No último conto eu mostrei coragem e audácia realizando a minha curiosidade. Sou o Lucas e já escrevi um conto aqui. Tenho 29 anos, sou branco, 1.70 de altura e magro. O Luiz foi a chave para uma nova descoberta e com o tempo percebi que era a minha praia só ampliando o gosto. Ele, 43 anos, magro e baixo, amigo da família, um nordestino bom de papo e rosto comprido mostrou que virgindade não é coisa certa e logo tirou a minha em sua casa. Após um tempo transando com ele, eu desejava outra pica e não sabia com quem. Iniciado aos 18, eu queria muito dar meu cu e quem sabe conhecer novas rolas?
Trabalhando, eu comecei a conviver com todo tipo de gente. Restaurante próximo do emprego eu conheci o Fabrício. O cara trabalhava em comércio próximo e logo cumprimentava, sorria, não demorou muito para batermos um papo e fazer uma cera após o expediente no bar tomando alguma coisa e conversando com ele já virou uma rotina. Não demorou muito e percebi que ele estava a fim! Olhadas com sorrisos e convite para “beber em outro lugar” começaram a pintar e acabei topando! Nesta daí, paramos no motel. Negro e alto, careca, 35 anos, rosto redondo, vi nele as garantias que eu precisava para experimentar sexo com outro que não fosse o Luiz e em quatro paredes tudo é possível!
- Abre esta boca para eu foder gostoso.
Abri e deixei a pica fazer vai e vem com suas mãos na minha cabeça para tomar uma enterrada daquele pau preto comprido e cabeçudo! Amo quando o cara toma uma iniciativa tarada e isto estava acontecendo! Forçado a engolir bastante, a sua cabeça do pau foi na garganta causando ânsia e babei muito! Delícia! Erotizei a ponto do cu piscar ainda com a roupa e ajoelhado. Bati uma e falei:
- Quero dar.
Chupei gostoso aquele pau duro como tora e percorri pelas bolas dando uma chupada no saco! Paguei um pouco mais de vai e vem, amo mamar e fiquei realizado ao chegar nos pentelhos novamente para tomar fôlego e olhar aquele safado! Meu corpo pedia penetração e fiquei em pé para realizar meu desejo! Tirei a roupa e balancei a bunda excitada passando a língua nos lábios e ouvi:
- Bundão!
Carinho bunda e arrepiei. Abriu um lado e mandou uma cuspida passando a cabeça do pau! Segurou e forçou para que eu sentisse uma zonzeira e logo botou uma parte e tirou para melar mais e forçar para ganhar de vez meu cu! O caralho preto foi rasgando e eu abri a boca com caretas até receber um encaixe total. A partir daí ganhou rapidez botando um sexo gostoso e sem pressa para que eu acostumasse! Meu cu deve ter aberto bem pois aquele cabeção sentava no fundo e foi mostrando poder.
- Ai, aí, humm!
Rapidinho e com as mãos na minha bunda fez meu rabo assanhar depressa com aquele vai e vem que foi ficando gostoso! A sintonia veio e logo pau preto e meu cu branco dialogavam bem com enterradas pontuais e eu fazia caretas! Eu sabia que meu cu era guloso por vara mas uma preta e enterrando não estava no meu script! O importante que ele conquistou fácil e quando tirou o meu rabo estava piscando e já bem aberto! Subiu na cama e apoiou as mãos nas minhas costas e entendi tudo!
- Vai com calma.
O Luiz tinha estes lances de bombar e eu sofria com gemidos. Fabrício queria o cu submisso e ao penetrar bateu no fundo e iniciou uma pegada forte que eu só faltava gritar! A coisa é tensa! O segredo? Acostumar! Meu cu safado permitiu os fortes ataques fundos e tive minha boca tampada pelo Fabrício! A dor foi virando tara e excitação, logo eu fiquei mais relaxado!
- Ahhh, caralho! Mete devagar!
A cabeça beira a loucura e o melhor é deixar acontecer! Meu medo era não aguentar passando uma má impressão ficando só naquela foda! Ciente disto, tive que suportar e relaxei para morder meus lábios com caretas e gemidos sofrendo ataques contínuos no cu que pareciam uma eternidade. O interessante? Ao tirar, o meu cu parecia sentir falta de algo e estava aberto!
- Ahhh, delícia de cu! Abre!
As pernas juntinhas, eu abri um lado e ele veio novamente castigando por mais de um minuto! Novo, 18 anos, eu não sabia onde achava forças para receber uma trepada tão forte! A vontade de ser penetrado, o desejo de putaria e o proibido davam o ânimo! Uma cuspida, novas bombadas e fui entendendo que meu papel era aliviar a tara do caralho preto! A fome do caralho preto era intensa e meu cu aberto piscando muito forte era seu alvo! Na quinta tentativa, ele não aguentou!
- Ahhhhhhh!
Suando, eu levei uma penetrada para ganhar leitada dentro do cu! Nestas horas eu queria ter útero! Senti jatos e ele foi tirando para meu cu melar na portinha já arregaçada! Uma balançada e o leite veio forte para melar todo meu rabo! Abri e mostrei a safadeza sorrindo e disse:
- Gostoso!
Excitado, levantei e fui ao banheiro para descarregar minha tara batendo uma e aliviando de forma espirrada! Meu pau estava melado de sêmen de pau preto, tudo grudando, eu nem aí só sentindo o cu latejar e muito quente! Chegava a arder!
No banho, conversamos e lavei o pau preto dele ainda duro! Safado! Vestimos e caímos fora. Segredinho!
Aos poucos, o tempo foi mostrando meus caminhos. Quando não era o Fabrício, era o Luiz. Eu procurava não perder a boquinha nem com um e nem com outro. As fodas ocorriam, geralmente, aos finais de semana.
Sete meses depois da perda da virgindade, eu estava numa situação bem confortável tendo alternativas. Calado e quieto, meus pais nem sonhavam que eu levava cacete em quatro paredes. Não conte. Rindo alto aqui.
O conto continua.