Olá. Sou Júnior. À época dos fatos eu tinha 19 anos e estava fazendo cursinho para tentar ingressar na USP. Queria fazer física, só porque gostava da matéria no ensino médio. Mas, quando fiz o vestibular, a única matéria que zerei foi... é, física! Imagina minha frustração. A outra matéria que fui muito mal foi inglês, acertei 2 no chute.
Para me preparar melhor, comecei a fazer inglês no CCAA, numa cidade do interior de São Paulo, uma "metrópole" de 27 mil habitantes, pacata e interessante, aconchegante, ótima qualidade de vida, onde eu residia. Não sabia ainda qual curso iria querer no novo vestibular, mas estava estudando dedicadamente.
No CCAA as aulas são histórias curtas, tipo quadrinhos. Todos os alunos escutam, repetem as falas, e, finalmente a professora ensinava o significado. Depois tinham os "reels", onde ouvíamos as palavras e tínhamos que colocar no livro o significado. A última etapa era a gramática da história da lição.
A sala de aula era pequena, e o máximo eram 10 pessoas na turma. Na minha havia 8, sendo 6 meninas, duas delas gêmeas. Mas o meu foco era a Hary, morena, cabelos negros ondulados, peitos aparentemente pequenos. Ela sempre aparecia de vestido ou saia curta, e normalmente sentava do lado oposto ao meu, o que me permitia lançar olhares indiscretos para o meio de suas pernas, em busca da buceta protegida pela calcinha. Algumas vezes obtive êxito, apreciando rapidamente seu monte de vênus, outras quase fui pego. Eu chegava a sonhar com a buceta dela.
Ela sempre me chamava no intervalo para ir na farmácia da esquina, onde comprava uma barra de cereal (ainda não se vendia em mercados), e também subia na balança para se pesar.
— Junior, como você acha que eu tô?
— Esbelta - respondia, mas queria dizer: "gostosa!".
Essa dinâmica sempre se repetia, com as outras meninas eventualmente indo à farmácia junto e fazendo pergunta parecida.
Como eu era de igreja à época, não nos era permitido namorar e, muito menos, sair com alguém "do mundo". E o namoro cristão deveria ser breve, máximo 1 ano, e casar para "não pecar" (ou seja, fazer sexo antes do casamento, o que comprometeria a salvação - em resumo: iria direto pro inferno queimar eternamente).
Então eu ficava na seca. Não namorava e ficava de pau duro toda aula de inglês. Chegava em casa e minha mãe reclamava que eu demorava no banheiro. Claro que ela deveria imaginar que eu estava descascando a piroca me imaginando comendo as meninas, mas ela não tinha ideia de que eu era tarado pela Hary.
A dona do curso era uma senhora, professora na escola pública e particular, carinhosamente conhecida como tia Áurea. Era uma senhora de uns 50 e poucos anos, gostava de pintar o cabelo de roxo, azul, rosa, sempre tons suaves. Todos a adorávamos, e ela era apaixonada por dar aulas de inglês. Ela tinha menção honrosa na câmara municipal, reconhecimento pelos sua paixão por ensinar.
O CCAA local fez 10 anos, e dona Áurea promoveu uma festa na chácara de sua propriedade, convidando todos os alunos. Claro que eu não poderia ir. Minha mãe rezou uma missa completa sobre a promoção dos pecados que estariam presentes no local, dizendo que eu iria cair em tentação, não iria resistir e iria errar. O centro da polêmica: a piscina da chácara. Ela no mínimo imaginava que iria ter gente pelada lá, só pode!
Após passar uma semana tentando convencê-la, ela autorizou. Mas tinha horário de retorno, pois teríamos que ir para a igreja, culto de sábado à noite. Fiquei feliz, mas não demonstrei.
No dia vesti minha calça jeans, tênis, uma camiseta melhor, e fui de bicicleta. Não era longe de minha casa. Cheguei e todos estavam de bermudas, chinelo, as meninas de blusa curta aparecendo a barriga, short ou de biquini, alguns caras de sunga, pois já tinham entrado na água. E eu ali, me destacando negativamente, parecendo um peixe fora da água, cheio de vergonha.
Por fim me juntei à galera, conhecia alguns do curso de inglês, outros do ensino médio. O rock anos 80 rolava solto, estilo musical da tia Áurea. Não havia negociação quanto à isso, e tudo bem, ninguém reclamava, afinal ela era querida por todos e a dona da festa. Estava comendo uns salgadinhos e tomando um copo de refrigerante.
— Junior!
— Oi, tia Áurea.
— Você tá vestido assim por quê, menino?
— Ah, tia, achei que era uma festa formal - respondi, sem convencer.
— Garoto, olha aí a piscina, molecada se divertindo. Vai pra casa, troca de roupa, vem aproveitar.
— Tô bem assim, tia. Se eu for pra casa eu não volto. Minha mãe não deixa. Já foi um milagre ter conseguido vir hoje.
— Quer uma bermuda? Pega do meu filho, ele te empresta uma sunga se você quiser.
— Obrigado, tia, vou ficar assim mesmo. Como vou chegar em casa de cabelo molhado?
— Você quem sabe, só acho que poderia aproveitar melhor a festa - respondeu tia Áurea.
Sentei em um canto, sozinho. Estava com raiva desse cabresto religioso, imposto por interpretações errôneas do texto bíblico e intensificado pela criação familiar rígida.
— Oi!
Levantei os olhos. Lá estava ela, Hary, biquini azul marinho, molhada, linda.
— Oi! - respondi, olhando-a de cima a baixo.
— Vamos pra piscina, trouxe roupa?
— Não trouxe - respondi, totalmente sem graça e ruborizando — Minha mãe nem queria me deixar vir... - não terminei a frase.
— Ah, pega com a tia, ela empresta. Já emprestou pra outro menino ali - e apontou pra um garoto que eu não conhecia.
— Acho melhor não, minha mãe não vai gostar.
— Ela nem vai ficar sabendo! - disse ela, indignada.
— Tá bom - eu disse, mas sem querer na prática, com medo da minha mãe.
— Tia!!! - gritou ela — o Júnior quer a sunga!
A tia Áurea trouxe a sunga e a bermuda. Peguei, sem jeito.
— Vai se divertir, menino. Qualquer coisa eu converso com sua mãe.
— Tá bom, obrigado, tia. A senhora é a melhor - e dei um beijo no seu rosto. Ela me abraçou.
Fui me trocar. A sunga era preta, mas incrivelmente na medida. Não marcou meu pau de 13 cm, quando ficava duro. E ele estava na dele no momento, relaxado, mas em breve, na piscina com certeza ira demonstrar seu potencial.
Entrei na água. A Hary logo veio pro meu lado. A piscina estava cheia de gente, balançando a água ao ritmo do rock clássico, falando, alguns próximos, se beijando e se pegando.
— Oi - disse ela. — Estava aqui te esperando.
— Eu queria estar aqui - respondi. — Mas vou ter que me explicar lá em casa... acho que eu me seco na volta de bicicleta... tá calor.
— Para de pensar nisso. Agora me curte aqui, vai - disse ela, ficando próxima de mim a ponto de eu ouvir sua respiração.
Eu olhei, inseguro, pensando nas ameaças da minha mãe e nas regras da igreja.
— Não posso, Hary - respondi sem graça — Minha religião não permite ficar com alguém antes do casamento.
— E como vocês namoram?
— Ah, namorar pode. Não pode é ficar.
— Vai, finge que eu sou sua namorada - e me puxou pra junto dela, seus lábios encostaram nos meus.
Cara! Que coisa maravilhosa. Eu, o famoso BV (boca virgem), sentindo uma mulher pela primeira vez. Retribuí timidamente, mantendo meus lábios encostados aos dela. Queria que aquele momento fosse eterno!
— Você já beijou alguém? - perguntou ela, curiosa.
— É complicado te explicar por quê não, mas nunca - respondi.
— É, dá pra notar. Mas posso te ensinar todos os segredos - e riu, maliciosamente. Ato contínuo, beijou-me intensamente, usando sua língua para explorar meus lábios e minha boca. Eu nem sabia como retribuir, fiquei tentando.
— Tô vendo que você precisa de aula particular, hehehe.
Eu ri, sem graça, mas feliz. Meu pau estava rígido. Mas eu continuava pensando na lista de pecados crescendo.
Ela me puxou pra um canto da piscina, me encostou na borda da parede, e esfregou o corpo em mim. Minhas mãos naturalmente desceram de suas costas para sua bunda, que apertei enquanto a puxava. Meu pau encostou na região pubiana dela.
— Acho que estou te fazendo feliz.
— Muito - respondi, engolindo em seco. Já estava com vontade de gozar, e não poderia fazer isso ali. Nunca tinha encostado em uma mulher, estava sonhando acordado.
Aproveitei pra ficar encostando meu pau nela, que não demonstrou estar se incomodando. Por fim ela me puxou para um canto da piscina que tinha uma espécie de rebaixo onde era possível sentar-se, com a água na altura no meio do tórax. Outros casais se encontravam ali, tomando bebidas alcoólicas e não alcoólicas. Mas a maioria só conversava, não tinham energia sexual retida como eu.
A Hary sentou no meu colo, de lado, e ficamos nos acariciando. Depois ela virou de frente e se encaixou no meu colo, roçando sua buceta no meu pau.
— Se você continuar eu vou gozar - sussurrei no ouvido dela.
— Cara, você tá precisando gozar - riu ela — Mas não aqui. Vamos pro banheiro.
— Não posso! Tá maluca? - falei baixo pra ela, mas louco de vontade.
Ela não me respondeu. Levantou me puxando pra fora da água, e eu quase caí por cima de um casal. Saí tropeçando, atrás dela. Mulher decidida, pensei. E chegamos no banheiro, que ficava com as portas viradas para trás da piscina, de frente apenas para o muro da chácara. Entramos.
Na semi escuridade eu parei e fiquei esperando ela trancar a porta. Sabia que estava perdido para sempre, mas não ousava sair dali. Seria falado eternamente na escola de inglês e a cidade toda saberia que eu tinha me recusado a ficar com uma mulher. Disso para virar comentários de que eu não era chegado a mulher e que eu devia gostar de outra fruta era uma questão de tempo, igual rastilho de pólvora.
Ela me pegou olhando para o vazio.
— Tá pensando em que, Junior?
— Nada, só que vou queimar no fogo do inferno - respondi, tenso.
— Você não vai transar comigo hoje, só quero te fazer gozar... - respondeu ela com voz sexy, provocativa.
Encostou seus lábios nos meus e começou um beijo quente, molhado. Que coisa incrível!
Depois desceu lentamente beijando meu peito e me sentou na borda do vaso sanitário. Puxou minha sunga e viu meu pau.
— Bonito e grosso - Hary lambeu os beiços — vou experimentar o sabor!
Tirou minha sunga totalmente e eu me ajeitei na tampa do vaso. Ela se aproximou, senti o calor da respiração dela no meu pau. Lambeu a cabeça exposta e eu arrepiei. Meu pau latejou e se moveu involuntariamente com o toque.
— Eu nem comecei ainda - sorriu ela.
Colocou os lábios carnudos na minha glande novamente, e iniciou uma lenta absorção do meu corpo cavernoso, engolindo-o quase todo. Voltou ao início aumentando a pressão e subindo devagar. Gemi alto!
— Tá gostando? - perguntou, com os olhos castanhos escuros brilhando.
Não tive tempo de responder. Ela iniciou uma descida rápida, que me fez tremer. Parou na parte de baixo e manteve. Eu peguei os cabelos negros dela, compridos, e puxei levemente. Ela voltou a subir, depois desceu, subiu e desceu, e tirou meu pau da boca.
Eu estava jogado para trás, encostado na parede, arfando de prazer. Ela levantou, tirou o biquini completo e montou em mim, sentando-se no meu pau, que enterrou direto naquela buceta enxarcada. Não tive tempo de reagir!
— HARY!!!! NÃO!!!! - gritei eu, tentando tirá-la de mim, mas curtindo o contato com aquela caverna quente e úmida que sempre desejei.
— Você achava mesmo que viria até aqui só pra eu te fazer um boquete? Quero inteiro!!! Você vai receber o serviço completo, e você é meu! Quero você gozando comigo, quero que sua experiência de primeira vez seja comigo!
— Se eu te engravidar não consigo nem pagar pensão, eu nem trabalho.
— Vou te fazer gozar dentro de mim! Não se preocupe, eu tomo pílula e uso DIU. Relaxa e curte o momento, eu me cuido e você é limpo, nunca saiu com ninguém - falou ela com firmeza.
Eu estava de pau meio duro, ele tinha perdido a potência total. Agora o inferno já não estava reservado, mas sim garantido para a eternidade. "Foda-se, agora vou curtir essa mulher", pensei.
Hary interrompeu meus pensamentos com um beijo de língua, e iniciou um sobe e desce lento. Meu pau meia bomba enrijeceu. Quando ela sentiu ele duro, aumentou o ritmo. Sua buceta molhada de mel, excitada, alisava e apertava meu membro com tenacidade. Não durou muito... eu já tinha sido um herói em resistir ao gozo desde a piscina!
O meu corpo estremeceu, da cabeça aos pés, eu chupei os peitinhos gostosos dela e gozei, meu pau tremendo por alguns segundos, inundando a buceta dela de porra grossa, que logo escorreu pela minha região pubiana. Ela me beijou gostoso. Saiu de dentro após uns dois ou três minutos me beijando, e caiu de boca no meu pau, chupando o restante do mel dela misturado com minha porra. Encheu a boca, me mostrou e engoliu. Depois me deu um beijo de língua. Senti um sabor estranho, doce e salgado ao mesmo tempo.
— E aí, o que achou? A buceta que você tentava ver na sala de aula, era o que você esperava? - perguntou ela.
Meu rosto queimou na penumbra.
— Então você sabia o tempo todo? - perguntei, boquiaberto.
— Sério que você acha que eu não via? Só se for muito inocente mesmo - respondeu ela, me olhando.
— Desculpa, Hary, é que eu era virgem até hoje. Nunca nem tinha beijado uma menina, e agora você transou comigo. Perante minha religião tudo isso é pecado, vou pro inferno agora - respondi, sério e preocupado — mas foi maravilhoso, você é mais gostosa do que eu imaginava, sua buceta apertada, sua boca maravilhosa. Amei esse momento, não vamos poder continuar jun...
Ela colocou o dedo indicador nos meus lábios, me impedindo de falar.
— Imaginei que nunca tivesse tido experiência com meninas, pois você nunca teve iniciativa. Se não ficasse olhando minhas pernas no curso eu iria achar que você não gostava de buceta, como as meninas todas falam e os meninos também. Resolvi testar você hoje.
— Adorei o teste! - e a beijei gostoso — fui aprovado? - ri. Ela só me olhou, e tocou meu pau melado.
Vestimos as roupas, eu fui buscar as minhas e me lavei na pia antes de me trocar. Hary ainda deu uma chupada no meu pau lavado:
— Vai ter mais, menino, vamos dar um jeito - sorriu. Eu sorri de volta.
Saímos de mãos dadas. Entreguei a roupa molhada para a tia Áurea, que sorriu cumplicemente para a Hary e me deu um beijo no rosto, que retribuí com um abraço. Agora sabia que as duas estavam de complô. Estava quase atrasado para ir embora. Hary me deu um selinho:
— Nos vemos no inglês. See you! - sorriu.
— Sim - exclamei - bye, Hary.
Montei na bike e saí pedalando apressado. Tinha um misto de felicidade, preocupação com os pecados adquiridos durante a tarde, mas processando como tudo tinha acontecido e transformado minha vida.
Abri o portão e minha mãe apareceu na porta:
— Bem na hora, hein! - ameaçou.
— Já cheguei, mãe. Já vou pro banho, te acalma.
Entrei, e fui direto pro banho, medo de minha mãe sentir algum cheiro do meu corpo e desconfiar de alguma coisa.
— Como foi lá? Muita gente? - perguntou meu pai, à mesa do jantar.
— Acho que estavam todos do curso lá. Se eu não fosse iria faltar só eu - respondi, mastigando um pedaço de misto quente.
— E como o pessoal tava? - inquiriu minha mãe?
— Animado - respondi após um gole de Coca.
— Não foi isso que eu perguntei - retrucou ela.
— De roupas leves - respondi, evasivo — só eu de calça e tênis - e fiz cara de insatisfeito.
— Mas você sabe que é pro seu bem - respondeu ela — a tia Áurea tava lá?
— Sim né, mãe! Ela é a dona da casa e da festa...
— Você falou com ela?
— Claro, ela até disse que iria ligar aqui em casa se eu não fosse lá na festa.
— Tá, mas você foi. Não fez nada errado não né? - perguntou, me observando.
Coloquei a mão na cintura e fiz cara de sonso:
— E desde quando eu iria fazer? Além de apanhar quando chegasse em casa ainda iria ter castigo de Deus!! - exclamei, bravo.
— Acho bom. Mesmo assim vou perguntar pra ela como você se comportou.
Sorri, pensando no que a tia Áurea iria responder. Ela me garantiu sigilo na despedida e tinha me dito que a Hary pediu apoio pra ajudar a me soltar. Eu estava protegido.
Levantei da mesa, fui me arrumar para ir pro culto. Na hora da pregação o irmão no púlpito falava dos castigos e da ira divina. Mas eu não estava prestando atenção, estava sonhando acordado com a tarde vivida com a Hary.