Nos anos 90, na minha região foi iniciada uma grande obra do governo Federal, o que trouxe para cá muitas famílias vindas de todo o país. Entre elas estava a família de Juliana.
Juliana vinha do Nordeste, não me perguntem de onde, mas ela tinha um sotaque bem arrastado, e “J” de Juliana virava quase um “X”, parecia mais um Xuliana.
Seu pai veio trabalhar na obra, mas como a família era grande, todos precisavam trabalhar.
Xuliana logo começou a trabalhar em um pequeno salão de beleza, não faço a mínima ideia do eu ela fazia lá, só sei que em dias de casamentos importantes na cidade ela trabalhava até tarde, e foi isso que acabou cruzando nossos caminhos.
Morena linda, características nordestinas bem acentuadas, seios fartos, coxas grossas e uma raba de respeito, ela não passava desapercebida por onde passava, mas também não ouvíamos muitas histórias sobre ela ficar com alguém, a não ser uma vez que ouvi um conversa sem querer, onde um tio distante contava para outro tio distante que um senhor da alta sociedade tinha um caso com ela, quase um Sugar Dad.
Aqui na região existem muitas cidadezinhas, e sempre tem alguma festa, quermesse ou qualquer coisa do tipo acontecendo em uma delas.
No começo dos anos 90 aconteciam muitas Discotecas, e sempre o pessoal de cidade ia para a outra para curtir a festa, e Xuliana sempre estava presente e quase se matava de dançar.
Naquela época, normalmente as festas começavam cedo, por volta das 20 ou 21 horas, e terminavam mais cedo também, perto das 2 da manhã, quem ficava até mais tarde eram os “perdidos”.
Logo no início da noite o pessoal organizava as caronas e partiam para determinada cidadezinha, e como Xuliana trabalhava até mais tarde era comum que ela quando chegasse na praça da cidade praticamente todo mundo já havia ido.
Como eu conhecia praticamente a cidade toda, eu acabava por ficar sabendo de todas as fofocas e um fato ocorrido umas semanas antes me chamou a atenção.
Fiquei sabendo que a Xuliana ficou sem carona para ir para um Rodeio em uma cidade próxima e que ao chegar na praça, ela começou a flertar com um conhecido, e que após poucas palavras deixou claro que se ele a levasse para o Rodeio iria ficar com ele, com promessa de transarem no final da noite.
Segundo contaram, ao chegar no Rodeio e encontrar com as amigas, Xuliana deu um “perdido” no coitado, que apenas serviu como motorista particular para ela.
A história pouco foi divulgada, pois além de negar, o futuro “uber” ficava muito bravo quando alguém zuava ele.
Naquela noite exata, o evento principal da minha cidade era o casamento da filha de uma pessoa importante, a nata da sociedade estava convidada, cerimonia na Igreja Matriz às 21h00, para os não convidados só restava uma festa em uma cidade a cerca de 30 km de distância.
Meus pais eram padrinhos no casamento, mas eu tinha discutido novamente com minha mãe não estava com o menor saco de aturá-la mesmo que fosse por pouco tempo, sem contar que eu estava ficando com uma menina e os pais dela proibiram ela me ver, e como ela estaria na festa, não podia ficar com ela e também seria complicado pegar alguém com ela por perto.
Decidi por não ir para o casamento, pior é que todos meus contatinhos estariam lá.
Cheguei na praça ainda sem planos para aquela noite, para falar a verdade eu estava bem irritado e provavelmente acabaria por arrumar confusão aquela noite.
Assim que encostei o carro ao lado da praça algumas pessoas vieram falar comigo, mas os planos de todas eram ir para a festa do casamento.
Fui para a lanchonete, as balas de cereja que sempre deixava no carro tinha acabado.
Comprei as balas e quando ia saindo fui abordado por Xuliana.
Inicialmente estranhei ela vir falar comigo, não éramos amigos, não tínhamos amigos em comum, e para falar a verdade não me recordo de ter conversado com ela antes disso.
Começamos a conversar e rapidamente entendi quais eram as suas intenções.
Não me recordo exatamente o diálogo, lembro-me apenas dela reclamando que saiu muito tarde do salão arrumando as “madames” e que não tinha nada de bom para se fazer na cidade e que estava com vontade de dançar e terminar a noite com “chave de ouro”.
Fui me fazendo de desentendido, mas sabendo da história “uber”, já sabia muito bem o que ela queria.
Saímos da lanchonete e fomos conversando, fui dando corda para ver até onde ela iria com aquilo, mas no fundo minha irritação e raiva do mundo só aumentava por ela pensar que eu era tão idiota ao ponto de servir apenas como motorista particular para ela ir encontrar com sua turma.
No meio da conversa acabei por decidir daria uma lição nela.
Fui apimentando a conversa, e a safada disse sempre teve uma quedinha por mim e que se fossemos para a Discoteca iríamos nos divertir muito. Fiz questão de deixar claras minhas intenções sexuais com ela, as quais ela não se esquivou.
Fingi que acreditava nela, fomos para o carro, e assim que ela se sentou sua saia subiu, não tive dúvidas, uma mão foi para as pernas e a outra para o pescoço, a trazendo para um beijo.
No susto ela acabou correspondendo, mas demonstrando preocupação pediu para sair logo dali e procurando possíveis testemunhas do nosso beijo.
Assim que saímos ela comentou sobre meu beijo ser bom e ter lhe tirado o folego.
Suas pernas eram lisinhas, como ela disse, depiladas na cera, o que era até raro na época, só as mais patricinhas e safadas usavam cera para se depilar na época (lembre-se interiorzão e começo dos anos 90).
Cada troca de macha era desculpa para uma passada de mão em suas pernas, mas em nenhum momento ela me deixava tocas a parte interna de suas coxas.
Eu tentava levar a conversa para um lado mais safado, mas ela voltava a falar sobre o quanto estava com vontade de dançar.
Ao entrarmos na rodovia, longe das luzes da cidade parti para o ataque de vez, não tirei mais a mão de suas pernas e tentava a todo custo que ela abrisse as pernas.
Eu tentava me acalmar, pedindo para eu esperar e guardar “esse fogo todo” para a volta, ela ficava prometendo que iria me deixar de pernas bambas de tanto gozar, mas que era para esperar na volta.
Ciente de que se chegasse na outra cidade ela iria fazer o mesmo que fez com o outro, e querendo dar um susto nela, uns 6 ou 7 quilômetros depois de sair da cidade, acabei por entrar em uma estrada de terra.
Ao ver que saímos do asfalto ela entrou em desespero, mas eu lhe disse que por terra encurtava a estrada em mais de 10 Km, ela sem conhecer a região e como eu parei de atacar suas pernas, acabou acreditando.
Meu plano era parar o carro na beira da estrada, num ponto bem conhecido meu, e por ser bem longe da cidade não tinha movimento algum.
Neste local, 3 km depois de deixar o asfalto (quase 10 da cidade), a estrada de terra se alargava, e na lateral tinha 5 enormes pés de manga (só restam 2 hoje) que durante o dia faziam uma enorme sombra para o gado, mas à noite era um verdadeiro breu, muitas meninas que levei até lá acabavam ficando com medo nas primeiras vezes, mas acabavam se soltando depois, quando viam que era seguro e deserto, chegávamos a ficar a noite inteira lá sem passar nenhum carro sequer.
Meu plano era parar o caro, simular ficar bravo por ela não querer transar, ameaçar deixá-la sozinha no escuro e no final contar que sabia que ela já tinha feito isso com outras pessoas, dar uma lição de moral e voltar para a cidade e contar para todo mundo o que tinha feito.
Enquanto dirigia eu me segurava para não rir, pensando em qual seria a reação dela.
Assim que cheguei nos pés de manga e parei o carro ela se assustou novamente, mas rapidamente a tranquilizei dizendo que não iria fazer nada com ela, mas que não iria conseguir esperar a volta.
Parti para cima dela, consegui alguns beijos, mas sempre que tentava algo a mais ela me freava e pedia para esperar a volta.
Me lembro de dizer que não iria esperar a volta, que queria ela cheirosa, que no fim da noite ela estaria toda suada de tanto dançar.
Ela tentou me enrolar mais um pouco, até pegou no meu pau duro por cima da calça dizendo que iria se esbaldar na volta, mas já era hora de acabar com sua festa e dizer que sabia o que ela estava fazendo.
Ela negou tudo, disse que não era isso, que queria ficar mesmo comigo e blá blá blá.
Eu disse que se quisesse mesmo ficar comigo era para ficar logo, sem marcar hora, que era para aproveitar o momento (eu queria muito rir), que depois eu a levava para a festa dela ou voltávamos para a cidade, senão, que ela poderia sair do carro e ir embora tranquilamente.
Enquanto falava eu ia tirando minha roupa, ficando apenas de cueca, com a cabeça do pau propositalmente escapando por cima.
Ela me perguntou se eu teria coragem de deixá-la sozinha ali no meio do nada, eu lhe disse que sim, que era merecido, que ela sabia do risco que estava correndo quando tentou me fazer de palhaço.
Pensei que nesse ponto ela já estaria chorando, pedindo pelo amor de Deus para eu não a deixar sozinha lá, mas não ela estava relativamente calma.
Ela respirou fundo e me disse que dar não ia dar, mas se eu quisesse ela poderia me dar um chupada, mas que estava proibido gozar na boca dela.
Aquilo estava saindo melhor que o esperado, eu não pensei que isso pudesse chegar nesse ponto.
Ela acabou de dizendo que precisava mesmo parar de fazer isso, que eu já era o quinto e que ela sabia que mais cedo ou mais tarde ela iria pegar um homem de verdade que não iria acreditar nas promessas dela, acabou me contando o nome de todos e suas reações. Me contou que um amigo meu não percebeu que tinha caído no golpe do taxi, que ela beijos dois na sua frente só para ver se ele se tocava e mesmo assim ele ficou esperando-a no final da festa e levou ela e as amigas embora e não ganhou nem um selinho.
Foi obrigado a prometer que não contaria sobre o que iriamos fazer para ninguém, como ela disse, para ninguém mesmo, pois ela tinha uma pessoa, essa pessoa era brava e ciumenta e não podia nem sonhar sobre isso.
Após prometer mais de uma vez, ela me confessou que estava aliviada de ter acontecido comigo, e que a queda que ela tinha por mim era verdade.
Vendo ali uma possibilidade, disse a ela que sempre a observei também, e que estar ali com ela era a realização de um sonho, mas que diferentemente das outra pessoas, eu era apaixonado nos seus seios e não em sua bunda, não que sua bunda fosse feia, mas que seus seios pareciam perfeitos.
Percebi instantaneamente que esse elogio abriu portas, resolvi deixar sua bunda em paz por enquanto, mas logo voltaria minhas atenções para ela.
Novamente parti para cima dela, dessa vez ela não recuou, apenas demonstrou preocupação em amassar a roupa.
Em pouco tempo eu já um peito na mão e o outro na boca.
Com a desculpa de não amassar a roupa a convenci de tirar a blusinha.
Já sem blusa e com a saia enrolada na cintura invertemos a posição, ela sentada no meu colo esfregando os peito na minha cara.
Ela esfregava a bucetinha no meu pau enquanto eu chupava seus peitos, daquele jeito ela não iria demorar a gozar, meu medo era ela gozar e querer parar, eu precisava mostrar meus talentos antes disso.
Ainda com a desculpa de não amassar a roupa, pedi para ela tirar a saia, e enquanto ela tirava, passei para o banco de traz o rebati rapidamente, abrindo sobre ele o colchonete que carregava na parte traseira da Caravan (carrão de elite na época).
Durante todo esse tempo o carro continuava ligado para manter o ar-condicionado funcionando.
Ela me chamou de safado e me perguntou quantas menininhas eu já tinha comido ali, e eu respondi que nenhuma que entrou ali escapou.
Rindo ela me disse que seria a primeira então, que tínhamos combinado que seria apenas uma chupada, e eu disse que claro, que combinado não sai caro, que era só uma chupada e sem gozar na boca dela.
Já deitados a pegação continuou, ela mesma tirou minha cueca, mas antes que ela começasse a me chupar eu disse que tinha mais um pedido, que queria dar um beijo em sua bunda.
Ela reclamou, mas acabou aceitando e ficando de 4 enquanto eu a acariciava e começava uma sessão de beijos naquela bunda deliciosa.
Comecei a beijar e dar leves mordidinhas, ela gostou da brincadeira, começando a rebolar em minha boca.
Aos pouco fui puxando sua calcinha, e com paciência consegui a deixar em seus joelhos, ela me disse que era para continuar só nos beijos, que assim estava gostoso.
Logico que eu não iria a obedecer, assim que a guarda baixou, passei a língua de baixo para cima, iniciando na bucetinha e terminando no cuzinho.
Eu esperava uma retaliação, mas recebi um longo suspiro e um pedido para fazer novamente.
Não perdi tempo, iniciei uma de minhas especialidades, uma chupada caprichada.
Ela praticamente derretia de tanta lubrificação, comecei alterar as chupadas na bucetinha e no cuzinho. Enquanto chupava o cuzinho, enfiava um dedo na bucetinha.
Novamente ela estava perto de gozar, e me pediu meu pau, ela dizia que queria meu pau, que precisava chupar.
Iniciamos um meia nove, e em menos de um minuto ela gozou com meu pau na boca, em uma garganta profunda. Confesso que fiquei com medo de levar uma mordida.
Quando os espasmos estavam passando, ela levantou o corpo e começou a esfregar a bucetinha em meu rosto, tendo um novo orgasmo, ainda maior que o primeiro.
Assim que tudo cessou ela voltou a me chupar, mas não deixou mais que eu continuasse a chupando, alegando sensibilidade, mesmo assim era visível que seu fogo não tinha abaixado, ela me chupava com muita vontade, mesmo não sendo uma profissional do oral.
Ela só parava de chupar para me envolver em seus seios, foi uma das primeiras espanholas que recebi.
Eu acreditei que ela queria que eu gozasse em seus peitos.
Percebendo os sinais de que eu iria gozar, ela intensificou seus movimentos alternando entre chupar e esfregar entre os peitos rapidamente, eu que já estava me segurando algum tempo, e finalmente avisei.
Para minha surpresa, ela levou meu pau a boca e me disse para gozar gostoso.
Eu não seguraria mesmo que quisesse, enchi sua boca (acredito que sim, estava muito escuro, não dava para ver nada).
Perdi até o ar, foi uma gozada intensa.
Xuliana veio e se deitou ao meu lado, se aninhando em meu colo.
Ela me disse que minha porra não era tão ruim, que não era amarga como a do “namorado” dela, e que a minha deu vontade de engolir tudinho, que tudo tinha sido muito bom, que para ficar melhor ela queria um beijo, mas que entendia que os homens não gostam de beijar depois de gozar na boca da mulher.
Antes que ela terminasse de falar isso, me virei sobre ela e dei o melhor beijo que eu poderia, já partindo para seu pescoço e seios dizendo que sendo minha a porra eu não tinha qualquer nojo, que eu não posso pedir para ela colocar algo em sua boca que eu não colocasse na minha.
O fogo dela acendeu novamente, enquanto eu chupava seus peitos novamente, com dois dedos eu acariciava sua bucetinha.
Não demorou para ela gozar novamente, e como eu já estava pronto novamente, peguei e coloquei uma das camisinhas que eu deixava estrategicamente guardadas na traseira da Caravan.
Não dei tempo nem dela perceber o que estava acontecendo, num papai mamãe mesmo a penetrei.
Sua bucetinha era mais apertadinha do que eu esperava, mas entrou fácil depois dela ter gozado tanto.
Eu bombava firme enquanto a beijava.
Ela me disse que eu tinha prometido não comê-la, e respondi que se ela quisesse eu parava.
Rindo ela me disse que se parasse ela me matava.
Fizemos todas as posições que podíamos ali no carro, foi uma das melhores cavalgadas que recebi.
Perdi as constas de quantas vezes ela gozou, eu ainda gozei mais duas vezes, todas elas em sua boquinha.
Ficamos ali até umas duas da manhã, com a promessa de repetir, me arrependo muito de não ter tentado comer seu cuzinho, acredito que ali ela não teria negado.
Sai com ela mais algumas vezes, mais sem a magia da primeira, e como ela se negava a me deixar comer sua bundinha, fui perdendo o interesse.
Ela me dizia que só o namorado tinha comido e que o pau dele era bem mais fino que o meu e mesmo assim ela ficava machucada por dias, e que o meu iria fazer um estrago.
No início saí com elas algumas semanas seguidas, sempre com muito cuidado para o namorado que descobri ser casado não descobrir.
Mas como tudo que é bom dura pouco, na última vez que saímos, uns amigos que estavam caçando capivaras reconheceram minha famosa Caravan e pararam para ver com quem eu estava.
Quando vi tinha 6 marmanjos do lado de fora do carro, batendo no vidro e zuando.
Saí do carro pelado e de pau duro, pedindo pelo amor de Deus para eles não contarem para ninguém com que eu estava.
Todos juraram silêncio, mas sempre tem um corno para estragar tudo.
Um deles, nem quis saber quem foi, resolveu contar para um amigo, que contou para outro, e para outro, até que chegou nos ouvido do namorado casado dela.
Foi minha segunda ameaça de morte por causa de buceta, na raiva eu disse que se ele não a deixasse passando vontade com aquele pintinho fino, ela não teria me procurado.
Duas semanas depois, ele abandonou a família e foi morar com a Xuliana Baiana, obrigando-a a nunca mais conversar comigo, até hoje, quando me vê ela atravessa rua.
Ela teve 3 filhos, ninguém acredita que são todos dele, meus sei que não são, a única coisa que nos une até hoje são as lembranças do dia do ou Dá ou Desce!.