Janaína - A vadia que habita em mim - Parte 2

Um conto erótico de Janaina
Categoria: Heterossexual
Contém 1528 palavras
Data: 21/05/2026 01:47:18

***Essa é a parte 2 da série: Janaína - A vadia que habita em mim - Pela narrativa de Janaína.***

Alguns dias se passaram e numa quinta-feira, saí de casa novamente no horário habitual, usando uma saia lápis de cor preta, bem colada e uma camisetinha branca abotoada.

Estacionei o carro na minha vaga e notei que Leonardo estava chegando. Ele estava do outro lado, por onde entram os pedestres, mas notei que estava diferente do dia em que o vi. Usava uma regata preta e uma bermuda cinza, segurava uma mochila na mao direita. Reparei melhor no seu corpo mesmo com pouca idade, bem definido. Um estilo bem próximo dos jovens de hoje, cabelo raspadinho, com um brinco prateado na orelha direita.

Era estranho eu me sentir atraída por um garoto que tinha dezoito anos. Eu sempre gostei de homens mais velhos. Mas só de olhar para aquele novinho, eu senti minha buceta ficar umicedida.

Minutos depois fui pra minha sala, e comecei a trabalhar normalmente. Era um período corrido no meu setor. Uma colaboradora afastada, outro de férias e a empresa contratando e demitindo funcionários. Ainda tinha o fechamento da folha para aprovação do financeiro. Tudo ao mesmo tempo.

Assim que terminei de fazer uma atividade sobre o fechamento da folha, com uma funcionária, Michel, veio até minha mesa para tratarmos das admissões.

-- Chefe, precisamos tratar dessas três admissões com certa urgência. As duas meninas foram aceitas, uma vai pro Sac e a outra pra recepção.

Falei com o Jairo do almoxarifado que gostou do rapaz que é aprendiz na expedição.

Já chamei as meninas pra fazer todo procedimento de exame médico e assinaturas, mas o rapaz, se trata de uma promoção, agora como funcionário contratado.

-- Sim, chame ele na hora do almoço de vocês, me passa todo procedimento de assinaturas, mudança salarial e benefícios que vou tratar com o Jairo e com a expedição a data para ele se apresentar na nova função.

Michel assentiu e voltou pra sua mesa. A Janaína que foi puta naquela semana com o primo, parecia estar acesa em mim. É natural que no meu departamento todos vão almoçar por volta do meio-dia, enquanto eu saio mais tarde, só depois de todos estiverem de volta. Raramente isso muda.

Michel me mandou tudo por e-mail, eu imprimi e fiquei analisando os documentos para o que deveria dizer ao rapaz. Não é muito natural que eu faça isso, na verdade numa situação normal, eu pediria ao Michel fazer, mas com a desculpa de que o departamento estava desfalcado, eu me prontifiquei a ajudar com tudo que meus colaboradores precisavam, entao Michel sequer estranhou.

Quando deu meio-dia, notou a equipe deixando o ambiente para almoçar. Logo percebo Michel na porta fazendo um sinal. E vejo Leonardo passando pela porta e Michel saindo pela mesma. Fiz um sinal da minha mesa para que Leonardo entrasse. Ele já nao usava mais aquela regata e sim uma camisa Polo azul escura, além de uma calça preta.

Peguei a pasta com os documentos e falei sorrindo:

-- Vamos pra sala?

Ele assentiu e me seguiu. A saia era bem colada e nao conseguia rebolar muito com o andar, mas ele deve ter olhado pra minha bunda, certeza.

Me sentei e pedi que se sentasse na cadeira mais próxima a mim. Escolhi a sala que tinha uma mesa, diferente da outra, pois ele precisaria assinar documentos e era mais facil estar naquela sala.

Na verdade, ele nem precisava ir comigo pra sala, poderíamos fazer aquilo na minha mesa, mas meu extinto me levou até lá.

Comecei explicar todo procedimentobde promoção, a necessidade dele assinar documentos, falei sobre o novo salário, os descontos os benefícios. Coisas que um funcionário precisa ser informado quando é contratado ou promovido, que era o seu caso.

Ele sorria, demonstrava interesse, fez perguntas pertinentes. Então, finalizei dizendo;

-- Então, Leonardo, minha equipe falou agora pela manhã com o Jairo, que será seu supervisor, você deve ser admitido nesse novo cargo, na terça-feira. E aí já começa a entrar na folha de pagamento com esse novo cargo. Você assinou tudo que pedi, ficou com suas vias. Acho que é isso.

-- Posso só te fazer mais uma pergunta, Dona Janaína?

--Poder, você pode, mas já te disse que não precisa me chamar de dona. Eu nem sou tao mais velha assim.

-- Me desculpe, é a educação mesmo.

Eu sorri e continuei: -- Pode perguntar, o que quer saber Leonardo?

-- Você é casada?

Eu gelei com aquela pergunta. Até aquele momento, ele tinha sido super formal. Mas aquilo me desestabilizou, porém, tentei agir naturalmente, respondendo:

-- Sou sim, Leonardo. Mostrei a aliança no dedo anelar. Mas para não deixá-lo sem graça, perguntei:

-- E você? Tem namorada?

-- Não. Estou solteiro.

Assim que respondeu, ele se levantou e disse:

-- Você acha que alguém com esse abdômen arrumaria uma namorada facilmente?

Ele perguntou aquilo e levantou sua camisa, a segurando na altura do peitoral. Eu havia aberto aquela porta no dia da entrevista, ele notou que eu fiz porque queria ver e tocar.

Eu poderia me levantar, desconversar, abrir a porta dizendo que estava tudo certo da parte do RH, mas não resisti aquele abdomen durinho, com pelinhos na altura do umbigo, naquela pele firme e falei:

-- Ah, garoto. Você já me mostrou isso naquele dia. Você está apto pro trabalho com esse físico, só manter.

-- Mas Janaína, pergutei sobre arrumar uma namorada, o que vc acha?

Ele segurava a camisa com uma mao e passou a outra no abdômen. Não contente, notando que eu fixava meu olhar, ele deu um passo à frente, pegou minha mao que repousava em cima da mesa e levou até ele.

Eu fiquei atônita. E se alguém aparecesse? Mas minha mão deslizou por aquele abdômen, com a sua mao em cima da minha. Ele ficou seu olhar em mim e falou, comigo ainda alisando...

--Janaína, olha como você me deixa...

Naquele momento ele pegou minha mao e levou até seu pau, por cima da calça. Eu nao resisti e apertei. Segurei aquele mastro duro. Minha buceta já estava encharcada naquele momento.

Eu ainda não tinha dito nada, mas ele fez a menção de baixar o zíper, aí eu me recompus e me levantei, tirando a mao do seu pau, dizendo:

-- Garoto, vamos encerrar por hoje, acho que está tudo certo com sua promoção.

Ele sequer mudou a expressão de tesão e quando dei um passo em direção à porta, ele baixou o zíper e tirou aquela rola grossa pra fora. Aquele pau novinho era manuseado por ele e eu só olhava, hipnotizada para o movimento que ele fazia. Quando ele disse:

-- Pega só uma vez sem a calça, só pra sentir desse jeito.

Falou aquilo já segurando minha mao e levando até sua rola grossa.

Eu segurei e massageei, fazendo um lento movimento de punheta. Sentia com a minha mão a pele enrijecida , o volume massivo, de sua rola desesperada. Minha buceta pingava dentro da minha calcinha, mas nao durou nem dois minutos, mesmo com ele ofegante, o medo de ser surpreendida falou mais alto, soltei o pau da minha mao e falei:

-- Vamos, Leonardo, preciso voltar ao trabalho.

Ele não se deu por vencido, comigo de costas indo pra porta, ele me agarrou por tras e começou a me encoxar. Senti o pau duro em minha bunda por cima da saia. Ele forçava, me inclinou, segurando minha cintura, na mesa e atolava as maos na minha bunda por cima da saia e me encoxava desesperadamente. Aquilo durou pouco mais de um minuto tambem, ouvia ele sussurrar: -- Gostosa! -- Rabuda! enquando forçava seu pau contra minha bunda, por cima da saia... mas consegui me soltar e corri pra porta, me recompodo e a abrindo. Ele sabia que a sala de reunião nao tinha câmeras, mas o departamento tinha, entao entendeu que nao deveria tentar mais nada. Fiquei na porta e o vi colocar aquele pinto duro pra dentro e antes de sair ele falou:

-- Posso me despedir, con um abraço?

Eu respirei fundo e dei um passo para próximo dele quase em dfente a porta. Ele me abraçou, apertou minha bunda com as duas maos e me deu um beijo na boca. Quando ia sentir a lingua, saí do beijo e atravessei a porta.

Ele veio atras de mim, segurando os documentos. Fui pra minha mesa e o vi sair do meu setor.

Passei a tarde pensando no que havia ocorrido naquele dia. Que garoto safado. Mas que corpo incrível, comomum rqpaz naquela idade foi tão ousado assim? A culpa foi minha. No primeiro dia eu jamais deveria ter pedido pra ele levantar a camisa. Jamais deveria ter tocado em seu abdômen.

Ele foi como um soldado em uma guerra, avançando passo a passo, até conseguir chegar no limite que permiti.

Quando fui pra casa, fiz exatamente a mesma coisa. Com Caio na cozinha, fiquei nua no banheiro e me masturbei no banho. Enfiei meus dedos na buceta até gozar, pensando naquele ocorrido da sala de reunião.

***E essa foi a parte 2, da série - Janaína - A vadia que habita em mim Com a Narrativa de Janaína. Espero que estejam gostando.

Tentarei postar em breve a terceira parte.***

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Foto de perfil genéricaMatildenseContos: 13Seguidores: 43Seguindo: 76Mensagem Depois de muito tempo lendo contos por aqui, resolvi começar a escrever. As séries serão baseadas em acontecimentos reais, os nomes de pessoas e lugares obviamente serão trocados. Como sempre preferi ler contos com a narrativa feminina, farei a escrita desta forma. Vou escrevendo aos poucos e espero que apreciem sem moderação.

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