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O amigo endividado resolve se vingar da esposa recatada. Cap 1

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Um conto erótico de Carlos e Gleice
Categoria: Heterossexual
Contém 2188 palavras
Data: 22/06/2026 08:43:09

A história começa com Carlos, um homem de 43 anos, morador da cidade de Praia Grande, no litoral sul de São Paulo. Filho de uma família influente na região, possuía bens consideráveis e era um homem devoto, frequentador assíduo da igreja. Sempre buscou viver de forma íntegra e honesta, tentando transmitir esses mesmos valores ao seu filho Samuel, de 19 anos. Era casado com Gleice, de 36 anos, uma mulher que se tornara mãe muito jovem. Abandonada pelo namorado ao descobrir a gravidez, Gleice encontrou abrigo e amor na igreja, onde conheceu Carlos Eduardo, seu atual esposo.

Carlos a aceitou sem hesitação, mesmo sabendo que não poderia ter filhos biológicos. Além do respeito e da compaixão, ele verdadeiramente amava Gleice, filha de uma mãe viúva que também era assídua na congregação. O relacionamento do casal sempre foi marcado por cumplicidade, lealdade e um amor profundo e sereno.

Samuel carregava consigo todos os valores que aprendera com o padrasto, a quem orgulhosamente chamava de pai, mesmo conhecendo sua origem verdadeira. Apesar da dinâmica familiar ser sólida e harmoniosa, a vida íntima do casal tinha seus altos e baixos. Talvez pela rigidez da religião ou pela diferença de idade, Carlos Eduardo apresentava oscilações em momentos sexuais, nem sempre procurando Gleice para momentos de intimidade. No entanto, os dois estavam animados, pois uma nova fase se aproximava.

Samuel havia passado no vestibular e iria cursar faculdade na USP. Para evitar a longa viagem diária, ficou decidido que ele moraria sozinho em uma casa que Carlos possuía em São Paulo, bem próxima da universidade.

No dia da mudança, Gleice e Carlos estavam cheios de emoção pela nova vida que o filho iniciava. Enquanto carregavam as malas na rodoviária, Gleice se aproximou de Samuel, deu-lhe um beijo carinhoso na bochecha e, com um sorriso marejado e os olhos úmidos, disse:

— Meu bebê está tão crescido! Que orgulho... Vai finalmente morar sozinho... Ai, Carlos, eu confesso que estou com medo...

— Que isso, amor — respondeu Carlos com calma e afeto. — Nosso filho já é homem. Acho que ele merece a oportunidade de nos mostrar que pode vencer o mundo lá fora. E não se esqueça: ele nunca estará sozinho. Sempre podemos visitá-lo, além disso, ele está sempre com Deus, não é, filho?

Samuel, com um olhar carregado de despedida e nostalgia por deixar para trás toda uma vida, olhou para o pai e respondeu:

— Sim, meu pai. A única coisa que vou ficar triste é em abandonar temporariamente a congregação. Mas vou procurar em São Paulo um lugar para me firmar, sempre com Deus ao meu lado.

A despedida se estendeu por mais alguns minutos, cheia de abraços e recomendações, até que Samuel finalmente entrou no ônibus rumo a São Paulo. Os pais permaneceram ali, na rodoviária de Praia Grande, agora apenas na companhia um do outro.

De volta à casa vazia, o casal via finalmente a chance de se aproximar de verdade e aproveitar o melhor que a vida a dois podia oferecer. Era ali, longe dos olhares e da rotina familiar, que o jeito recatado de Gleice dava lugar a uma mulher altamente fogosa e entregue.

Os dois estavam no banheiro, tomando banho juntos. A água quente caía suavemente sobre seus corpos, escorrendo pelos cabelos e pele. Gleice tinha o pau de Carlos na mão, masturbando-o lentamente, os dedos delicados envolvendo aquele caralho grosso e quente. Carlos, por sua vez, beijava a boca da esposa com intensidade, sugando seus lábios com desejo enquanto sua mão grande apertava com firmeza uma das nádegas fartas e macias de Gleice.

Embora fosse acostumada a roupas mais recatadas por causa da religião, Gleice possuía um corpo delicioso: seios médios, firmes e sensíveis, uma cintura fina e uma bunda grande, redonda e suculenta que contrastava com sua silhueta magra. Frequentadora assídua da academia, mantinha o corpo tonificado e vaidoso. Carlos, por sua vez, tinha um corpo mediano, não era um atleta, mas se cuidava e acompanhava a esposa nas idas à academia de vez em quando.

Gleice então se abaixou depois de saborear bem os lábios do marido. Com o rosto bem próximo ao pau dele, puxou-o para frente e abocanhou o caralho grosso de Carlos, começando a sugá-lo lentamente. Sentiu o cacete pesado e quente afundar em sua boca quente e úmida enquanto Carlos abraçava sua cabeça com as duas mãos, movimentando o quadril com desejo.

— Que Deus me perdoe… mas que boca gostosa essa da minha esposa — gemeu ele, deixando a voz rouca escapar cheia de prazer. — Já faz tempo que não sinto assim… e parece que ela só melhora com o tempo.

Gleice, ao ouvir aquilo, deu um tapa firme na bunda de Carlos, cravando as unhas nas coxas dele e segurando suas pernas com força enquanto tinha a cabeça sendo manobrada contra o pau latejante do marido. Ela continuava chupando com vontade, movendo-se de forma deliciosa, sentindo o caralho pulsar contra sua língua. Aproveitava para enroscar a ponta da língua na cabeça inchada, lambendo e sugando com fome.

Depois de deixar o pau dele completamente melado com sua baba quente, Gleice se levantou. Carlos não perdeu tempo: virou-a contra a parede da box, pressionou o caralho entre as nádegas fartas dela e esfregou a cabecinha inchada bem no meio da bunda suculenta. Logo em seguida, empurrou o pau inteiro para dentro da buceta molhada, segurando firme a cintura dela com uma das mãos e colando o corpo ao dela enquanto a água quente do chuveiro caía sobre os dois.

— Que saudades de sentir assim minha mulher… — rosnou ele no ouvido dela. — Parece que a saída do nosso filho está me dando muito tesão!

Carlos começou a meter com ritmo, movimentando o caralho grosso para dentro e para fora da buceta apertada de Gleice. Seu corpo se grudava completamente ao dela, deixando as mãos a abraçando por trás, apertando seus seios enquanto a água morna escorria pelos corpos molhados. A cada estocada, a buceta dela se enchia de mel, ficando cada vez mais quente e escorregadia.

O pau dele era completamente abraçado pelas paredes macias e molhadas da buceta de Gleice. Ela jogava a bunda farta para trás, rebolando contra ele, e os dois se entregavam àquele sexo delicioso. Os gemidos ecoavam pelo banheiro, misturando-se ao barulho da água.

Ele continuou abraçado a ela, metendo gostoso, com as bolas batendo ritmadamente contra a bunda macia. De repente, Gleice fez um movimento rápido, soltando o pau dele da buceta. Virou-se de frente, abriu uma das pernas e a abraçou na cintura dele. Carlos não hesitou, e assim manobrou o pau novamente e enfiou-o fundo na buceta da esposa.

Os dois continuaram fodendo com tesão ali, até que o prazer tomou conta do corpo de Carlos. A saudade e o desejo falaram mais alto. Sentindo que estava perto de gozar, ele avançou em um beijo apaixonado e molhado, as bocas se devorando enquanto os quadris se chocavam com força.

Carlos acabou gozando dentro da esposa, sentindo o pau pulsando forte, jorrando jatos quentes de sua porra volumosa bem no fundo dela. Seus movimentos ficaram mais lentos e profundos enquanto o corpo quente e molhado não só pela água do chuveiro, mas também pelo sexo intenso, permanecia abraçado ao dela.

A vida sexual do casal parecia ter finalmente entrado nos eixos agora que estavam sozinhos e cheios de saudade. Porém, algumas situações estavam prestes a mudar tudo. E tudo começou alguns dias depois, quando Carlos voltou de uma das pousadas das quais era dono para um jantar preparado pela própria Gleice, que havia dispensado a empregada naquele dia.

Enquanto Gleice servia a mesa, em um jantar romântico a dois com velas iluminando o ambiente da sala de jantar e uma música lenta tocando ao fundo, a campainha da porta tocou.

Gleice se levantou para abrir, mas Carlos pediu que ela esperasse, pois ele mesmo iria atender. Assim que abriu a porta, deparou-se com um grande amigo dele e da família.

— Fala, Carlos! Tudo bem? Posso entrar? — perguntou o homem.

— E aí, Marcinho. Bom, estávamos para jantar agora — respondeu Carlos.

Márcio, do outro lado da porta, comentou:

— Poxa vida, então parece que vim em uma hora errada.

— Está com algum problema?

— Estou sim, e só você pode me ajudar, meu amigo.

Carlos convidou Márcio para entrar e os dois foram até a sala de estar. Carlos olhou para Gleice e pediu que ela fizesse um cafezinho para os dois enquanto eles se sentavam para conversar. Márcio começou falando sobre amenidades, até que o assunto principal finalmente surgiu:

— Meu amigo, eu sei que você já me emprestou dinheiro antes e eu ainda não paguei, mas eu juro que vou pagar… Mas eu realmente estou necessitado dessa grana, cara. A minha mãe… ela tá doente. Tem alguns exames para fazer, mas pelo SUS vai demorar muito tempo. Então eu queria sua ajuda para pagar os exames dela, pelo menos para saber exatamente o que ela tem. Você sabe que eu só tenho ela como família…

— Sei como é, a sua mãe é muito boa e já me ajudou muito quando eu precisei. De quanto você precisa? — respondeu Carlos, já pegando o celular para fazer a transferência.

Gleice chegou nesse momento com duas xícaras cheias de café, ouviu parte da conversa e colocou as xícaras na mesinha. Indignada, resolveu interferir:

— Carlos Eduardo, você está louco? Vai emprestar dinheiro para esse imprestável de novo? Não está vendo que ele está mentindo para você?

— Meu amor, é a mãe dele que está com problema! Eu não posso deixá-la desamparada…

Super desconfiada e principalmente indignada pelo fato de o amigo do marido sempre procurá-lo para pedir dinheiro, Gleice cruzou os braços e retrucou:

— Você é muito ingênuo, meu amor. Acha mesmo que a mãe desse cara está doente? Ele deve estar querendo dinheiro fácil de novo. Nunca paga, é um inútil!

Cheio de mágoa pelas palavras da esposa de Carlos, Márcio se levantou e olhou diretamente para ela, com uma expressão de incredulidade:

— Quem você pensa que é para falar que eu estou mentindo sobre a minha mãe? Ela está doente sim! Eu não recorreria ao meu amigo se não fosse urgente!

— Eu sou a esposa do Carlos e sei muito bem que você está mentindo para nós. Mas se não for mentira, então nos traga um laudo de que sua mãe está doente. Diga qual hospital você vai levá-la e nós pagamos tudo. Mas não vamos dar dinheiro direto para você.

Completamente ofendido, Márcio olhou diretamente para Gleice com raiva e disse:

— Quer saber, meu amigo? Parece que foi um erro ter vindo aqui. A sua esposa realmente é uma mulher sem coração. Eu vou ver se o banco me empresta esse valor. Serei menos humilhado do que fui aqui.

Ele seguiu até a porta junto com Gleice, que a abriu para ele sair. Assim que cruzou o batente, Márcio puxou a maçaneta com fúria e bateu a porta com força.

Carlos olhou para Gleice espantado, tanto pela atitude do amigo quanto por toda a repercussão daquele assunto. Então disse:

— Meu amor, será que precisava disso tudo?

— Carlos, larga de ser ingênuo! — respondeu Gleice. — Tá na cara que ele tava querendo dinheiro fácil, não tem mãe internada coisa nenhuma. Você viu a reação dele quando cobramos os exames? Se ele realmente estiver com a mãe doente, vai nos trazer os laudos. Mas você vai ver que ele não vai.

— Será mesmo? — Carlos respondeu. Gleice o respondeu na hora:

— Você vai ver. Minha nossa, eu odeio homens assim, sem responsabilidade, sem arcar com aquilo que lhes é confiado. Odeio pessoas assim!

Os dois acabaram jantando, mas sem o mesmo clima romântico de antes da visita de Márcio. Gleice estava tensa pela visita, e Carlos estava sem graça com a situação. Mas eles acabaram entrando em um acordo de que realmente Márcio estava a tentar se aproveitar da boa vontade de Carlos.

Por outro lado, Márcio estava cheio de raiva por tudo o que havia acontecido e se sentiu completamente humilhado pela forma como foi escorraçado da casa. Nunca lhe aconteceu algo assim, e jurou que na primeira oportunidade, faria o mesmo com Gleice.

O casal teve uma noite de descanso normal. No dia seguinte, Carlos se despediu da esposa, precisando viajar para Peruíbe, onde cuidava de uma das pousadas da família. Gleice ficou na casa, cuidando das plantas e dos afazeres domésticos.

Naquele dia, Gleice se despediu da empregada e foi até a floricultura comprar uma muda para plantar em um vaso que Carlos havia lhe dado de presente.

Do outro lado da cidade, perto de uma loja de conveniência, o carro de Márcio estava estacionado. Ele segurava o celular na mão, escutando um jogo de futebol enquanto apostava alto em uma casa de apostas. Quando o jogo terminou, o resultado foi totalmente diferente do que ele havia apostado. Perdeu praticamente R$ 1.000 tentando recuperar tudo em uma odd alta.

— Vai tomar no cu, porra! — exclamou Márcio, cheio de raiva, dando um soco no volante.

O homem, que era completamente azarado nas apostas, teria sua maré de azar sofrendo uma brutal mudança, culminando em um jogo no qual ele não estava disposto a perder.

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Comentários

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Ansioso pelo próximo capítulo cara seus contos são bons conheci você pelo conto as duas faces do meu marido

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Mano esse picareta deve aprontar alguma coisa com a esposa do mano

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A história promete ser bem interessante,ainda mais que o Márcio vai fazer de tudo pra se vingar da Gleice

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Aí sim meu amigo!!!

Esse promete e muito!!!

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Ramsés Leão lobo rei das fofocas , pode começar com suas teorias e chama o In Sensatez rs

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Oi Clododa!! Tudo bem contigo!!

Amigo, vamos nos divertir muitooo aqui nesse novo conto do Mago, e vc vai se divertir junto conosco!!

Abraços meu querido amigo!!!

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Clôdoda kkkkkkk

Vc é fogo viu LL

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Mano LL o mago kayrosk é foda demais .

Vc quase infartou com um comentário da Nanda , eu iria morrer do coracao se um dia o Mago Kayrosk me respondesse

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3 dias seguidos irmão!!! Hj teve de novo um Oi dela!!! hahaha

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Ótimo inicio, muito bom ver mais uma saga do Kayrosk nascendo hahahahah

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Ja começou bem o conto , se tratando do mago Kayrosk seu que vai ser um conto cheio de surpresas e suspense

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