Gabriele Gravidinha: O dia que come uma grávida
Era uma sexta-feira quente, daquelas que convidam o corpo a pecar. Eu tinha meus 22 ou 23 anos, aquela idade em que o sangue ferve por qualquer fresta de oportunidade. E a oportunidade tinha nome: Gabriele. Uma morena novinha, de uns 18 anos, com quem eu já tinha um histórico de idas e vindas. Depois de um tempo afastados, o destino — ou o WhatsApp — nos uniu de novo.
“Achei que você nunca mais ia querer ficar comigo”, ela mandou. Quando perguntei o porquê, veio o mistério. “Tenho uma surpresa. Acho que você não vai gostar.” Insisti. Veio o veredito: “Tô grávida.”
O susto inicial deu lugar à curiosidade quando ela revelou que já estava no final, de sete para oito meses, esperando uma menininha. O pai era passado; o presente era aquele tesão reprimido que nós dois guardávamos. A Gabriele sempre foi uma delícia: morena, peitos médios perfeitos, uma bundinha redonda e firme, e uma boca que fazia milagres. Saber que ela estava com aquele barrigão, em vez de me afastar, acendeu uma chama nova. Eu nunca tinha comido uma grávida. Aquilo atiçou meu instinto.
Combinei de pegá-la na sexta à noite. Passei de carro perto da casa dela, encostando na esquina de uma quadra. Quando ela abriu a porta e entrou, meu olhar foi direto para o ventre. Que visão. A barriga enorme, linda, estufando a roupa. Ela trazia uma latinha de cerveja na mão, dando um gole. Dei uma bronca de leve, preocupado com o bebê, mas o sorriso travesso dela mostrava que a noite seria de pura transgressão.
Fomos direto para a minha edícula, o nosso refúgio.
Assim que tranquei a porta, o clima de urgência deu lugar a um ritual de sedução lento e cuidadoso. Eu estava fascinado, mas também cheio de dedos, preocupado em não machucar ou desconfortar o nenê. Começamos a nos beijar, um beijo profundo, com gosto de saudade e desejo acumulado. Minhas mãos, quase que por instinto, desceram para aquela barriga imensa e redonda. Fiz carinho, sentindo o calor da pele esticada, enquanto ela suspirava contra a minha boca.
Para não cansá-la, ajeitei-a na posição mais confortável possível. Gabriele se posicionou de forma que o barrigão ficasse apoiado e seguro, e começou a fazer o que sabia de melhor. Ela puxou meu membro para fora e começou a mamar. Que boquete. Ela engolia tudo, tirando e botando a cabeça para fora com vontade, os olhos revirando de prazer enquanto me olhava de baixo.
Enquanto a boca dela trabalhava quente no meu pau, levei minha mão até a sua intimidade. Rapaz, o que era aquilo? Buceta de grávida parece que ganha outra vida: estava visivelmente mais inchada, as bordas volumosas, escurecidas e absurdamente inundadas. Só de passar o dedo de leve pela fresta, a umidade já escorria pelos meus dedos. Era uma consistência mais densa, suculenta ao extremo.
Não aguentei. Pedi para ela parar um pouco e a deitei com todo o cuidado na cama, escorando seu corpo para que ficasse bem à vontade. Abri suas pernas devagar, expondo aquele cenário sagrado: o barrigão imenso por cima e, logo abaixo, a gruta completamente aberta e brilhando de tanto suco.
Abaixei a cabeça e comecei a chupá-la. Intercalava lambidas longas de baixo para cima com carinhos suaves na barriga dela, conversando com o corpo dela de todas as formas. Gabriele começou a se contorcer na cama, os quadris oscilando de leve, sem conseguir conter os gemidos. Com uma das mãos, alcancei um dos seus peitos, que estavam incrivelmente sensíveis por causa da gestação. Apertei o biquinho devagar, com a ponta dos dedos, arrancando um arquejo sôfrego da sua boca.
Fui direto ao ponto crítico: o grilinho dela. Estava bem saltado, pulsando. Quando grudei os lábios ali e comecei a sugar e a massagear com a ponta da língua, o quarto foi tomado pelo som da sacanagem. Dava para ouvir nitidamente a buceta dela umedecendo, estralando de tão molhada a cada lambida minha. “Sluco, sluco”, o som do prazer líquido ecoava.
Gabriele urrava. Ela agarrava os lençóis, a cabeça balançando de um lado para o outro.
— Ai, meu Deus... para, para, para! — ela pedia, quase sem ar, numa mistura de agonia e puro êxtase porque a sensibilidade estava no limite.
— Não vou parar não, nega... — sussurrei contra a pele dela.
Em vez de recuar, forcei um pouco mais a barra. Firmei os dedos nas laterais da sua virilha e passei a língua ainda mais forte, firme e certeira bem em cima daquele grilinho inchado. Ela dava pequenos sobressaltos na cama, o corpo inteiro tremendo, enquanto a fonte jorrava cada vez mais lubrificação, deixando meu rosto completamente lambuzado daquele néctar quente de grávida. Ficamos ali naquele transe por um bom tempo, eu devorando aquela morena e ela entregue ao meu comando... Continua parte 2! Que vocês achou?