Tinha quarenta e três anos e um jeito discreto que enganava qualquer um na pequena cidade do interior paulista onde vivia com meu marido, Marcelo. Casada havia mais de vinte anos, aprendi a ocupar os espaços em silêncio: cuidar da casa, trabalhar, sorrir educadamente. Por fora, era apenas mais uma mulher madura da cidade. Por dentro, carregava desejos que nunca tivera coragem de admitir em voz alta.
Trabalhava como empregada doméstica numa casa grande, afastada do centro, pertencente à família Barros — donos de fazendas na região. O casal passava boa parte do tempo viajando, deixando a casa sob responsabilidade minha e dos dois filhos universitários: Bruno, de vinte anos, impulsivo e provocador, e Kelly, de dezoito, mais quieta, mas dona de um olhar intenso.
Naquela sexta-feira abafada, a casa estava praticamente vazia. Os pais haviam viajado para Bahia, cheguei cedo para limpar os quartos e organizar a cozinha. Vestia uma blusa fina de tecido leve por causa do calor e uma saia justa abaixo dos joelhos. Nada exagerado. Ainda assim, percebia os olhares demorados de Bruno desde as primeiras horas da manhã.
— Você vai acabar matando alguém desse jeito, Mara — ele comentou enquanto encostava na porta da cozinha, segurando uma lata de refrigerante.
Ri sem encará-lo diretamente.
— Menino atrevido.
— Menino? — ele provocou. — Faz tempo que deixei de ser.
Senti o rosto aquecer, mas continuei secando a bancada como se nada tivesse acontecido. Sabia que deveria cortar aquele tipo de conversa imediatamente. Sabia também que havia algo perigosamente excitante em perceber-se desejada por homens tão mais novos.
Kelly apareceu pouco depois, silenciosa como sempre, usando apenas uma camiseta regata, que mal cobria seu corpo, seus pequenos e delicados seios quase a mostra, e parte de sua calcinha preta aparecendo. Pegou água na geladeira e permaneceu me observando por alguns segundos longos demais.
Eu percebi que havia alguma coisa de estranho naqueles dois.
E dessa vez não desviei os olhos.
O clima da casa começou a mudar aos poucos, quase imperceptivelmente. Bruno inventava desculpas para circular pelos cômodos onde eu estava. Kelly permanecia distante, mas os olhares dela pareciam ainda mais íntimos justamente pelo silêncio, vendo o jogo de seu irmão comigo. Pareciam ter combinado tudo.
Na hora do almoço, subi para limpar o quarto de hóspedes. As janelas abertas deixavam o vento quente entrar, balançando as cortinas claras. Me inclinei para trocar os lençóis quando ouviu passos atrás de mim.
Bruno.
— Foi mal… achei que não tivesse ninguém aqui.
Eu sabia que era mentira.
— Você vive aparecendo onde eu estou.
Ele sorriu devagar.
— Talvez porque eu goste de olhar para você.
A sinceridade direta me desarmou mais do que deveria.
Respirei fundo, tentando recuperar o controle.
— Isso é errado.
— É? — ele perguntou, aproximando-se sem pressa. — Porque às vezes parece que você gosta.
Meu coração acelerou. Não apenas pela ousadia dele, mas porque havia verdade naquela provocação.
Antes que respondesse, Kelly surgiu na porta do quarto. Os olhos passaram de Bruno para mim num silêncio carregado.
Percebi, naquele instante, que os dois irmãos a observavam havia muito mais tempo do que imaginava.
A tensão se espalhou pelo ambiente abafado.
Eu deveria sair dali. Descer as escadas, terminar o trabalho e voltar para casa antes que qualquer limite fosse rompido.
Mas permaneci parada.
Sentindo-se desejada de uma forma que o casamento com Marcelo já não despertava havia anos.
Do lado de fora, o céu anunciava chuva. Dentro da casa silenciosa, começava a entender que certas fantasias, quando alimentadas por tempo suficiente, deixam de parecer impossíveis — e passam a se tornar tentações perigosamente reais.
Foi quando Kelly se aproximou e passou a mãos em meus braços, um arrepiu subiu pelas minhas costas. Ela deu a volta em mim e parou na minha frente. Bruno se sentou na cama e ficou nos observando.
A menina quieta, tímida e meiga que conhecia, parecia outra pessoa, e inesperadamente, deixou sua camiseta cair, ficando somente com a minúscula calcinha preta. Seios pequenos, bicos rosados, corpinho magrinho.
Nesse momento deu um grito.
— Tá ficando louca, olha seu irmão aqui!
Então Bruno rebateu.
— Relaxa, Kelly e eu já brincamos a muito tempo assim.
Eu não sabia o que fazer, estava paralisada, foi quando senti a mão de Bruno segurando minha cintura, Kelly pegou minha blusa e foi levantando, até tirar por completo, liberando meus fartos seios, com as auréulas grandes e escuras, os bicos estavam durinhos pelo tesão.
Bruno foi abaixando minha saia e minha calcina juntas, e num piscar de olhos estava completamente nua na frente deles.
Kelly segurou meus seios e começou a chupar, uma sensação alucinante percorria meu corpo. Bruno passava suas mãos em minha bunda, alcançando minha buceta, fazendo movimentos para frente e para trás. Estava entregue aos dois naquele momento.
Bruno tirou suas roupas, sua pica era maravilhosa, branca, cabeça rosada. Mas me surpreendeu foi quando Kelly se aproximou dele, tirando sua calcinha. Ele sentado na cama com sua pica durinha, fazendo movimentos como se estivesse batendo uma punheta olhando nos duas nuas. Kelly se abaixou segurando a pica do irmão e ajoelhando na frente dele começou a chupar.
Eu não estava acreditando que Kelly chupava a pica do próprio irmão. Estava paralisada, mas com um tesão muito grande em saber e ver que os dois transavam a muito tempo. Kelly esticou sua mão pegando na minha, me abaixando ao lado dela e começamos a dividir a pica de Bruno em nossas bocas. E em determinados momentos minha boca encostava na dela, numa sensação maravilhosa.
Os dois se levantaram e me posicionaram de quatro na cama, Bruno foi se encaixando atrás de mim, e sem trabalho começou a penetrar minha buceta carnuda, toda molhada de tesão, Kelly se posicionou na minha frente de pernas abertas, puxando minha cabeça até sua bucetinha rosada. Entendi o que ela queria e comecei a chupar sua bucetinha, nossos gemidos ecoavam pela casa vazia.
Passamos uma tarde alucinante, aproveitando cada posição, cada beijo, cada gota de suor de nossos corpos. Eu com meus 43 anos, me sentindo novamente viva com dois jovens irmãos, filhos dos meus patrões.
Gozamos loucamente por diversas vezes, até ficar esparramados na cama, deitados abraçados. A cena era maravilhosa, meu corpo moreno no meio dos dois.
Fui embora com mil coisas na mente, mas o que mais me intrigava era saber que Bruno e Kelly tinham uma relação entre irmãos e que a partir desse dia, eu também fazia parte desse segredo maravilhoso. E que iria se repetir por muitas e muitas vezes.
