Chegamos em Gravatá-PE no dia 15 de junho, o ar já carregado daquele cheiro de São João que me deixa louca: fogueira, milho verde, canjica e aquela energia quente do Nordeste. Meu marido dirigia o carro alugado com aquele sorrisinho nervoso que eu amo provocar. Ele é da cidade, família toda pernambucana, todo mundo conhece ele por aqui. Eu sou a paulista de Tatuapé, São Paulo — loira, pele branquinha, cabelo longo, corpo feito pra dar e receber prazer. Vim pra Gravatá pra viver o São João de verdade… e também pra realizar minhas fantasias mais safadas.
Somos casal liberal há anos. Nosso Telegram VIP é famoso entre machos que gostam de ver, participar e acompanhar uma esposa paulistana gemendo alto enquanto o corno registra tudo. E eu adoro dar a bunda branquinha, aquele cuzinho rosado, apertadinho, que fica piscando quando estou bem excitada. Vim pra cá justamente pra isso: foder nas trilhas, dentro da caatinga, sentir o vento quente batendo na pele enquanto levo rola ou língua no cu. Queria repetir os cenários que vi em vídeos e fotos de outras mulheres liberais da região.
No segundo dia marcamos um passeio a cavalo num lugar bem conhecido da região. O sol estava forte, céu azul perfeito. Vesti a regata laranja que marca meus seios, jeans justo que realça minha bunda empinada, cabelo solto balançando. Meu marido já com o celular na mão, “tirando fotos inocentes”.
Chegamos e conheci duas mulheres incríveis que também estavam no passeio com os maridos. Uma morena escultural, corpo definido, sorriso safado. A outra loira como eu, mas com um jeito bem safado e experiente. Nossos olhares se cruzaram e o clima esquentou imediatamente. Elas eram pernambucanas liberais, casadas com cornos que também gostavam de assistir.
— Você deve ser a Catarina de São Paulo… — disse a morena, me abraçando forte, apertando minha cintura. — Vi seus stories no VIP. Tá pronta pra sentir o que o Nordeste tem de melhor?
— Prontíssima — respondi, sentindo o corpo dela colado no meu. Meu mamilo endureceu na hora. — Quero aprender tudo, quero foder nos mesmos lugares que vocês filmam.
A outra loira se aproximou por trás, mão descendo levemente na minha lombar.
— Então sobe nesse cavalo, paulista. Depois a gente desce pra algo muito mais gostoso.
O passeio foi puro tesão. Eu rebolando devagar no selim, o atrito do jeans no clitóris me deixando molhada. As duas cavalgavam do meu lado, trocando olhares cúmplices comigo. Os três cornos atrás, discretamente filmando. O guia falava da paisagem, mas eu só imaginava aquelas duas nuas em cima de mim.
Paramos num mirante lindo, caatinga ao redor. A morena chegou perto, mão na minha coxa.
— Essa bundinha branquinha balançando no cavalo… tá pedindo pra ser comida, né?
— Tá pedindo muito — respondi baixinho, mordendo o lábio enquanto meu marido gravava de longe.
Depois do passeio fomos pro famoso hotel às margens da BR-232. Lugar lindo, quartos espaçosos, varanda com vista pra mata verde. Reservamos uma suíte grande. Assim que a porta fechou, o clima explodiu.
A morena me puxou primeiro. Beijo lento, língua quente invadindo minha boca. A loira veio por trás, mãos subindo pela minha regata, apertando meus seios por cima do tecido.
— Tira isso, paulista gostosa — murmurou ela no meu ouvido.
Tirei a regata. O sutiã branco caiu em seguida. Meus peitos branquinhos, mamilos rosados e duros. A morena abaixou a cabeça e chupou um mamilo com força, depois o outro, sugando, mordiscando. Eu gemia alto.
— Ahhh… assim… chupa meus peitos…
A loira abriu meu jeans, deslizou ele junto com a calcinha até o chão. Minha bucetinha depilada brilhando, cuzinho rosado exposto. Ela se ajoelhou atrás de mim, abriu minha bunda com as duas mãos e deu uma lambida longa, da entrada da buceta até o cuzinho.
— Humm… cheiroso, apertadinho… igual imaginei.
Os três maridos sentados nas poltronas, paus duros nas mãos, celulares gravando em 4K. A mistura paulista com pernambucana ia viralizar.
Nos despimos completamente. Três mulheres nuas no quarto luxuoso. A morena me deitou na cama king. A loira abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta com fome: língua circulando o clitóris, entrando na entradinha, subindo pro cuzinho. A morena sentou no meu rosto, buceta molhada roçando minha boca.
— Chupa minha buceta, Catarina. Mostra pra essas pernambucanas como as paulistas fazem.
Eu lambia com vontade, saboreando o gosto doce e salgado dela, mãos apertando aquela bunda macia. Enquanto isso, a loira enfiou dois dedos na minha buceta e um no cuzinho, girando devagar.
— Tá encharcada… Esse cuzinho rosado vai levar tudo hoje.
Trocamos de posição várias vezes. Eu de quatro, bunda empinada. A morena debaixo de mim chupando meus peitos enquanto a loira comia minha buceta por trás, dedo fundo no cu. Depois inverti: eu chupando a loira enquanto a morena me devorava.
— Olha o corno dela filmando tudo — riu a morena. — Tá louco pra ver a esposa virando putinha das pernambucanas.
— Ele adora — respondi gemendo. — Ama ver minha bundinha branquinha sendo preparada.
Fizemos 69 duplo. Eu e a morena de lado, bocas nas bucetas, enquanto a loira alternava lambidas nos nossos cuzinhos. Dedos entrando e saindo, gemidos enchendo o quarto. Gozei primeiro, jorrando na boca da morena. Ela lambeu tudo, olhos brilhando.
Depois foi a vez delas. Coloquei a morena de quatro, abri aquela bunda morena e chupei o cuzinho dela com devoção — língua girando, penetrando fundo. A loira sentou na cara dela. Meu marido se aproximou, gravando close.
— Olha isso, amor… Tô comendo o cu dela do jeito que você gosta.
A loira trouxe um plug anal pequeno. Lubrificamos bem meu cuzinho rosado. Ela enfiou devagar enquanto a morena chupava minha buceta. Senti a pressão gostosa, o cuzinho se abrindo.
— Agora tá pronta pra rola de verdade — disse ela.
Continuamos por horas. Posições infinitas:
Eu sentada no rosto da morena, rebolando enquanto a loira me dedava o cu com três dedos.
De lado, perna pra cima, uma com a cara enfiada na minha bunda chupando forte.
Tesourinha molhada, clitóris batendo um no outro.
Eu de quatro na beira da cama, a morena com strap-on grosso lubrificado enfiando devagar no meu cuzinho apertado.
— Relaxa, loira… Deixa entrar todinho.
Senti o pau de silicone abrindo meu cu branquinho. Dorzinha virou prazer intenso. Ela meteu fundo, batendo contra minha bunda.
— Ahhh porra… fode meu cu!
A loira enfiou os peitos na minha boca. Eu chupava enquanto levava no cu. Meu marido gravava tudo em close.
Trocaram. Agora a loira me comia por trás, mais forte, mais rápido. Gozei de novo, cuzinho piscando em volta do strap-on.
Inverti o jogo. Coloquei o strap e fodi a morena enquanto a loira sentava na cara dela. Depois fodi a loira de lado, perna pra cima, vendo o strap entrar e sair daquele cu gostoso.
Cenas ainda mais safadas:
Eu de costas, pernas pra cima, uma me comendo no cu enquanto a outra sentava na minha cara.
As duas de quatro lado a lado, eu alternando o strap entre os dois cuzinhos.
Tesourinha anal, bundas coladas, plug e strap trabalhando juntas.
Dupla penetração leve: dedos na buceta e strap no cu ao mesmo tempo.
Os cornos só assistiam, gravavam e gemiam baixinho. Meu marido quase gozou só de ver.
Depois de horas, tomamos banho juntas — mãos ensaboando, dedos explorando, beijos molhados. Voltamos pra cama pra mais uma rodada suave: chupadas lentas, dedos carinhosos, gozadas tranquilas.
Deitadas as três, suadas e felizes, eu falei:
— Quero mais. Quero fazer isso nas trilhas, dentro da caatinga, em todo canto de Gravatá até o final de julho.
A morena sorriu:
— Vamos selecionar os machos do Telegram VIP. Os melhores, os que sabem foder e respeitar.
A loira completou:
— Quem quiser vir pra Gravatá encontrar a Catarina… que mande mensagem no VIP com foto do pau e vídeo falando o que quer fazer com essa bundinha branquinha e esse cuzinho rosado.
Olhei pra câmera do meu marido, sorrindo safada:
— Isso mesmo, Brasil. Sou a Catarina de Tatuapé, aqui em Gravatá-PE até o final de julho. Quero dar esse cuzinho apertado pra machos selecionados. Quero foder na natureza, no hotel, em tudo. Os cornos vão registrar cada detalhe. Quem for escolhido vai entrar pra história.
O sol se punha lá fora, as fogueiras de São João começando a acender. Meu corpo doía gostoso, buceta e cuzinho latejando de prazer.
Essa foi só a primeira tarde. Ainda tem muito São João pela frente: trilhas, caatinga, quartos de hotel, talvez até beira da BR-232. Quero sentir tudo.
E vocês, machos do Telegram VIP… mandem mensagem. Vamos selecionar os melhores pra me visitar. Quero rolas de verdade agora, junto com essas duas pernambucanas incríveis.