Eu nunca imaginei que um simples par de chinelos prateados pudesse foder tanto com a minha cabeça. Mas foi exatamente isso que aconteceu. Aqui não pode postar fotos, mas deixarei em links abaixo, nos comentários. Aproveitem para ver e baixar tudo.
Estava voltando da academia, corpo ainda quente do treino, quando ela atravessou a rua bem na minha frente. Os chinelos chamaram atenção primeiro: sola bem grossa, tiras com textura de pele de crocodilo brilhante, cor cinza prateado que refletia a luz do poste. E os pés... caralho, que pés. Pele morena escura, macia, dedos longos e grossos, unhas pintadas de um rosa choque vibrante, perfeito. O dedão era carnudo, com uma curva deliciosa que me fez imaginar ele na minha boca na mesma hora.
Ela era alta, corpo cheio, cintura marcada, quadril largo e uma bunda enorme, redonda, que balançava gostoso a cada passo. Cabelo preto liso até a cintura, rosto de traços finos com boca carnuda. Eu fingi olhar o celular, mas meus olhos estavam grudados naqueles pés deslizando dentro dos chinelos.
Dois dias depois, o universo conspirou.
Era quase meia-noite. Eu estava na varanda do meu apartamento quando ouvi sacolas caindo no corredor. Saí e lá estava ela, Aisha, lutando com três sacolas do supermercado que estavam rasgando.
— Precisa de ajuda? — perguntei, já me aproximando.
Ela olhou pra cima. Olhos castanhos penetrantes, nariz delicado, uma argolinha no nariz e uma tatuagem de cobra subindo pelo colo, aparecendo no decote da blusa branca.
— Por favor... tá pesado pra caralho — respondeu com aquela voz rouca, naturalmente sexy.
Carreguei as sacolas até o apartamento dela. Quando ela abriu a porta, um cheiro doce de baunilha e canela invadiu o ar. O lugar era pequeno, mas arrumado, com um sofá-cama grande na sala e iluminação quente.
Coloquei as sacolas no chão. Quando ela se abaixou pra pegar uma coisa que caiu, o shortinho subiu e revelou metade daquela bunda preta empinada, sem marca de calcinha. Meu pau deu um pulo imediato dentro da bermuda.
Ela percebeu. Virou devagar, com um sorrisinho safado no canto da boca.
— Obrigada, Lucas — disse, lendo o nome na minha camiseta da academia. — Quer uma água bem gelada? Tá um calor do caralho hoje.
Aceitei. Enquanto ela foi pra cozinha, sentei no sofá. Não resisti. Peguei um dos chinelos que ela tinha tirado ao entrar. Ainda estava quente. Levei até o nariz e inspirei fundo: cheiro de couro sintético misturado com o perfume natural do pé dela — leve suor doce, pele morna. Meu pau ficou completamente duro.
Ela voltou com dois copos e me pegou no flagra, cheirando o chinelo.
Em vez de se assustar, ela riu baixinho, colocou os copos na mesa e sentou na mesinha de centro bem na minha frente. Esticou as pernas e colocou os dois pés descalços direto no meu colo, plantando a sola quente bem em cima do meu pau latejando.
— Então você curte pés, é? — perguntou, roçando devagar a sola macia sobre o volume da minha bermuda. — Pode tocar... eu gosto quando olham pra mim assim.
Meu coração batia forte. Segurei o pé direito dela com as duas mãos. A pele era incrivelmente macia, quente, levemente úmida do dia. Passei os polegares pela sola, sentindo cada linha, o arco perfeito, o calcanhar macio. Ela soltou um gemidinho baixo.
— Mais forte... aperta bastante.
Fui massageando, apertando, subindo pros dedos. Coloquei o dedão grande na boca e chupei devagar, passando a língua em volta, sugando como se fosse uma boceta. Aisha gemeu mais alto, arqueando as costas.
— Porra... você sabe mesmo como chupar um pé. Continua, vai.
Chupei todos os dedos, um por um, lambi entre eles, passei a língua na sola inteira, suguei o calcanhar. Ela tirou a blusa branca devagar, revelando os seios médios, firmes, mamilos escuros e duros. A cobra tatuada descia entre eles, sexy pra caralho.
— Tira toda essa roupa. Quero ver esse pau que tá latejando pra mim.
Fiquei nu em segundos. Meu pau estava duro pra caralho, cabeça inchada, brilhando de pré-gozo. Aisha tirou o shortinho e a calcinha. A buceta dela era perfeita: lábios grossos, escuros, inchados de tesão, brilhando de melado. Um tufo pequeno de cabelo aparado acima do clitóris.
Ela se deitou no sofá-cama, abriu bem as pernas e colocou os pés novamente na minha cara.
— Começa lambendo meus pés enquanto olha pra minha buceta molhada. Quero que você veja como tá piscando pra você.
Obedeci como um cachorro no cio. Enquanto chupava os dedos rosa dela, olhava fixo praquela boceta carnuda. O cheiro era forte, almiscarado, delicioso. Desci beijando as pernas grossas até chegar lá.
Minha língua tocou os lábios grossos e ela soltou um gemido alto:
— Isso, porra! Lambe essa buceta toda. Enfia a língua bem fundo.
Devorei ela com fome. Lambia de baixo pra cima, sugava o clitóris inchado, enfiava a língua o máximo possível, chupava os lábios grossos. Ela segurava minha cabeça com força, rebolando na minha cara, molhando meu nariz, boca e queixo inteiro.
— Não para, caralho! Tô quase... ai vai, vai, vai!
Ela gozou forte, tremendo inteira, apertando minha cabeça entre as coxas grossas. Um jato quente de tesão escorreu na minha boca. Eu engoli tudo, lambendo até a última gota.
Mal ela parou de tremer e já virou de quatro no sofá, empinando aquela bunda enorme pra mim.
— Me fode agora. Quero sentir esse pau bem fundo nessa buceta.
Segurei a cintura larga dela e enfiei tudo de uma vez. A buceta era quente, molhada, apertada pra caralho. As paredes carnudas me apertavam como se não quisessem soltar. Comecei a meter com força, o barulho molhado de pele batendo ecoando no apartamento.
— Mais forte! Me rasga essa buceta! Bate nessa bunda!
Dei tapas fortes naquelas nádegas grandes, deixando marcas vermelhas na pele escura. Segurei o cabelo longo dela como rédea e meti como um animal. Ela rebolava contra mim, gemendo alto, falando safadeza sem parar.
— Isso, me usa... sou tua putinha hoje.
Virei ela de lado, levantei uma perna e continuei metendo fundo. Peguei o pé dela e chupei os dedos enquanto fodia. Aisha olhava pra trás com cara de vadia completa.
— Você é um tarado por pé mesmo, né? Adoro... chupa enquanto me fode.
Mudei pra conchinha, por trás, abraçando ela. Metia devagar agora, sentindo cada centímetro. Dedava o cuzinho apertado ao mesmo tempo. Ela gemia na minha boca quando a beijava.
— Quero gozar de novo... enfia o dedo no meu cu.
Enfiei o dedo devagar, depois dois. Ela rebolava desesperada. Gozou novamente, apertando meu pau e meus dedos ao mesmo tempo.
Eu ainda não tinha gozado. Ela virou, olhou pra mim com olhos pidões:
— Quero na boca primeiro.
Aisha se ajoelhou, segurou meu pau melado da buceta dela e engoliu até o fundo da garganta. Chupava com vontade, babando, lambendo as bolas, olhando nos meus olhos. Passava a língua na cabeça inchada, sugava forte.
— Goza na minha cara se quiser... mas eu quero tudo dentro depois.
Não aguentei mais. Puxei ela de volta pro sofá, coloquei de quatro e meti com tudo. Segurei aquela bunda com as duas mãos e fodi como se o mundo fosse acabar. Os gemidos viraram gritos.
— Goza dentro! Me enche essa buceta! Quero sentir você pulsando!
Senti o orgasmo subindo. Dei mais algumas estocadas profundas e explodi. Jatos grossos, quentes e longos enchendo a buceta dela até transbordar. Continuei metendo devagar, empurrando o sêmen bem fundo.
Quando saí, o creampie escorreu devagar pelos lábios grossos, pingando no sofá. Aisha passou os dedos, coletou bastante e lambeu devagar, olhando pra mim.
— Delicioso... seu gosto é bom.
Ficamos uns minutos recuperando o fôlego, suados, colados. Mas a noite estava longe de acabar.
Ela levantou, foi até o banheiro e voltou usando só os chinelos prateados nos pés. Nada mais.
— Quero cavalgar você agora... com os chinelos batendo nas suas coxas.
Sentei no sofá. Ela subiu no meu colo, segurou meu pau e desceu devagar, engolindo tudo. Começou a cavalgar gostoso, subindo e descendo, os chinelos batendo ritmadamente. Eu segurava a bunda dela, abrindo bem, vendo meu pau entrar e sair daquela buceta melada e cheia de porra.
— Olha pra baixo... vê como tá me arrombando — sussurrou safada.
A visão era insana. Peguei os pés dela, um em cada mão, chupando enquanto ela rebolava cada vez mais rápido. Os seios balançavam na minha cara. Eu mordia os mamilos, chupava forte.
Ela gozou de novo cavalgando, tremendo inteira. Depois saiu de cima, sentou no sofá, levantou os dois pés e começou a me masturbar com as solas macias e quentes. O contato foi demais.
— Goza nos meus pés, Lucas. Quero ver.
Gozei forte. Jatos grossos acertando os dedos rosa, a sola, escorrendo pelos chinelos prateados. Ela esfregou os pés um no outro, espalhando meu gozo, depois chupou os próprios dedos olhando pra mim.
A terceira rodada foi no chão. Ela de quatro no tapete, eu atrás. Molhei bem o pau e comecei a enfiar no cuzinho apertado.
— Vai devagar... isso... ai porra, tá entrando... mais fundo agora.
Depois que acostumou, meti com força. Fodia a bunda dela com vontade, dando tapas, puxando o cabelo. Ela gemia como uma puta:
— Me arromba o cu! Goza dentro também!
Explodi novamente dentro do cuzinho, enchendo ela de porra.
Quarta rodada no chuveiro. Água quente caindo. Ela encostada na parede, eu por trás alternando buceta e cu. Fodi os dois buracos até gozar nas costas e na bunda dela.
Depois voltamos pro sofá-cama. Ela deitada de bruços, eu massageando os pés dela por quase uma hora com óleo que ela tinha. Lambia, chupava, mordia. Depois fodi ela de novo de conchinha, devagar, beijando o pescoço, sussurrando safadezas no ouvido dela.
— Você agora é meu escravo de pé, sabia? — ela disse rindo.
— Sou sim... pode mandar o que quiser.
Passamos a madrugada toda transando. Em todas as posições possíveis. Eu lambendo cada pedacinho dela, especialmente os pés e a buceta. Ela me fazendo cheirar os chinelos enquanto eu metia. Gozamos incontáveis vezes.
Quando o sol começou a entrar pela janela, ela estava de bruços, bunda empinada pra cima, gozo escorrendo do cu e da buceta. Os pés pra cima, unhas rosa brilhando, chinelos jogados ao lado da cama.
Eu tirei uma foto mental daquela cena perfeita.
Antes de eu sair, ela me puxou pra um beijo molhado e longo.
— Volta hoje à noite. Quero que passe o final de semana inteiro aqui. Quero seus lábios nos meus pés o dia todo antes de você me foder de novo... e de novo... e de novo.
Saí do apartamento dela com o corpo dolorido, o cheiro dela impregnado na pele, o pau latejando e a cabeça completamente dominada.
Desde aquele dia, toda vez que vejo um chinelo prateado na rua, meu pau reage na hora.
Aisha se tornou minha maior obsessão.
E eu, o escravo devoto dos pés dela.
**Fim.**