MINHA DONA – UMA NOITE DE DESCOBERTAS

Um conto erótico de CasalBisexPA
Categoria: Lésbicas
Contém 1566 palavras
Data: 21/05/2026 08:09:15

Meu nome é Manuela, tenho 24 anos, sou formada em Psicologia, trabalho numa clínica particular e moro sozinha num apartamento no centro. Sempre fui uma mulher decidida, que gosta de mandar, que gosta de estar no controle. Mas nos últimos meses, algo vinha mudando dentro de mim.

Tudo começou com a Valentina.

Nos conhecemos num grupo de amigas em comum. Ela tem 28 anos, é morena, olhos verdes, cabelos cacheados até os ombros, e um corpo que parece esculpido para o pecado – quadris largos, bunda empinada, seios médios e firmes. Ela é advogada, divorciada, e tem um ar de mistério que mexia comigo.

Começamos a conversar. Depois a nos encontrar para cafés. Depois para jantares. A química era tão forte que chegava a doer. Até que um dia, num desses encontros, ela me beijou.

Foi o beijo mais molhado e gostoso que já recebi na vida. A língua dela entrou na minha boca com uma segurança que me desarmou completamente. Quando terminei de beijá-la, eu já sabia: queria mais. Queria tudo.

— Você quer ser minha? – ela perguntou, naquela noite, enquanto estávamos sentadas no sofá da minha sala, as pernas entrelaçadas, o silêncio da madrugada nos envolvendo.

— Sua como?

— Minha cadela. Minha submissa. Minha dona.

— Você é Domme?

— Sou. E você vai aprender a ser minha.

Na hora, não soube o que responder. Mas minha boceta já estava encharcada. E meu corpo já dizia sim.

Ela marcou um encontro na casa dela para o sábado seguinte. Passei a semana inteira ansiosa, molhada, imaginando o que poderia acontecer. Na sexta à noite, ela me mandou uma mensagem:

"Amanhã você vem com uma calcinha velha. Algodão. Não lave. Quero sentir o seu cheiro."

Meu coração disparou. Tirei uma calcinha velha do cesto de roupa suja – usada, com uma mancha escura na altura da virilha, com pelos meus escapando. Guardei numa sacola. Passei o resto da noite me masturbando pensando no que ela ia fazer comigo.

Cheguei na casa dela no sábado, 20h. Ela abriu a porta usando um roupão preto de seda, aberto na frente. Por baixo, usava apenas uma calcinha fio dental preta. Os seios estavam à mostra, os mamilos escuros e duros.

— Entra – ela disse, com a voz grave.

Entrei. Ela fechou a porta. Trancou.

— Ajoelha.

Ajoelhei. Ela jogou minha calcinha velha na minha frente.

— Cheira.

Peguei a calcinha. Levei ao nariz. Cheirei fundo. O cheiro era forte, ácido, inconfundível – o cheiro da minha própria boceta depois de um dia inteiro sem trocar de calcinha.

— O que você sente? – ela perguntou.

— Tesão.

— O que mais?

— Vergonha.

— Boa. A vergonha é o começo da submissão. Agora veste. Por cima da sua calcinha.

— As duas?

— As duas. Quero você com duas camadas de calcinha suja. Quero sentir o cheiro das duas.

Vesti a calcinha velha por cima da minha. O tecido áspero roçou na minha boceta. O cheiro subiu até meu nariz.

— Levanta.

Levantei.

— Tira o vestido.

Tirei o vestido. Fiquei só de sutiã e as duas calcinhas.

— O sutiã.

Tirei o sutiã. Os seios caíram. Os mamilos já estavam duros.

— Vem.

Ela me levou para o quarto. A cama era grande, de casal, com lençóis pretos. Na mesa de cabeceira, havia uma caixa preta.

— Deita de bruços.

Deitei. Ela sentou ao meu lado. Começou a passar a mão nas minhas costas, na minha bunda, nas minhas pernas.

— Você sua – ela disse.

— Estou nervosa.

— Nervosa e suada. Eu gosto. Cheiro de suor é cheiro de tesão.

Ela enfiou a mão por baixo das minhas calcinhas – as duas camadas – e tocou na minha boceta.

— Está encharcada.

— Estou.

— O que você quer?

— Não sei.

— Sabe sim. Fala.

— Eu quero... que você me coma.

— Com o quê?

— Com... os dedos. Com a boca. Com o que você quiser.

Ela riu. Subiu na cama. Abriu a caixa preta.

Dentro havia um consolo duplo – rosa, de silicone, com duas extremidades, 30 centímetros no total. E um vibrador pequeno, prateado.

— Você sabe o que é isso?

— É um consolo duplo.

— Você já usou um?

— Nunca.

— Hoje você vai usar. Comigo. Ao mesmo tempo.

Ela tirou a calcinha. A boceta dela apareceu – lisa, rosada, inchada, já escorrendo.

— Tira as suas calcinhas.

Tirei. As duas. Fiquei pelada, de bruços, a bunda empinada.

— Vira de costas para mim.

Virei. Ela se encostou nas minhas costas, de conchinha. A boceta dela encostou na minha bunda.

— Abre as pernas.

Abri. Ela enfiou uma ponta do consolo duplo na minha boceta. Eu gemeu.

— ISSO... DEVAGAR...

Ela enfiou devagar. A ponta rosa entrou centímetro por centímetro.

— ENFIA TUDO – eu pedi.

Ela enfiou tudo. 15 centímetros do consolo sumiram dentro de mim.

— AGORA A MINHA VEZ – ela disse.

Ela encaixou a outra ponta na própria boceta. Enfiou. Gemeu.

— AS DUAS! – ela gritou. – AS DUAS ESTÃO COM O MESMO PAU DENTRO!

Começamos a nos mexer. Devagar no início, depois rápido. O consolo deslizava para dentro de uma, para dentro da outra. As duas bocetas apertavam o mesmo plástico.

— EU SINTO A SENHORA! – eu gritei.

— SINTO A SENHORA DENTRO DE MIM!

— VOCÊ É MINHA CADELA?

— SOU! SOU SUA CADELA! SOU SUA PUTA! SOU O QUE A SENHORA QUISER!

Ela gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela, escorreu pelo consolo, escorreu pela minha perna. Continuei me mexendo. Gozei.

— TROCA! – ela ordenou.

Ela tirou o consolo da minha boceta. Virou de quatro. Empinou a bunda.

— ENFIA NO MEU CU!

— A SENHORA TEM CERTEZA?

— TENHO!

Passei lubrificante. Enfiei a ponta do consolo no cu dela. Ela gemeu alto.

— ISSO, CARALHO! ENFIA TUDO!

Enfiei tudo. 15 centímetros de plástico sumiram no cu da minha Domme.

— METE! – ela pediu.

Metti. Devagar no início, sentindo o cu dela se acostumar. Depois rápido. Ela gemia, os dedos arrancando o lençol.

— VOU GOZAR! – ela gritou.

— GOZA!

Gozou. O líquido claro jorrou da boceta dela. Continuei metendo. Ela gozou de novo. Só de cu.

— PARA – ela disse, ofegante. – JÁ CHEGA.

Tirei o consolo. O cu dela ficou aberto, piscando.

— Agora é a sua vez – ela disse. – De quatro.

Deitei de quatro. Ela enfiou o consolo no meu cu.

— VAI DOER.

— PODE DOER.

Ela enfiou. Gritei. A dor foi uma facada.

— CALMA. RESPIRA.

Respirei fundo. Ela enfiou mais. O consolo entrou todo.

— MEXE – eu pedi.

Ela começou a meter. Devagar. Meu cu ardia, mas ardia gostoso.

— MAIS RÁPIDO!

Ela acelerou. Eu gemia, os dedos apertando o lençol.

— VOU GOZAR! – eu gritei.

— GOZA!

Gozei. O líquido claro jorrou do meu pau – sem ninguém tocar. Só com o consolo no meu cu.

Ela tirou o consolo. Meu cu ficou aberto.

— Pronto – ela disse, ofegante. – Agora você não tem mais segredos para mim.

Depois de nos recuperarmos, ela me levou para o banheiro. O box era grande, de vidro. Ela abriu o chuveiro. A água quente escorria.

— Entra – ela disse.

Entrei. Ela entrou atrás.

— Levanta o braço.

Levantei. Ela enterrou o rosto na minha axila. Cheirou fundo.

— QUE CHEIRO BOM – ela disse. – CHEIRO DE TESÃO. CHEIRO DE SUOR. CHEIRO DE MULHER.

Lambeu. A língua percorreu os meus pelos, o suor, a pele.

— Eu nunca tinha sentido isso – eu disse.

— Nunca?

— Nunca. Meu ex-namorado tinha nojo de cheiro.

— Ex-namorado é idiota. Cheiro é a melhor parte.

Ela lambeu a minha outra axila. Eu gemia, os dedos enterrados no cabelo dela.

— AGORA VOCÊ – ela disse.

Ela levantou os braços. Enterrei o rosto na axila dela. O cheiro era forte, ácido, adocicado. Lambi. Chupei. Mordi os pelos.

— ISSO, MANUELA! ASSIM QUE SE LAMBE UMA MULHER!

Ela gozou ali mesmo, em pé, debaixo do chuveiro. O líquido claro escorreu pela perna dela, misturado com a água.

— AGORA A SUA VEZ – ela disse.

Ela se ajoelhou. Abriu a minha boceta com os dedos.

— Vou te chupar. Mas antes, quero que você faça xixi.

— O QUÊ?

— Xixi. Quero que você mije na minha boca.

— MAS...

— É uma fantasia minha. E você vai realizar. Hoje.

— EU NUNCA...

— POR ISSO MESMO. VAI SER A PRIMEIRA VEZ.

Respirei fundo. Tentei relaxar. A bexiga estava cheia.

— ABRE A BOCA – eu disse.

Ela abriu. Colocou a língua para fora.

Mijei.

O jato quente acertou a língua dela. Ela engoliu. Os olhos fechados, de prazer.

— MAIS – ela pediu.

Continuei mijando. A urina escorreu pela boca dela, escorreu pelo queixo dela, escorreu pelo peito dela. Ela bebeu tudo.

Quando terminei, ela lambeu a minha boceta. Limpou cada gota.

— DELÍCIA – ela disse. – URINA DE MULHER É O MELHOR AFRODISÍACO.

— VOCÊ É LOUCA.

— LOUCA DE TESÃO. AGORA A MINHA VEZ.

Ela se levantou. Abriu as pernas.

— VOCÊ VAI MIJAR NA MINHA BOCA.

Abri a boca. Ela mijou. O jato quente acertou a minha língua. Engoli. O gosto era forte, salgado, único.

Ela gozou de novo. Eu gozei junto.

Saímos do banheiro. Nos secamos. Voltamos para a cama, peladas, suadas, as bocetas escorrendo.

— O que você achou da sua primeira noite como cadela? – ela perguntou.

— A MELHOR NOITE DA MINHA VIDA.

— VAI QUERER REPETIR?

— VOU. QUANTAS VEZES A SENHORA QUISER.

— ENTÃO VEM CÁ. A NOITE AINDA NÃO ACABOU.

Ela me puxou. Me beijou. A língua entrou na minha boca. Senti o gosto da minha própria urina, misturada com o gosto dela, misturada com o gosto da minha boceta, misturada com o gosto do suor das nossas axilas.

— EU TE AMO – ela disse.

— EU TAMBÉM TE AMO – respondi.

— AMOR DE CADELA?

— AMOR DE CADELA. AMOR DE DONA. AMOR DE MULHER.

Dormimos. O sol nasceu. O cheiro de sexo, de urina, de suor, de boceta impregnava o lençol.

O cheiro de quem finalmente se entregou.

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