Oi, prazer, me chamo Samuel, estou com 42 anos, tenho o corpo atlético e frequento academia.
Estava feliz com minha companheira, que conheci desde a adolescência, ela era meiga, espontânea e cheia de vida.
Se chamava Mariza, era uma ruivinha de 1,52 de altura, com um corpo magnifico, tinha uma bunda grande e empinada, um sorriso lindo e cativante, que me fazia perder o juízo, toda vez que a encontrava.
Nos conhecemos , por acaso, ela se mudou na casa ao lado da minha, com seus pais.
Sua mãe era a cópia exata da filha, com a bunda um pouco maior, ela era muito gentil e carinhosa, falava que eu era o filho que ela nunca teve.
Eu praticamente, não saia de sua casa, minha sogrinha me agarrava direto, me enchia de beijinhos, me chamava de meu menino peralta.
Mariza e eu perdemos a virgindade juntos aos 18anos,a primeira vez que toquei em seus peitinhos, ela ficou vermelhinha, com a respiração ofegante, seus gemidinhos no meus ouvidos eram como música.
Fomos para o banheiro, tomar banho e começamos a nos agarrar, ela se ajoelhou e tentou um oral meio desajeitado, olhando em meus olhos, mas mesmo assim gozei em sua boca deliciosa.
Chegou a hora de retribuir, sentei no chão do box, puxei ela com as pernas torneadas e a xaninha depilada, para a mim, comecei a mordiscar sua testinha, logo estava castigando sua bucetinha com a língua.
Seus gritinhos ecoavam pela casa, gozou desesperada na minha boca, se tremendo toda.
Que sensação maravilhosa, uma bucetinha pequenininha, cheirosinha e muito molhada.
Logo em seguida fomos para o quarto dos seus pais, aí a coisa ficou quente.
Pus ela de bruços e beijei cada pedacinho de seu corpo, começando por seus pezinhos, passando por suas coxas grossas, aí não me contive, comecei a morder e deixar minhas marcas.
Quando cheguei na sua bucetinha, ela se empinou toda, senti seu rabinho no meu nariz, não perdi tempo, meti a língua no seu cuzinho, que piscava sem parar, essa garota foi a loucura, gritava sem parar.
Igor você tá me deixando louca de tesão, não pare, não pare!
Suas pernas tremiam e minha língua era esmagada pelo seu anelzinho, gozou gritando.
Não dei descanso, chupei sua bucetinha com muito carinho, afinal, já era hora de perder o cabacinho tão esperado.
Virei ela de frente e ela dobrou as pernas encostadas nos peitos, segurando com suas mãos, ficou toda arreganhada para mim.
Pincelei, forcei aos poucos, sua expressão de dor e pânico, mas assim que a cabeça entrou, ela mordeu meu ombro e desabou em lágrimas, choro contido de emoção, beijei seus cabelos e acalmei ela.
Estava dentro, finalmente, minha princesinha perdeu o cabaço na minha pica, como de se esperar ela era tremendamente apertada e muito quente.
Nossa transa foi insana, muito gritos e gemidos da parte dela com juras de amor.
Aquele dia realmente marcou nossas vidas.
Começamos a namorar firme, quase todos os dias nós transamos.
O primeiro anal aconteceu, no nosso primeiro aniversário de namoro ,que rabinho apertado, meus amigos, como essa mulher chorou.
Mesmo com todo cuidado e preparação, não teve jeito, ela chorou e gemeu muito.
Mas, quando se acostumou, gozava só na enrabada, nossa transas eram cheio de amor e entrega, todo final de semana ou feriado, lá estávamos nós transando que nem desesperado e cheio de tesão.
Nos casamos dois anos depois, com uma lua de mel muito prazerosa e especial.
Vivemos juntos e felizes por oito anos incríveis, mas a vida não é justa, um câncer de ovário, consumiu ela, perdi meu amor e meu chão.
Num dia chuvoso, ela desceu a sepultura, lágrimas corriam pelo meu rosto, uma dor insuportável
Sofri uma depressão severa, só pensava em tirar minha vida.
Minha sogrinha me ajudou muito, desmanchamos a divisa do muro e ficou um quintal só, as vezes dormia na casa dela ou ela na minha.
Ela ficou viúva um ano depois que eu e passamos a morar juntos definitivamente.
Mas fiz uma burrada, comecei a frequentar uma casa noturna e me envolvi com uma puta, que era ex-esposa de um policial.
O cara depois de separado, ainda era louco pela mulher.
O irônico foi que o motivo da separação foi traição dele, pois era muito paquerado e mulherengo.
Ela por vingança se separou e foi trabalhar no puteiro.
Logo de cara conheci ela, que contou sua história, depois que me desabafei com ela.
Contei toda minha história sobre minha amada esposa morta, desde que conhecemos até o último dia.
Bom a história com essa puta, foi a minha primeira história aqui na cdc.
Voltei a ficar só minha sogrinha novamente e com o tempo, passei a ter um caso com ela e que mulher fogosa ela é.
O tempo passou e a vida continua...
Esse é o meu perfil (Fazedor de Cornos).