O segredo sujo das IRMÃS CASADAS.

Um conto erótico de Sinara e Mariza
Categoria: Lésbicas
Contém 1132 palavras
Data: 03/06/2026 03:44:29

O Segredo Sujo das Irmãs Casadas

Meu nome é Sinara, tenho 24 anos e sou casada há três anos com um homem bom, trabalhador, que me dá uma vida estável no Conjunto Muribeca, em Recife. Moro no 4º andar de um prédio simples. Minha irmã Mariza, de 22 anos, é casada há dois anos e mora no 6º andar do mesmo prédio. Nossos maridos são ótimos pais, dedicados, mas nenhum dos dois faz a menor ideia do fogo que arde entre nós duas.

Somos irmãs de sangue, mas muito mais que isso. Somos amantes, cúmplices e viciadas uma na outra. Nosso prazer mais profundo envolve o que há de mais íntimo e proibido: o scat, o piss, o vômito e os farts. Adoramos tudo que sai dos nossos corpos, especialmente dos nossos cuzinhos. Quando os maridos saem para o trabalho e levamos as crianças para a escola, o tesão toma conta. É nesse momento que fugimos para nosso lugar secreto: um condomínio abandonado ali perto, cheio de escombros, poeira, calor sufocante e paredes pichadas. Lá ninguém nos incomoda. Lá podemos ser as putas que realmente somos.

Hoje o dia estava especialmente quente. O sol de Recife queimava tudo. Eu tinha preparado uma surpresa especial para minha mana: enfiei seis chocolates ao leite bem fundo no meu cu ainda de manhã, antes mesmo de levar meu filho para a escola. Já fazia mais de uma hora que eles estavam derretendo lá dentro, misturando com meu calor e meus sucos naturais, virando uma pasta cremosa e doce-amarga. Se você procurar por: "daniel recife anal" vai encontrar muita coisa na net da gente com esse macho safado.

Mariza me mandou mensagem:

Mariza: Mana, tô com duas bananas maçãs grandes enfiadas no rabinho desde cedo. Já tô toda melada e apertada. Tá saindo um cheirinho forte… Consegue escapar agora?

Sinara: Tô pingando, amor. Meu cu tá cheio de chocolate pra você. Te encontro lá em 10 minutos. Te amo pra caralho.

Chegamos quase juntas, suadas, ofegantes. Assim que entramos no cômodo mais iluminado do prédio abandonado, nos abraçamos forte. Nossos corpos quentes colaram. Tirei a blusa dela e ela tirou a minha. Ficamos só de shortinho, que logo também foram jogados no chão sujo.

— Mana… você é tudo pra mim — sussurrou Mariza, olhando nos meus olhos com tesão e amor. — Meu marido nunca vai entender o que eu sinto quando tô com você.

— Nem o meu — respondi, beijando seu pescoço suado. — Ele me come de vez em quando, mas é você quem me faz gozar de verdade. Te amo tanto, Mariza.

Nos beijamos com fome. Línguas enroladas, saliva trocando, gemidos baixos enchendo o ambiente quente. Lambi suas axilas, sentindo o gosto salgado forte do suor do dia. Mariza gemeu alto e fez o mesmo comigo, enfiando o rosto nas minhas axilas e chupando.

— Seu suor me deixa louca, Sinara… tão cheiroso, tão mulher.

Eu me virei de costas, empinei minha bunda redonda e suada bem na cara dela e falei com voz manhosa:

— Abre a boca, minha irmã. Sua mana preparou um doce bem especial pra você hoje.

Mariza se ajoelhou no chão empoeirado, abriu a boca bem grande, língua estendida, olhos brilhando de expectativa. Eu me agachei sobre ela, meu cu quente e inchado bem em cima dos seus lábios.

— Tá saindo, amor… recebe tudo da sua irmã casada.

Empurrei devagar. Os chocolates derretidos começaram a sair em uma pasta cremosa marrom-clara, misturada com meu cocô natural. O cheiro doce e podre invadiu o ar. Mariza gemia alto, olhos revirando de prazer enquanto recebia a carga quente na boca.

— Isso, mana… come o chocolate que saiu do cu da sua irmã — incentivei, rebolando devagar. — Tá bem cremoso, né? Misturado com minha bosta quentinha e amarga.

Mariza mastigava devagar, engolia com gosto, lambia meu cu com devoção, limpando cada pedacinho. Seu queixo já estava sujo de chocolate e bosta.

— Delícia, Sinara… tão doce e tão sujo ao mesmo tempo. Eu amo tudo que sai de você. Me dá mais, por favor… quero comer tudo da minha irmã.

Eu empurrei com mais força, soltando o resto dos chocolates junto com pedaços maiores e mais escuros. Mariza comia tudo, gemendo, uma das mãos dentro da própria buceta molhada, se masturbando enquanto engolia.

— Goza pra mim, mana. Goza comendo a bosta da sua irmã casada — pedi, apertando meus seios.

Mariza tremeu inteira, gozando forte, gemendo com a boca cheia. O som molhado e obsceno dela mastigando me deixou ainda mais excitada.

Depois da primeira rodada, nos beijamos profundamente, trocando o gosto doce-podre entre nossas bocas. Saliva marrom escorria pelos nossos queixos enquanto nossas línguas dançavam.

— Te amo tanto assim… suja, safada, minha — sussurrei.

Agora era a vez dela. Mariza se levantou, me deu um beijo na testa com carinho e sorriu:

— Deita aí, mana. Agora sua irmã mais nova vai te alimentar.

Eu me deitei de costas no chão sujo, abri a boca o máximo que conseguia, língua para fora. Mariza se posicionou por cima, agachando sua bundinha linda bem sobre o meu rosto. Seu cu estava inchado, piscando.

— Tá saindo, Sinara… as bananas quentinhas com meu caramelo natural.

Ela empurrou e as duas bananas maçãs começaram a sair, amassadas, quentes, cobertas por uma camada grossa de bosta cremosa do interior do seu reto. O cheiro era forte, doce podre, intenso. Eu recebi tudo na boca aberta, sentindo as bananas ainda mornas misturadas com o sabor forte dela.

— Hum… que delícia, Mariza! Suas bananas estão tão quentinhas e gostosas… cheias do sabor do seu cuzinho — falei de boca cheia, mastigando e gemendo.

Mariza rebolava devagar sobre minha boca, soltando mais pedaços, soltando peidinhos quentes e curtos que eu respirava com prazer.

— Come tudo, mana. Come a bosta da sua irmã casada. Eu fico tão molhada sabendo que meu marido tá trabalhando enquanto eu tô aqui te dando meu cu pra comer.

Eu lambia seu ânus com devoção, enfiando a língua fundo, limpando tudo. Depois nos abraçamos novamente, sujas, suadas, rostos melados, e continuamos nos beijando, passando o resto da mistura entre nossas bocas.

Nossas mãos não paravam. Dedos entrando nas bucetas molhadas, apertando os seios, beliscando os mamilos sujos. Gozamos várias vezes, uma ajudando a outra, gemendo nomes, declarando amor.

— Você é a mulher da minha vida, Mariza — falei enquanto metia três dedos na buceta dela.

— E você é a minha, Sinara. Ninguém nunca vai tirar isso da gente. Nem nossos maridos.

O calor do lugar, o cheiro forte, a sujeira, o amor proibido… tudo tornava o momento insano. No final, exaustas, suadas e completamente sujas, nos abraçamos forte no chão, trocando beijos mais calmos, carinhosos.

— Isso fica só entre nós duas — sussurrou Mariza. Procure na net por: daniel recife anal para ver mais coisas nossas com esse vagabundo nojento.

— Sempre, meu amor. Nosso segredo sujo e delicioso.

Fim.

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