Como aqui não posso colocar FOTOS, deixo linksss nos COMENTÁRIOS, ok? Eu me chamo Vera, tenho 64 anos e sou casada há 42 anos com o meu corno manso, o seu Antônio, de 76 anos. Ele não me fode mais há mais de 25 anos. O pau dele parou de endurecer direito e, quando endurecia, era uma tristeza só. Hoje ele vive sentado na sala assistindo TV, tomando remédio pra pressão e me vendo sair e chegar com cara de quem foi bem comida. Ele sabe de tudo. Aceita. Às vezes até bate uma punhetinha escondido quando eu conto os detalhes. Mas o meu fogo... ai meu Deus, o meu fogo só aumentou com a idade. Principalmente pra dar o cu. Meu cuzinho de 64 anos é frouxo, experiente, adora levar pau grosso e ainda solta peidos quentes e longos quando estou bem arrombada. Eu uso o Telegram todo dia pra caçar macho novo. Ontem foi um dos melhores dias da minha vida.
Ontem à tarde eu combinei com o Júnior, um macho de 38 anos, forte, pau grosso e sem vergonha nenhuma. Ele chegou em casa quando o corno estava no bar com os amigos. Eu estava de vestido azul curto, sem calcinha, peitos quase saindo, chinelinho vermelho de salto. Assim que ele entrou, já puxei ele pro quarto.
"Hoje eu quero tudo, meu filho. Meu cu tá louco pra levar porrada", eu disse, já tirando a roupa dele.
Júnior me jogou na cama, abriu minhas pernas e enfiou a cara na minha buceta. Eu já estava molhada, melada de tesão. Ele chupou com força, enfiando a língua fundo enquanto eu gemia alto: "Ai que delícia... chupa essa buceta de velha safada!" Ele lambeu meu cu também, sentindo o gosto de quem já deu muito. Depois virou meu corpo, me colocou de quatro e enfiou o pau grosso na minha buceta. Eu gritei de prazer: "Aaaahhh porra... rasga essa buceta!"
Ele meteu forte, batendo as bolas no meu clitóris. Eu empinava a bunda, rebolando, sentindo cada veia do pau dele. Quando ele tirou e encostou na entrada do meu cu, eu já sabia o que vinha. "Enfia tudo, vai... arromba meu cu frouxo!" Ele empurrou e entrou inteiro. Meu cu soltou um peido longo e quente quando ele meteu fundo. "Prrrrrrrrrr... ai que gostoso", eu gemi. Ele riu e começou a socar. Cada estocada fazia meu corpo tremer, meus peitos grandes balançando, meu cu fazendo barulhos molhados e soltando mais peidos. "Prrrt... prrrrrt... ai meu Deus, tá saindo tudo!"
Ele meteu sem parar, me virando em várias posições: de lado, comigo por cima cavalgando de costas, ele segurando meus peitos e eu quicando no pau dele enquanto peidava. Depois me colocou de missionário com as pernas bem abertas, meu cu todo arrombado, marrom de tanto usar, brilhando. Ele tirou o pau e enfiou na minha boca. Eu chupei tudo, sentindo meu próprio gosto, gemendo como uma puta: "Hmmmm... pau com gosto de cu de velha..."
Foi aí que a coisa ficou ainda mais safada. Ele começou a se sujar junto comigo. Meu cu soltava mais que só peido. Ele enfiou fundo, mexeu, e quando tirou, o pau estava todo sujo. Ele esfregou na minha bunda, na minha buceta, nos meus peitos. Eu adorei. Peguei o pau sujo e chupei, lambendo tudo. "Isso, lambuzar essa coroa toda..." Ele me fodeu mais, sujando a cama, meu corpo, meu rosto. Eu gozei gritando, tremendo inteira, cu piscando e soltando mais. Ele gozou dentro do meu cu, enchendo de porra quente misturada.
Ficamos ali, sujos, suados, eu beijando ele com gosto de tudo. O corno chegou mais tarde e só ficou olhando o estrago na cama, pauzinho duro na mão.
Mas não foi só ontem. Eu vivo assim desde que descobri o Telegram.
O vizinho de 20 anos...
O Kauã, filho da vizinha, 20 anos, corpo definido. Um dia ele veio pedir açúcar. Eu estava de robe curto. Deixei cair "sem querer". Ele viu meus peitos e minha buceta. No outro dia ele voltou. Eu chupei ele na cozinha, de joelhos, enquanto o corno dormia na sala. Depois levei ele pro quintal, me agachei de quatro no muro e dei o cu pra ele. "Enfia no cu da tia, vai... bem fundo!" Ele era novinho, gozou rápido, mas voltou muitas vezes. Eu ensinava ele a comer cu direito, a segurar pra eu gozar primeiro. Muitas vezes ele saía com o pau sujo e eu lambia tudo.
O vizinho casado maduro...
Seu Roberto, 52 anos, casado, bem casado. A mulher viaja muito. Ele vem aqui quase toda semana. A gente fode na garagem, no sofá, no banheiro. Ele adora quando eu sento no colo dele de costas e rebolo, peidando no pau dele. "Prrrrrr... tá sentindo o cheiro da minha bunda, Roberto?" Ele geme, aperta meus peitos e mete mais fundo. Já gozamos várias vezes com ele lambendo meu cu sujo depois.
Entregador de água...
O negão forte que entrega galão. Uma vez eu pedi pra ele trazer dentro de casa. Fechei a porta e já botei a mão no pau dele. "Quero pagar de outro jeito hoje." Chupei ele em pé na sala, depois ele me fodeu contra a parede, meu cu levando porrada forte. Ele tinha pau enorme. Eu gritei tanto que quase o corno acordou. Saiu me deixando arrombada, andando torto, gozo escorrendo.
Entregador de pizza...
O menino de 25 anos. Trouxe a pizza, eu paguei e chamei ele pra "provar a sobremesa". Na cozinha mesmo, levantei o vestido e sentei na cara dele. Ele lambeu minha buceta e meu cu enquanto eu comia uma fatia. Depois ele me fodeu por trás, segurando meus quadris, metendo no cu enquanto eu gemia com a boca cheia de pizza. Peidos, porra, gemidos... a cozinha ficou cheirando a sexo.
O encanador...
Veio consertar a pia. Eu estava de camisola transparente. Ele viu, ficou tímido. Eu sentei na bancada da cozinha, abri as pernas e falei: "Conserta primeiro isso aqui." Ele comeu minha buceta, depois meu cu em cima da pia. Pau grosso, meteu fundo, eu gritando "Ai que delícia, arromba o cu da velha!" Terminou gozando na minha boca.
O eletricista...
Jovem, bonito. Veio trocar uma lâmpada. Eu já estava molhada. Levei ele pro quarto, tranquei a porta. Fiz 69 com ele, depois sentei no pau dele, cavalgando, rebolando, peidando. Mudei pra anal de quatro, ele puxando meu cabelo, metendo forte. Gozei tanto que molhei o lençol.
Eu vivo pra isso. Meu corpo de 64 anos tem mais fogo que aos 30. Minha bunda é grande, flácida do jeito que os machos gostam, meu cu é experiente, adora levar e soltar. O corno sabe, aceita e até curte. Eu conto tudo pra ele depois, enquanto ele limpa minha buceta e meu cu com a língua.
Ontem com o Júnior foi especial. Aquela cena de ele me comendo sujo, meu cu soltando tudo, a gente lambuzado... eu ainda sinto o cheiro e o gosto. Meu Telegram vive cheio de machos novos querendo experimentar uma coroa sem limite. E eu atendo todos. Quanto mais safado, melhor.
Se você curte coroa safada, corno manso, cu arrombado, peidos, sujeira, gemidos altos e putaria sem limites, sabe que tem muito mais onde essa história saiu. Mulheres como eu não param. Quanto mais idade, mais fome.
Eu continuo caçando, continuo dando, continuo gemendo e gritando de prazer. Aos 64 anos, finalmente vivendo o que sempre quis.