Como fiz minha esposa evangélica virar puta parte 13

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2920 palavras
Data: 20/05/2026 07:07:05

Dei partida no carro e saí devagar, sem fazer barulho, só acendendo os faróis quando virei a esquina. Olhei pelo retrovisor e não vi sinal do carro do Tomás. Menos mal. A loira tinha conseguido se safar por um triz, mas o meu pensamento já estava mudando de foco. Enquanto acelerava de volta para casa, a imagem daquelas fotos que a Naty mandou do gabinete não saíam da minha cabeça. O Pastor Gilberto e a irmã Vera... quem diria que por trás de tanta pose de santo tinha tanta sujeira? E agora, com o Carlos e a japa dele vindo aí, o jogo ia ficar ainda mais pesado.

Estacionei na garagem, desliguei o motor e entrei em casa. A Naty estava me esperando na sala, sentada no sofá com as pernas cruzadas, mexendo no celular com um sorriso malicioso no rosto.

— E aí? — ela perguntou, jogando a cabeça para trás e me olhando. — Conseguiu entregar a mercadoria a tempo? O bombado não pegou vocês no flagra?

— Por dois minutos, Naty — respondi, jogando a chave do carro na mesa de centro e sentando do lado dela. — A Helena entrou pelos fundos parecendo uma assaltante, toda descabelada. Mas deu certo. O Tomás não desconfiou de nada.

A Naty deu uma risada gostosa,

Joguei o celular de lado e deitei a Naty de costas no colchão, ficando por cima dela. Olhei bem no fundo daqueles olhos verdes que pareciam duas esmeraldas pegando fogo. A bixinha estava elétrica, com a respiração tão acelerada que o peito subia e descia, marcando os bicos acesos na regata branca.

Segurei o rosto dela com as duas mãos, cravando os dedos nos cabelos ruivos, e puxei a cabeça dela para cima, colando nossas bocas num beijo bruto, molhado, cheio de dente e de língua. A Naty soltou um gemido abafado contra a minha boca, cravando as unhas nas minhas costas e me puxando com força, como se quisesse me engolir ali mesmo. Era um beijo com gosto de safadeza, misturando o cansaço da noite com a adrenalina de tudo o que a gente ainda ia aprontar.

Quando separei os lábios, continuei com o rosto colado ao dela, sentindo o ar quente da sua boca bater contra a minha pele.

— Agora para um pouco e me conta essa porra direito — ordenei com a voz rouca, dando um selinho estalado e descendo os beijos pelo pescoço dela. — Como foi com o Pastor e a Vera lá no gabinete? Conta tudo, detalhe por detalhe. Quero saber como a dona da moral da igreja foi parar de joelhos.

A Naty deu um sorriso cínico, aquele sorrisinho de lado que ela só dava quando sabia que tinha vencido o jogo. Ela jogou a cabeça para trás no travesseiro, me deixando livre para morder o pescoço dela, e soltou uma risadinha gostosa.

— Ai, amor... você não tem noção da cena de cinema — a Naty começou, a voz saindo arrastada, cheia de malícia. — O Gilberto estava trancado comigo no gabinete, branco de medo porque a Vera estava esmurrando a porta do lado de fora, gritando que sabia que ele estava escondendo alguma coisa. Para não dar escândalo na secretaria da igreja, o Pastor abriu a porta de uma vez e puxou a mulher para dentro. Eu já estava escondida no banheiro privativo dele, com a porta só encostada, olhando tudo pela fresta.

Eu parei os beijos e levantei a cabeça, olhando fixo para ela, sentindo meu pau latejar só com o começo da história.

— E aí? O que a velha fez? — perguntei, incentivando.

— A Vera entrou que nem um bicho, com aquela bíblia debaixo do braço e a cara fechada — Naty continuou, os olhos brilhando. — Ela começou a acusar o Gilberto, dizendo que ele andava muitosaidinho com as ovelhas, que Deus tinha mostrado para ela em revelação. O coitado começou a tremer, gaguejando, sem saber o que dizer. Foi aí que eu cansei de ficar assistindo e saí do banheiro. Só de shortinho e com a blusa desabotoada.

— Que audácia, Naty — ri, imaginando a cena.

— A Vera travou, Paulo! A cara dela caiu no chão. Ela olhou para mim, olhou para o marido e o ambiente ficou tão tenso que dava para cortar o ar com uma faca. Ela levantou a mão para me agredir, chamando a gente de demônio, mas o Gilberto segurou o braço dela. Ele, desesperado para salvar o cargo de pastor, se ajoelhou na frente dela, chorando, pedindo pelo amor de Deus para ela não destruir o ministério dele. Ele disse que se a igreja soubesse, eles iam perder a casa, o carro, tudo.

A Naty fez uma pausa, passando a ponta da língua nos lábios, me deixando ainda mais instigado.

— E como ela foi parar no meio?

— O medo de perder o dinheiro e o status mexeu com a cabeça daquela morena, Paulo. Ela olhou para o Gilberto ali, humilhado no chão, e depois olhou para mim. Eu cheguei perto dela, sem medo nenhum, e sussurrei no ouvido da Vera: "Ninguém precisa saber, irmã. O que acontece no gabinete, fica no gabinete. O Pastor tem fogo demais para um homem só, por que a gente não divide o fardo?". Amor, a mulher mudou da água para o vinho. O choque na cara dela virou um tesão recolhido de anos. Ela soltou a bíblia no chão, respirou fundo e disse: "Se é para salvar a obra, que seja feita a vontade".

Naty deu outra risada safada, rebolando o bumbum contra o meu colo.

— O Gilberto não esperou duas vezes. Sentou na poltrona de couro dele com o pau já apontado para o teto, grosso, babando. Eu me ajoelhei de um lado e comecei a chupar com vontade, para mostrar como se faz. A Vera ficou de pé só olhando por uns dois minutos, com a respiração pesada, até que não aguentou. Ela tirou aquele coque do cabelo, deixando os fios pretos caírem pelos ombros, e se jogou de joelhos do outro lado. Paulo, a dona Vera cravou a boca no saco do pastor com uma fome que parecia que não comia há anos! Ela chupava o saco dele com tanta vontade que o Gilberto fechou os olhos e começou a rezar em línguas, achando que estava no céu.

Fiquei ouvindo aquilo com o coração disparado, sentindo o sangue ferver nas veias.

— Então a foto que você me mandou...

— Era real, amor! — Naty me interrompeu, empolgada. — Eu e a esposa do Pastor, de joelhos no tapete do gabinete, dividindo o mesmo homem. Uma chupava a cabeça e a outra trabalhava na base e no saco. O Gilberto estava entregue, com as mãos cravadas na nossa cabeça, empurrando para o fundo da garganta. A Vera olhava para mim de canto de olho, com os lábios cheios de baba, numa disputa para ver quem fazia o homem gemer mais alto. Foi o pecado mais sagrado daquela igreja, Paulo. E quando a gente terminou, a Vera limpou a boca com o lenço, pegou a bíblia do chão e disse que ia orar pelo nosso círculo de oração privativo.

Segurei os quadris da Naty com força, dando um riso seco de puro espanto e tesão.

— Vocês são completamente loucas — falei, apertando a carne das coxas dela. — O mundo realmente virou uma zona.

— E você adora essa zona, Paulinho — a Naty sussurrou, puxando a minha camisa para cima. — Agora chega de falar dos outros. O Pastor e a Vera já tiveram o momento deles, a Helena já levou o que merecia... agora é a minha vez. Me pega de jeito que eu quero sentir se você gastou todo esse estoque na loira ou se ainda tem força para me quebrar no meio.

Virei a Naty de costas num movimento rápido e bruto, puxando os quadris dela para cima com as duas mãos. Ela já caiu de quatro no colchão com um sorriso sacana no rosto, empinando aquela bunda redondinha e arrebitada bem na minha direção. A regata branca subiu pelas costas dela, e o shortinho de moletom já tinha ficado pelo caminho.

Não perdi tempo com frescura. Segurei firme na cintura dela, cravando os dedos na carne, e meti os 19 cm de uma vez só, entrando com tudo na bucetinha dela que já estava encharcada de tanto mel.

— Ahhh, Paulo! — a Naty soltou um grito agudo, enterrando o rosto no travesseiro enquanto o corpo ia para frente com o impacto. — Puta que pariu... vai, soca!

Comecei a dar estocadas violentas, ritmadas, fazendo a carne bater com força. O barulho alto e molhado tomou conta do quarto. Eu estava com tesão, misturando na mente a imagem da loira no motel e a ruiva ali na minha frente, totalmente entregue àquela loucura. Dei um tapa estalado na bunda dela que deixou a pele vermelha na hora, e a Naty deu um pique para frente, arqueando ainda mais as costas.

Foi aí que a provocação dela começou. Ela virou o rosto de lado, com o cabelo ruivo todo bagunçado cobrindo parte dos olhos verdes, e olhou para mim com aquela cara de quem adora queimar o meu juízo.

— Fala, Paulo... diz se você tá gostando... — ela gemia, a voz saindo falhada e pausada por causa das socadas. — Diz se dá tesão ver a sua mulher sendo usada por outros... Hum? Você gosta de me ver dando para o Pastor Gilberto no gabinete?

Aumentei o ritmo, metendo ainda mais fundo, e ela soltou um gemido arrastado, apertando a bucetinha com força em volta do meu pau.

— E o Marcos, o professor de Educação Física da escola? — ela continuou instigando, enquanto escorria suor nas costas dela. — Aquele moreno forte, todo musculoso... você gostou de imaginar ele me pegando de jeito novamente no nosso quarto? Você quer que eu dê para ele de novo, Paulo? Diz!

—quero, Naty! — rosnei, segurando o cabelo dela por trás e puxando a cabeça dela um pouco para trás para olhar nos olhos dela. — Você é minha putinha.

— Sou sua... mas adoro quando você assiste — ela provocou, os olhos verdes brilhando de pura malícia. Ela engoliu em seco quando dei três estocadas seguidas até o osso. — E agora? E o Tizil que tá chegando? O Carlos... seu amigo de infância. Se você quiser, Paulinho... se você pedir com jeitinho... eu dou para ele também. Eu deixo o seu amigo de infância acabar comigo na sua frente... você quer? Você quer me ver de joelhos para o Tizil enquanto ele me fode olhando para você?

Aquelas palavras foram o estopim. Pensar na Naty, com aquele corpo delicioso, se entregando para o Carlos enquanto eu assistia, fez o meu sangue ferver de um jeito absurdo. O meu pau pareceu engrossar ainda mais dentro dela.

— Quer que eu dê para o Tizil, amor? — ela insistiu, o tom de voz manhoso e completamente depravado.

— Quero, porra! Quero ver você dando para todo mundo! — confessei, perdendo o controle e socando com uma força selvagem, sem dó nenhuma.

A Naty começou a gritar alto, sem se importar com os vizinhos, se jogando contra a minha pica a cada volta. O quarto era puro calor e cheiro de sexo. Eu sentia que o limite estava chegando para os dois, a pressão subindo com tudo, e a bucetinha dela começou a dar espasmos violentas, me prendendo lá dentro com uma força absurda enquanto ela entregava os pontos e gozava alto.

Eu não aguentei o rojão. Ouvir a Naty falando do Tizil, com a bucetinha me apertando daquele jeito, foi o nocaute. Segurei os quadris dela com tanta força que meus dedos quase afundaram na pele, dei as últimas três estocadas mais fundas e descarreguei tudo lá dentro. Foi um jato atrás do outro, quente, enchendo a ruiva por completo. A Naty soltou um último gemido arrastado, desabando de peito no colchão, enquanto eu caía por cima dela, os dois com o coração parecendo que ia sair pela boca.

Ficamos ali uns minutos, grudados pelo suor, recuperando o fôlego naquele silêncio que só o pós-sexo tem. O cheiro de sacanagem no quarto estava pesado.

A Naty se mexeu devagar, rindo baixinho da minha cara de acabado.

— Nossa, amor... você me quebrou no meio — ela disse, levantando com as pernas meio trêmulas. — Vou tomar um banho que estou grudando.

Ela caminhou até o banheiro e eu fiquei olhando aquela bunda redonda se afastando. Meu pau, que mal tinha saído de dentro dela, já deu aquela latejada de novo. O tesão com essa mulher nunca acabava. Levantei do colchão e fui atrás.

Quando abri a porta do banheiro, a Naty já estava debaixo do chuveiro morno, de costas, deixando a água escorrer pelos cabelos ruivos. Entrei no box sem fazer barulho e abracei a cintura dela por trás. Ela deu um sobressalto, mas logo relaxou, jogando a cabeça para trás no meu ombro.

— Não cansa nunca, Paulinho? — ela provocou, sentindo a minha pica já acordando de novo e cutucando a bunda dela.

— Com você? Nunca — respondi no ouvido dela, passando as mãos pelo corpo molhado dela, misturando a água com o sabonete.

Virei a Naty de frente, encostando as costas dela nos azulejos frios do banheiro, dando aquele contraste gostoso com a água quente que caía do chuveiro. Olhei bem no fundo daqueles olhos verdes e nos pusemos a nos beijar de novo, um beijo molhado, calmo no começo, mas que logo virou selvageria de novo.

Segurei uma das pernas dela e joguei por cima do meu quadril. Com o corpo todo molhado e escorregadio, posicionei os 19 cm e empurrei de uma vez só. A Naty soltou um gemido agudo que ecoou no banheiro todo, cravando as unhas no meu ombro.

— Meu Deus, Paulo... assim você me mata! — ela gritou, jogando a cabeça debaixo da água enquanto eu começava a socar.

O barulho ali dentro era uma loucura: o som da água batendo no chão misturado com o impacto estalado dos nossos corpos. Plact, plact, plact. Eu a suspendia pela coxa, descendo e subindo com força, sentindo o aperto da bucetinha dela ainda mais gostoso por causa da água. A Naty rebolava no meu pau com a cara lavada pelo chuveiro, completamente entregue, me provocando com o olhar a cada estocada.

Demos mais uma foda daquelas de tirar o fôlego ali mesmo, no chão do box, lavando a alma e o corpo para o que ainda estava por vir na semana seguinte.

Saí do banheiro secando o corpo com a toalha, deixando a Naty lá dentro curtindo a água quente e cantando baixinho enquanto lavava aquele cabelo ruivo. O quarto estava com aquele rastro de perfume, suor e banho tomado. Foi só eu pisar no quarto que o meu celular, jogado em cima da cama, vibrou e acendeu a tela.

Três notificações seguidas do Instagram.

Peguei o aparelho meio curioso e, quando abri o direct, quase caí para trás.

Era a professora Helena. A santinha mal tinha saído do meu carro e já estava jogando pesado, aproveitando o pico de adrenalina do treino com o namorado para me provocar.

A primeira foto

era de matar. Ela estava em frente ao espelho da academia, fingindo costume, mas posando com malícia pura. Usava um conjuntinho rosa colado, daqueles que desenham cada curva do corpo. A regatinha era fina, sem sutiã nenhum, deixando os bicos dos seios acesos e bem marcados contra o tecido por causa do frio do ar-condicionado. O shortinho rosa, de cós alto, estava tão esticado que marcava a bucetinha dela de um jeito que não deixava dúvidas: ou a professora estava sem calcinha nenhuma, ou o fio dental ali era invisível. Uma covardia.

Arrastei o dedo para o lado e veio a segunda foto.

Desta vez, o cenário era a área dos pesos livres. Ela aparecia sorrindo, com aquele ar de loira gostosa e decidida, colada no namorado. O Tomás era o típico bombado de academia: alto, forte, com os músculos do braço quase estourando a camiseta de treino e uns olhos verdes bem claros, bem parecidos com os da Naty. Os dois formavam um casal de comercial, mas o que quebrou as pernas foi a frase que ela escreveu em cima da foto, com letras pequenas:

"Eu e o boi."

Dei um riso seco, sentindo o sangue ferver na hora. A mulher estava malhando do lado do cara, chamando o namorado de corno na minha cara e se divertindo com o perigo.

Mas meu pau quase explode quando veio a terceira foto.

Pelo azulejo cinza do fundo, dava para ver que ela tinha ido para o banheiro da academia, provavelmente aproveitando que o local estava vazio. A Helena aparecia de frente para o espelh, com uma das mãos segurando o celular e a outra levantando a blusinha rosa até o pescoço, revelando os seios fartos, durinhos e com os bicos bem rosados. Para completar o estrago, ela tinha abaixado o shortinho até a metade das coxas, confirmando o que eu suspeitava: estava totalmente sem calcinha. A foto mostrava aquela bucetinha linda, lisinha e com os pelinhos loiros bem aparados, completamente exposta.

Logo abaixo da imagem, ela mandou a legenda que acabou com o meu resto de juízo:

"Malhando para ficar mais gostosa para meu comedor. Gostou, Paulinho?"

Fiquei olhando para a tela com o pau endurecendo na hora, sentindo o coração bater acelerado. Aquela professora de química tinha descido de vez para o inferno e não queria mais voltar. Olhei para a porta do banheiro, ouvindo o barulho do chuveiro onde a Naty ainda limpava o cabelo, pensando que se a minha mulher visse aquilo, o parquinho ia pegar fogo antes mesmo do Tizil desembarcar.

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