Tío Jorge olhou para Lucas com olhos cheios de luxúria. Seu pé direito ainda pingava a mistura de sêmen e urina quente do jovem. Sem dizer mais nenhuma palavra, levantou-se e tirou toda a roupa com movimentos lentos e seguros. Seu corpo forte, peludo e maduro ficou completamente nu: peito largo, braços musculosos e um pau grosso, pesado e semi-ereto balançando entre as pernas. Seus pés enormes, tamanho 47, plantaram-se firmes no chão, ainda úmidos e brilhantes pelos fluidos.
— Agora sim, sobrinho… vamos brincar de verdade — murmurou com voz rouca e profunda, enquanto se sentava na beira da cama com as pernas bem abertas.
Lucas estava de pé, nu e tremendo de excitação. Seu pau endureceu novamente no mesmo instante ao ver o tio completamente exposto.
— Vem cá. Senta no pé do tio como um bom cavalinho — ordenou Jorge.
Lucas aproximou-se obediente. Jorge levantou o pé direito, com a planta virada para cima, e o colocou entre as pernas do jovem. O pé era enorme, quente, com a pele grossa e um cheiro intenso de suor masculino misturado com sêmen e urina. Lucas agachou-se devagar e sentou por cima, sentindo como a larga planta pressionava diretamente contra seu ânus e suas bolas.
— Ahhh… tio! — gemeu Lucas, mordendo o lábio inferior.
— Isso… rebola devagarinho. Sente como o pé do seu tio é grande e quente — disse Jorge, movendo o pé com força, esfregando a planta suada contra o buraquinho rosado de Lucas e a base do seu pau duro.
O jovem começou a cavalgar. Subia e descia, esfregando a bunda nua contra a enorme planta enquanto seu pau batia contra os dedos grossos do pé. Jorge sorria com tesão, vendo como seu pé quase desaparecia debaixo do corpo do sobrinho.
— Olha como você cavalga no meu pé, putinho. Esse cuzinho se abre só com a minha planta… Quer que eu enfie os dedos dos pés?
Sem esperar resposta, Jorge dobrou os dedos e pressionou dois deles contra a entrada de Lucas, esfregando em círculos e empurrando só a pontinha, enquanto o jovem gemia desesperado.
— Sim, tio! Mais forte… seu pé é tão quente e fedido… eu adoro!
Jorge levantou também o pé esquerdo e os juntou, criando um “assento” duplo com as plantas. Lucas sentou-se entre os dois pés enormes, sentindo-se pequeno e totalmente dominado. O tio começou a mover os dois pés ao mesmo tempo: uma planta masturbava o pau de Lucas com movimentos firmes, enquanto a outra esfregava com força sua bunda e suas bolas.
Os sons eram obscenos: pele suada batendo, gemidos altos e o cheiro forte de pés, sexo e urina enchendo todo o quarto.
— Agora cavalga mais rápido, como um cavalo no cio — rosnou Jorge, enquanto batia punheta no próprio pau grosso com uma mão e controlava os pés com os movimentos das pernas.
Lucas obedeceu, quicando com desespero sobre os pés gigantes. Seu pau deslizava entre os dedos do pé direito, deixando fios brilhantes de pré-gozo. Tio Jorge apertava os dedos, prendendo o pau do jovem e masturbando-o com eles como se fosse um brinquedo.
— Quero gozar de novo, tio… por favor!
— Ainda não. Primeiro quero te ver mijando enquanto cavalga nos meus pés.
Lucas, vermelho de vergonha e excitação, soltou outro jato quente de urina que banhou os pés e os tornozelos do tio. Jorge gemeu de prazer, esfregando os pés molhados contra o corpo do jovem, espalhando a urina pelas coxas e pelo pau dele.
— Bom garoto… agora sim. Goza em cima dos pés do tio.
Lucas acelerou o movimento, cavalgando freneticamente. Com um grito abafado, ejaculou com força, disparando jatos grossos de porra que caíram sobre os dedos gordos e as plantas dos pés enormes de Jorge.
O tio, muito excitado, esfregou os dois pés juntos, misturando o sêmen e a urina, e depois os pressionou contra o rosto de Lucas.
— Lambe. Limpa bem os pés do seu tio.
Lucas, ofegante, tirou a língua e começou a lamber com devoção entre os dedos gigantes, saboreando seu próprio leite misturado com o sabor salgado de suor e urina.
Tio Jorge sorriu satisfeito, com o pau duro latejando.
— Esta noite ainda não acabou, sobrinho… meus pés têm muito mais pra você.
