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Comportados - continuação "Consolo de borracha".

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Um conto erótico de Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 999 palavras
Data: 22/06/2026 15:35:06

O primeiro round tinha sido um escândalo, mas quando meus pais chegaram, o clima na sala mudou na hora. Eu já tinha tomado um banho correndo e colocado outro vestido, um pouco mais comprido, de tecido bem leve e com decote que ele ama.

Na sala o Ronaldo assumiu a postura de homem sério, esticou a mão para cumprimentar meu pai e deu aquele sorriso simpático para a minha mãe. Mas eu conhecia o meu safado. Dava pra ver no canto do olho dele a eletricidade que ainda dilatava as pupilas do prazer que provamos momentos antes.

— Então Ronaldo, como foi a semana? — minha mãe sempre conversa com ele sobre vários assuntos e agora enquanto começava a colocar a comida na mesa. — A Aline só falou de você todo santo dia. Já estava ficando preocupada, você tirou o sossego dessa menina.

O Ronaldo deu uma risadinha curta, aquela bem de quem sabe o poder que tem, e olhou de relance para mim antes de responder a minha mãe:

— A culpa é toda minha, dona Marta. E pode deixar, vou cuidar melhor dela agora que tô aqui. O sossego da Aline está em boas mãos.

O jeito que ele falou "boas mãos" foi tão carregado de segundas intenções que eu aposto que não só eu entendi o duplo sentido. Olhei para a minha mãe, que estava distraída, pegando os pratos e talheres sem prestar atenção na conversa.

A minha mãe chamou todo mundo para a mesa, interrompendo o interrogatório. Durante o almoço, o Ronaldo foi o genro perfeito: elogiou a comida, conversou sobre futebol com o meu pai, foi educado. Mas por baixo da mesa, o jogo era outro.

Estávamos sentados um do lado do outro, comendo, e eu já sentia a perna dele roçando a minha por baixo da mesa. A mão dele tocava na minha coxa, às vezes subia devagar, por baixo do outro vestido com tecido leve que eu gosto de usar em casa. Dedos quentes, pressão certa, subindo cada vez mais.

Eu olhava pros lados, mordendo o riso nervoso, tentando manter a cara de boa moça enquanto enfiava outra colher de comida na boca. Meu coração já batia mais rápido. A boceta, traidora, começou a latejar devagar, molhando a calcinha fina. ✨💖

Lá pelas tantas, enquanto meu pai se distraía contando uma história antiga, senti a ponta dos dedos dele novamente, começou subir de leve pela minha canela. Meu corpo travou na hora. Ele continuou conversando com o meu pai, sem errar uma palavra, enquanto o pé dele subia pela minha panturrilha, roçando devagar, até parar e voltar ao lugar. 🔥💋

Olhei para ele, chocada com a audácia, mas o Ronaldo nem piscou. Ele apenas me olhou de lado, deu um gole no suco e puxou minha perna para mais perto dele, apertou o meu joelho por baixo da mesa com os dedos fortes — uma promessa clara do que me esperava.

Engoli em seco, sentindo o suor brotar na nuca.

O almoço mal tinha começado, e eu já sabia que, quando ficássemos sozinhos, aquela cama velha ia ranger muito mais do que tinha rangido na semana.

— Toma amor… — peguei mais um pedaço de carne e coloquei no prato dele em disfarce. Apertando as coxas uma contra a outra.

Ele só sorriu de um jeito safado bem disfarçado, tirando a mão por um segundo.

— Obrigado mô…

Os dedos dele retornaram, continuou subindo, roçando a pele macia da parte interna da minha coxa, chegando perigosamente perto da renda da calcinha. Eu sentia o calor subindo pelo pescoço, os bicos dos peitos endurecendo contra o tecido do vestido. Tentei disfarçar dando mais um gole no copo de suco, mas ele percebeu. Não tinha muito como esconder, porque ele já conhecia a namoradinha que tem.

Quando saímos da mesa, eu já estava molhada pra caralho. Andava apertando as pernas no caminho até a sala para sentar no sofá, sentindo o tecido da calcinha grudado na boceta inchada. O tesão que ele plantou durante o almoço latejava entre minhas pernas, me deixando zonza.

Sentamos no sofá cada um com um pote de sorvete como sobremesa, eu estava pegando fogo e o volume marcado na calça entregava ele também, liguei a TV num programa aleatório. Eu ainda sentia meu coração na boca e a calcinha colada na pele, mas eu sabia que o cansaço do almoço logo bateria e meus pais nos deixariam a sós.

Dito e feito.

Não demorou muito para cada um ir para o seu canto na casa. Minha mãe logo após tirar a mesa passou por nós na sala, se despediu e foi deitar no quarto para ver à TV, enquanto meu pai, pegou o rumo do quintal, se ajeitando na rede para ver o futebol.

Foi a minha deixa.

Depois de saborear o sorvete, deitei no sofá com a cabeça no colo do Ronaldo, em cima de uma almofada. Para quem olhasse de fora, era só um descanso inocente, mas a provocação eu emendei ali mesmo. Enfiei a mão por baixo da almofada e comecei a alisar o pau dele por cima da calça.

Tracei o comprimento com a ponta dos dedos, apertando sentindo o quanto estava duro. Meu safado deu um sobressalto de leve, checando se meu pai continuava na rede, e cravou os dedos no meu cabelo com força, tentando controlar o tesão. Aquela mão boba por baixo da almofada estava deixando ele louco no meio da sala.

— Aline... você é maravilhosa — ele sussurrou, a voz grossa, mudando a posição das pernas para me dar mais espaço.

Eu olhei para ele com a minha melhor carinha de safada, lambendo os lábios com o resto do doce gelado. O perigo ali na sala era muito alto com os meus pais por perto. Então, dei um tapinha no peito dele, levantei num impulso:

— Volto já… — fui até a cozinha pegar mais sorvete no disfarce para verificar se poderia colocar meu desejo em prática. Na volta eu puxei o Ronaldo pela mão.

— Vem, vamos comer lá fora... — provoquei num sussurro.

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