Afrouxo o cinto, com cuidado para não despertar atenção, enfio a mão na calça social. O pau já está latejando, babando, duro feito um vergalhão de aço os quais eu calculava antes de me perder em pensamentos que não deveriam estar na minha cabeça. Não naquele momento, não naquele lugar e muito menos naquela hora! 5 da tarde, fim de expediente, “Sorte que o escritório já está ficando vazio e que meu monitor é grande.” Sinto os pentelhos aparados a poucos dias mas que já crescem provocando sensações maravilhosas ao roçar na pele do pau. Recolho um pouco da babinha com as pontas dos dedos. Cuidadosamente levo a mão a boca e lambo discretamente. “Delícia! Salgadinho feito lágrima. Sim, uma lágrima de pau!” Tiro os dedos da boca sugando cada possível resquício daquele mel de macho. Fecho a mão em concha, coloco sobre o nariz e a boca. Puxo o ar profundamente. “Caralho, que tesão!”, “Que cheiro maravilhoso de pica!”. “Que tesão é esse que não passa, caralho!?”
A pouco Pedro se recordava de sua aventura mais cedo no escritório da obra enquanto respondia um e-mail pensando no rabinho virgem daquela delícia com quem ele estava se comunicando. “Puto safado!”, “Que tesão que eu tenho em rabo virgem de macho casado!”, “Se eu pego aquele cara eu nem sei o que sou capaz de fazer”. Pedro pensavam em mil possibilidades de deixar o carinha delirando de prazer, “Ele vai chorar, ele vai implorar pra gozar e eu não vou deixar!”, “Ele vai ter que merecer!”, “E quando ele estiver no auge do tesão eu vou fuder ele tão gostoso que ele vai gozar sem nem tocar naquele pau.”
Pedro puxa a lixeira para perto dele, olha ao redor , porta fechada, ar ligado, só se ouve o barulho da obra lá fora, todos ocupados e já instruídos, ele apenas estava revisando uns detalhes finais, alguém poderia entrar a qualquer momento, coração acelerado, tesão no pico, ele tira o pau pela abertura do zipper da calça e quase nem se toca, o tesão é tamanho que bastou arregaçar a cabeça do pau para que os jatos voassem diretamente para a lixeira entre suas pernas. Pedro geme mas se contém, é um lugar público, tem que ser muito discreto, mas é complicado não soltar pelo menos um ‘ahhhhhhhhhh’ aspirado, logo após o gemido.
Pedro puxa mais umas vezes a pele sobre a cabeça do pau para que as últimas gotas do leite caiam na lixeira e rapidamente desabotoa a calça, solta o cinto e acomoda o pau da melhor maneira que consegue dentro das calças. “Rápido Pedro, antes que alguém entre!” Coração ainda acelerado. Respira fundo, arruma a camisa dentro da calça e olha para a lixeira. “Caralho, que melado que ficou!”, “Papel!”. Pedro começa a amassar algumas folhas de rascunho que estavam em um escaninho ao lado da tela do PC e joga dentro da lixeira. “Foda-se!”
##
Quer saber mais sobre Pedro e suas histórias?
Avalie e deixe um comentário, assim ele vai se sentir mais à vontade em compartilha-las aqui com vocês.
Caso queira me escrever: cinconoves@hotmail.com