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Um conto erótico de Reidosnovin13
Categoria: Gay
Contém 2961 palavras
Data: 21/06/2026 22:24:06

Olá amigos, o que vou relatar aqui pela primeira vez é um fato que aconteceu comigo a 5 anos atrás.

Lembro daquele dia como se fosse hoje. Cada detalhe. Cada sentimento. Gostos e cheiros. Foi um fato que aconteceu apenas uma vez. E ficou marcado eternamente em mim.

Meu nome é Fernando, tenho 21 anos, sou branquinho, um pouco forte, não bombado e nem gordo mas tenho uma estrutura corporal até boa. Cabelos negros olhos castanhos mel. Um bunda grande e bem volumosa. Sou todo depilado pois odeio pelos.

Enfim, como eu disse a 5 anos atrás eu estava de férias e no dia que entrei de férias do colégio e do trabalho minha madrinha Ana acabou falecendo. A dias ela estava ruim devido a um acidente que ela havia sofrido com meu padrinho.

Viajamos para a cidade deles, e aquele momento horrível de velório, a anos não via meu padrinho. Pois eles se mudaram para uma cidade no interior. Ele estava em uma cadeira de rodas, perna engessada devido ao acidente. Seu nome é Marcelo. Ainda era o mesmo que eu me lembrava. Cabelos pretos e baixos sempre bem cortados. Olhos negros. Rosto de macho alfa mesmo. Ele trabalhava na roça, então tinha um corpo bem definido. Quando pequeno ele me deu banho várias vezes. Sabia que ele tinha barriga chapada, poucos pelos no corpo. Mas o que sempre me chamou a atenção era sua mão grande e suas pernas torneadas. Tinha uma barba bem feita e ele realmente era um homem que chamava muita atenção por onde ia. Já ouvi várias histórias dele pelos meus pais que ele era um garanhão antes de se casar com minha tia.

Após o velório fomos pra casa dele. Ficava em um sítio bem afastado da cidade. Meus pais ficaram dois dias lá. E tiveram que voltar pra casa por conta do emprego. Meu irmão mais velho um ano Lucas acabou indo também. Foi decidido que eu ficaria pra ajudar meu padrinho por uns dias já que eu estava de férias mesmo. Meio bravo por decidirem por mim, mais aceitei. Como já era quase noite quando meus pais se foram a única coisa que fiz foi ajudar meu padrinho a se deitar. No outro dia o empregado do sítio ajudou eu a levar ele pra cidade pois ele tiraria o gesso e ficaria por lá. E eu fiquei esses dois dias sozinho naquele sítio deserto. Juro, não tinha nem tv, e eu tive que aliviar meu tesão vendo filmes eróticos gays no meu celular. Após dois dias de fisioterapia meu tio voltou pra casa. Era tarde da noite, por volta das 22 horas quando ouvi eles chegando. Levantei e meu padrinho já andava bem, mas mancava um pouco. Tonho seu empregado o ajudou a entrar e deixou sua mala comigo e saiu. Ele me cumprimentou, e disse que ia tomar um banho e pediu se eu ajudava ele a se deitar, falei que sim. Ele tomou banho e saiu do banheiro apenas com um roupão. Eu o ajudei a se deitar na cama e pela primeira vez ele tirou a roupa na minha frente. Ficou apenas de cueca e ajudei ele a se ajeitar na cama. Mas sem querer me peguei olhando pro imenso pacote pesado naquela cueca cavada branca. Como era volumoso. Quando percebi que olhava demais o cobri, e pedi se ele queria mais alguma coisa. Tenho certeza que meu rosto estava vermelho, pois ele queimava. Meu padrinho disse apenas que não e eu sai mais que depressa.

Estava calor demais naquela noite, eu estava ansioso e aliviado porque no dia seguinte eu ia pra casa. Mas algo mais tirava meu sono, a cena daquele volume enorme do meu padrinho. Meu pau parecia que ia rasgar a Boxer que eu usava. Não tinha tomada de energia no meu quarto e meu celular estava na sala. Eu precisava ver um porno urgente. E gozar.

Passei pelo seu quarto e a porta estava meio aberta. Mas devagar fui pra sala.

Ia pegar meu celular e voltar pro quarto rapidamente pois meu tesão me entregava naquela Boxer azul que eu usava. Mas não me contive. Como já havia passado da meia noite e ali na sala era mais arejado por um ventilador de teto velho, ali mesmo na sala já me sentei e pelas pernas da Boxer saquei meus 16 cm pra fora. Juro, meu tesão tava em um nível tão absurdo que meu pau parecia que ia quebrar de tão duro. Coloquei o celular na mesinha de centro escorado em um vaso e me deletei em um vídeo porno de um homem deitado na cama e um jovem mamando ele dormindo.

Batia uma com força, apertava meus peitos e as vezes descia o dedo e enfiava em meu cuzinho que a essa hora estava piscando sem controle. Eu estava tão entregue que nem ouvia nada.

Atrás de mim havia uma estante que separava o corredor que dava nos quartos da sala. Meu padrinho havia se levantado e estava me observando. Ele deu um passo e o chão que era de tacos de madeira rangeu.

Levei um susto, guardei o pau rápido e mudei de vídeo pra ele não perceber que eu estava batendo uma. Apesar que o cheiro que exalava de mim denunciava. Ele chegou e disse o que eu fazia acordado aquela hora. Falei que havia perdido o sono e ele riu. Estava apenas de roupão. Ele disse que acordou pra tomar água e o calor estava de matar. Ele me olhava com cara que sabia de algo, e saiu indo pra Cozinha .e pediu se eu queria água. Eu disse que sim. Ele voltou com um garrafa de Coca com água e se sentou ao meu lado no sofá. Eu peguei o copo e ele me serviu. Ele do nada disse que o calor tava acabando com ele e abriu o roupão. Estava com aquela mesma cueca branca, e engasguei na hora ao ver isso. Ele riu e disse que foi. Nunca viu um cara de cueca? Eu nem respondi.

Ele disse que precisava comprar um ar condicionado ou ao menos um ventilador novo pois estava calor demais, nisso ia passando a mão no corpo e espalhando o suor. Aquela cena estava me deixando mais duro ainda. E eu estava entregando demais meu desconforto, quando me levantei e falei que ia pro meu quarto ele me segurou pelo braço e falou, qual é. Vai para aquele forno. Fica aqui. Mesmo que velho é o lugar mais fresco da casa.

Mesmo surpreso e sem graça me sentei, ele se esparramou mais no sofá, abriu bem as pernas e deitou a cabeça para trás. O pau dele está começando a ficar duro. Estava volumoso demais. E se via o contorno da cabeça totalmente e estava úmido no final dela. Ele falou que uma tv cairia bem, já que o raio queimou a que ele tinha. Eu falei que sim. E ele disse bota um filme aí pra nois assistir aí no seu celular. E eu pedi que tipo de filme ele queria já abrindo a Netflix. Ele disse bota aquele que você tava assistindo antes de eu chegar. Meu coração quase saiu pela boca. Engoli seco.

Ele falou eu vi o que se tava fazendo. Isso é normal na sua idade eu fazia muito isso. Eu batia punheta pra todo lado. Eu falei que era melhor não que eu não ia me sentir bem. Ele tomou o celular da minha mão e quando abriu o Explorer já abriu no porno que eu tava vendo. Eu no susto tentei tomar o celular dele e ele não deixou, falou qual é. Vamos assistir. E o vídeo foi rolando. Ele sentou mais perto de mim e seu pau estava tão duro que levantando a beirada da cueca que ele usava. Ele já não conseguia mais olhar pro vídeo, ele então apertou o pau, falou caramba esse moleque do vídeo sabe engolir melhor que mulher e riu. Faz meses que nem sei o que é gozar. E você tá comendo muito por ai? Eu apenas gaguejei algo que nem eu entendi na hora. El lê riu e falou relaxa passando a mão pelo meu pescoço e me puxando pra perto do peito dele. Nisso o pau dele estava pulsando na cueca. E ele com um hálito quente na minha orelha falou que delícia, já recebeu um boquete desse? Eu disse gaguejando que não. Ele falou caramba é bom demais. Olha como ele engole a rola devagar. Queria eu tá com esse moleque aqui agora. Seu pau pulsou tão duro que a cabeça tava umedecendo totalmente a cueca. Mas e você já fez um boquete assim? Eu ia me levantar e ele puxou minha cabeça no peito dele. Eu falei que era melhor eu me deitar, ele falou qual é. Fica mais um pouco, vamos terminar esse vídeo. Ele passou o braço por cima de mim e segurou o celular com a outra mão ele tirou aquele enorme pau pela perna da cueca. Eu estava hipnotizado. Era bem maior de tamanho que o meu, devia ter seus 19 cm tranquilo. Era grosso, a cabeça vermelha e tinha muito pelo saindo pelas bolas. Ele começou a arregaçar a cabeça e o cheiro. Que cheiro de pau babado. Eu tentei levantar, mas seu braço por cima de mim impediu, ele falou, e aí o que achou dele em. Bonito né? Eu nem falei nada. Por um momento eu achei errado. Mas eu não conseguia tirar o olho dele. Nessa hora ele colocou a mão na minha cabeça e empurrou ela pra baixo. Eu tentei forçar pra não ir. Mas aquela mão enorme foi mais forte. Entregue e com o pau já encostado na minha cara, apenas abri a boca. E entrou metade. Ele gemeu. Caramba que boca quente e gostosa. Eu então já segurei aquele pau e já comecei a chupar. Ele já deixou o celular de lado e me soltou a cabeça. Eu chupava que nem louco e ele gemia cada vez mais. Ele urrava, falava que chupeta mais gostosa. Melhor que da sua madrinha e das putas que eu comia. Eu estava entregando tudo que eu tinha naquele cacete. Até que engoli tudo. Ele delirou. Ele falava alto, que se tivesse alguém lá fora ouviria. Elogiava cada engolida que eu dava. Falava que eu tinha dom e que se soubesse tinha me colocado pra mamar desde quando cheguei. Levantou tirou toda a cueca e o roupão e ficou de pé na minha frente. Mandava eu olhar pra Ele. Tirava o pauzão da boca e batia na minha cara. Ele segurou minha cabeça com duas mãos e fodia minha boca como se fosse uma buceta. Meteu tanto que cheguei a ficar sem ar. Entregue resolvi que ia saciar dele. Deitei de barriga pra cima e coloquei minha cabeça para baixo e fiz ele socar na minha garganta. Nessa hora já tinha tirado meu pau pra fora que estava tão duro que com menos de dois segundos batendo gozei feito louco. Ele vendo eu gozar não demorou nada, tirou o pau da minha boca e já gozou na minha cara. Ele se sentou exausto no sofá. Tava entregue e ofegante. Olhou pra mim e falou, garoto, a muito tempo eu não gozava tão gostoso assim e ninguém nunca conseguiu engolir meu pau todo como você fez. Eu estava exausto também. Falei que um pau daquele ia ser desperdício se não fosse bem aproveitado. Ele falou, bom vou tomar um banho e dormir que pela manhã meus pais chegariam. E assim foi. Ele saiu do banho, passou por mim na sala tomou um copo de água e foi pro quarto dele. Tomei um banho e fiquei no sofá ali mesmo. Meu tesão não cessava, e resolvi tentar dormir e relaxar. Mas eu queria muito dar pra ele, sentir aquele pau dentro de mim. Se metendo na minha boca já me deixou louco, imagina metendo. Acabei dormindo. Era por volta das 5:30 da manhã quando escutei meu tio indo pra fora de casa. Ele viu que acordei e ele disse que estava indo pro curral que tinha que ordenhar umas vacas até o Tonho seu empregado chegar às 6. Falei que ok.

Levantei fui tomar água e de lá via meu padrinho pela janela no curral, estava de pé encostado em uma pilastra de madeira e meu tesão foi a mil. Lembrei do gosto, do pai dele. E das metidas na minha garganta. Meu tesão falou mais alto. Antes que o Tonho chegasse eu precisava tentar novamente algo, estava apenas de bermuda de futebol. Retirei a cueca e lá fui, já com o objetivo de dar pra ele. Sabendo que ele poderia me recusar pois Tonho podia chegar a qualquer hora. Cheguei lá e ele pediu o que eu tava fazendo ali, eu falei que queria ver como era ordenhar uma vaca. Mas como eu via nos filmes ele não puxava as tetas delas. Era máquinas que sugavam. Cheguei bem perto dele pra ver como funcionava e entrei na sua frente, ele já havia sacado minhas intenções. Eu já passei por ele e passei a mão no pau dele que senti que já tava meia bomba. Ele segurou o meu pulso. E disse que não podia, que tava arrependido pois era meu padrinho e também o Tonho logo chegaria. Eu não tava nem aí, apertava com gosto e falava que queria só mais uma vez que depois eu ia embora e ia ficar anos sem ver ele de novo. Ele só falou, você é muito louco. E soltou meu pulso. Sem perder tempo já fui abrindo a calça dele e já tirei pra fora. Já estava bem duro. Mesmo de pé já comecei a chupar. Ele gemia e segurava minha cabeça. Caramba moleque, desse jeito não vou deixar você ir embora mais. Vai chupa minha bezerra. Mama teu macho. Caramba que boca é essa. Engole tudo. E eu obedecia. Ele segurou minha cabeça e começou a meter na minha boca novamente, eu percebi que se continuasse assim ia gozar e acabaria rápido demais. Abaixei a bermuda e levantei, ele disse o que foi. Me virei de costas e ele falou que isso não. Falei que não ia dar, que queria apenas sentir o pau dele passando na minha bundinha. Quando ele viu a minha bunda, ele já segurou e falou caramba que tamanho de rabo é esse. Mas comer eu tô de boa. Falei, deixa eu só passar um pouco no rego. E ele falou que tinha que ser rapidinho. Dei uma passada de cuspe na cabeça dele e assim comecei a esfrega ele na minha bundona. Ele segurava meus ombros e falava caramba que tamanho de bunda. Devagar comecei a esfregar ele na entrada do meu cu. E ele falou que não, falei calma só vou esfregar. Ele segurou minha cintura com aquelas mãos enormes. E peguei as mãos deles e fiz eles apertar os meus peitos, assim ele não poderia me impedir de tentar por o pau dele dentro. Quando ele apertava meus peitos, eu posicionei o pauzão dele na entrada e empurrei a cintura para traz. Entrou a cabeça toda. Ele tentou sair, mas segurei suas duas mãos. E ele falando que não, que aquilo não podia. Como eles estava perto de um pilar empurrei a bunda e ele encostou no pilar e aí entrou metade de uma vez. Doeu muito, mas estava bom. Ele conseguiu se soltar das minhas mãos. E quando eu achei que ele ia me empurrar, ele segurou na minha cintura e acabou de meter tudo pra dentro de uma vez. Eu gritei. Ele tapou minha boca e começou a meter, metia com força, com pressão. Socava fundo igual fazia quando metia na minha boca. Socava fundo e me chamava de viado safado, que ia estourar meu cu. Que ia meter até me deixar aleijado. Eu gemia, urrava, e ele metia sem dó. Virou meu corpo sem tirar seu pau de dentro, sentou em uma madeira e me puxava pela cintura. E seu comecei e sentar com força também. Caralho, além da boca se tem um cu mais gostoso ainda. Apertado e guloso. Vai viado, senta com força. Eu rebolava, subia lá em cima e sentava. Me virou de costas, colocou o pau dentro e ergue minha perna, metia sem dó. Que tesão eu tava, quando fui pegar no meu pau pra bater uma e gozar com ele dentro de mim ele catou no meu pau e começou a meter mais rápido e a bater uma pra mim. Eu falava, isso meu macho, me fode. Me arromba. Me faz sua puta. E ele falou aos gritos eu vou gozar. E quando ia tirar de dentro, eu o segurei e ele gozou dentro de mim . Senti cada jato de porra. Era tanta porra que meu cuzinho não suportou. Vazou tudo. Melou minhas pernas e as suas. Ele caiu exausto em cima de mim. Ele levantou rápido a calça e falou vai pra dentro que Jajá o Tonho e seus pais chegam. E deu um tapa na minha bunda. Não demorou e encontro o Tonho chegando no curral saindo por de trás da cerca. E em seguida quando sai do banho meus pais chegaram, Ficamos até o almoço e logos fomos embora.

Falei com ele um tempo depois, ele disse que estava com saudades mas que aquilo foi um erro. E contou que o Tonho falou pra ele que viu nois metendo lá no curral.

Infelizmente meu padrinho nunca mais nem tocou no assunto, mas fui visitar ele mais algumas vezes. Mas nunca mais aconteceu nada. Mas com o Tonho e seu filho já não posso dizer o mesmo kkkk. Mas isso conto na próxima vez.

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