Centro de Reabilitação - Capítulo 11: O que for Preciso

Um conto erótico de Zur
Categoria: Crossdresser
Contém 2432 palavras
Data: 20/05/2026 00:15:14

Agora vou para as sessões de Vanessa maquiado e vestido com roupas femininas, o rosto suavizado por base, blush rosado e batom discreto que destaca meus lábios. Para ajudar na discrição, uso até uma linda peruca comprida de cor castanha, os fios sedosos caindo em ondas suaves sobre meus ombros, tudo para tentar passar como mulher para as poucas pessoas que encontro no trajeto — o caminho não é tão longo, mas ainda assim exposto, com hóspedes passeando pelos jardins floridos ou funcionários cruzando os caminhos de pedra. Escolho as roupas mais discretas que Vanessa me forneceu: blusinhas soltas, saias até os joelhos, sapatos de salto baixo, tudo para evitar os olhares curiosos que me deixam tão envergonhado.

Eu já não sei quantos dias fazem desde o meu último orgasmo — três semanas? Será que já deu um mês? O tempo se arrasta em uma névoa de frustração constante, o pênis latejando contra a gaiola a cada pensamento errante, vazando pré-gozo que encharca as calcinhas dia após dia. Todos os dias Vanessa nega minha liberação, os momentos de intimidade terminando com toques provocantes e um "Você ainda não está pronta" que ecoa na minha mente como uma maldição. Me pergunto se o roubo do vibrador adiou uma possível data marcada — pergunto também a ela, mas ela não confirma e nem nega. Apenas fala a maldita frase: "Você ainda não está pronta. Você ainda não está pronta. Você ainda não está pronta..."

Mas eu já não aguento mais esperar — o corpo inteiro pulsa com necessidade, suor frio misturado ao calor do desejo. Preciso agradar Vanessa, preciso fazer com que ela forneça o meu orgasmo a qualquer custo. Tomo uma decisão: hoje minhas roupas não serão discretas, certamente chamarei a atenção de pessoas no caminho, mas eu preciso tentar, preciso conseguir impressionar Vanessa.

O caminho até a sala de Vanessa foi desesperador. As poucas pessoas que me viram — um casal na piscina, um funcionário varrendo o jardim — não conseguiam tirar os olhos de mim, olhares curiosos e sussurros abafados ecoando como julgamentos, o rubor subindo pelo rosto maquiado enquanto acelero o passo, o coração martelando no peito.

Bato na porta com os nós dos dedos trêmulos, e após a autorização para entrar, desfilo até Vanessa, engolindo o nervosismo e pondo em prática tudo o que ela me ensinou: Meu vestidinho preto, curto e coladinho, balança sua barra rendada suavemente com o remelexo do meu corpo, sempre um salto na frente do outro, os quadris — tonificados por tantos exercícios em nossas seções — ondulando de maneira sensual, minhas meias-calças 7/8 roçando uma na outra com um atrito sutil que envia arrepios pela pele, o salto alto clicando no piso como um ritmo provocante. Não é um look exatamente vulgar — nenhuma roupa que Vanessa me forneceu é; ele é sensual, sem dúvidas, mas elegante e luxuoso.

Vanessa olha para mim com um sorriso de canto, os olhos verdes se iluminando, cada vez mais animada conforme me aproximo. Ela se levanta de sua cadeira com graciosidade, e leva a mão ao meu decote, os dedos quentes roçando a pele exposta, enviando um formigamento pelo meu corpo.

"Como você está linda, querida."

Respondo sem jeito, a voz saindo baixa e afinada: "Obrigado, senhora."

O visual parece estar surtindo efeito; as mãos de Vanessa deslizam pelo vestido enquanto ela lentamente dá a volta pelo meu corpo, os dedos traçando linhas pelo tecido colado, ficando um pouco mais na minha traseira, apertando de leve, até escorregar para baixo da bainha da saia. Ela precisa procurar fundo nas minhas nádegas para conseguir encontrar minha pequena calcinha fio dental — o tecido mínimo cravado entre as pregas, seu toque me fazendo estremecer.

"Uau…" Ela diz ao pé do meu ouvido, o hálito quente arrepiando a nuca. "A mocinha tá pro crime…"

Gemo baixinho de tesão, o som escapando involuntário, ser tratado assim me deixa tão… vulnerável, o corpo inteiro formigando com a proximidade dela, o pênis latejando forte contra o metal.

Vanessa continua, a voz baixa e provocativa: "Bem, você se embonecou para mim com tanto cuidado… Estou curiosa para examinar um pouco melhor tudo o que você preparou."

Ela lentamente começa a abrir o zíper por trás do meu vestido, o som metálico ecoando no silêncio da sala, o tecido escorregando pelos ombros e caindo no chão com um sussurro suave, revelando minha lingerie por completo — um conjunto de oncinha, rendado e elegante, as taças do sutiã moldando os pequenos peitinhos, a calcinha fio dental cobrindo meus testículos com dificuldade por causa do pouco tecido.

"Oncinha? Que selvagem," ela murmura, os olhos percorrendo meu corpo exposto. "Acho que a danadinha está querendo alguma coisa…"

Coro sem saber o que dizer, o rosto queimando e o tesão pulsando forte entre as pernas — estou querendo muito, e Vanessa sabe muito bem.

Sem precisar de resposta, Vanessa puxa a sua cadeira e se senta à minha frente, então começa mais uma de suas provocações, a mão estendendo-se para me masturbar por cima da calcinha. Os dedos pressionam o tecido fino contra a gaiola, mas eu não consigo sentir nada, pelo menos não fisicamente. O desespero de ver Vanessa me estimulando dessa forma deixa o meu pênis latejando, implorando pelo seu toque. Meu impulso é o de começar a implorar para ela me destrancar, mas fico em dúvida se tenho autorização nesse momento. As coisas parecem estar indo para um bom caminho, então decido não arriscar, mais uma vez suportando com afinco a minha frustração.

Vanessa então puxa o tecido para frente, e o óbvio se revela — o pré-gozo escorre em fios pegajosos, encharcando o material tão delicado com meu caldinho.

"Uau... toda molhadinha… Gosto assim, cheia de tesão."

Coro envergonhado, estou transbordando e não é de hoje.

Vanessa então diz, o tom carinhoso contrastando com a malícia nos olhos: "Você anda tão comportada… o que você acha de nos divertirmos um pouco hoje?"

Ansioso com a proposta, sinto o peito apertar de esperança e tesão, o coração disparando como se fosse explodir. Respondo quase sem fôlego, a voz saindo fina e trêmula: “E-Eu adoraria, senhora.”

“Perfeito. Deixa eu só pegar um acessório para deixar as coisas mais interessantes.”

Vanessa vai até a gaveta que guarda seus brinquedos eróticos — aquela mesma gaveta que eu já conheço bem demais —, e retira de lá uma tira de tecido preto, macio e largo. Fico sem entender a funcionalidade no primeiro momento, até que ela vem para trás de mim e coloca o tecido sobre os meus olhos. O mundo desaparece instantaneamente. Sinto o tecido fresco deslizando sobre minhas pálpebras, passando por volta da minha cabeça. A escuridão é absoluta, aumentando minha ansiedade, e vulnerabilidade.

“Pode deixar que eu guio a partir daqui, querida,” murmura Vanessa bem perto do meu ouvido, a voz baixa e rouca. “Apenas relaxe e aproveite.”

Fico de pé por alguns minutos, completamente cego, o corpo inteiro tenso. Ouço o salto dela tintinando de um lado para o outro pela sala — clac, clac, clac —, abrindo gavetas, mexendo em coisas que não consigo identificar. A expectativa mantém meu coração acelerado, esperando — rezando — que Vanessa finalmente abra essa maldita gaiola, que me dê o alívio que venho implorando há tanto tempo.

Não demora muito até que eu sinta o toque quente das mãos de Vanessa na minha cintura, os dedos firmes e macios envolvendo minha pele. Com cuidado, ela me guia até seu sofá, os passos meus hesitantes na escuridão total, os saltos altos me deixando ainda mais instável. Sinto o tecido macio do sofá roçar minha pele quando chegamos, ela me posiciona de quatro, joelhos afundando nas almofadas, mãos apoiadas no encosto, o bumbum bem empinado para trás.

O que ela está fazendo? Devo me negar? O pensamento atravessa minha mente como um raio, mas logo se desfaz. Não, claro que não. Demorou muito para eu chegar até aqui, não posso recusar o que tanto anseio sem ter plena certeza de suas más intenções. Talvez ela só queira me masturbar nessa posição, removendo essa maldita gaiola, e me ordenhando até o orgasmo pleno que eu tanto anseio.

Suas mãos deslizam suaves pela minha traseira, quentes e possessivas, roçando de leve no meu pênis ainda preso durante os movimentos. Os dedos afastam minhas nádegas com leveza, fazendo o meu cuzinho comer o tecido fininho da calcinha. Suas mãos seguem por diversos trajetos — apertando, acariciando, explorando —, até que encontram o cós da calcinha. Com cuidado quase maternal, ela começa a abaixá-la, o tecido deslizando devagar pelas minhas pernas, revelando meu pênis carente e necessitado dentro de sua prisão cor de rosa.

Seus dedos vão até ele, acariciando a gaiola com as unhas longas, e apertando de leve as minhas bolas doloridas e pesadas de tanto tempo sem alívio. Até que as suspeitas de suas intenções se confirmam: uma gota quente e espessa cai bem no meio do meu ânus aberto, ela espalha a saliva com a ponta dos dedos. Meu corpo fica tenso no mesmo instante, os músculos se contraindo.

“S-Senhora… O que está fazendo, senhora…” protesto, fraco e hesitante, a voz saindo quase como um gemido.

“Shh, shh, shh… quietinha… deixa que eu cuido de você.”

Seus dedos deslizam úmidos pela borda da minha rodelinha, circulando devagar, me deixando vulnerável e receoso. Eles começam a se adentrar cada vez mais, sem nunca entrar por inteiro, apenas provocando, abrindo, testando. A sensação não é ruim como achei que seria — um calor estranho, uma pressão suave que faz meu corpo tremer —, mas me sinto desconfortável com ela me tocando assim, acariciando minha região tão íntima e proibida.

Vanessa se levanta e eu respiro aliviado, sem completar a inserção. Ouço seus saltos tocando no chão novamente, o material suave de suas meias roçando nas minhas coxas quando ela se posiciona atrás de mim. Até que…

O que é isso?

Algo maior e mais grosso começa a me invadir, lenta e progressivamente. O material maleável estica minhas pregas de forma dolorosa, abrindo caminho centímetro por centímetro.

“Senhora, não…” tento protestar baixo, sem sucesso, a voz falhando enquanto o brinquedo avança mais.

Me sinto como as mulheres daqueles sites que tanto vejo — trancadas, gemendo, inserindo brinquedos de borracha na frente da câmera —, mas eu não sou igual a elas, eu não quero isso, isso não é coisa de homem. eu sou um homem, eu…

“Hum…”

Um gemido inesperado sai de dentro de mim, esse não de dor. Ela encostou em um ponto que me leva ao delírio, uma explosão de prazer proibido que faz minhas pernas tremerem.

Ao ver minha reação, Vanessa vem mais para cima, seu corpo colando no meu, os seios fartos pressionando minhas costas, o objeto em sua cintura descendo mais vertical, chegando mais fundo, roçando aquele ponto mágico a cada investida. Meus gemidos começam a sair sem controle, minhas pregas ardendo mas rapidamente a dor sendo superada por um tesão avassalador.

Vanessa provoca, a voz rouca de satisfação: “Gosta, né putinha?”

Gosto. Não consigo admitir em voz alta, mas gosto. Algo está faltando, é claro — a gaiola impede que eu sinta esse prazer por completo. É uma tensão sexual intensa que não se resolve, mas se transforma em ondas de prazer e sensibilidade que atravessam meu corpo inteiro.

Ainda no escuro, Vanessa tira o brinquedo de dentro de mim e eu rapidamente sinto sua falta — um vazio repentino que me trás uma carência imediata. Mas é por pouco tempo. Ela me deita no sofá de barriga para cima, levanta minhas pernas e se entremeia entre elas, penetrando-me novamente.

Já laceado, suas investidas começam a ficar mais intensas, meu pênis inutilizado chacoalhando pateticamente entre nós dois. Vanessa leva as mãos até ele, sem parar de me foder: uma segura o meu volume, estabilizando os movimentos; a outra tem o indicador brincando com a parte da glande que tenta fugir pelo buraquinho da gaiola, seu dedo deslizando com facilidade, lubrificado por minha umidade.

“Você quer gozar?” ela pergunta, a voz doce e cruel.

Se ela perguntou então me autoriza a responder. Gasto todas as súplicas entaladas na garganta: “Sim! Sim! Sim! Por favor, senhora. Me destranque, por favor!”

Vanessa apenas envolve o tubinho da gaiola e começa a me masturbar, meu pênis ainda protegido de seus toques pelo acrílico. Sem resposta, sigo suplicando, a voz rouca e desesperada: “Por favor, senhora… Eu preciso tanto… Por favor… me destranque, por favor.”

Suas mãos saem brevemente de mim e eu ouço o chacoalhar de metal. São minhas chaves? A resposta chega em breve: Vanessa destranca o dispositivo com um clique metálico que parece música. Sinto o meu pré-gozo escorrendo quente quando ela remove o tubinho da gaiola. Meu pênis ainda amolecido respira acanhado — não por falta de tesão, mas pelos tecidos eréteis desacostumados à liberdade.

Vanessa não mantém ele muito mais tempo nesse estado. Suas mãos vão para a minha pele nua e começa a me masturbar. São necessários poucos segundos para meu pênis ir de um estado amolecido para rígido e próximo de um orgasmo, o brinquedo em minha bunda completando o estímulo. Eu nunca senti nada assim, nem na minha antiga vida de liberdade abundante. Gemo descontrolado, o corpo inteiro convulsionando, certamente já teria gozado se Vanessa não estivesse aplicando a pressão perfeita para me segurar no limite.

“Você quer gozar?” ela pergunta, a voz cheia de poder.

E eu imploro, sem qualquer resquício de orgulho: “Sim! Sim! Sim! Por favor!”

Vanessa intensifica a pressão, me levando rapidamente além do meu limite. Nesse exato instante envolve sua mão em meu eixo e o pressiona com toda a força, seus movimentos agora apenas os de investida. Meu gozo vence o torniquete em cascatas lentas e espessas, que escorrem sem muita força pelo meu pequeno comprimento. Só quando paro de vazar ela libera a pressão e finaliza com mais algumas bombadas, liberando o resto de sêmen entalados pela pressão, completando meu orgasmo com ondas potentes que tensionam até meu último fio de cabelo.

Vanessa remove o brinquedo de dentro de mim devagar, o vazio repentino me fazendo gemer baixinho, e então diz, a voz doce como mel: “Muito bem, querida. Siga com o bom comportamento que você terá muito mais.”

Depois de uma limpeza rápida com um lenço umedecido, Vanessa reinsere a gaiola no meu pênis amolecido, o material frio se fechando ao redor de mim com um clique definitivo. Não tem problema, pelo menos não agora. Aquela frustração insuportável se foi, e tudo o que consigo pensar é no prazer que senti — um prazer que eu preciso vivenciar novamente.

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