Fazia mais de dois anos que o fogo no meu casamento com Roberto tinha se apagado. Ele chegava do trabalho exausto, jantava, assistia TV e dormia. Sexo era raro, mecânico e sem graça. Eu, aos 41 anos, ainda me sentia uma mulher viva, com desejo queimando por baixo da pele. E foi justamente em casa que encontrei o que me consumia.
Julia, minha enteada de 22 anos, tinha se transformado em uma jovem linda. Pele clara, cabelos castanhos longos, corpo curvilíneo, seios firmes e uma bunda redonda que chamava atenção mesmo de legging. Ela namorava o Pedro há alguns meses. Um rapaz bonito, alto, atlético. Quase todo fim de semana ele dormia lá em casa. Roberto nunca desconfiava de nada — dormia como pedra no nosso quarto no andar de baixo.
Eu ouvia tudo do corredor do segundo andar. Os gemidos abafados de Julia, o som molhado dos corpos se chocando, a voz rouca dela pedindo “mais fundo”. Aquilo me deixava molhada, latejando. Uma noite, depois de me tocar sozinha sem conseguir gozar, tomei coragem.
Eram quase onze horas. Bati baixinho na porta do quarto dela. Julia abriu uma fresta, só de calcinha preta, cabelo bagunçado e pele brilhando de suor.
— Madrasta? — sussurrou, surpresa.
— Julia… eu sei o que vocês fazem aqui. Eu escuto todas as noites. — Minha voz saiu baixa, quase tremendo. — Seu pai não me toca há meses. Eu só… queria assistir. Fico escondida, prometo. Não vou interferir em nada. Só preciso ver.
Ela me encarou longamente. Vi choque, vergonha e, depois, um brilho diferente nos olhos dela. Curiosidade. Excitação.
— Você tá falando sério? — murmurou.
— Muito sério. Por favor, Julia.
Ela mordeu o lábio, olhou para trás onde Pedro esperava na cama, e respirou fundo.
— Tá bom… mas fica quieta. E escondida.
Deixei a porta entreaberta. Me escondi no corredor escuro, encostada na parede. Pedro estava nu, pau duro na mão. Julia tirou a calcinha devagar, revelando a boceta depilada e brilhando. Subiu na cama e o beijou com vontade, rebolando por cima dele.
Eu mal conseguia respirar. Observei ela chupar o pau dele com gosto, os seios balançando, depois se posicionar e sentar devagar, engolindo ele inteiro enquanto gemia baixinho. Meu corpo inteiro queimava. Minha mão desceu sozinha para dentro do short, tocando minha boceta encharcada.
Não aguentei por muito tempo.
Quando Julia estava cavalgando mais rápido, os seios pulando, eu empurrei a porta e entrei. Pedro abriu os olhos de repente.
— Que caralho?!
Julia parou de rebolar, mas não saiu de cima dele. Olhou para mim, ofegante, rosto vermelho de tesão.
— Ela… pediu pra assistir — explicou baixinho, sem raiva na voz. Pelo contrário, parecia ainda mais excitada.
Eu me aproximei da cama, tirando a blusa. Meus seios pesados saltaram livres.
— Não vou tocar nele, Julia. Só em você. Por favor… me deixa participar um pouco.
Pedro ficou em silêncio, chocado, o pau ainda enterrado na enteada. Depois soltou uma risada nervosa, excitada.
— Porra… isso é loucura. Mas… se ela quiser…
Julia hesitou só um segundo. Então voltou a rebolar devagar, olhando nos meus olhos. Eu subi na cama ao lado deles. Segurei um seio dela, apertando com firmeza, sentindo o mamilo duro contra minha palma. Ela gemeu alto. Beijei seu pescoço, desci a boca até seu seio e chupei com fome enquanto ela cavalgava o namorado.
Minha mão deslizou pela barriga dela até o clitóris inchado. Comecei a massagear em círculos enquanto Pedro metia por baixo. Julia tremia inteira, gemendo mais alto.
— Isso tá tão gostoso… — ela sussurrou, voz rouca.
Eu me posicionei melhor e a beijei na boca. Um beijo molhado, urgente. Enquanto nos beijávamos, desci a mão e senti onde os dois estavam unidos — o pau dele entrando e saindo dela. Toquei os dois ali, excitada demais.
Julia gozou primeiro. O corpo dela se contraiu violentamente, apertando o pau de Pedro, e um gemido longo escapou contra minha boca. Pedro grunhiu e gozou logo depois, segurando os quadris dela com força.
Eu me afastei um pouco, tirei o short e comecei a me masturbar olhando para ela. Julia, ainda ofegante, esticou a mão e me ajudou. Seus dedos delicados me tocaram com curiosidade e desejo. Gozei forte olhando nos olhos dela, tremendo inteira.
Depois ficamos os três em silêncio, respirando pesado. Pedro balançou a cabeça, ainda dentro dela.
— Caralho… nunca imaginei isso na vida. Foi insano.
Julia me olhou, um sorriso tímido e safado no rosto, suor escorrendo entre os seios.
— Da próxima vez… não precisa pedir pra entrar.