Queridos leitores, hoje vou contar o dia em que um amigo do meu pai me comeu gostoso na van.
Alguns anos atrás, eu fazia natação depois da escola, estudava a tarde e ia pra natação, chegava por volta das 18h e ficava até 19h30 no máximo 20h, meus pais trabalhavam até tarde e por conta do transito não conseguiam me buscar, então, eu voltava pra casa com um amigo do meu pai, que trabalha fazendo condução escolar. Ele chegava na minha aula por volta de 19h e ficava assistindo até o final e me esperava trocar de roupa para irmos.
Um certo dia ele chegou e ao final do treino pediu para eu não trocar de roupa, pois ele tinha um compromisso e não poderia esperar muito, disse que era só colocar a toalha no banco, que não tinha problema eu ir molhada.
Entrei na frente como sempre, afinal, só íamos nos dois, peitinhos ainda duros de frio e o maiô toodo molhado, um maior azul claro, que realçava todas as minhas curvas e volumes. Ao entrar, ele ligou a luz interna da Van para procurar alguma coisa, e enquanto procurava eu percebi que ele me olhava de canto de olho, então olhei bem pra ele, mexi no cabelo, abri um pouco as pernas e disse "quer ajuda Marco?" Marco era um coroa de 45 anos, musculoso, fazia academia, tinha 1,81cm e sempre me buscava com roupa de academia, e nesse dia não foi diferente.
Ele respondeu "não precisa Aninha, já encontrei, meu celular tinha caído" disse ele olhando fixamente para minhas coxas abertas. Desligou a luz e seguimos viagem conversando como sempre fazíamos. Logo pedi para que desligasse o ar, pois eu estava toda molhada e tremendo de frio, ele desligou mas manteve os vidros fechados, conversa vai, conversa vem e eu não aguentando mais de curiosidade, pois sempre percebi ele me comendo com os olhos, perguntei "Marco, você sente alguma coisa por mim?", ele virou com os olhos bem abertos e gaguejando respondeu "n-não Aninha, que isso? Sou amigo do seu pai", aquele clima tenso, o calor aumentando na Van, ele continua "na verdade, não deveria sentir né? Mas... não sou de ferro, você está crescendo e ficando muito bonita, mas sou amigo do seu pai, jamais faria nada com você, sem que você quisesse".
Com a resposta dele, fiquei impressionada, mas louca de tesão, nunca nenhum homem mais velho tinha falado aquilo, me senti desejada e doida pra ficar com ele. Então toquei o fogo dizendo "olha, eu sempre percebi você me olhando, principalmente lá em casa, quando ando mais a vontade, você falta me comer com os olhos, mas vou te contar um segredo, eu sempre fui louca pra te dar". Na época, eu tinha ficado com dois carinhas só, da minha idade, então soltei essa pra ver o que rolava, ele rapidamente parou a van, virou pra mim perguntando "sério?", me aproximei dele e tocando em sua coxa confirmei, e disse "vamos começar aqui mesmo?" Subindo minha mão por sua coxa até chegar no seu pau, que já estava meia bomba, e que pauzão, já era grande e nem estava duro ainda, ele então respondeu que procuraria uma rua escura.
Fui tocando seu pau e sentindo ele endurecer em minha mão como num passe de mágica, Marco também me tocava por cima do maiô, sentindo minha bucetinha carnuda e meus peitos, até que ele para em uma rua escura e em baixo de uma árvore o que deixou ainda mais escuro, ele desce da van, abre a porta de trás, depois abre a minha e me puxa, me jogando lá pra trás, entra e tranca tudo. "Porra Aninha, sempre fui doido pra te comer, sua putinha gostosa, te vejo nesse maiô quase todo dia, fico imaginando como seria te comer" ele diz isso, enquanto me beija e toca meu corpo, tirando meu maiô de cima pra baixo, deixando meus peitos a mostra, então começa a me chupar.
Eu sento em um banco e ele vem por cima chupando meus peitos e me ajudando a tirar o maiô todo, ao tirar, ele levanta tira a blusa e o short, mandando eu ajoelhar para tirar sua cueca que já marcava um pau enorme e duro. Abaixei de uma vez só, e senti aquele pau pulando pra fora e batendo em meu rosto, 22cm de pau, grosso e completamente duro. Fico boquiaberta e ele se aproveita, puxa minha cabeça enfiando aquele pau quase inteiro na minha boca, então começo o boquete, ele diz "não podemos demorar, logo seus pais chegam em casa" chupei ele um pouco e levantei, ele me vira e me joga de quatro em um dos bancos, se posiciona atrás de mim e soca seu pau sem cerimônia "você não sabe quanto tempo esperei pra fuder sua bucetinha", Marco é amigo de infância do meu pai... então... já sabem quanto tempo ele esperou né?
Até então ninguém nunca tinha me devorado daquela forma, eu gritava enquanto minha buceta era totalmente invadida por aquele pau enorme e grosso, ele não soltava a minha cintura e socava cada vez mais forte. Depois, me virou, me deixando de pernas abertas e veio por cima, dava tapas na minha cara, me chamando de putinha, e apertava meus peitos, eu delirava de prazer. Não demorou muito e ele anunciou que iria gozar, tirou o pau rápido e me colocou de joelhos, punhetou até jorrar tudo na minha boca ordenando "engole tudo sua vadia, teu pai nem imagina a putinha que ele tá criando".
Terminamos a brincadeira, e enquanto eu trocava de roupa perguntei "você não tinha um compromisso?" ele responde "não cadelinha, eu só queria que você não tirasse o maiô, pra eu apreciar tua beleza", que safadoooo, inventou aquilo só pra me ver de maiô por mais tempo, seguimos viagem e continuei pegando em seu pau que estava meio mole mas ainda dava sinais de vida, ao chegar na frente de casa, meus pais estavam chegando, desci da van, abracei minha mãe e acenei "tchau tio Marco" ele respondeu "tchau filha", acenou pra todos e meu pai agradeceu "valeu Marco", meu paizinho nem imagina o que seu amigo havia feito comigo.
Espero que tenham gostado, logo publicarei mais contos reais como esse! Deixe sua avaliação e seu comentário, são muito importantes pra mim.
