Era uma tarde quente e abafada de verão. A casa grande estava silenciosa, e Maria, a jovem empregada de apenas 23 anos, limpava a cozinha com capricho. Morena clara, corpo bem torneado, cabelos pretos longos presos em um rabo de cavalo, seios firmes e uma bunda grande, redonda e empinada que balançava provocante dentro do uniforme justo. Fazia só dois meses que trabalhava ali, e Roberto, o patrão de 45 anos, forte e autoritário, não tirava os olhos dela.
Ele a observava escondido. O pau já latejava. Sem aguentar mais, entrou silenciosamente, agarrou os cabelos dela com força e prensou o corpo jovem contra o balcão.
— Patrão! Não! O que o senhor está fazendo?! Me solta! — gritou Maria, assustada, tentando se virar e empurrá-lo com as mãos.
— Fica quieta, sua novinha gostosa — rosnou ele, segurando os pulsos dela com uma mão só e prendendo-os nas costas.
Maria se debatia com força, mexendo o corpo, tentando escapar.
— Não! Por favor! Eu sou casada... me deixa! Vou gritar!
Roberto riu baixo e levantou a saia do uniforme até a cintura, rasgando a calcinha branca simples com um puxão. A bocetinha depilada e o cuzinho pequeno, rosado e virgem ficaram expostos. Maria chorava e chutava para trás, tentando acertá-lo.
— Para! Eu não quero! Socorro!
Ele abriu a geladeira, pegou o pote de margarina e enfiou os dedos na gordura macia. Maria sentiu os dedos frios e lubrificados pressionando seu anus e se contorceu desesperada.
— NÃO ALI! Por favor, patrão... eu nunca fiz isso! Vai doer muito! Me solta, eu imploro!
Roberto ignorou os pedidos. Espalhou a margarina generosamente e enfiou um dedo grosso à força. Maria soltou um grito agudo, o corpo inteiro se contorcendo, tentando tirar o dedo de dentro dela.
— Aaaai! Tira! Tá machucando! — ela implorava, lágrimas escorrendo pelo rosto, as pernas tremendo.
Ele girou o dedo, depois colocou o segundo, abrindo o cuzinho apertadíssimo enquanto ela se debatia sem parar. A margarina derretia e escorria. Roberto tirou os dedos, encostou a cabeça grossa e quente do pau no anelzinho franzido e empurrou com toda a força.
— NÃÃÃOOO! — berrou Maria, o corpo tensionando violentamente quando a glande forçou a entrada.
O cuzinho virgem resistia, mas ele segurou os quadris dela com as duas mãos e meteu com brutalidade. Metade do pau grosso entrou de uma vez. Maria gritava e chorava, tentando se jogar para frente para escapar.
— Tá rasgando! Por favor, tira! Eu não aguento! É muito grande!
Roberto grunhiu de prazer e, com outro empurrão forte, enterrou o pau inteiro até o fundo. A margarina facilitava o deslize, mas o cuzinho dela apertava como um torno. Ele começou a foder com estocadas longas e violentas, ignorando os gritos dela.
Maria se contorcia sem parar, chorando alto, tentando afastar o quadril, mas ele a prendia firme contra o balcão.
— Para... por favor... eu faço qualquer coisa, mas tira do meu cu! — suplicava ela entre soluços, a voz rouca de tanto gritar.
Roberto puxava os cabelos dela com força, arqueando suas costas, e metia cada vez mais fundo.
— Cala a boca e toma no cu, sua putinha novinha. Olha como esse cuzinho apertado tá engolindo meu pau todinho...
Ele acelerou, dando estocadas curtas e brutais bem no fundo. A margarina escorria pelas coxas grossas de Maria, misturando-se com o suor. Apesar da dor e da resistência, o corpo jovem dela começava a reagir involuntariamente — a bocetinha ficava molhada e o clitóris inchava.
Roberto esticou a mão e esfregou o clitóris dela com força enquanto continuava arrombando o cuzinho. Maria gemia misturando choro com gemidos involuntários.
— Não... não faz assim... eu não quero gostar... — murmurava ela, ainda tentando se soltar, mas as pernas já fraquejavam.
Ele a virou de frente, levantou uma perna dela sobre o balcão e voltou a enfiar o pau no cuzinho arrombado, olhando nos olhos vermelhos e cheios de lágrimas dela. Maria empurrava o peito dele com as mãos, mas sem força.
— Por favor... chega... eu tô doendo muito...
Roberto metia com mais vontade ainda, o barulho molhado da margarina e da foda ecoando na cozinha. Ele aumentou o ritmo, batendo forte contra a bunda redonda.
— Vou encher esse cu virgem de porra — avisou, ofegante.
Maria balançava a cabeça, implorando baixinho, mas não conseguia mais resistir fisicamente. Com um grunhido animal, Roberto enterrou tudo e gozou violentamente dentro dela. Jatos grossos e quentes de esperma encheram o intestino da jovem, misturando-se com a margarina. Ele ficou pulsando lá dentro por um longo tempo, esvaziando tudo enquanto ela soluçava baixinho.
Quando finalmente tirou o pau, um fio grosso de porra branca misturada com margarina escorreu do cuzinho vermelho, inchado e aberto, pingando no chão da cozinha.
Maria deslizou devagar até o chão, pernas tremendo, uniforme bagunçado, rosto molhado de lágrimas. Roberto deu um tapa forte na bunda dela e guardou o pau sujo.
— Limpa essa bagunça toda... e deixa o pote de margarina bem à vista. Amanhã eu volto pra foder esse cuzinho de novo, quer você queira ou não. Entendeu?
Maria, ainda sentindo o cu latejando e cheio de porra quente, apenas assentiu devagar, o corpo jovem completamente dominado e arrombado.