Continuação do conto " Fodendo com o filho do meu melhor amigo1 a cobrança vem!" Este conto o site excluiu sem nenhuma explicação... Só estou publicando a segunda parte aqui, porque sei que muitos leitores me pediram a continuação...
Peguei a estrada, deixando pra trás toda uma história... olhando pelo retrovisor empoeirado do carro, a imagem de Jerônimo e Pedrão, irem diminuindo, até que desapareceram... Os dois homens mais importantes daquela cidade pra mim naquele momento... meu melhor amigo e o filho dele, o moleque que fez eu explorar todo o tesão que continha guardado dentro de mim... Me fez sentir coisas, sensações que guardava reprimidas dentro do peito e aquele moleque tímido e ao mesmo tempo safadinho, fez aflorar e e explodir, deixando meu pau falar mais alto que meu cérebro... Meu tesão, gritou mais alto que minha sensatez e no momento que isso aconteceu, meti rola no cuzinho do filho do meu melhor amigo e em outras oportunidades, o moleque meteu rola no meu cu, arrombando as pregas envoltas em pelos fartos e deslizando o cacete adolescente pra dentro de mim, até sua rola se esvair, com o mais puro suco da libertinagem... o leite grosso do cacete do moleque que me invadiu e me deixou melado, lubrificado por dentro...
Sabia que Pedrão havia percebido as nossas safadezas, da mesma forma, que havia me dado conta, com quem o moleque aprendera a mamar uma rola, embora, antes de mim, nunca tivesse levado um cacete de macho adulto de verdade no rabo... Depois de mim, eu já não podia saber... mas isso, eu iria descobrir com o passar do tempo...
Os dias e meses passaram rapidamente... a vida se encarregou de fazer o trabalho dela... eu olhava pra trás, e tinha a sensação que havia se passado muito tempo... mas bastava eu olhar pra meu filho Lukas, que me dava conta, que haviam se passado apenas quatro anos... Todo o sofrimento ficara pra trás, todas astristesas que ainda restavam, se dissipavam em cada sorriso maroto no rosto do meu gurizinho, que cada dia se tornava mais lindo.. aqueles olhinhos verdes e o cabelo escuro, havia puxado pela mãe... Meu filho era o que a vida havia me dado de mais precioso, e em todos aqueles anos, todo o trabalho e esforço, que tive de fazer, pra sobreviver, pra crescer no trabalho, pra adquirir coisas e béns, foi por ele...
Troquei de apartamento, vendendo o meu e com mais uma grana que consegui juntar, dei uma boa entrada, ficando apenas uma parte pequena em um financiamento e adquiri um apartamento maior, com Três dormitórios, uma suíte, em um condomínio com piscina, lugar de recreação... nada de luxo, mas perto do apartamento minúsculo em que morávamos, agora estávamos em um palácio... Lukas tinha o próprio quarto, bem mobiliado, com muitos brinquedos, embora ainda preferisse na maioria das noites, dormir comigo e confesso, que eu gostava e sentia falta nas raras noites que isso não acontecia....
Nas férias do trabalho, normalmente eu voltava pra minha cidade, ficava hospedado na casa de meus sogros e também na casa de Pedrão... esse parecia que o tempo não passava, a cada ano que passava, ele continuava o mesmo, ao contrário de minha comadre, esposa dele, que era uma mulher que não se cuidava e ainda havia virado evangélica... As raras vaidades que ela tinha, haviam ido embora, quando resolveu se batizar... Os guris, cresciam mais que fermento de bolo.... Jerônimo agora ja com vinte anos, na mesma altura do pai... peito peludo, forte, vaidoso... uma bunda redonda e um par de coxas, que deixavam qualquer outro homem com inveja, cabelos levemente queimados do sol, que deixavam aquele brilho acobreado, que contrastava com a pele bronzeada e os olhos claros, deixavam o moleque ainda mais bonito e a mala, era algo, que por mais que quisesse, não conseguia esconder... O guri menor do Pedrão, agora com 16 pra 17 anos, homem feito também, uma cópia em menor tamanho do pai... parrudo e peludo, barba nascendo, fazendo o moleque parecer mais velho... tagarela, diferente de jerônimo, que apesar de ter se tornado um homem adulto, ainda permanecia tímido e calado...
Quatro anos depois de eu ter deixado pra trás toda a minha vida e ter recomeçado na cidade grande... Quatro anos depois de ter ouvido a cobrança de meu amigo, finalmente chega o dia em que recebo a noticia de sua visita... a internet ja fazia parte do dia a dia de uma boa parte das pessoas e os celulares, começavam a se popularizar, embora o acesso as redes, ainda fossem bastante limitados.. as mensagens em sua grande maioria, eram via sms, o que ja era um grande avanço e rápido, pra quem viveu a vida, olhando Tv de tubo e ouvindo radio...Era uma quarta feira, fim do dia, quando recebo a ligação de meu amigo Pedrão, querendo saber, se não atrapalhariam se me fizessem uma visita no final de semana, Ele e Jerônimo, pois na segunda feira cedo, ele teria uns exames pra fazer e traria o filho, pra conhecer minha casa e também, pra conhecer a cidade grande, ja que o moleque, ainda não conhecia... Confesso que imaginar aquele moleque dentro do meu apartamento, me fez pensar besteira, ainda mais tendo cosciência de que Pedrão sabia o que tinha acontecido entre nós e eu tb, embora me parecesse por muitas vezes impossível de ser verdade, mas tinha certeza, que quem ensinou o moleque a chupar, fora o próprio Pedrão... Meu pau estalou dentro da bermuda, e um fio de baba ja melava a cueca... Morando na cidade grande, as vezes dava uma escapada no final da tarde até uma sauna, pra dar uma aliviada... Nunca quis nada além disso e em hipótese alguma, cogitei a possibilidade de ter um novo relacionamento...
Minhas finanças estavam bem melhores e eu agora, podia pagar uma escolinha de tempo integral pro meu filho, o que me deixava mais tranquilo, pois era seguro, a escola era boa e o moleque estava aprendendo coisas, que jamais imaginei em aprender, como esportes e inglês...
Final da tarde pegava meu filho e curtia muito esses momentos... Ele crescia saudável e lindo, com seus cabelos lisos e escuros, o que contrastava com a pele clara e os olhos claros, que havia puxado de Luzia!!!Olhava pra meu filho, e a imagem da mãe dele sempre me vinha a mente... lembrava dela com carinho e saudade e também, com uma profunda gratidão, por ter me dado de presente, esse serzinho tão lindo, que era meu filho... olhava pra ele e também, não podia deixar de pensar nas palavras de Pedrão, que um dia cobraria minha divida e que o pagamento, seria meu filho!!!! Confesso que ao mesmo tempo, que um nó na garganta quase me fazia faltar o ar, também um certo grau de excitação e tesão em imaginar meu guri grande, servindo a aquele macho enorme, me fazia o pau pulsar dentro da cueca.... tentava tirar esses pensamentos da cabeça ...
O final de semana chegara e na sexta a tarde, meu coração parecia que ia sair pela goela, tamanha era a ansiedade em saber que a noite, meu amigo e seu filho estariam dentro do meu apartamento... sai mais cedo da empresa,passei no supermercado, comprei carne, carvão e cerveja... meu apartamento tinha uma sacada nos fundos com uma churrasqueira, pequena, mas que se adequava a quem morava na cidade... passei na escolinha e peguei meu guri e em casa, ja abri a primeira cerveja... Lukas ja vinha de banho tomado e com um lanche feito, a noite antes de dormir, preparava um achocolatado pra ele e o colocava pra dormir....
Enquanto aguardava meus amigos chegarem, tomava minha cerveja, salgava as carnes e Lucas brincava na sala... Eram umas 19 horas, quando o porteiro do prédio avisou de sua chegada eu liberei pra subirem... ao abrir aa porta, eu vestia apenas um calção de futebol e não tive como deixar de perceber o olhar de jerônimo passear pelo meu corpo... Pedrão todo animado ja foi entrando, me abraçando, enquanto o filho entrou mais tímido, mas forcei um abraço também, até pra ele poder sentir minha pele quente e ja começando a suar... Pedrão vestia uma calça jeans, sapato e uma camisa de botões, abertos até quase a altura de seu umbigo, deixando seu peito peludo totalmente a mostra... estava bem vestido meu amigo, diferente de como acostumava a ver sempre com roupas de trabalho ou de calção... O cheiro forte de macho que exalava de sua pele e de seus pelos, penetrava em minhas narinas e do nada, meu corpo começou a reagir..Senti meu pau coçar e de alguma maneira, a presença de meu amigo estava me provocando tesão... O moleque vestia uma bermuda clara de um tecido que me parecia ser de linho e uma polo branca... O moleque se ornara bastante vaidoso e com certeza estava bem vestido... No abraço, impossível não sentir o volume da mala dele roçar na minha... E o perfume da pele do guri, misturado com seu calor, fez meu pau pulsar dentro do calção... Ainda bem que estava usando cueca, coisa que em casa não costumava usar, dessa forma, o tecido deu uma segurada no cacete e disfarçou o volume, mas tinha quase certeza que meu amigo percebeu, plo risinho no canto dos lábios... brincou com meu moleque e em seguida se juntou a mim na sacada, onde ja colocava fogo na churrasqueira... os dois sentados em cadeiras e com a cerveja ja em mãos... Ríamos de tudo, contávamos histórias e lembrávamos de coisas do passado... Com certeza em nossas mentes, visitamos os fatos de eu ter fodido o filho dele... Com certeza assim como eu lembrei disso, eles dois também, só que nenhum de nós três tocávamos no assunto...
Mostrei o quarto m que dormiriam, no momento que meu amigo deixou claro o desejo de trocar de roupa... quarto com cama de casal, mas eram pai e filho... Em minha mente, um pensamento cruzou em frente a meus olhos... os dois apenas de cueca em cima daquela cama....Pedrão voltou usando apenas um calção, gostava de estar a vontade, da mesma forma que eu e naquele momento, Jerônimo ja havia tirado a camiseta e ja estava mais solto, devido as cervejas que já havíamos bebido...
Realmente aquele moleque havia crescido... as coxas estavam descomunalmente grosas, peitoral largo, aquela barriga que evidenciava o bem comer e beber do interior.. o rosto com a barba rala e aqueles olhos azuis, que pareciam um oceano, que estava pronto a devorar quem se atrevesse a nadar em suas águas...
As horas passavam, as brincadeiras de duplo sentido começavam a ecoar dentro daquela varanda... Preparei o chocolate de meu guri, que ja estava com sono, troquei a roupinha dele , colocando um pijaminha e o coloquei pra dormir... Era o meu mais precioso tesouro... Pra ele, todo o tempo que eu tinha, sem me preocupar com mais nada... Devo ter ficado mis de meia hora no quarto, fazendo meu pimpolho dormir.. quando retorno, senti um clima estranho no ar... a sensação de desconforto ou de medo... Olho pra Pedrão, com as bochechas coradas e pergunto:
_ta tudo bem parceiro???
_Ta sim Luiz!!! Ele disse bebeu a cerveja em um único gole... então percebo que o safado estava de barraca armada... O calção fazendo um volume grande e desenhado... Olho pra Jerônimo e o moleque está com os olhos baixos e sua bermuda clara, também, com um volume se assemelhando ao do pai e o tecido bastante molhado... Claramente os dois estavam fazendo alguma coisa... aquele clima de putaria estava no ar.... Alisava meu caralho, que começava a crescer dentro da cueca, enquanto tomava minha cerveja... de repente o silêncio.... As brincadeiras de duplo sentido, as risadas, as histórias, todas cessaram, deixando no ar apenas o silêncio e o som de nossas respirações...Os dois sentados lado a lado, coxas roçando uma na outra e eu em sua frente, ao lado da churrasqueira... Tinha que dizer alguma coisa... Tinha que fazer um deles falar alguma coisa então disse:
_Que putaria tava rolando aqui???
_Que putaria Luiz!!??? Acho que a cerveja ta te afetando a mente compadre!!!!
_E afetando as rolas de vocês dois seus safados... estão os dois ai de rola dura... E acham que não percebi!!!
_Ta bom compadre!!!! Lembrei da dìvida!!! Que um dia vou cobrar!!!
_Dessa divida tu não precisa lembrar, porque eu não esqueci....
_Então, Luiz, quando tu saiu, eu tava conversando com Jerônimo sobre isso!!!
Devo ter ficado vermelho, pois era a primeira vez que falávamos sobre esse assunto abertamente...
_bah Luiz, tu não é bobo!!!! Meteu rola no meu guri e deve ter percebido que o moleque ja sabia chupar uma guasca!!! Vou te cobrar a divida, porque eu tava preparando , amaciando esse cu, pra eu arrombar e tu foi lá e pimba!!!! Arrombou primeiro!!!
Eu escorei na pia ao lado da churrasqueira, porque achei que minhas pernas iam fraquejar com as palavras de Pedrão!!! nunca vi meu amigo ser tão direto assim... Devia ser por causa da cerveja!!!! Mas ele continuou, sem me dar a chance de dizer nada... parecia que precisava falar, antes que perdesse a coragem...
_Foi eu que ensinei meu moleque a aguentar uma rola na goela... Fodia a goela dele ao menos duas vez\es na semana, mas no cuzinho, só brincava com o dedinho e com a língua.... e agora, foi isso que aconteceu... Botei o safadinho pra mamar, afinal foi pra isso que a gente veio, pra foder de verdade, sem se preocupar em seu pegos....
Eu quase perdi o chão, mas ao mesmo tempo, meu pau deu pinotes dentro da cueca e uma cascata de lubrificação começou a escorrer de minha uretra... Olho pra jerônimo, que apesar de ruborizado, alisava a rola dura e melada e então eu digo:
Quer dizer que tu tava botando teu filho pra mamar, aqui??? agora??? e a visita de vocês...
_Não tem exame nenhum!!!!! Viemos pra foder... E agora, tu vai poder meter nesse rabão na minha frente!!!!
Jerônimo que até aquele momento estava quieto, agora se manifestou pela primeira vez:
_É, mas dessa vez, vai ter de dar o rabão também... Ele disse isso, alisando toda a extensão de seu caralho, que marcava o tecido fino de sua bermuda...Neste momento, minha mão ja deslizava sobre meu caralho por dentro do meu calção!!!! Fazia a pele de meu prepúcio completamente melado, deslizar sobre a cabeça da rola e o cacete pulsava, sentia as veias se avolumarem e pulsarem ao toque de minha mão... Pedrão percebendo isso, abaixou o calção e deixou o cacete pesado saltar pra fora... aquela cabeça roxa, melada e aquele caralho cheio de veias escuras, pulsava no ar enquanto uma de suas mãos, alcançou a nuca de seu moleque o conduzindo sem dificuldade nenhuma, até fazer o cacete desaparecer dentro de sua garganta...Deixei escapar um gemido alto, pois meu tesão foi nas nuvens ao ver aquela cena, o pai enfiando o cacete duro e melado na goela do próprio filho e o moleque, lindo, engolindo sem a menor dificuldadeJerônimo chupava enquanto sua rola ja pra fora da bermuda era acariciada pelo próprio pai...
Tirei a carne da churrasqueira pra não queimar e os chamei pra meu quarto, pois a sacada era aberta e embora os prédios ficassem afastados, sempre ficaríamos em campo de visão de alguém... Entramos no quarto e não resisti, agarrei o moleque pela cintura, ja enfiando minha língua em sua boca... sugava sua língua, mordia seus lábios enquanto minhas mãos se esgueiravam por baixo daquele tecido, encontrando o caminho da felicidade, que se escondia naquele vale quente e peludinho...Pedrão abraça o filho por trás e naquele momento, percebo que meu amigo ja está pelado, pois a rola dura e quente, melava o tecido da bermuda do moleque umedecendo a pele de minha mão... Fui abaixando a bermuda do moleque, deixando aquele corpo livre de qualquer tecido e pronto pra sentir a textura e a umidade do caralho que lhe fez e também, porque queria sentir aquele guri de novo, totalmente nu em meus braços, só que agora, a pele lisa e macia, dera lugar a um corpo levemente peludinho e de pele firme... a maciez, dera lugar a músculos fortes e o cacete, agora grosso, coberto de pentelhos negros e fartos, deixava exalar no ar, o cheiro de um macho no cio... a cabeça rosada, derramava o choro da emoção de ser fodido pelo pai e pelo amigo que na adolescência arrancou suas pregas, deflorando algo, que apenas um molequinho havia feito cócegas, mas que o macho de verdade, havia estourado e o feito urrar com um cacete adulto dentro do rabo....Beijava a boca do moleque, engolindo em minha boca, os gemidos abafados que o toque de meus dedos e do cacete do pai dele lhe provocavam.... O sabor daquele moleque era incrível, os lábios pareciam que tinham mel, eram doces e o desejo de sorver ele todinho, tomava conta de mim... suas mãos grandes seguravam minha rola melada, acariciavam a cabeça, fazendo meu caralho arder e chorar... Aos poucos, fui me afastando e me abaixando em sua frente... mordi seus mamilos duros e pontudos, senti o sabor salgado do suor que começava a brotar em meio a seus pelos... Desci com minha língua, percorrendo o caminho dos desejos, me afundando em seu umbigo úmido e sentindo o cheiro almiscarado que emanava de sua mata escura, que se avolumava logo abaixo... o cacete melado pulsava e minha boca foi desvendando cada centímetro daquela pele, sorvendo os cheiros e odores daqueles pelos, bem como os sabores úmidos que dali vertiam... Segurei entre meus dedos o caralho jovem e pulsante, deixando minhas narinas sorverem o perfume de macho, que brotava daquela cabeça... Meu dedos fizeram aquela pele descobrir a cabeça rosada, deixando a mostra, aquele creminho pegajoso que se formava em volta, que me fazia salivar, doido pra sentir o sabor.... passei a língua por toda a base daquele caralho, até que a ponta de minha língua deslizou por sobre a fenda melada de sua uretra, sorvendo o melzinho branco e translucido que escorria... Abri minha boca e deixei a cabeça daquela rola de sabor agri-doce, invadir minha garganta... As mãos de Jeronimo agarravam meus cabelos, enquanto seu caralho duro e potente, me faziam engasgar a cada estocada firme que o moleque dava... a baba começava a escorrer sobre meu queixo e minha barba, e as náuseas provocadas pela rola do moleque, eram inevitáveis... Ao mesmo tempo que o corpo de Jeronimo se movimentava cadenciadamente, entrando e saindo de minha goela, Pedrão, pelado e com a rola dura e melada, se posicionava atrás do filho, colocando a cabeça de seu caralho bem na entrada de prazer do moleque... mesmo com a boca ocupada, podia perceber os urros que o moleque dava e o quanto ele estremeceu, no momento em que o cacete paterno, rompeu sua resist~encia e foi se alojando em seu fundo.... Ao mesmo twempo, o moleque segurou firme em meus cabelos e enfiou seu cacete o mais fundo que conseguiu, me fazendo faltar o ar e as lágrimas brotarem em meus olhos... Ouvia o arfar de meu amigo e percebia suas mãos grandes, agarradas aos quadris do moleque, enquanto sua vasta pentelheira, rolava naquela bunda redonda e musculosa... O pau de Pedrão devia estar pulsando dentro daquele rabo , pois Jeronimo gemia sem parar... Segurei firme em suas bolas peludas e as massageei, acariciei uma e depois a outra, enquanto com minha língua, devorava a cabeça daquela rola e sorvia seu caldinho, sentindo aquele sabor de macho deslisar por minha garganta... Jeronimo tirava e colocava de novo a rola em minha boca, fazendo um movimento que com certeza fazia o cacete do pai sair e depois voltar a entrar em seu rabo... Precisava ver isso!!!!
Sai da posição em que estava, deixando o guri se apoiar sobre a cama, ficando quase de quatro, e então pude perceber o corpo forte e grande de meu amigo, cobrindo o corpo do filho e seu caralho grosso, entrando e saindo de dentro daquele rabo que um dia eu deflorei... Era lindo ver aquele cuzão vermelho e ja inchado, recebendo toda a rola do pai, até seus pentelhos encobrirem a visão daquele cu e depois, observar o caralho saindo, deixando aquele buraco escurou, inchado e avermelhado, com um leve líquido escorrendo...Pedrão havia arregaçado o rabo do filho... em um desses momentos, aproximei meu rosto e pude então lamber aquele cu arrombado... Sentir o sabor daquele rabo e também, o sabor da rola enorme de meu amigo... Ele aproximava a rola enquanto eu lambia o cuzão de seu filho e enterrava novamente, e com uma de suas mãos , agarrava meus cabelos e guiava minha cabeça, pra que eu lambesse aquele cu e também sua rola babona... Não resisti, abri a boca e engoli o cacete de meu amigo, sorvendo aquele caldinho salgado que escorria de sua uretra, fazendo Pedrão quase urrar de prazer... Ele fodeu minha garganta ja arrombada por seuu filho... Tirava o pau melado de minha goela e enfiava no cuzão do filho... Eu chupava aquela cabeça roxa e depois sugava aquele cu, fazendo Jeronimo se contorcer sobra a cama...
Pedrão então entre as minhas lambidas disse:
_Tua vez de dar esse cuzão Luiz!!! Quero ver, meu filho arrombar esse teu cu e hoje, tu vai receber leite de pai e filho no rabo!!!
No tesão que eu estava, ja nem media mais as consequências daquelas palavras... peguei em uma gaveta um tubo de gel lubrificante, coloquei uma quantidade generosa em minha mão e massageei o caralho do moleque, quente, pulsante, cabeça rosada que escorria baba da uretra... Peguei mais um pouco e passei no meu rabo peludo e olhando pra Jeronimo, apenas disse:
_Vem moleque!!! faz o mesmo que eu fiz contigo!!!
Fiquei de escorado na parede, com o rabo arrebitado em direção ao moleque, esperando pelo que viria... e o que veio me surpreendeu... Senti as mãos de Jeronimo afastarem minhas nádegas peludas, até deixarem exposto meu rabo, pra que ele pudesse apreciar.... Senti o hálito quente do moleque acariciar minha pele e arrepiar meus pelos, e depois o calor úmido daquela língua, percorrendo meu rego peludo, até afundar em meio as pregas piscantes do meu cu... Senti a pressão de seus lábios, sugando meu rabo e sua língua molhada e quente, deslizando sobre meu cuzão e forçando pra entrar...O moleque havia aprendido a como tratar um cu de macho... tentei relaxar e deixar o guri se divertir, ja que a brincadeira, estava me dando muito prazer... Os gemidos de nós três, agora nada contidos, ecoavam por dentro do meu apartamento... Havia esquecido completamente que meu filho estava dormindo no quarto ao lado... O bom, era que o moleque vinha morto da escolinha, de tanto brincar com a piazada...
Jeronimo sugava meu cu e metia a língua, simulando uma foda, enquanto Pedrão observava ao lado segurando seu cacete grosso e babão, liberando aquele cheiro de macho rústico, que ja começava a me deixar mais atiçado ainda....Olho pra trás e digo a Jeronimo:
_Mete guri!!!! mete rola no meu cu, me arromba moleque!!!!
Jeronimo sem dizer nada, se posicionou atrás de mim e passou a cabeça quente e melada de sua rola em meu rabo, pressionando minha entrada... meus pelos todos se arrepiaram e um choque passou pela minha coluna... meu rabo se contraiu, tentando se proteger daquele invasor... O moleque forçava mais firme e forte e então, Pedrão segurou meus cacelos e bateu com a rola melada em meu rosto, me fazendo sentir o cheiro daquele caralho... jamais havia imaginado em foder com meu melhor amigo, mas confesso, que o tamanho e o cheiro daquele negócio, estava me deixando louco... doido pra saborear e sentir ele todo dentro... abri a boca e deixei a rola de meu amigo invadir meu interior, chegando com aquela cabeça melada até minha garganta e nesse momento, acho que meu corpo relaxou e então, senti meu rabo ser arrombado... Senti uma dor forte, como se uma lãmina quente estivesse me abrindo ao meio e ao mesmo tempo, sentia minhas entranhas serem preenchidas, sentia como se meu interior, estivesse sendo inflado... meus olhos brotaram lágrimas que escorreram por minha face, enquanto os pentelhos fartos e com cheiro forte de meu amigo, tratavam de espalhar o líquido, enquanto sua rola me sufocava a goela, me fazendo engasgar e liberar muita saliva e baba.. Não conseguia gemer... me sentia totalmente a mercê daqueles cacetes... estava entregue ao poder daqueles dois machos e com certeza, eles estavam exercendo esse poder, metendo rola no meu corpo... Senti os pentelhos de Jeronimo tocarem em minha bunda... sentia as gotas de seu suor escorrer sobre as minhas costas e ouvia seus gemidos roucos, enquanto tentava meter mais um pouquinho dentro do meu rabo... Pedrão fodia minha boca, tirava o cacete todo, deixando escorrer a baba espessa por meu queixo e depois voltava a meter... pegava a baba e passava em torno de meu cuzão agora arrombado, pra facilitar as investidas de seu filho... O moleque entendeu o recado e começou a tirar o cacete, e quando isso aconteceu, me senti aberto, gelado por dentro e o desejo de ter aquele moleque dentro novamente, brotou em mim e ele entendendo, socou o cabeção novamente e enfiou o caralho com força.. Não fodeu no amorzinho... meteu feito macho bruto, socou forte e fundo... agarrado em meus quadris, metia com força, socava e tirava enquanto o pai fazia o mesmo na minha goela... Ficamos uns cinco minutos daquele jeito, eu sendo macetado pela rola grossa e dura do filho no rabo e pelo cacete potente e melado do pai na garganta... Em determinado momento, uma sequência de metidas potentes, me fizeram sentir o cacete do moleque engrossar dentro do meu rabo e num urro quase de urso, Jeronimo se agarrou com força em meu corpo, me abraçando e me envolvendo em seus braços fortes... Suas unhas cravaram em minha pele e seus dentes cravaram em minhas costas, enquanto seu cacete pulsava, cravado bem no meu fundo, pulsando e liberando vários jatos de porra cremosa... Senti meu rabo quente por dentro, molhado e seu cacete parecia mergulhado em um mingau que teimava em escorrer... Sentia o calor do leite do moleque, escorrer d entro do meu rabo, chegando em minha saída e melando meus pelos... O guri arfava apoiado sobre as minhas costas... seu suor escorria misturado ao meu, enquanto seu pai, ainda com o cacete duro e melado, observava o cacete do filho, aos poucos escapar de dentro do meu cu, deixando a o leite brotar com mais força... meu rabo arrombado, agora exposto, era objeto de desejo do meu melhor amigo, que ja ria e dizia:
_Que cuzão Luiz!!! Ta arrombado cara.... Vou meter e leitar mais esse cu, fazer a porra do meu moleque espumar....
Jeronimo foi saindo de cima de mim e se deitando ao meu lado, procurando minha boca pra um beijo... Senti o sabor da boca daquele moleque, enquanto meu amigo, ancostava a cabeça quente e melada de sua rola, que embora mais grossa que a do filho, não encontrou dificuldade em deslizar pra dentro do meu rabo... Senti cada veia daquele caralho entrando dentro de mim, até os pentelhos fartos e ja molhados de Pedrão encostarem em minha bunda...As mãos fortes e firmes de meu amigo se agarraram em meus quadris e eu pude sentir a potência de suas metidas...Não teve arrego, ele metetu e em seguida começou uma sequência de cravadas, que fazia meu corpo balançar... Sentia seu cacete deslizar dentro de mim, queimando minha pele e fazendo o calor escorrer por minhas pernas... era o leite de seu filho, que ele fazia virar espuma pela pressão de suas metidas.... Eu gemia forte sendo fodido por aquele macho... e em minha mente, um pensamento rápido me ocorreu:
_Quanto tempo perdi de minha juventude, com esse fodedor do meu lado...
Sabia que pedrão não iria demorar a gozar, porque suas metidas eram rápidas e violentas... seus gemidos altos e roucos e a força que ele colocava em seus dedos sobre a minha pele, com certeza deixaria marcas... meu pau, duro, pulsando, balançava no ar enquanto a baba escorria melando o lençol da cama...
Jeronimo vendo aquilo, se posicionou em minha frente, envolvendo meu caralho melado em seus lábios, sugando a baba que escorria e brincando com a língua, como se fosse uma serpente envolvendo sua presa, fazia meu corpo estremecer e meu cu piscar, prendendo o cacete de meu amigo, mordendo a cabeça de sua rola... De repente, Pedrão urrou alto, bem mais alto, agarrou forte meu quadril e meteu bruto a rola dentro do meu rabo... Senti os jatos quentes de sua rola invadirem meu interior... Sentia pele queimar, com certeza devido ao atrito que sofreu pela invasão daquelas duas rolas... Não aguentei mais, segurei a cabeça do moleque e cravei a rola na sua goela, gemendo alto e gozando farto em sua garganta... seu nariz afundado em meio aos meus pentelhos....Sem saída, o moleque bebeu toda minha porra, e quando aliviei seu rosto, pude ainda perceber meu leite escorrendo de seus lábios, misturados com a baba provocada pela metida...
Estávamos os três exaustos, suados e fedidos... nenhum desodorante do mundo conseguiria suportar a pressão de nosso tesão... Por fim, beijei a boca do moleque, sorvendo a minha porra e a baba que escorria e depois, pela primeira vez, beijei os lábios de meu amigo, que não recuou e dividi com ele, aquela sabor de porra e baba que vinha do meu caralho e da boca de seu filho...
Meu rabo arrombado, escorria leite dos dois safados, melando totalmente o lençol... O cheiro de rola, saco , sovaco, rabo de macho e porra, exalavam dentro daquele quarto... nossas respirações ofegantes e nossos peitos arfantes, deixavam claro a intensidade que havia sido aquela foda... de repente, lembro do meu filho no quarto ao lado e quando olho em direção a porta, tive a sensação de ter visto uma sombra ou um vulto que se dissipou em seguida... levantei da cama, procurando uma cueca e encontrei, acho que nem era minha... vesti e fui dar uma olhada em Lukas... abri a porta de seu quarto lentamente e ele dormia, quietinho... mas por um instante, me pareceu que seus olhinhos se abriram... Devia estar ficando maluco... Se meu filho estivesse acordado, teria visto toda aquela putaria... a imagem do vulto na porta permaneceu em minha cabeça... Voltei pro quarto, pai e filho abraçados sobre a minha cama, suados, as rolas meladas adormecidas sobre seus sacos pentelhudos e aquele clima de putaria no ar... Pedrão então fala:
_Agora, não temos mais segredos, quer meter nesse cu??? pode meter!!! Ah e respondendo as tuas duvidas, era o Lukinha que estava espiando na porta!!!
Ele disse isso, virando o rabo do filho em minha direção e abrindo, deixando aquele cu rosado e inchado exposto pra mim.... meu pau endureceu na hora e então, me posicionei atrás do moleque e e soquei, arrancando um gemido do guri... Ele de lado, entre eu e o pai dele... Pedrão beijava a boca do filho que aguentava a minha rola entrando e saindo de dentro dele... Pedrão então olha em minha direção e diz:
_É bom que o Lukas veja as nossas putarias e é bom que que tu comece a conversar com ele, pra quando chegar o dia de eu arrancar aquele cabaço, ele ja estar preparado!!!! Essas frases, fizeram meu pau endurecer mais e meter mais forte em Jeronimo, que quase grita com meu cacete enterrado no cu... Pedrão olha e de canto de boca, deixa um sorriso safado brotar...Eu sabia, que chegaria o dia que estaria naquele lugar, abraçando meu filho e deixando outro macho meter rola em seu cu... e esse macho, com certeza seria meu amigo Pedrão...
