O lugar era uma daquelas saunas privadas discretas, com corredores em penumbra, música eletrônica baixa pulsando ao fundo e uma sensação constante de expectativa no ar. As portas dos quartos ficavam entreabertas de propósito. Entrei em um deles e parei por um segundo ao ver o cara na cama.
Moreno alto, ombros largos, corpo bem trabalhado, deitado de costas com uma postura relaxada, quase preguiçosa. As pernas ligeiramente abertas, o pau já semi-duro repousando pesado sobre a coxa. Tinha um ar confiante, daqueles que sabem que são gostosos.
Não pedi licença. Aproximei-me e passei a mão devagar pela parte interna da coxa dele. Ele abriu mais as pernas em resposta, com um leve sorriso no canto da boca. O pau reagiu quase imediatamente.
Abaixei a cabeça e fui direto. Primeiro lambi toda a extensão, sentindo o gosto salgado da pele. Depois abri a boca e engoli a cabeça grossa, descendo devagar. No início ele ainda estava meio mole, mas conforme eu chupava, senti o pau mudar dentro da minha boca — inchando, engrossando, ficando cada vez mais rígido contra a minha língua. Os 18 centímetros foram se esticando, as veias saltando uma a uma, a cabeça alargando e pressionando o céu da minha boca. Em menos de um minuto ele estava completamente duro, latejando forte, uma rola grossa e quente que enchia minha boca por inteiro.
— Caralho... que boca gostosa — murmurou ele, a voz rouca.
Aumentei o ritmo. Descia até onde conseguia, sentindo a cabeça grossa bater no fundo da garganta. Ele começou a segurar meu cabelo com as duas mãos, empurrando o quadril para cima, fodendo minha boca com vontade. O pau entrava e saía molhado, babado, fazendo barulhos obscenos. Eu respirava pelo nariz, mas ele metia fundo demais. Em uma das estocadas mais fortes, a cabeça inchada invadiu minha garganta. Engasguei forte, os olhos lacrimejando imediatamente. Tentei recuar, mas ele segurou firme, mantendo o pau enterrado.
Lágrimas escorreram pelo meu rosto enquanto eu engasgava, o peito apertando, saliva escorrendo pelos cantos da boca. O pau dele pulsava dentro da minha garganta, obstruindo o ar. Ele gemeu alto, claramente excitado com a visão.
— Isso... engole tudo... porra, tá chorando e ainda mama gostoso...
Ele me segurou ali mais alguns segundos antes de me deixar respirar. Eu puxei o ar tossindo, baba e lágrimas escorrendo, mas não parei. Voltei a chupar com mais fome, descendo fundo de novo, sentindo a rola grossa esticar minha garganta. Ele fodia minha boca com estocadas ritmadas e profundas, o abdômen tensionando, os gemidos ficando mais graves.
Não demorou muito para ele chegar ao limite. O pau inchou ainda mais dentro da minha boca, as veias pulsando forte. Ele travou o corpo inteiro, segurando minha cabeça com força contra sua virilha.
— Tô gozando... caralho!
Os primeiros jatos foram violentos. Um jato grosso e quente explodiu direto na minha garganta, me fazendo engasgar novamente. Tentei engolir, mas veio outro, ainda mais forte, enchendo minha boca de porra cremosa e salgada. Lágrimas escorriam sem parar enquanto eu engolia desesperadamente, sentindo o sêmen denso descer pelo esôfago. Ele gozou muito — jatos longos, potentes, um atrás do outro, inundando minha boca até transbordar pelos cantos. Eu tossia, chorava, mas continuava sugando, extraindo até a última gota, o pau sensível pulsando contra a minha língua.
Ele desabou no colchão, respirando pesado, o corpo tremendo. O pau ainda estava duro, brilhando de saliva e restos de porra, sensível demais. Eu deveria ter dado um tempo. Mas não dei.
Voltei a boca imediatamente para a cabeça inchada, lambendo a uretra sensível e chupando com insistência ritmada, criando um vácuo forte. O pau deu um tranco violento com a hipersensibilidade pós-gozo.
— Ei... para um pouco... tá muito sensível, caralho... — ele pediu, voz fraca, quase rindo de nervoso.
Ignorei completamente. Continuei mamando, apertando os lábios ao redor da glande, sugando sem piedade. O corpo dele começou a reagir de forma diferente: a barriga tensionou, os músculos do abdômen marcando visivelmente. O pau permanecia duro na marra, latejando confuso.
— Cara... sério... para... vai dar merda... — balbuciou ele, desesperado.
Chupei ainda mais forte. Foi o suficiente.
Um jato fino, quente e concentrado de mijo escapou direto na minha língua. Eu não hesitei. Apertei os lábios com força ao redor da cabeça, lacrando tudo, e engoli aquele primeiro filete salgado e morno sem pestanejar. O cara percebeu o movimento da minha garganta. O choque dele foi imediato — os olhos se arregalaram, o corpo relaxou completamente na cama.
— Porra... você vai mesmo beber...
As mãos dele cravaram no meu cabelo, me prendendo contra a virilha. A represa abriu de vez.
Os jatos vieram fortes, pesados, fervendo. Urina amarelo-escura, quente, enchendo minha boca em pancadas ritmadas. Eu engolia freneticamente, sentindo o líquido denso descer queimando pela garganta e se acumulando pesado no estômago. Jato atrás de jato, sem parar. O cheiro forte tomou conta do quarto. Ele gemia alto, o quadril tremendo a cada contração, a barriga endurecendo visivelmente.
Eu me sentia completamente entregue — privada viva dele, bebendo tudo com fome, o peso quente do mijo enchendo minha barriga enquanto meu próprio pau babava sem parar.
Ele mijou por um tempo que pareceu eterno, até virar um fio lento que suguei com calma, limpando tudo.
Quando terminou, ele estava mole, atordoado, olhando para o teto.
— Caralho... nunca tinha feito isso... e você bebeu tudo.
Sorri, passando a mão na barriga inchada.
— E quero mais.
