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Loucuras de Mãe e filha. Parte 3

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Um conto erótico de Odinoque
Categoria: Heterossexual
Contém 2388 palavras
Data: 22/06/2026 11:14:40

Era véspera de final de ano e o clima estava bem mais animado que de costume, tomamos café com os rapazes e depois demos um pulo na cidade para umas comprinhas, coisa rápida e logo já repousavámos na piscina com nossos coroas. Entre um assunto e outro Ermesto chama minha mãe para acompanhá-lo até suas acomodações e pegar mais algumas bebidas, quando minha mãe se levantou com o biquíni minúsculo todo atolado no rabo os olhares de cobiça dos nossos novos amigos foram inevitáveis, e não demorou muito eles voltaram.

-Ué, já voltaram? Achei que iam se pegar lá. Perguntei.

-Ele comeu um pouco mas disse que vai guardar energia para virada.

-Só pra atiçar, respondi.

-Pois é, vou até nadar para apagar o fogo, vamos?

Já que era para provocar me levantei com todos eles sentados a minha volta e puxei a parte da frente do biquíni para ajustar mostrando por um breve momento minha buceta lisinha e inchada deixando-os de olhos esbugalhados e engolindo seco.

-Mas é uma safada mesmo, disse Ernesto rindo quando passei por ele.

-Só pra eles terem um gostinho do que é seu.

Ele ficou doido ao ouvir isso e o pau dele endureceu na hora.

-Vou entrar com vocês, preciso acalmar a fera, disse .

Fomos para parte mais funda da piscina que estava relativamente cheia, tinha várias pessoas no local.

-Já se acalmou? Perguntei a ele.

-Me diz você, respondeu guiando minha mão até sua sunga.

Apertei o pau por cima do tecido, ele pulsava de tão duro. Sem um pingo de vergonha tirei para fora e comecei brincar ali mesmo na piscina, acariciando suavemente e punhetando carinhosamente, como se nada estivesse acontecendo.

-Vocês são doidos, riu minha mãe.

As carícias eram para torturar ele mas ficar ali manejando aquele pintão duro debaixo da água com um monte de pessoas ao redor me deu muito tesão.

-Acho que as bebidas acabaram de novo, falei.

-Então vamos lá buscar, respondeu Ernesto.

-Vou indo pro nosso chalé então. E vê se não vão queimar a largada logo cedo hein.

-Claro que não, mãe. Vai ser rapidinho.

O cantinho dos rapazes era diferente do nosso, maior, com uma cama de casal e duas de solteiro, uma cozinha compacta e banheiro amplo. Ele me agarrou e começou a beijar me deixando peladinha, as mãos percorrendo meu corpo, a boca úmida sugando os seios de mamilos entumescidos. Com uma urgência desesperada me botou de joelhos na beirada da cama e pentetrou até o talo me arrancando um gemido delicioso, porém, a festa durou pouco já que Berto, um dos amigos de Ernesto nos surpreendeu ao entrar no quarto e me flagrar de quatro na cama em que dormia e seu seu amigo atracado atrás de mim, totalmente nus.

-Foi mal, não sabia...disse ele.

Com toda calma do mundo desci da cama e fui caminhando em sua direção, seus olhos vidrados em meus peitos enormes e bicudos balançando levemente e na buceta raspadinha parecendo uma pata de camelo. Parei próxima a ele encarando com um sorriso bem sapeca e peguei meu biquíni jogado no chão, dei de ombros e fui em direção ao banheiro e pelo grande espelho pude ver ele estático secando meu bundão rebolando para ele.

Na maior tranquilidade voltei do banheiro já de biquíni e os dois estavam na mesma posição, o pau de Ernesto ainda estava duro e Berto tentava procurar palavras para dizer mas nada saia de sua boca.

-Já vou indo! disse.

-Tá bom, respondeu Ernesto.

-E guarda isso aí pra mais tarde, falei fitando seu pinto.

Somente nessa hora que os dois saíram do transe e perceberam que Ernesto estava nu e com uma ereção. Eu saí para encontrar minha mãe deixando os dois lá pois acredito que tinham muita coisa conversar e falar aos outros amigos depois e refleti como que, por um breve momento, tinha me tornado essa vagabunda que ficava dando na frente dos outros e nem se importava, coisa que jamais cogitaria mas agora me fazia bem por ter esse poder sobre aqueles homens.

Depois do almoço voltamos ao nosso chalé para dormir um pouco e nos prepararmos, já que a festa de réveillon prometia ser especial. Conforme foi anoitecendo começamos o ritual de embelezamento com maquiagem e cabelo para arrasarmos na virada de ano, e lindas e perfumadas seguimos para o local da festa.

Não é exagero dizer que nos destacamos entre a multidão, todos os marmanjos do local ficaram babando em nós, minha mãe usava um vestido branco de lycra todo colado ao corpo, de gola alta, um palmo acima do joelho, os seios levantados e mamilos em evidência graças a transparência do tecido, já na parte de trás sua minúscula calcinha fio dental marcava sua raba espetacular. Eu usava um top branco de gola alta e sem mangas, nada de sutiã, revelando meus mamilos na transparência do tecido, a barriga de fora e uma calça legging da mesma cor super justa, e para dar aquela ousada não coloquei calcinha, minha bunda engoliu todo o tecido e na frente entrou na buceta deixando aquela racha enorme na patona de camelo. Estava muito na cara que não usava nada por baixo, mas como era um resort somente de adultos eu não me importei em alegrar aquele monte de marmanjo que me comia com os olhos.

A noite seguiu super animada com muita música e bebida, a empolgação de todos os hóspedes que encheram o local era contagiante, eu e minha mãe já alegres pelos drinks dançavamos coladinhas com nossos amigos que não perdiam a oportunidade de se esfregar em nós. Berto me puxou para dançar e como não poderia deixar de ser ficou grudado em mim, seu rosto tinha a expressão de alguém que queria dizer algo, e eu imaginava o que.

-Fala Berto! disse.

--Desculpa, mas tenho que falar. Não consigo tirar da cabeça a cena de hoje a tarde.

Eu apenas ri.

-Sério, você é uma delícia, acho que nunca vi uma mulher tão gostosa peladinha na minha frente.

-Owwnn...obrigada amor, respondi docemente.

-É muito perfeita, esses peitões balançando e o chibiu carnudo me deixaram doido, tive que bater uma punheta pra aliviar e mesmo assim não adiantou, sente isso.

O danado pressionou mais o corpo e senti o pau dele na minha menina.

-Bertooo...que é isso? fingi surpresa.

A mão dele desceu e repousou na minha bunda, alisando delicadamente.

-É assim que você me deixa.

Tive que recuar a investida do beijo dele, a mão agora apertava meu rabo com firmeza.

-Calma homem, to com seu amigo, lembra? fiz graça da situação.

Ernesto estava um pouco longe e ocupado aos beijos com minha mãe, como um casal apaixonado e nem reparou na gente.

-Não é justo ele ter duas só pra ele, deixa eu tirar uma casquinha, linda.

Fiquei encarando o coroa acima do peso e barriga saliente de barba aparada que implorava para me usar, e ele tinha razão, não se tratava de justiça já que Ernesto não fez por merecer, apenas teve a iniciativa de falar com a gente, se fosse qualquer outro com a mesma atitude o resultado seria igual, era sobre eu e minha mãe termos um momento de liberdade total, o pau que nos fodia não era o foco principal.

Peguei a mão do Berto e o puxei para o meio da galera até um lugar um pouco mais afastado atrás de uma casa que parecia um depósito rodeado de algumas árvores. Encostei na parede envolvendo meus braços em seu pescoço e começamos a nos beijar e pude constatar que a experiência dos homens mais velhos é uma arma a seu favor, pois seus beijos eram deliciosos assim como os de Ernesto. As mãos grandes e pesadas passeavam pelo meu corpo apertando e massageando minha bunda até que subiram e levantaram meu top fazendo meus peitos saltarem. Ele levou uns instantes admirando e massageando-os, seu olhos brilhavam, meus mamilos ficaram duros e por fim abocanhou chupando com uma vontade avassaladora, a língua brincando com os biquinhos me arrancando suspiros. Berto roçava minha buceta por cima do fino tecido da calça me deixando arrepiada e de repente seu dedo começou a penetrar mesmo eu vestida, não totalmente, mas o suficiente para eu tirar o pau dele para fora, um colosso pulsante com uma cabeçorra que brilhava com o reflexo da Lua, lembrava o cacete do Ernesto só que bem mais grosso. Iniciei uma punheta gostosa, nem conseguia fechar

na mão de tão grosso. Sua mão entrou por dentro da minha calça para enfiar o dedo diretamente nela, cada dedada era uma explosão de prazer.

-Deixa eu te comer, linda.

Ele roçava o pau na minha buceta com a cabeça toda melada esfregando nos meus grandes lábios e no clitóris.

-Não pode, disse mordendo os lábios.

-Só um pouquinho, delícia.

-Você não vai comer só um pouquinho, respondi.

-Só a cabecinha então, prometo.

As esfregadas estavam me deixando quase a ponto de gozar e não tinha mais forças para resistir, era óbvio que não seria só a cabecinha mas meu tesão tava lá no alto e percebi que meus planos de ser somente do Ernesto tinham ido pelos ares.

-Tá, só a pontinha então, falei.

Baixei um pouco mais a calça e abri as pernas, ele veio e encostou a pica forçando a cabeça que entrou de boa, o pênis dele tinha a ponta fina e o tronco largo.

-Que delícia! Disse ele, para em seguida ir enfiando o restante da peça.

O pau era muito grosso e foi me alargando abrindo espaço para seu novo visitante, o terceiro, e quando cravou sua bandeira nas profundezas da minha buceta eu urrei de tanto tesão, por mais um outro pau me dar uma nova sensação maravilhosa de preenchimento. Ele forçava seu corpo ao meu até o limite e sentia seu cacete fincado dentro de mim pulsando forte, quando ele fez menção de tirar travei as pernas e o segurei pela cintura.

-Chega viu! Era só a cabeça e colocou tudo, falei.

- Impossível parar agora, preciso comer você de qualquer jeito.

A voz dele estava mais grave e sua expressão era de alguém tomado pela luxúria, tinha cutucado a onça com vara curta, nesse caso, uma longa e grossa, e sabia desde o momento que ele botou em mim que minha buceta seria dele.

-Aqui não! disse.

Ele olhou em volta e viu a porta do armazém e foi verificar se dava para entrar, só o ato de se desengatar já quase me fez gozar deixando literalmente um vazio dentro de mim. A porta estava destrancada. O lugar era bem limpo porém bagunçado com várias quinquilharias e tinham alguns colchonetes de ioga empilhados num canto.

-É aqui mesmo! ele falou, fechando o trinco interno da porta.

Berto estirou um daqueles no chão, me puxou pela cintura beijando minha boca e disse que queria me comer peladinha. Fui tirando minha roupa sensualmente para ele, nu, me devorando com o olhar alisando o pauzão duro. Carinhosamente me deitou no colchonete, abriu minhas pernas e penetrou sem pressa sentindo a pressão da minha vagina contraindo e alargando. Aquele brutamontes em cima de mim me olhava com fascinação, como se estivesse realizando um sonho impossível, os dedos da mão direita cravados no meu cabelo me agarrando pela nuca e a outra mão apertando minha cintura, o vai e vem era ritmado e constante, não demorou muito e o orgasmo veio forte, uma onda de choque totalmente diferente, mas tão intensa quanto as outras que tive nessa viagem.

-Fica de quatro que quero gozar vendo esse rabão gostoso.

Antes de penetrar ficou alisando minha bunda e dando tapas bem firmes e falando como eu era gostosa, cavala e todo tipo de adjetivos para meu traseiro. Quando botou para dentro o carinho acabou e deu lugar a estocadas furiosas, cada bombada era um gemido involuntário, ele fazia questão de usar meu cabelo como rédea e puxar para forçar até as bolas encostarem na buceta.

-Posso cuspir dentro?

Nunca tinha ouvido esse termo antes, mas deduzi que estava querendo gozar dentro, confesso que ele pedir autorização me decepcionou um pouquinho, o Ernesto não se importaria com minha opinião e me encheria eu querendo ou não, no máximo iria me comunicar que gozaria.

-Pode sim, amor.

Ele começou a me comer mais acelerado e senti aquele tronco enorme pulsar muito forte de forma que nunca senti antes, parecia ter inchado muito mais e quando ele gemeu senti a enxurrada me invadindo, era tanto gozo que parecia que ele estava urinando.

- Que trepada gostosa da porra, disse Berto ofegante.

-A mamadeira tava cheia, hein. Brinquei, ainda me recuperando.

-Pra encher um pacotão desse precisa de muito leite mesmo, delícia.

-Preciso me limpar, ali na bancada tem papel, pega pra mim, por favor.

-Deixa assim mesmo, o Ermesto disse que você gosta de ficar gozada.

-Ele disse isso?

-Sim, ele conta pra gente tudo que faz com vocês, como vocês ficam malucas com o pau dele.

Apenas dei risada confirmando que éramos sim malucas pela genitalia dele.

-Eu dormi cheia do leite dele, mas não tem como voltar pra festa assim, to sem calcinha pra segurar esse tanto de esperma, ia sujar minha calça.

-Que pena, queria deixar minha porra curtindo dentro de você, vai que você engravida de mim e não dele .

Na hora lembrei da conversa dele com Ernesto quando tinha ido ao banheiro, na qual disse para Berto que iria me fazer um filho.

-Relaxa querido, com esse tanto de leite aqui dentro as chances de você me engravidar são enormes, disse dando uma moral pra ele até porque eu tomava anticoncepcional.

Resolvi passar no chalé para tomar um banho rápido e me limpar, Berto seguiu para a festa para não dar tão na cara assim.

-Não conta nada pra ninguém, tá? Pedi.

-Beleza.

-É sério, pelo menos por hoje.

-Não conto nunca, falou.

-Sei que vai e eu não me importo, mas deixa para contar como fez um filho na ficante do seu amigo amanhã.

Berto, a princípio, ficou com o ego elevado pela possibilidade de ter feito um filho numa novinha cavalona mas depois ficou pensativo ao perceber que tinha acabado de comer o esqueminha do seu amigo, e pela sua cara acho que Ernesto não aceitaria numa boa.

A seguir, parte final.

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Comentários

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Essa novinha é tão rejeitada pelo Ernestro e que escolha a velha que precisa dar pra outro cara que não quer. Ernesto a rejeita na cara dura, chama a mãe delatar transar primeiro, ele tem que implorar pra ele comer ela. Dá até dó.

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