Eu, ele e ela - Um trio e muito prazer... (2)

Um conto erótico de PauMadurLuso
Categoria: Heterossexual
Contém 2152 palavras
Data: 20/05/2026 17:06:31

Devo expressar aqui uma opinião clara, em razão dum prazer, quase violento, que nunca antes sentira: a tesão dum broche feito enquanto se conduz e temos o cacete abocanhado por uma boca esfomeada e sôfrega do naco que está a engolir na ânsia de o fazer espirrar em jactos fartos de gosma quente é de um calibre tal que a condução tem que ser feita em marcha calma e atenta para não resultar em acidente, tal é a loucura sentida pelo macho que se vê assim agasalhado na goela dum ou duma gulosa. Por mim, que sou extrovertido enquanto fodo, não deixei de insultar, avacalhar, chamar nomes, incentivar a ser galdéria, de modo que se dedicasse com esmero a esfolar o meu sardão até ele vomitar. Quando me estava para vir, anunciei a descarga e forcei a cabeça até aos colhões de modo que toda a carga fosse depositada e engolida sem hipótese de recusa.

Logo que chegámos à praceta do prédio onde Filipa morava com o seu boi paneleiro já Tiago havia estacionado e esperava por nós. Filipa logo que se aproximou dele, ainda na posse de uma pequena quantidade de sémen que guardara tomou-lhe a boca num beijo de língua e partilhou com aquela putinha de pila a minha produção leiteira.

Tiago foi às nuvens com a tomada da minha esporra e olhando-me fixamente disse:

- Já foste consolado e consolaste. Eu também quero dessa vitamina. É maravilhoso o sabor do teu néctar, varrasco. Vamos que a festa nem começou.

Subimos ao quinto andar e já no elevador Tiago quis um linguado comigo. A minha vara ficou dura no acto. Filipa tocava-se entesoada, enquanto o elevador subia e o meu mangalho ficava hirto no meio daquelas duas ninfomaníacas prontas para me ordenharem até não sobrar gota nos bagos.

Senti apesar de tudo uma certa estranheza por estar a ser beijado e linguado por um gajo, embora ele fosse uma verdadeira fêmea com outro macho.

Mas não deixei de o apalpar e de lhe meter um dedo no cu por dentro das calças enquanto o aparelho subia. Ele gemia já perdido de desejo de ser violado pelo cu. Filipa murmurava:

- Tás feliz e no cio, meu paneleirinho. Tens aí um belo dum macho para te cobrir. Eu já sei o que ele vale e não o vou largar mais. Aproveita tu também. Com esse caralhão podemos foder até ficarmos saciados.

O elevador parou no andar e saímos em boa compostura para não darmos nas vistas da vizinhança.

Tiago abriu a porta do apartamento e de seguida entrou Filipa e por último eu.

Mal entrou Filipa tirou a roupa leve que trazia vestida e puxou os meus calções para baixo deixando o meu caralho bem visível.

Tiago não se fez rogada e ali mesmo, junto à porta fechada nas suas costas, engoliu o bacamarte, chupando com desenvoltura todo o instrumento.

Babava de tão porco que era a fazer broche. Filipa totalmente nua veio de seguida e exigiu a sua parte passando a mamar um e outro à vez, com visível tesão e ciúme, como se quisessem tomar posse do naco só para si.

Ia falando em voz baixa para ambos enquanto engoliam o caralho, para não ser ouvido do lado de fora do apartamento. Alguns minutos depois a leitada estava pronta para esguichar e avisei para estarem prontos e nada ser desperdiçado. Filipa que já tinha tomado o seu quinhão na viagem até ali, cedeu a primazia a Tiago pedindo apenas para que no final houvesse partilha com um linguado.

Tiago não deixou de grunhir enquanto o abocanhava fundo e quando me esporrei abocanhou todo o membro de modo que só ficassem de fora as bolas.

O seu olhar revirou quando sentiu as golfadas de esporra atingirem a glote e com esmero sugou até à última gota, entregando depois uma parte do quinhão à sua companheira, que não deixou de se sentir agradada com o presente.

Levantaram-se ambos e pegaram-me pelas mãos, um de cada lado, arrastando-me até ao sofá da sala.

Fizeram que me sentasse e Filipa ordenou a Tiago:

- Despe-te que o nosso macho e dono precisa satisfazer-se nesse teu cu de puta. Mas todo nu, pronto para ser arrebentado sem dó nem piedade.

Vou-te chupar enquanto levas com ele e a seguir levo eu e tu lambes a minha cona. Quero assistir à violação duma cadela como tu! Ouvir-te ganir! Ver se entesas e te esporras a levar uma enrabadela.

Eu estava fora de mim. Aquela mulher era completamente alucinada por sexo, uma verdadeira Valquíria da tesão, uma rameira sem pudor nem escrúpulos.

Fodia como uma cadela, mas sentia prazer em saber e em assistir às fodas que o companheiro levava naquele cuzão como ninguém e mamava nas pichotas dos maxos de forma depravada.

Era uma ninfo sem meias palavras, refinada, completa e fazia gala de o ser e de se dispor a se-lo sem vergonha.

Se depois dos broches que recebi de ambos eu me sentia nas nuvens e capaz de cavalgar até partir o vergalho, mais entesoado fiquei quando aquele cu do Tiago se colocou sobre o meu badalo, apontando a cabeça vermelha e lustrosa da saliva das mamadas ao anel de fogo do orifício anal. Sentou e afundou sem pedir meças. Os colhões a tocarem as bordas da peida lisa e macia, como se fosse uma gaja, e ele a arfar enquanto subia e descia no pau quente e tesudo.

Filipa só dizia:

-Encava tudo nessa puta louca do meu namorado que gosta tanto ou mais de caralho do que eu. Só não emprenha, mas gosta de ser inundado de melzinho de pichota como eu gosto. Creio bem que é contigo que eu vou ficar barriguda, meu alazão cavalgador. E este boiola do Tiago vai ser pai, mesmo não me comendo a pachacha. Quero emprenhar de ti, mas agora fode-o todo e faz dele o teu troféu de montador.

Eu vou lhe chupar a verga enquanto espero que me encaves essa ferramenta bojuda e quente na rata.

- Aguenta com essa alavanca meu corninho guloso do caralho. A seguir vou eu ao macho. Já estou a pingar da minha greta. E dá-me o teu sémen na boca quando te estiver a mamar enquanto és enrabado.

Que tesão que sinto. Foi tão bom ter sido atingida por este cobridor na água. Assim podemos usufruir os dois do mangalho dele até ficarmos saciadas.

Vá André fode o cu dessa puta para me foderes a mim a seguir. Quero ganir e uivar espetada na tua tora. Podes te esporrar para me engravidares. Sou uma fêmea a precisar de ficar inchada. E com esse néctar que derramas tenho a certeza que pegam logo os meus óvulos e os teus bichinhos de cobrição. Estou pronta e em período de cio. Já há três semanas que não levo na cona. Só esfreganço no grelo e minetes deste cabrão manso. E um consolo eléctrico que enterro até ao máximo que posso. Mas bom, bom, é mesmo um caralhão.

Fodi o cu daquele paneleirinho durante 15 minutos, alternando boca e cu sem descanso. Filipa mamava no piço dele e dedilhava o grelo dando urros de cadela em estado de loucura.

Ele veio-se na boca dela e eu despejei o meu leitinho no cu dele, lá bem no fundo.

Eles satisfizeram a sua tesão de orgia num linguado de esporra até se engolirem um ao outro sem vergonha nem cuidado.

Quando anunciei a minha esporra Tiago só dizia:

- Emprenha-me fundo. Despeja tudo. Faz de mim uma cadela bem vadia. Satisfaz e consola a tua voracidade de macho cavalgador.

A seguir tens a puta da minha namorada para usares e abusares também. Sem dó nem piedade. Faz dela uma presa sem vontade nem opinião. É tua. Somos teus. És o nosso Senhor e Cobridor.

Aquela orgia estava a atingir foros de loucura sem dimensão. Ambos submissos. Ambos putas a pedirem caralho. Ambos ninfomaníacos sem limites nem pudores. Foder era uma função da sua condição humana. E eu era já o seu cobridor de serviço. Com direitos e garantias. Sem ter que me preocupar em ser servido em todas os aspectos da vida diária.

Já tinha casa, cama, comida, e buracos para usar sem pedir licença. O futuro não era conhecido, mas a perspectiva era boa e quem sabe o que poderia estar por vir.

Levantei-me de pau amolecido, embora grosso, e os colhões em suspensão, pedindo um tempo de recuperação.

Filipa não mo permitiu. Queria ser fodida na boca, na cona e no cu. Mandou-me sentar, ajoelhou na minha frente nua e apetecível e tomou para si o meu objecto de prazer metendo-o todo na boca até que ficasse duro e pronto.

Rapidamente, Tiago veio também e abocanhava, a meias com Filipa, o meu mangalho enquanto se ia entretendo a esgalhar o seu próprio caralho que se mantinha a meio pau, sem enrijecer plenamente.

Quando o brinquedo ficou ao gosto da cona ela afastou Tiago e virada de costas para mim sentou no meu colo e cravou dentro dela toda a carne e nervo até sentir os bagos tocarem os seus lábios vaginais. Urrou de prazer, dor e tesão, mas não deixou de bombar energicamente. Tomei o controlo da situação, agarrei-lhe nas ancas e forcei o movimento ainda mais rudemente de modo que ao enterrar na xoxota a cabeça da piça deslizasse até à boca do útero dela.

Ela só uivava com uma expressão de dor e tesão bem evidente e dizia em atitude descontrolada:

- Cavalo do caralho, rebentas-me toda. Fodes que nem um urso e espetas sem dó, meu caralhudo. Vou ficar toda arrombada, mas consolada como nunca fiquei.

E prenha de certeza! És um touro! Não é Tiaguinho?!

Meti na cona até me apetecer. Levantei-me e mandei-a ficar de quatro sobre o sofá com o rabão voltado para fora e a cabeça para o espaldar., o que ela fez sem falar nada.

Quando já estava pronta, encostei o corpo nela, por trás, dei duas palmadas fortes em cada uma das ancas e lambi aquele anel do cu que ia comer de seguida.

Ela gemeu fundo e alto. Apontei a cabeça do bicho ao furinho negro, com uma auréola que marcava claramente o uso a que aquele orifício tinha sido submetido, já, e agarrei nas ancas com energia. Mandei o caralho todo para dentro dela com uma única esticada e ela ficou.

- Puta que pariu, cabrão do caralho. Não perdoas, seu boi. Arrombaste o meu cu sem avisar, cachorrão. Que dor sinto, caralho. Mas fode, enraba, espeta tudo até aos colhões em mim. Se a paneleira aguentou eu também aguento. E quero ser regalada com uma dose farta de leite às golfadas.

Não me fiz de esquisito e afundei naquele cu todo o meu caralho até me sentir consolado. Chamava-lhe nomes, incentivava a dar sem fugir ao castigo, dava-lhes palmadas sem dó nas ancas, até ficarem vermelhas da sodomizacão e da porrada que lhe dei. Quando achei que devia mudar de buraco tirei a verga e enterrei na rata dela duma só vez. Ela estava toda lubrificada de tanto se ter masturbado enquanto lhe metia no cu.

Quando entrei na cona estoquei freneticamente sem permitir que pudesse sequer respirar. Quando já estava dentro dela há cerca de três minutos, sempre martelando, chamei o cornudo e mandei que lambesse onde eu estava a espetar, de modo que sugasse não só o grelo mas também o talo do meu bacamarte. Como lhe ordenei que o fizesse deitado de costas, a posição permitia que Tiago fosse brochado por Filipa o que mandei que fizesse.

Mandei fundo durante mais alguns minutos e perguntei a Tiago como estava de tesão e a Filipa como estava de sede e fome

O paneleirinho respondeu:

- Mais umas pinceladas e vou-me esporrar todo.

E Filipa: Se queres saber se quero leitinho na goela, nem precisavas perguntar. É sempre oportuno ser lavada com uma boa dose de leite cavalar.

Tal como eu desejava, iria acontecer um derrame farto de leite na caverna bocal daquela cachorra, por isso ordenei ao manso:

- Aguenta até eu te mandar vir. Vamos dar juntos a esta vaca rameira. Vamos encher o estômago dela de néctar de piroca. E depois tu vens limpar a minha piroca e ela limpa a tua. E assim vamos terminar a primeira sessão de foda em trio.

Combinado, dito e feito. Filipa ficou por minha conta sem recusar servir-me como e quando me apetecia. Tiago seguia a mesma cartilha e todos os dias me chupava o sardão, no mínimo.

Pouco tempo depois as coisas deram um passo em frente. O trio evoluiu sem desacordos ou recusas. E eu que não queria ficar preso a compromissos longos arranjei uma forma de ser um lorde por conta do meu caralho, do meu tesão e da minha energia de macho, a par da minha safadeza no controlo daquelas duas putas: uma puta-cona e uma puta-pila com cu e boca de fêmea.

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