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Leozinho Putinho Submisso - A primeira vez sendo corno

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Um conto erótico de Galadriew
Categoria: Gay
Contém 1474 palavras
Data: 22/06/2026 03:01:21

Depois daquela noite em que peguei o celular dele desbloqueado e vi tudo que ele fazia pelas minhas costas, fiquei sem reação. Ver os os vídeos que ele tinha guardado transando com vários caras diferentes, as fotos que ele mandava de mim limpando o apartamento para os caras que iam lá depois que eu saísse, as mensagens humilhantes me xingando pelas costas de corno, de idiota, de otário. Eu deveria ter terminado, eu sei disso, mas quando cheguei no quarto chorando pedindo explicações o Alex só me puxou pra cama, me pediu pra chupar ele e ficou me falando que não era por mal, que ele tinha necessidades que eu não conseguia suprir, que ele precisava de ajuda de outros pra dar conta do pauzão dele e que ele sempre ia voltar pra mim no fim do dia. E assim ele me fez esquecer do assunto e deixar pra lá.

Mas nas semanas seguintes, Alex começou a sair mais abertamente com outros caras. Ficou cada vez mais difícil ignorar os sinais na minha frente e sempre que eu questionava algo ele dizia que “a gente já tinha conversado sobre isso”. Eu tentava disfarçar o ciúme, mas toda vez que ele saía para “encontrar um amigo”, eu ficava em casa deprimido limpando o apartamento que meus pais pagavam, cozinhando pra quando ele voltasse.

Uma noite, depois de ele ter chegado bêbado e com o pescoço marcado cheio de chupão, eu olhei pra ele e não consegui fazer nada além de chorar. Ele sentou no sofá e começou a falar com aquela voz calma que ele fazia toda vez que tinha aprontado algo e queria se safar:

— Leozinho… você sabe que eu te amo, né? Mas eu sou um cara novo pô, cheio de tesão, com um pau que não para quieto. Você é perfeito, mas não consegue acompanhar tudo que eu preciso. O melhor pra gente é abrir o relacionamento. Assim eu posso extravasar e sempre voltar pra você, pro seu cuzinho guloso que eu amo tanto.

Eu fiquei quieto, coração apertado. Ele continuou, passando a mão na minha coxa:

— E o melhor é você contar pros nossos amigos que foi ideia sua. Assim ninguém me olha torto. Você é o garoto rico, bonzinho… eles vão acreditar fácil que você quis experimentar. Senão vão achar que eu sou um safado que te trai. Você não quer que eu fique com fama de vilão, né amor?

Eu argumentei, chorei baixo, disse que estava apaixonado e satisfeito só com ele. Alex fez cara de magoado, me chamou de egoísta, disse que poderia continuar traindo pelas costas mas estava sendo sincero. No final, como sempre, eu cedi.

No dia seguinte, quando amigos em comum perguntaram se estava tudo bem porque viram Alex no Grindr, eu menti com a voz tremendo:

— Foi ideia minha… eu quis abrir. Alex é ótimo, eu que quis dar mais liberdade pra gente.

Eles me olharam estranho. Aos poucos, as conversas comigo diminuíram. Alex, por outro lado, virava o centro das atenções, sempre cercado de gente. Eu ia ficando cada vez mais sozinho, dependente dele, no apartamento que agora era mais dele que meu.

Até que uma tarde cheguei mais cedo da faculdade.

Abri a porta e o ar me acertou como um soco. Na sala do meu apartamento, Alex estava largado no sofá, completamente pelado, com as pernas abertas. E um garoto loirinho, magrinho, cabelo liso bem cuidado, rosto absurdamente bonito, daqueles que combinavam perfeitamente com a beleza branquinha e cacheada do Alex, estava de joelhos entre as pernas dele, mamando com vontade. A boca rosada esticada ao máximo ao redor daquela pica grossa de 20cm, baba escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando de esforço. O som molhado e obsceno enchia a sala.

Alex filmava com o celular.

Eu paralisei na porta. O loirinho se assustou e virou a cabeça. Alex, sem tirar o pau da boca dele, olhou pra mim e sorriu preguiçoso:

— Quem mandou parar, putinho? Continua.

O loirinho deu de ombros e voltou a mamar, ainda mais esfomeado. Alex mirou o celular na minha direção:

— Eba… o corninho chegou em casa. Vai pra cozinha fazer alguma coisa pra gente comer, Leozinho. Depois de gastar tanta energia a gente vai ficar com fome.

Eu fiquei parado por dois segundos, sentindo o peito queimar de humilhação, ciúme e uma excitação doentia. Queria tomar banho, queria gritar, queria sumir. Mas obedeci. Fui direto pra cozinha, separada da sala só por um balcão baixo, e comecei a preparar macarrão. De onde eu estava, via tudo em detalhes.

Alex ignorava completamente minha existência. Segurava a cabeça do loirinho e fodia a garganta dele com estocadas fundas, gemendo alto de prazer. Depois levantou o garoto, tirou a roupa dele e o colocou de quatro no sofá. O cuzinho do loirinho era rosinha, pequeno, perfeito, empinado. Alex cuspiu, alinhou a pica e meteu devagar, centímetro por centímetro, enquanto o garoto gemia alto, se deliciando na pica que era pra ser só minha.

— Porra… que cu apertado e gostoso — grunhiu Alex, começando a meter com força. O som de pele contra pele ecoava. O loirinho olhava na minha direção e gemia:

— Ai Alex… seu pau é tão grande… seu namorado é um trouxa mesmo de não sentar nessa rola 24 horas por dia.

Alex riu, aumentou o ritmo, batendo fundo, segurando a cintura fina do garoto. Eu tentava cozinhar, mas meus olhos não saíam dali. Meu pau estava duro pra caralho dentro da calça. O loirinho finalmente virou o olhar em minha direção e enquanto gemia falou:

— Um pauzão desses não pode ser só de um fracassado como você. Todo putinho gostoso da cidade tem que ser fodido por esse macho alfa que é o Alex.

Em determinado momento, pra me provocar, o garoto se apoiou no balcão da cozinha, bem perto de mim, empinando a bunda enquanto Alex aumentava as estocadas por trás. Eu sentia o garoto arfar bem perto do meu rosto enquanto ele gemia cada vez que o pau grosso do meu namorado entrava e saía do cuzinho ele.

Alex vendo que eu estava extasiado com a situação chamou o meu nome me tirando do transe:

— Ei, Léo. Já que você ta gostando tanto da visão pega o teu celular e filma pra você bater uma depois lembrando do dia que eu destruí esse cuzinho perfeito na tua frente.

Meu coração parou, mas peguei o celular com a mão tremendo e filmei tudo. O pau branquinho grosso abrindo o buraco apertado, as bolas batendo, o loirinho gemendo como uma puta. Quanto mais eu filmava, mais excitado ficava. Meu pau latejava. De repente, sem nem encostar nele, eu gozei dentro da cueca enquanto via meu namorado traçando outro na minha frente.

O loirinho percebeu e riu:

— Olha só… o corno gozou só de filmar. Patético.

Alex vendo a cena começou a rir e gozou com força dentro do garoto, gemendo alto.

Eu achando que eles tinham terminado, me levantei, foi quando o Alex ordena pra mim:

— Isso, sai daqui, vai tomar banho, corno — disse Alex rindo. — Tá todo gozado.

Eu fui pro banheiro me sentindo sujo, humilhado e excitado ao mesmo tempo. Fiquei lá até ouvir o garoto ir embora… ou pelo menos pensei que tinha ido. Quando saí, fui para o quarto pegar uma roupa limpa mas a porta estava trancada, só dava pra ouvir os gemidos dos dois se pegando de novo, gemendo alto. Passei a noite no sofá, ouvindo cada estocada, cada gemido agudo do loirinho que parecia fazer questão de ser barulhento.

De manhã, o garoto loirinho me acordou no sofá com um chute.

— Levanta, corno. Vou embora. O Alex falou que é pra você ir limpar o quarto.

Antes de sair, ele me deu um beijo na boca, macio, provocante, e sussurrou:

— Alex é um monstro na cama. Um homem assim precisa aliviar sempre que quiser. Não leva pro pessoal, tá? — E riu.

Eu fiquei duro de novo por conta da boca tão macia do garoto. Agora eu entendia perfeitamente por que Alex tinha escolhido ele.

Fui pro quarto e o cheiro de sexo me atingiu como uma lança. Aquela visão da cama destruída, os lençóis molhados, porra espalhada por tudo, especialmente no chão, ao pé da cama. Sem camisinha nenhuma. O que me fez pensar que Alex tinha fodido ele no pelo, enchendo tudo. Meu coração acelerou. Tentei resistir… mas não consegui. Ajoelhei, baixei o rosto e comecei a lamber a porra do chão, quente, grossa, com gosto forte. Gozei quase instantaneamente de novo, sem tocar no pau, tremendo de vergonha e prazer.

Foi quando ouvi a voz de Alex atrás de mim:

— Porra, Leozinho… olha só pra você. Lambendo a porra de outro no chão como um cachorrinho. Agora eu tenho certeza que você nasceu pra ser meu corno.

Ele estava parado na porta, sorrindo, pau meio duro de novo.

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Comentários

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Não vejo tesão em conto assim de humilhação isso é doentio

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