Eu e minhas irmãs estávamos fazendo amor durante a tarde como na tarde anterior, quando perdemos a virgindade juntos. Elas gozaram sentadas em meu pau enquanto a outra estava sentada em meu rosto me dando sua bucetinha para lamber em meu primeiro oral em cada uma.
Esperando pela segunda rodada quando comeria Sara de cadelinha enquanto ela lamberia a bucetinha de Leah cheia de esperma, minha irmã pretinha chegou ao assunto de minha mãe estar sendo negligenciada por nosso pai e safadinha sugeriu que eu fizesse amor com nossa mãe também.
Seu argumento foi que por ser parecida com nossa mãe, mamãe também devia ser submissa e eu poderia me impor a ela. Leah concordou e apoiou e eu começaria a testar mamãe já naquela noite tentando descobrir se era submissa também, mas naquele momento só queria aquela pretinha linda de cadelinha lambendo a bucetinha da irmã.
Rapidamente cada um tomou a sua posição e Sara não perdeu tempo de lamber minha porra que vertia de dentro de Leah. A ver por trás naquela posição, por ser uma falsa magra com as curvas muito acentuadas seu corpo parecia um violoncelo de 4 sobre a cama em sua cor preta brilhante.
Era uma visão de dar vertigem de tão eroticamente linda e estonteante. Com minha mão levei a glande até seus lábios vaginais os empurrando para os lados que se fecharam em torno dela e depois de a pincelar fui até seu furinho e encaixei. Levei as mãos em sua cintura tão fina que os dedos de mãos opostas se tocavam nas costas e na barriga.
O som dela lambendo a buceta encharcada de porra de Leah lembrava a de cadelinhas tomando leite e antes que comecei a penetra-la, me surpreendeu parando um pouco de lamber.
– Lucas, faz como você fez ontem na Leah. Coloque tudo de uma vez. Já fiquei sentada nele um montão e não vai doer.
Pedido feito, pedido aceito e quando ela voltou a chupar Leah comecei a empurrar de uma vez para dentro. Só não apressei pois o prazer de ver meu talo rosa e grosso ir desaparecendo dentro daquela buceta pretinha apertada era extasiante.
Sara gemia abafado na buceta de Leah que gemia alto olhando para mim. Não dei muita atenção a ela observando a penetração, mas quando cheguei ao útero de minha irmãzinha cor de ébano olhei para Leah vendo como estava perto de um gozo na língua de Sara.
– Ohhh Deus, assim vai ainda mais fundo Lucas. Estou me sentindo tão preenchida, Sara falou logo voltando a sua tarefa.
Tirei meu pau quase o desencaixando e o empurrei de volta muito mais vigoroso que antes e os gemidos de Sara mesmo com a boca na bucetinha de Leah eram rumorosos.
– Ummmmmmm. Ohhhmmmmm.
O tirei novamente e enterrei com tudo naquela deliciosa bucetinha apertada, quente, macia e deliciosa e o contrate de nossas cores só deixava tudo mais intenso. Percebendo que poderíamos gozar juntos novamente, tive que dar uma ordem a Leah que parecia pronta para gozar.
– Se segura um pouco Leah. Vamos gozar juntos de novo.
Ela me olhou parecendo que não ia conseguir, mas balançou a cabeça concordando. Para dar a Sara o mesmo que Leah teve na tarde anterior naquela posição, faltavam os tapas então desferi o primeiro com Sara gemendo mais forte.
Eu estocava intensamente enquanto dava tapas controlados que de qualquer jeito não ficavam vermelhos em sua pele. Não tinha mais como aguentar tamanha luxuria.
– Vamos gozar juntos. Agoraaaaaa, gritei.
No mesmo instante aqueles dois vulcões entraram em erupção e começaram a gozar enquanto eu enchia o útero de minha linda pretinha com meu esperma viscoso e quente.
Leah gemia alto e os gemidos de Sara eram abafados pois mesmo gozando nunca tirou a boca da buceta da irmã. Gozamos e gozamos e quando acabou, por incrível que pareça eu queria mais. Com duas mulheres daquelas a minha disposição 2 gozos era muito pouco.
Quando seus orgasmos terminaram, não dei tempo de descansarem.
– Agora troquem de lugar e deixe a bucetinha da Sara bem limpinha Leah. Depois te quero em meu colo para matar a vontade desses seios lindos.
Com a excitação de que chuparia a bucetinha de Sara cheia de meu esperma, Leah agilizou e logo Sara estava deitada na cama e ela com o rosto entre suas pernas e a bunda monumental para o alto.
Meu pau tinha perdido parte da rigidez, mas com aquele show sabendo que Leah se esbaldava com meu esperma não demorou e ficou pronto para a ação. Mesmo querendo gozar com ela em meu colo não poderia perder aquela oportunidade e logo estava ajoelhado atras dela a penetrando como na tarde anterior.
Eu não ia gozar, mas elas poderiam só que não deu tempo de aproveitar Leah naquela posição porque Sara gozou novamente. Saí de Leah empurrando Sara um pouco de lado enquanto ela ainda gozava e me sentei apoiado na cabeceira chamando Leah.
– Vem aqui no colo de seu irmão, vem minha putinha deliciosa.
Excitada Leah veio rápido e subindo em mim logo tinha se enterrado toda em meu pau.
– Oh deus, esse pau é perfeito para mim. Um pouco mais grosso do que deveria, mas que me estica e me excita tanto.
Olhando aqueles peitos divinos em frente à minha cara me rendia aquela posição que usávamos pela primeira vez.
– Acho que essa vai ser uma de minhas 3 posições preferidas, falei envolvendo seus seios com minhas mãos.
– A minha também. Mama na sua irmã, mama seu safado.
Leah começou seu vai e vem fogoso em meu pau e levei meus lábios a seu seio, mas não ainda no mamilo. Primeiro o lambi e o beijei inteiro em espiral e quando ia chegar a aréola sensível fiz o mesmo no outro.
Sara tinha terminado seu orgasmo e nos olhava com curiosidade certamente gostando daquela posição a qual não demoraria a ser premiada. Leah gemia com minha língua e meu pau a enchendo em um ir e vir delicioso. Quando minha boca envolveu sua aréola e sugou seu mamilo ela surtou de prazer.
– Ahhuuuu, ahhuuuuu, mama mais forte. Tira leite de sua irmãzinha.
Que safadinha. Não sabia se podia sair ou não leite e achava que não, mas com seu pedido comecei a sugar com fome seu mamilo durinho levemente inclinado para cima e seu seio em forma de gota.
Suas mãos vieram até minha nuca e me seguraram lá o sugando intensamente. Era impossível dizer quem gostava mais do que fazia, mas foi ela quem explodiu primeiro em um orgasmo avassalador sem me deixar trocar de seio. Claro que me levou junto e gozei pela quarta vez naquela tarde, duas vezes em cada irmã.
O meu terminou muito antes do que o dela e quando o seu se apagou ela pendeu cansada em meu peito e a abracei me dando mais um motivo para aquela posição ser uma de minhas preferidas.
Ao nosso lado Sara se sentou se dando conta que a farra estava terminada.
– Uau, que tarde. Uma mais gostosa do que a outra.
Leah ainda não tinha forças para falar.
– Também acho Sara e por mais que tenha adorado não vamos dar conta de ser assim todas as vezes.
– Eu sei. Temos que estudar e fazer nossas coisas, mas ainda tudo é novidade. Você precisa parar de pesquisar na internet, brincou sorrindo pois certamente não era o que queria.
– Só no que já pesquisei já tenho muita coisa na lista. Passei quase duas madrugadas fazendo isso.
– Seu safado. Por mim, pode inventar o que quiser.
– Por mim também. Leah enfim arrumou forças.
– Queria tomar banho com vocês e as fazer uma depilar a outra, mas vai ser perigoso. Amanhã começamos com o banho e fico fora do box assistindo vocês se depilarem e de prontidão se ouvir alguém.
Sabia da preocupação delas com minha mãe como ouvi quando as peguei transando dois dias antes.
– Quantas vezes a mamãe vê vocês nuas?
– Antes eram algumas por ano, mas agora está meio raro, mas ela pode entrar em nosso quarto a qualquer hora, Leah respondeu
– Se estiverem com medo, não vou forçar. Já são tão deliciosas como são, sorri.
– Acontece que como você ouviu, nós já queríamos. Vamos fazer e se ela descobrir damos a desculpa que você sugeriu, que é por ser mais higiênico. O que ela poderia fazer? Contar ao papai não vai.
– Está bem. Combinado então. Amanhã começamos pelo banho. Vou ter um show e tanto. E agora, vão tomar banho?
Perguntei, pois, na tarde anterior não quiseram só para estarem em frente a meu pai com seus sexos encharcados de meu esperma. Foi Leah quem tomou a frente novamente.
– Não. Sempre que fizermos algo, não vou me lavar até estar com ele pensando o quanto é idiota controlar as filhas como ele controla. Quem sabe um dia aconteça com seu esperma em todos meus buraquinhos. Seria a vingança máxima diante de seus olhos.
– Também não vou tomar, acompanhou Sara.
Eu não me importava se elas queriam fazer essa desfeita a nosso pai, até me excitava, mas com a oferta indireta de seu bumbum por Leah me fez lembrar de algo.
– Quando vi vocês de lingerie lado a lado e depois de costas, tive uma ideia, mas vou precisar da ajuda de alguém. Quero comprar dois conjuntos de calcinha e sutiã bem lindos e idênticos, só que um em branco e outro preto. Aí a Sara usa o branco e a Leah o preto. Olha, até me arrepiei de excitação pensando nisso.
– Vou adorar, Sara festejou também se excitando.
– Também vou adorar, mas cuidado não ser pego e veja onde vai esconder, pois em nosso quarto não podemos.
– Pode deixar Leah. Vou ser cuidadoso.
– Então vamos indo.
– Até mais meus amores. Amo demais vocês, falei dando um beijo em cada uma.
Foi lá mesmo no quarto que voltaram a vestir suas roupas para esperar o jantar em família, mas estavam diferentes de quando chegaram levando o liquido precioso do irmão dentro de si. Ao saírem Sara lembrou.
– Não se esqueça de testar a mamãe. Ela sempre chega uma hora antes do que o papai, falou parecendo empolgada com aquela possibilidade.
Após um banho e um descanso no quarto, quando ouvi mamãe chegar decidi descer, pois ela sempre ia para a cozinha preparar algo leve para o jantar. Como na tarde anterior dei mais atenção a ela, agora com más intenções e mesmo se ela não cedesse continuaria querer leva-la fazer algumas coisas diferentes da vida tediosa de trabalho, família e igreja que levava. Foi então que a lembrei que tínhamos marcado o cinema para o sábado seguinte após o final de semana e sua resposta me deu a chance de testa-la.
– Ahhh Lucas, pensei bem e é melhor não ir ou seu pai pode não gostar.
Tomei um folego porque não queria ser rude com mamãe, mas impositivo sem falar em voz alta. Como se fosse uma conversa a baixo volume. Primeiro me coloquei a sua frente e levei minhas mãos a seus ombros a fazendo olhar para mim.
– Escuta aqui mãe. Isso não é mais um pedido. Estou dizendo que você vai ao cinema comigo e você vai. Entendeu, perguntei dando uma piscadinha aliviando o que eu disse.
Seu corpinho tremeu parecendo excitação e aqueles olhos pretos de mamãe olhavam para os meus, presos por meu olhar penetrante e quando pensei que ela iria dizer que ela era a mãe e quem decidia se queria ir ou não, sua resposta me surpreendeu, pois foi muito sintomático de como era submissa.
– Está bem filho. Eu me viro com seu pai.
– Sábado a tarde ele sempre está com amigos e se falar algo, pode deixar que falo com ele.
Falei impositivo como antes e de novo ela aceitou.
– Tudo bem filho. Só espero que ele não fique bravo com você.
– Se ficar terá valido a pena por te dar um pouco de diversão.
Como mamãe aceitou as duas coisas, achei que podia estar em seu modo submissa como Sara era naturalmente e continuei.
– De agora em diante quando eu te disser que você vai fazer algo comigo, vai fazer. Só quero seu bem e não vou aceitar nenhum não. Mesmo se tiver que sair mais cedo do trabalho ou tirar folga algum dia para ficar comigo e minhas irmãs. Você nunca tira folga. Combinados?
Nem acreditei em minha petulância falando daquela forma com mamãe, mas minha empolgação crescia toda vez que ela aceitava o que eu falava. Claro que depois sem minha pressão poderia mudar de ideia, mas ela se mostrava tão fácil de submeter quanto Sara.
Sabia que aceitar fazer aqueles tipos de programas era algo muito diferente do que quebrar a barreira do incesto e de trair meu pai. Já tinha aprendido muito sobre como dominar uma mulher pesquisando para fazer isso com Leah e decidi que faria o mesmo com mamãe. Sua resposta abriu as portas para minha decisão.
– Tudo bem filho. A mamãe não vai dizer não para você. Como você disse, sei que quer meu bem.
– Meu pai está muito ocupado com as coisas dele e não tem tempo para você e sendo uma mãe tão jovem e linda não pode deixar a vida passar assim. Vou fazer para você tudo o que ele não faz.
Em sua ingenuidade de mãe religiosa, nunca pensaria que eu falava também de sexo.
– Está bem filho. Agora preciso terminar o jantar.
Soltando de seus ombros me agachei e passei os braços em torno de sua cintura fina e a levantei do piso em um abraço forte sentido seus seios durinhos como os de Sara em meu peito. Nunca tinha abraçado mamãe com tamanha intimidade e com tanto contato de nossos corpos após deixar de ser criança. Ao invés de reclamar ela sorria enquanto a girava no centro da cozinha.
– Me põe no chão. Me põe no chão.
Quando a coloquei no chão aquela ideia louca que Sara tinha dado não parecia mais tão louca. Só tinha mais uma coisa para impor antes de esticar demais a corda e perder tudo.
– Mãe, você trabalha o dia inteiro e quando chega em casa, ao invés de descansar continua a trabalhar fazendo o jantar. Vamos dividir essa responsabilidade comigo e com a Leah e a Sara.
– É que seu pai gosta de minha comida.
– Ele está é mal acostumado. Ele diz que as filhas tem que serem prendadas, então é melhor deixar que elas treinem preparando nossa refeição. Eu me proponho a lavar a louça.
– O que deu em você que anda tão diferente, perguntou não entendendo meu novo modo de trata-la.
– Já te expliquei ontem. Você merece muito mais do que meu pai dá que é quase nada, então quero fazer isso por você. Converse com ele sobre o jantar.
– Está bem filho, respondeu novamente aceitando.
A ajudei no que podia e ficamos conversando de uma forma descontraída pouco comum, mas era visível que estava feliz. Minhas irmãs chegaram me olhando nos olhos parecendo querer alguma informação que eu não poderia dar naquele momento, mas mais tarde em nossos quartos.
Não demorou e meu pai chegou e a rotina se estabeleceu com aquele ar pesado com cada um comendo o mais quieto possível, até que como sempre Leah o provocou de alguma forma e ele fez um sermão enorme sobre as qualidades de uma boa esposa que na verdade era transforma-la em submissa total ao marido sem dar nada em troca. No rosto desafiante de Leah um sutil sorriso de quem não dava a mínima importância ao que ele falava.
Na sexta-feira pela manhã estava empolgado lembrando que elas iam se depilar e não via a hora de assistir e depois experimentar suas bucetinhas lisinhas continuado a fazer amor lembrando que no final de semana minha mãe ficaria em casa e não teríamos como fazer nada.
Quando eu e Sara chegamos felizes e excitados em casa pela conversa no trajeto e abrimos a porta quase nossos corações pularam pela boca pois mamãe estava na cozinha preparando algo.
O susto não foi a encontrar lá, mas ela ter saído completamente da rotina e se tivesse chego 2 horas mais tarde nos pegaria em flagrante. Fora isso, nas próximas vezes sempre ficaríamos preocupados que ela saísse antes do trabalho.
Com uma legging e uma camiseta grande cobrindo seu bumbum, ela estava como sempre ficava em casa nos fazendo pensar que nossa tarde estava arruinada. Após o susto chegamos até ela e descobri que estar lá era consequência da conversa que tivemos na noite anterior.
– Oi mãe, que boa surpresa é essa de você em casa a essa hora, falei a abraçando de lado e dando um beijo em sua bochecha.
A soltei e depois foi Sara quem a abraçou e a beijou.
– Você me disse que as vezes me faria tirar uma folga para ficar com você e suas irmãs, então cancelei todos meus compromissos essa tarde e aqui estou, falou feliz.
Sara olhou para mim e eu para ela pensando a mesma coisa de como tinha sido fácil eu me impor a mamãe. Eu só tinha levantado uma hipótese em nossa conversa na noite anterior e ela fez por conta própria o que sugeri.
– Que ótimo, mas não quero que você venha para casa e trabalhe aqui. Poderíamos ter saído para comer fora ou esperar que eu e a Sara esquentássemos o almoço como todo dia. Entendido?
– Tudo bem filho. É que tenho estado tão ausente e tenho culpa na consciência.
– Nós queremos sua companhia e não sua comida, não é Sara?
– Isso mesmo, mãe. O Lucas sempre fala para mim e para a Leah que quer fazer coisas com você que o papai não faz. Aproveite tudo o que ele pode te dar, falou safadinha.
– Eu vou. No outro sábado vou com ele no cinema. Faz tanto tempo que não vou a um.
Não podia perder o embalo com que mamãe ia cedendo a mim.
– Até lá vai demorar muito mãe. Vou pensar em algo antes.
– Tudo bem filho. É só me dizer, só não muito em cima da hora para poder cancelar os compromissos sem desrespeitar os clientes.
Nossa tarde de amor estava arruinada, mas sempre haveria o dia seguinte e ter mamãe em casa após nossa conversa era excitante. Não demorou e Leah chegou e por seu rosto ficou tão assustada como eu e Sara. Ela perdeu parte da conversa, mas depois contaríamos a ela.
Tinha uma coisa martelando minha cabeça que era faze-la ter consciência que entre mim, seu filho, e meu pai, se tivesse que escolher sempre me escolheria. O problema é que tinha que ser sutil para não a chatear falando qualquer coisa de meu pai.
Com Sara terminando o almoço com Leah, em um arroubo dei um outro abraço forte em mamãe sentindo seu corpinho preto delicioso.
– Sabe mãe. Ninguém ama você mais do que seus filhos. Um marido pode deixar de ser marido, mas um filho nunca deixará de ser um filho. Filho nunca trai e não importa o que acontecer, sempre estará ao lado da mãe. Sempre.
– Sei disso meu amor. Amor de mãe pelos filhos também é inigualável.
Fiquei aliviado por ela não ter levado aquela afirmação minha por mal. Sabíamos que não era um casamento funcional que ela tinha com meu pai, mas devia ser grata a ele pelos filhos. Logo, fazendo as coisas que me comprometi a fazer com ela a faria ver o quanto ele a negligenciava.
Passamos a tarde fazendo muitas coisas juntos, até vendo fotos e vídeos antigos de um tempo bom que seu marido dava mais atenção a ela. Meus comentários e de minhas irmãs eram sempre mostrando o quanto ele mudou, mas de um modo sem que se chocasse. “Papai poderia fazer isso novamente”, “Era tão bom quando o papai ficava mais tempo conosco”.
Tendo aquela maravilhosa e inédita tarde com mamãe a vendo sorrir feliz com as filhas, o que nunca acontecia na presença de meu pai, decidi ir mais rápido com ela do que tinha imaginado antes. Poderia pôr tudo a perder, mas se desse certo ela não viveria mais aquela vida chata e triste e para a submeter a mim, tive uma ideia maluca.
Daria um jeito de estarmos sozinhos e mostraria a ela parte do vídeo que fiz com minhas irmãs e enquanto ela assistisse eu diria que depois que fiz aquele vídeo comecei a também fazer amor com minhas irmãs Sara e Leah.
A vendo chocada ou excitada, talvez os dois, mostraria no vídeo como Sara gostava de ser submissa e já emendaria a ela que comigo Sara era ainda mais submissa e que por ter puxado em tudo a ela, mamãe provavelmente era daquele mesmo jeito colocando a pulga atrás de sua orelha.
Esperando que ela não estivesse horrorizada com o vídeo e tudo que contei, mas excitada, ainda mais sabendo que poderia ser submissa como Sara, eu começaria a tocar seu corpo inapropriadamente e quando ela me mandasse parar seria o teste final de sua submissão. Eu a mandaria deixar que eu continuasse e se deixasse teria sucumbido. Fácil para elaborar uma ideia maluca dessas, mas executar e principalmente dar certo, muito mais complicado.
Iria pedir disfarçadamente para minhas irmãs me deixarem a sós com minha mãe naquele momento de família antes que ela fosse fazer o jantar, mas antes mesmo de pedir elas disseram que tinham que fazer algumas tarefas e se foram. Foi minha deixa.
– Mãe, sei que você já faltou hoje a tarde no trabalho, mas preciso que falte amanhã de manhã também. Pelo menos no começo da manhã, pois tenho algo muito importante para te contar sobre minhas irmãs.
– O que é tão importante Lucas? Na parte da manhã analiso os Processos.
– Não posso te falar com elas aqui em casa e muito menos meu pai. Pelo menos se atrase e dou uma desculpa para não ir as aulas. É importante mãe. Te juro. Preciso contar a você antes que meu pai descubra ou nossa família estará destruída.
– Está bem. Vou avisar que tenho que atrasar 2 horas, mas me diz sobre o que é.
Se desse tudo certo, mamãe não sairia de casa antes do almoço, mas nada aconteceria com ela no escritório, pois era uma das sócias proprietária de seu renomado escritório de advocacia.
Mamãe ter aceitado acelerou meu coração e me deixou ansioso indo tão rápido. Lá mesmo já temia se era o melhor método aquele que imaginei expondo minhas irmãs, mas como tinha conversado com Sara e Leah, mamãe nunca se arriscaria que meu pai nos colocasse para fora de casa, não importava o que visse ou ficasse sabendo.
– Não posso dizer ou você vai querer saber mais e não temos tempo e nem privacidade.
– Tudo bem, amanhã você me conta, mas me deixou ansiosa e preocupada. Agora vou fazer o jantar.
Imaginei que certamente ela pensou que eu contaria que peguei minhas irmãs conversando com algum garoto, pois na cabeça doutrinada dela isso já seria muito grave.
– Vou te ajudar mãe.
Foi um jantar tranquilo, mas no rosto de minhas irmãs era visível suas frustrações por não termos tido feito amor naquela tarde e não estarem cheias de esperma em frente a nosso pai o afrontando.
Mais tarde no quarto, não conseguiria dormir se não fizesse amor com minhas deliciosas irmãs, mas sendo arriscado por meu pai e minha mãe estarem em casa no piso inferior, teria que ser só com uma por vez. Enviei uma mensagem para elas dizendo o que eu queria e para que se decidissem entre elas que viria primeiro.
Decidi que como gozaria só uma vez com cada uma que faríamos com elas em meu colo onde ficaria mais tempo enterrado naquelas coisinhas gostosas porque já contaria sobre minha mãe e depois terminaríamos comigo mamando em seus deliciosos seios.
Já sentado com as costas na cabeceira de minha cama, quem entra pela porta é uma sorridente e animada Sara, que já vem até mim se despindo dando um show excitante de deixar qualquer pau em estado de solidez absoluta.
– Feliz por ser eu a primeira? Sua irmã mais submissa, me provocou.
Para poder se vestir rápido se precisasse, antes de subir na cama ela deixou tudo no jeito na cadeira.
– Você sabe que sempre ficarei muito feliz de te ver, sendo a primeira ou a segunda. Além de te amar, esse seu corpo tem algo de sobrenatural que me encanta e me deixa perdendo o controle de tanto tesão. O que muda ser a mais submissa?
Sara subiu na cama e sem cerimônia pegou meu pau e o colocou na vertical se levantando bastante para o ter em sua portinha quente e já escorrendo.
– Obrigado pelo elogio. Sei que você adora sua pretinha porque dá para ver em seus olhos. O que muda é que vou me excitar e adorar que você faça comigo tudo o que quiser. Tudo mesmo. Não há limite para minha submissão a você, porque te amo mais do que tudo. Ahhhnnnn, gemeu começando a soltar o peso deixando se penetrar por meu pau grosso para seu canal sempre apertadinho.
– Ohhhhh, que delicia Sara. Nunca vou abrir mão de você, a não ser que você não queira mais. O que mais quero que me obedeça é que não seja submissa a mais ninguém. Ninguém. Nem nosso pai autoritário. Só a mim. Prometo de defender dele. Você precisa deixar de ser boa demais e aceitar tudo o que falam. Entendeu? Vai me obedecer?
– Por minha natureza vai ser difícil, mas se você está mandando vou obedecer. Só me perdoe se nos primeiros dias eu cometer alguns deslizes até me acostumar. Aaaahhhhhummmmmmmmm.
– Boa garota Sara. Quero te tornar uma mulher dona de seu nariz que pode decidir tudo que desejar com liberdade, até não ser mais submissa a mim e acabar com o que temos.
– Ohhhhhhhuuuuuuu, nunca vou querer me libertar de você e desse pau maravilhoso, falou após ter se enterrado toda começando a gozar.
Seu corpinho preto tremia todo com seus deliciosos cones em frente meus olhos e como ela ainda estava imóvel só sentindo o orgasmo que a acometia levei as mãos até eles apertando seus mamilos deixando seu gozo mais forte.
Tive que me segurar para não gozar, pois gozaria só uma vez porque após ela estaria com Leah e deveria estar recuperado para dar o mesmo a minha outra irmã gostosa. Quando saiu daquele torpor nem parecia ter gozado e começou a ir e vir ainda lentamente. Era hora da conversa estando deliciosamente enterrado naquele forninho apertado e quente.
– Decidi que vou tentar fazer amor com a mamãe amanhã pela manhã e por isso não vou as aulas com você.
Seu olhar era de surpresa e também excitação. Sara era quem mais tinha convicção que mamãe cederia pôr a achar tão submissa quanto ela e foi quem deu a ideia querendo que mamãe fosse feliz e que estando envolvida comigo, teríamos mais liberdade para fazer amor entre nós. Mesmo assim, se preocupou.
– Não é muito rápido?
– É, mas com a tarde que tivemos hoje a vendo feliz, quero a tirar das garras de nosso pai o mais rápido possível e amanhã ou no futuro, se ela for mesmo submissa nada muda e se não for, em qualquer momento estarei em situação difícil.
– Se imponha sem dar chances de ela recusar. Se puxei a ela, mamãe está esperando que alguém a domine de verdade e não simplesmente a trate como esposa submissa no dia a dia como papai faz.
– Decidi que vou mostrar a ela o vídeo que fiz de vocês. Vou deixar bem curto e com as partes que mostram você bem submissa a Leah, para a fazer ver que é como você.
Senti sua bucetinha apertar mostrando que se excitou sabendo que mamãe a veria fazendo amor com nossa irmã.
– Ahhhhuuuu. Se ela não sucumbir, estaremos todos ferrados.
– Sim Sara, mas já conversamos que estaremos sempre juntos.
– Eu sei, eu sei. Goza em mim Lucas. Quero seu esperma.
Paramos a conversa e fui para seus lindos montes pretos e me esbaldei neles por poucos minutos e quando comecei a mamar sugando com força seus biquinhos eriçados tivemos um gozo poderoso, longo, mas silencioso para não sermos ouvidos lá de baixo.
Com Sara toda satisfeita e relaxando em meu colo dentro de meu abraço apertado, pensei que se Deus não quer mesmo o incesto não deveria dar um irmão a irmãs tão amorosas, lindas e gostosas e sorri de meu pensamento.
Sara sabia que tinha que dar lugar a sua irmã e antes de desmontar de meu pau que pouco tinha perdido a ereção, me deu um beijo voraz e depois finalizou com um desejo.
– Um dia quero que você me coma a noite toda aproveitando quando a Leah estiver menstruada e depois você pode fazer o mesmo com ela, falou me desmontando.
– Se eu conseguir com a mamãe vai ficar mais fácil, porque nosso pai jamais vem aqui em cima porque confia na mamãe para nos vigiar. Vamos dormir juntos as vezes.
Sara foi embora toda feliz com minha promessa e porque adorei sua sugestão safadinha. Não demorou e Leah entrou pela porta. Por conta também se despiu e arrumou as roupas como se as duas tivessem conversado sobre isso antes. Eu só acompanhei sorrindo enquanto via aquela deusa se desnudar só para mim.
Quando subiu na cama e foi me montar a provoquei.
– Quer que eu vá me limpar? Estou ainda com os fluidos da Sara.
– Amo tudo de minha irmã e já que ela não pode me penetrar é um jeito de ter algo dela dentro de mim, falou safadinha e se enterrando de uma vez dando um grito abafado.
– Leahhhhhhh, a chamei preocupado com meu pau super comprimido por suas paredes poderosas.
– O que foi? Você me provoca e não quer que eu reaja?
– Preciso ter cuidado com o que falo para minhas irmãs safadinhas. Auhhhhh, gemi já a sentindo ir e vir com muito tesão.
– Uuhhhhhhhhh. Todo o cuidado é pouco. Estou tão necessitada porque senti muita falta dele e de seu esperma dentro de mim no jantar com o papai. Ahhmmmmm.
Sara podia ser a mais submissa, mas Leah era a que tinha mais gana de se vingar e afrontar nosso pai que a tornava muito safadinha e eu adorava esse seu lado.
– Em compensação você vai o ter quentinho para dormir e ter bons sonhos.
– Aaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, vou adorarrrrrr. Estou gozaaaaaando.
Só por ter gozado em Sara foi que consegui me aguentar com o tesão que sentia com minha irmã safada e intensa daquele jeito. Quando tudo se acalmou, comecei a contar a ela que tentaria com mamãe na manhã seguinte.
Como antes com Sara eu me deliciava com aqueles seios grandes e firmes os acariciando, mas mamaria neles com certeza quando fosse gozar. Pensei que Leah sendo a mais responsável de nós seria quem mais ficaria preocupada, mas me esquecia de sua revolta contra nosso pai.
– Faça isso e tenha sucesso. Tire a mamãe do domínio dele como você está tirando a Sara. A torne sua submissa como nós. A faça feliz, dê muitos orgasmos e goze muito dentro dela. Quem sabe uma noite durante o jantar estejamos as três com seu esperma na frente dele.
Leah mesmo não suportou o tesão do que falou e teve um orgasmo explosivo, um dos maiores que teve até então quase não conseguindo abafar seus gritinhos. Ela também me deixou tão tarado que não me controlei e gozei muito, muito forte e para não perder a oportunidade, mesmo gozando me inclinei e comecei a mamar em seu seio delicioso sugando seu mamilo pequeno, mas muito eriçado.
Sentindo meu esperma abundante que ela sentiu falta e a sugando como um bebê faminto, Leah pareceu ter um segundo orgasmo e foi muito longo me deixando aproveitar por mais tempo daquelas delicias em forma de lágrima.
Sua empolgação era tanta pelo que me propôs que ainda estava animada mesmo após aquele fortíssimo gozo.
– Você gostou da ideia, não gostou, perguntou sorrindo.
– Adorei. Vai ser um jeito de dizer a ele sem falar nada que o reinado dele sobre as mulheres dessa casa terminou. Isso se a mamãe não me expulsar de casa amanhã.
– Já conversamos sobre isso e ela não colocaria ninguém na rua. Se ela for submissa igual a Sara como imaginamos, você vai conseguir.
– Tudo bem usar o vídeo?
– Tudo bem. Ela vai ver que não tem como nos segurar e até pode se excitar o que vai facilitar. Caso contrário nós 3 teremos que fazer as malas.
Ficamos conversando mais um pouco quanto contei a ela que éramos namorados e ela quase quis gozar de novo, mas como já era a hora de dormir, Leah se foi feliz da vida porque dormiria cheia de meu esperma. Só não deu tempo de contar a ela a ideia de Sara de que quando uma estivesse menstruada eu dormiria com a outra fazendo amor a noite toda, o que ela também adoraria.