas dentro dela, ela devia estar com o tesão reprimido a um tempo porque foi um orgasmo forte e ficou tremendo e desabou na cama.
Tirei o consolo dentro do seu cuzinho e dei um jeito de colocar o meu pau dentro dela, bem diferente do cuzinho da Luiza, o cuzinho da minha irmã estava arrombado entrou sem resistência, bombei tão forte na bundinha da minha irmã que não aguentei e gozei todinho nele.
Quando tirei eu dei uma conferida seu ânus estava todo vermelho e larguinho, depois me deitei do lado dela.
“Hein, porque deu um nome ao consolo?”
“Pensei que seria mais excitante.”
Ela riu.
“Você gostou? Se você gostou, ainda posso mandar em você.”
“Não foi do jeito que eu queria.”
“Olha o jeito que você queria, era que o meu pau ficasse cheirando a buceta molhada e gozada mais sem penetrar, enquanto o neto arrombava a sua bucetinha e ainda lhe fizesse gozar e no final zombaria do meu pau por não ter feito isso.”
Ela riu “me desculpe, eu não tinha pensado nisso.”
Eu fiz meu drama “não quero papo.”
“Meu Deus que drama.”
“Rumm…”
“Tá bom, eu deixo você mandar.”
“Duas coisas eu quero.”
“Como está mandão.”
“Pegar ou largar.”
“Você só tem direito a uma!”
“Esse cara que você saiu, eu te proíbo, você nunca mais vai falar com ele.”
“Só porque ele é brocha?” falou minha irmã rindo.
“Também, mas é porque ele tem uma cicatriz na bunda que parece uma hemorróida.”
Ela riu “Ele tomou um tiro na bunda e ficou daquele jeito.”
“Quem tinha que brochar era você, não ele.”
Ela teve uma crise de risos.
“É sério sem transar com ele, amanhã eu mando.”
“Vai pensando.”
Ela se levantou rindo e eu pude ver meu esperma escorrendo pela sua perna, coloquei a minha mão na cabeça como se tivesse me sentindo foda pra caralho, mais tinha algo roçando a minha bunda e me dei conta que era a cinta, tirei jogando ela longe e fui dormir, dizendo “minha irmã tava louca só pode.”