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Corno depois do Happy Hour no Bovinu’s Augusta

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Um conto erótico de Bardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2075 palavras
Data: 21/06/2026 20:37:16

Minha namorada gastou uma grana absurda no meu cartão de crédito. Quando a notificação apareceu, vi mais de mil reais gastos na John John. Perguntei o que era aquilo, e ela respondeu com a maior naturalidade do mundo:

— Comprei umas roupas, depois você vê.

Ela falou sorrindo, daquele jeito que sempre me deixava desconfiado. Não insisti. Conhecendo ela, sabia que vinha provocação pela frente.

A Katia sempre foi assim. Ela tem 1,60 de altura, cabelos loiros curtinhos em estilo chanel, um corpo magro e perfeitamente desenhado, daqueles que parecem chamar atenção naturalmente por onde passam. Mas o que mais enlouquecia qualquer homem era a bunda dela. Gigante, redonda, impossível de ignorar. Tudo nela parecia encaixar perfeitamente: pernas torneadas, cintura fina, pele clara e um olhar safado que entregava exatamente o tipo de mulher provocante que ela era. E quando ficava excitada… ficava extremamente molhada. Eu sabia disso melhor do que ninguém.

Alguns dias depois, ela me chamou para o happy hour da empresa dela. O evento seria no Bovinu’s, na Augusta, em São Paulo. Na hora, senti aquele arrepio familiar. Quem acompanha meus contos sabe do meu fetiche em dividir atenção, em observar, em sentir aquele ciúme misturado com desejo queimando por dentro. E aquele convite parecia a oportunidade perfeita.

Passamos o dia inteiro trabalhando remotamente em casa. Mas, conforme o expediente chegava ao fim, o clima entre nós começou a mudar. Ela foi tomar banho primeiro, e eu fiquei no quarto ouvindo o som da água cair enquanto imaginava o que ela escolheria para vestir. Quando saiu do banheiro, entendi exatamente onde aquele dinheiro tinha ido parar.

Ela estava absurda.

Vestia um vestido preto curtíssimo, justo na cintura, valorizando cada curva do corpo dela. O tecido subia perigosamente nas pernas quando ela andava. Nos pés, um salto alto fino que deixava ela ainda mais elegante… e provocante. O perfume doce tomou o quarto inteiro quando ela se aproximou do espelho. E então ela soltou, casualmente:

— Tô de fio dental hoje.

Aquilo bateu em mim como um soco no estômago. Um soco bom.

Ela percebeu meu olhar preso no corpo dela e sorriu de canto, satisfeita com o efeito que causava. Enquanto terminava a maquiagem, cruzava as pernas devagar, exibindo as coxas lisas sem qualquer pressa. Parecia gostar da ideia de me deixar inquieto antes mesmo de sairmos de casa.

Chamamos um Uber e seguimos para a Augusta. Durante o trajeto, ela mantinha a mão apoiada na minha perna enquanto respondia mensagens do pessoal da empresa no celular. Em alguns momentos, mordia discretamente o lábio lendo alguma coisa e sorria sozinha. Meu imaginário já começava a trabalhar.

Quando chegamos ao Bovinu’s, o ambiente estava lotado. A empresa dela claramente tinha investido pesado no evento. Open bar, open food, música alta, luzes quentes espalhadas pelo salão e gente bonita por todos os lados. Mulheres extremamente bem vestidas. Homens alinhados, perfumados, falando alto e rindo como se todos se conhecessem há anos.

Mas nada chamava mais atenção do que ela.

Os olhares começaram antes mesmo de sentarmos. Alguns homens acompanhavam ela discretamente enquanto passava entre as mesas. Outros nem faziam questão de esconder. E ela parecia perceber cada um deles.

Parecia gostar.

Enquanto caminhávamos até a área reservada da empresa, senti ela encaixar o braço no meu e apertar levemente minha mão. Como se dissesse silenciosamente que sabia exatamente o que estava fazendo comigo naquela noite.

E aquilo estava apenas começando.

Enquanto a música aumentava e a pista ficava cada vez mais cheia, o clima da noite parecia sair completamente do controle. Katia já estava mais solta por causa dos drinks. O rosto levemente corado, o sorriso fácil e aquele jeito provocante de dançar estavam deixando vários homens hipnotizados ao redor dela.

Em certo momento, fui até o bar buscar mais bebidas. Antes de sair, deixei ela sozinha na pista por alguns minutos. Enquanto esperava os drinks, olhei de longe e percebi um cara se aproximando dela.

Era Marcos.

Ele estava vestido em um esporte fino impecável: camisa preta ajustada, relógio chamativo no pulso, barba alinhada e aquele jeito de homem confiante que sabe exatamente o efeito que causa. Mesmo de longe, dava para perceber que ele tinha presença. Vi ele encostar perto dela para conseguir falar por causa da música alta. Muito perto.

Katia inclinou a cabeça para ouvir o que ele dizia no ouvido dela… e começou a rir.

Aquela cena me acertou em cheio.

Fiquei observando os dois por alguns segundos enquanto o bartender terminava os drinks. Ela mordia discretamente o lábio enquanto respondia alguma coisa para ele. Marcos mantinha a mão apoiada na cintura dela com naturalidade, como se já existisse intimidade ali.

Meu coração acelerou na mesma hora.

Voltei para a pista tentando agir normalmente. Quando me aproximei, Marcos abriu um sorriso tranquilo e me cumprimentou como se nada estivesse acontecendo.

— Cara, tua namorada é gente boa demais — disse ele, apertando minha mão.

Katia apenas me olhou com aquele sorriso safado que eu conhecia tão bem.

Poucos segundos depois, Marcos saiu, deixando nós dois sozinhos na pista novamente. Aproveitei a proximidade e perguntei no ouvido dela:

— O que ele tava falando?

Ela aproximou a boca da minha orelha e respondeu baixinho:

— Ele chamou a gente pra continuar a noite no Savoy Palace Hotel, com ele e um amigo.

Aquilo fez meu corpo inteiro esquentar.

Ela percebeu imediatamente o efeito que aquelas palavras tiveram em mim. Sorriu devagar enquanto passava a mão pelo meu peito.

— E aí… você gostou da ideia?

Não consegui responder na hora. Apenas balancei a cabeça positivamente enquanto observava ela dançando na minha frente, completamente provocante naquele vestido curto.

Continuamos bebendo e curtindo a festa. A música parecia mais intensa, os toques mais demorados, os olhares mais perigosos. O álcool já tinha deixado todos mais alegres e sem tantas barreiras. A cada drink, Katia ficava mais solta, mais próxima de mim, mais provocante. Em alguns momentos, eu percebia Marcos olhando para ela do outro lado do salão. E ela olhava de volta.

Quando o evento começou a esvaziar e as luzes aumentaram indicando o fim da festa, Katia tomou a iniciativa. Pegou o celular, chamou Marcos para perto e falou algo rapidamente para ele. Depois voltou sorrindo na minha direção.

— Eles vão encontrar a gente na porta do hotel.

Meu coração disparou novamente.

Do lado de fora, o ar frio da Augusta contrastava completamente com o calor que eu sentia por dentro. Entramos no Uber ainda rindo, levemente bêbados, enquanto Katia cruzava as pernas devagar ao meu lado, deixando a barra do vestido subir perigosamente.

A festa, definitivamente, ainda não tinha acabado.

Ela apenas mudaria de lugar.

Naquela noite, continuaria dentro de uma suíte.

Nos encontramos na porta do hotel já completamente envolvidos pelo clima da noite. Marcos estava acompanhado do amigo, mas, sinceramente, eu nem fiz questão de decorar o nome dele. Minha cabeça estava em outro lugar. Tudo que eu queria era subir logo para a suíte e viver aquela fantasia que vinha me consumindo desde o happy hour.

Como um bom anfitrião — e assumidamente entregue ao meu fetiche — fiz questão de pagar a suíte. Já passava das duas da manhã e ninguém ali parecia ter qualquer intenção de dormir cedo. A ideia era aproveitar cada minuto daquela madrugada.

A recepcionista entregou a chave enquanto Katia sorria discretamente ao meu lado, apertando meu braço. O vestido curto, os cabelos loiros em corte chanel e aquele olhar safado faziam ela parecer ainda mais perigosa naquele momento.

Subimos os quatro no elevador em silêncio, mas a tensão era absurda. O clima parecia pesado de desejo. Quando a porta da suíte se fechou atrás de nós, Katia assumiu completamente o controle da situação.

— Senta ali, assiste tudo — disse ela, apontando para a poltrona próxima da cama.

Obedeci imediatamente.

Enquanto eu me acomodava, ela caminhou até Marcos e começou a beijá-lo sem qualquer timidez. O amigo se aproximou logo em seguida, apertando sua bunda. As mãos percorriam o corpo da Katia com intimidade.

A cena diante de mim era hipnotizante.

Ela alternava os olhares entre os dois homens enquanto deixava o clima esquentar cada vez mais. Marcos segurava seus cabelos curtos pela nuca, puxando ela para mais perto, enquanto o outro deslizava as mãos por todo corpo dela. Katia parecia completamente entregue ao momento — provocante, confiante e perigosamente à vontade.

Em determinado momento, ela veio até mim. Sentou brevemente no braço da poltrona, segurou meu rosto e me deu um beijo intenso, lento, daqueles que tiram qualquer capacidade de raciocinar.

— Quero que você curta tudo, sem desviar o olhar — sussurrou no meu ouvido.

Aquilo me deixou completamente sem controle.

Ela voltou para perto deles, ficou de quatro e ordenou que Marcos levantasse seu vestido, puxasse sua calcinha pro lado e metesse até gozar, enquanto isso ela chuparia seu amigo. Assim foi feito, sem hesitar, logo Marcos começou a penetrá-la com força, enquanto ela engasgava e gemia fazendo um boquete.

Após Marcos gozar, ele foi se limpar e ela ficou sozinha com seu amigo na cama, aproveitou para tirar o que restava da roupa, mandou ele deitar e cavalgou nele até que ele gozasse, ela gemia muito e me chamava de corno e me humilhava. Eu logo não aguentei também e gozei.

A madrugada seguiu mergulhada em álcool, desejo e provocações. O quarto estava quente, cheio de risadas baixas, respirações ofegantes e olhares carregados de intenção. Katia parecia aproveitar cada segundo da atenção que recebia, enquanto eu observava tudo da poltrona, consumido pelo tesão e pela adrenalina daquela fantasia finalmente se tornando real.

O céu já começava a clarear pelas frestas da cortina quando Marcos e o amigo finalmente começaram a se arrumar para ir embora. O quarto ainda carregava o cheiro misturado de perfume, bebida e madrugada mal dormida. Katia observava os dois se vestindo com um sorriso satisfeito no rosto, ainda tranquila na cama, como se tivesse aproveitado exatamente a noite que queria.

Eles se despediram rapidamente. Marcos apertou minha mão antes de sair e lançou um último olhar para ela, que respondeu apenas com um sorriso provocante. A porta da suíte se fechou devagar, deixando apenas nós dois em silêncio.

Por alguns segundos, fiquei apenas olhando para Katia.

Ela levantou da cama lentamente e começou a vestir a roupa outra vez. O vestido preto colou novamente no corpo dela, valorizando suas curvas de um jeito que ainda me deixava sem ar mesmo depois de tudo que tinha acontecido. Então ela pegou a calcinha preta largada no chão e voltou a vestir, ainda úmida e esbranquiçada daquela madrugada intensa.

Depois caminhou até mim.

Sentou devagar no meu colo, encaixando as pernas ao redor da minha cintura enquanto passava os braços pelo meu pescoço. O cabelo loiro em corte chanel estava um pouco bagunçado, a maquiagem levemente borrada e o olhar carregado daquele jeito safado que eu amava nela.

Ela me beijou devagar. Um beijo longo, quente e cheio de intimidade.

— Fiz tudo isso por causa da sua fantasia — disse baixinho, acariciando meu rosto.

Sorri na hora, porque nós dois sabíamos que aquilo não era totalmente verdade.

Katia mordeu o lábio e deu uma risada baixa.

— Tá, eu também gosto. Gosto de provocar você, gosto de te enlouquecer.

Ela aproximou a boca do meu ouvido.

— E amo fazer você de corno.

Aquilo me fez arrepiar inteiro.

Mas o que mais mexia comigo não era apenas o fetiche. Era a cumplicidade entre nós. A confiança. O jeito como ela conseguia atravessar qualquer limite comigo sem que a nossa conexão diminuísse nem por um segundo.

Ela segurou meu rosto entre as mãos e falou olhando nos meus olhos:

— Eu te amo.

Respirei fundo enquanto sentia ela ainda colada no meu corpo.

Então Katia sorriu daquele jeito malicioso que sempre anunciava problema.

— Agora chama um Uber, porque eu ainda quero continuar a diversão em casa. Só nós dois.

O caminho de volta foi silencioso, mas carregado de tensão. Katia permaneceu encostada em mim no banco traseiro, deslizando os dedos pela minha mão enquanto observava a cidade amanhecendo pela janela. Em alguns momentos, ela apenas sorria sozinha, como se estivesse lembrando de cada detalhe da noite.

Quando o Uber finalmente parou em frente ao prédio, nós dois descemos sem dizer muita coisa. Ela segurou minha mão, me puxou para perto e entrou no elevador comigo ainda usando aquele mesmo olhar provocante.

A porta do apartamento se fechou atrás de nós.

E o resto ficou apenas entre eu, ela e os nossos fetiches.

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