Capítulo 8
— Vai, André, fala logo… — parei no meio da sala, braços cruzados, rindo também, o corpo ainda quente, a buceta sensível roçando na calcinha toda vez que eu mexia as pernas.
— Falar o quê? Eu não tenho nada pra dizer…
— E por que você tá rindo?
— Eu rindo? Eu ri porque você tá rindo. Olha sua cara no espelho.
Virei pro espelho de corpo inteiro que ficava na entrada. Ali estava eu: cabelos pretos soltos, molhados nas pontas, caindo pelos ombros; corpo marcado de vermelho aqui e ali, peitos ainda inchados de tanto apertar, rosto corado, lábios inchados de beijos e chupadas, olhos brilhando. E um sorriso enorme, satisfeito, que eu nem tinha percebido. Eu estava linda. E feliz. Indo à toa, como se o mundo tivesse se aberto só pra mim.
Não sabia direito como funcionariam as regras daquela coisa nova entre a gente. Mas precisava falar com ele. Me sentei do lado dele no sofá, fechei a tampa do notebook sem pedir licença — se fosse importante, paciência —, e soltei, voz baixa, quase sussurrando:
— Obrigada, André…
Ele me olhou. Entendeu na hora. Meus deuses, como eu pude achar que trair a confiança dele era solução pra alguma coisa? Quando eu dei a maior cagada da nossa relação e ele, em vez de me mandar embora, me deu isso: liberdade, tesão sem limite, um presente que eu nem sabia que queria tanto.
— E me perdoa… tá? Pelo que eu fiz de ruim com você.
Ele ficou sem graça me olhou fazendo um carinho no meu rosto e só falou
— Tá tudo bem, tá? Pode ficar tranquila.
Pulei em cima dele, envolvendo o pescoço com os braços, apertando forte num abraço que dizia tudo: amor, gratidão, tesão acumulado. Meu corpo colou no dele, peitos esmagados contra o peito dele, coxas abertas sobre o colo, sentindo o calor dele através da calça. Beijei a boca dele devagar, língua brincando na dele, provando o gosto familiar que eu amava, misturado agora com o cheiro de sexo que ainda grudava na minha pele.
Mas aí o diabo sussurrou de novo, baixinho de um jeito safado, direto no meu ouvido interno: "Ei, sua puta… olha a rola dele ali, quietinha. Por que não chupar duas no mesmo dia? Você pode, mulher. Vai lá. Mama seu marido também. Enche a boca de porra até ficar com azia de tanto sêmen. Vai."
Ri sozinha, um riso baixo, malicioso, que escapou contra os lábios dele. Afastei o rosto só o suficiente pra olhar nos olhos dele, brilhando de um jeito que eu conhecia bem.
— Já que você foi um bom corninho hoje… — a palavra saiu natural, rouca, carregada de tesão — eu vou te dar um presente.
Estranhei o som na minha própria boca. Acabei de chamar ele de corno na cara dele, sem rodeio, sem pedir licença. Esperei o tapa verbal, a cara feia, o “para com isso, Juliana”. Nada. Ele só me olhou, pupilas dilatadas, respiração um pouco mais pesada. A essa altura eu tinha certeza: tinha um fetiche enterrado ali, profundo, que ele nunca teve coragem de confessar. Até agora. Até eu soltar sem querer. E o silêncio dele era a confirmação mais alta que eu precisava.
Deslizei devagar do colo dele, ajoelhando entre as pernas abertas no sofá. Mãos subiram pelas coxas dele, abrindo o zíper com calma, puxando a cueca pra baixo. O pau dele saiu mole, quente, pesado na minha palma. Comecei a brincar devagar: dedos traçando as veias, polegar circulando a cabeça macia, sentindo ele pulsar devagarinho, acordando.
— Você gosta que eu te chame de corno, né? — perguntei, voz baixa, olhando pra cima, olhos fixos nos dele.
Ele corou, desviou o olhar por um segundo, depois assentiu. Devagar e meio sem graça, mas sem negar. O pau deu um pulo na minha mão, endurecendo mais só com a palavra.
Sorri, safada, lambi os lábios.
— Bom menino…
Abri a boca e engoli devagar. Primeiro só a cabeça, língua rodando em volta, saboreando o gosto limpo dele misturado com o resquício salgado do dia. Chupei devagar, sugando leve, deixando a saliva escorrer, lubrificando tudo. Ele gemeu baixo, mão indo pro meu cabelo, não puxando, só segurando. O pau cresceu na minha boca, engrossando, endurecendo, ficando pesado na língua. Eu subia e descia, ritmada, sentindo cada centímetro se encher de sangue, pulsar contra o céu da boca.
Quando ele estava duro pra caralho, reto, veias marcadas, tirei da boca com um estalo molhado, mão ainda segurando a base, olhando pra ele com um sorriso torto.
— Segundo pau que eu chupo hoje…
A frase caiu pesada entre a gente. O ar ficou mais grosso, mais quente. Meu corpo inteiro arrepiou. A buceta, que já estava sensível do dia inteiro, latejou forte, molhando a calcinha de novo. A ideia me deixou insana: duas rolas na mesma tarde, uma do moleque estagiário, outra do meu marido. Duas bocas cheias de porra diferente, dois sabores, dois homens me querendo, me usando, me enchendo. Eu era a puta da casa agora, e adorava cada segundo.
Dedé gemeu mole, olhos escuros de tesão.
— Eu vou querer te dar, mas eu tô toda esfolada, amor… Ele tem um pau grande, sabe?
Minha voz saiu meio reclamona, mas era puro deboche safado. Eu queria que ele sentisse cada palavra, que imaginasse o tamanho, a grossura, o quanto eu tinha sido aberta e preenchida por outro. Dedé fechou os olhos, a respiração acelerando, o pau pulsando na minha boca.
— Maior que o meu? — gaguejou, voz rouca, quase sussurrada.
— Maior, amor… e mais grossinho também. Mas o seu é gostosinho… Eu gosto!
Voltei a chupar com fome, engolindo devagar, sentindo ele endurecer mais ainda na minha língua. Suguei forte a cabeça, lambi a veia grossa que subia pela base, deixei a saliva escorrer pelos cantos da boca. Ele gemeu baixo, mão apertando meu cabelo, quadril subindo de leve pra ir mais fundo. O gosto dele era familiar, quente, meu. Mas misturado com o tesão de saber que minha boca tinha acabado de chupar outro pau, outro sêmen, outra porra.
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