Bianca, a infiel 14 (final)

Um conto erótico de Sr Boi
Categoria: Heterossexual
Contém 1418 palavras
Data: 03/06/2026 05:49:44
Assuntos: Heterossexual

Capítulo 14: O Novo Normal

Cheguei em casa exausta depois de mais um dia rodando a cidade atrás de emprego. O sol já estava se pondo, pintando o céu de tons alaranjados, e meus pés latejavam dentro dos sapatos baratos de tanto andar de bairro em bairro. Abri o portão devagar, esperando o silêncio de sempre, mas logo ouvi gemidos altos e ritmados vindo de dentro de casa. Gemidos femininos, agudos, cheios de prazer.

Empurrei a porta da sala e parei congelada, o coração martelando no peito.

Rafael estava fodendo uma loira magrinha no nosso sofá. Ela estava de quatro, completamente nua, a bunda empinada e branca contrastando com o tecido escuro do estofado. Rafael metia com força por trás, segurando os quadris dela com as duas mãos, o pau grosso entrando e saindo rápido, fazendo um barulho molhado e obsceno a cada estocada. A loira gemia alto, quase gritando, o corpo magro tremendo inteiro.

— Isso, Rafael! Me fode mais forte! Me rasga! — gritava ela, a voz aguda ecoando pela sala pequena.

Rafael virou o rosto e me viu parada na porta. Em vez de parar ou demonstrar qualquer vergonha, ele sorriu com desprezo, os olhos brilhando de tesão e raiva. Continuou metendo ainda mais fundo, batendo a pelve contra a bunda dela com força.

— Olha só quem chegou… a dona da casa — disse, a voz rouca e sarcástica. — Entra, Bianca. Fecha a porta e senta aí. Quero que você assista direitinho como se fode uma mulher de verdade, não uma puta vagabunda usada como você.

Fiquei parada, as pernas fracas, o rosto queimando de humilhação. Ele deu um tapa forte na bunda da loira, deixando a marca vermelha na pele clara, e olhou para mim novamente.

— Senta, porra! Ou quer que eu te expulse de casa agora, na frente dela? Quer que eu conte pra essa vadia como você é uma puta barata que abre as pernas pra qualquer um?

Entrei devagar, fechando a porta atrás de mim, e sentei na poltrona em frente ao sofá, as mãos tremendo no colo. Rafael acelerou as estocadas, segurando o cabelo loiro da garota como rédea, puxando a cabeça dela para trás enquanto metia com violência. O sofá rangia, os corpos batendo um contra o outro. A loira gritava de prazer, a buceta depilada brilhando de tanto tesão.

— Tá vendo isso, Bianca? — ele grunhiu, olhando diretamente nos meus olhos enquanto fodia a outra. — Olha como ela geme pra mim. Olha como a buceta dela aperta meu pau porque ela merece ser comida. Você? Você só serve pra limpar a porra que eu deixo nas outras. Essa é a diferença entre uma mulher de verdade e uma preta safada, vadia, que nem você.

Ele deu outro tapa forte na bunda dela, depois mais dois, fazendo a loira gemer ainda mais alto. Eu não conseguia desviar o olhar. Assistia cada centímetro do pau dele desaparecendo dentro dela, as bolas batendo contra o clitóris da loira, o suor escorrendo pelos corpos. A humilhação queimava dentro de mim, mas também sentia minha própria buceta ficando molhada, traindo-me.

Rafael mudou de posição. Virou a loira de lado, ergueu uma das pernas dela e meteu novamente, agora de frente para mim, para que eu visse tudo em detalhes. O pau grosso entrava e saía, brilhando com os sucos dela. Ele olhava para mim o tempo todo, sorrindo com arrogância.

— Olha pra essa buceta rosa, Bianca. Tão apertadinha. Tão diferente da sua, que já foi arrombada por meia Ribeirão Preto. — Ele riu baixo. — Abre as pernas, vadia. Quero ver se você tá molhada assistindo seu marido comer outra.

Obedeci, envergonhada, abrindo as coxas na poltrona. Minha calcinha estava encharcada. Rafael cuspiu na buceta da loira e meteu ainda mais fundo, fazendo ela gozar violentamente. O corpo da loira convulsionou, os olhos revirando, gritando o nome dele enquanto gozava. Rafael não parou. Continuou metendo com força, prolongando o orgasmo dela até que a garota estivesse tremendo, quase chorando de prazer.

Finalmente, ele grunhiu alto e gozou dentro dela, segurando os quadris com força, empurrando bem fundo. Eu vi o pau dele pulsar, enchendo a buceta da loira de porra quente. Quando saiu, um jato grosso de sêmen branco escorreu da buceta depilada, pingando no sofá e escorrendo pela coxa dela.

Ele respirou fundo, o pau ainda semi-duro e brilhando, e apontou para o chão na frente da loira.

— Agora vem cá, Bianca. De joelhos. Quero que você limpe a porra que eu deixei na buceta dela. Com a língua. Tudo.

Hesitei por um segundo. Rafael se levantou, segurou meu cabelo com força e me puxou para frente, quase me arrastando.

— Agora, vadia. Chupa. E olha pra mim enquanto faz isso.

Ajoelhei entre as pernas da loira. O cheiro forte de sexo encheu minhas narinas. Encostei a boca na buceta dela, ainda aberta e vermelha, e comecei a lamber. O gosto salgado e forte da porra de Rafael misturado com o mel dela invadiu minha boca. Chupei devagar no início, depois com mais fome, enfiando a língua lá dentro para sugar tudo. A loira gemia baixinho, segurando minha cabeça contra ela, esfregando a buceta melada no meu rosto.

— Isso… limpa tudo, sua puta — Rafael dizia, assistindo de perto, acariciando o pau. — Olha como você ficou boa nisso. Parece que nasceu pra ser a limpadora de porra do marido. Engole tudo, Bianca. Engole a porra que eu botei numa mulher melhor que você.

Ele me deu um tapa leve no rosto enquanto eu chupava, depois outro. A loira riu baixinho, achando graça da minha humilhação. Quando terminei, com o rosto inteiro melado de porra e sucos, Rafael mandou a loira embora. Ela se vestiu rapidamente, me lançou um olhar de pena misturado com desprezo e saiu.

Fiquei sozinha com ele na sala. Rafael sentou no sofá, pernas abertas, o pau ainda sujo na minha frente. Eu continuava ajoelhada, o rosto brilhando.

Desde aquele dia, nosso casamento mudou completamente. E, por mais doentio que pareça, eu nunca fui tão feliz.

Eu continuo traindo. Dou pra homens no ônibus lotado, pra desconhecidos em motéis baratos, pra ex-colegas da clínica. Às vezes trago mulheres pra casa só pra Rafael foder na minha frente. Ele adora me fazer assistir de perto, me obrigar a chupar a buceta delas enquanto ele mete fundo, ou me mandar lamber o cu dele enquanto ele come elas. Outras vezes me faz ficar de quatro ao lado da cama, como um cachorro, só assistindo e tocando minha buceta sem gozar.

Ele me humilha quase todos os dias. Me chama de puta, vagabunda, preta safada, buraco usado. Me fode com raiva, me bate na cara e na bunda, me faz engolir porra de vários homens, me obriga a andar sem calcinha em casa e a mostrar a buceta molhada pra ele quando chega do trabalho. Já me emprestou pra dois amigos dele ao mesmo tempo, me fazendo chupar um enquanto o outro me fodia, tudo enquanto ele gravava e me xingava.

E o pior — ou o melhor — é que eu aceito tudo de boa vontade. Porque no fundo eu mereço. Porque descobri que essa é a minha verdadeira natureza. Eu amo Rafael de um jeito torto, doentio e profundo. Amo a forma como ele me domina, como ele me quebra e me reconstrói como a puta que eu realmente sou. Quando ele me humilha, eu me sinto viva. Quando ele me trata como uma coisa, como um objeto sexual, minha buceta fica encharcada e meu coração acelera de um jeito que nunca senti antes.

Essa humilhação constante me dá um propósito. Eu não preciso mais fingir ser a esposa perfeita. Eu sou a vadia dele. E isso me liberta. Eu gozo mais forte agora do que nunca. Gozo quando conto pra ele, gemendo, todos os detalhes das minhas traições enquanto ele me fode com força. Gozo quando ele me faz lamber a porra de outra mulher dele. Gozo quando ele me ignora por dias e depois me usa como um brinquedo.

Nosso casamento virou um acordo sujo, pervertido e viciante. Uma casa simples no subúrbio de Ribeirão Preto onde a esposa é a puta oficial, o brinquedo sexual, e o marido o dono absoluto dela. Eu amo essa vida. Amo acordar sabendo que posso ser usada a qualquer momento. Amo o gosto da humilhação na boca. Amo pertencer a ele dessa forma tão crua e honesta.

E, estranhamente, depois de tudo que passamos, eu não consigo imaginar nada diferente. Essa é a nossa versão de amor. Doente. Real. Perfeita.

Fim

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