Amanda acordou suada naquela manhã quente de Recife. Seis meses haviam se passado desde aquela tarde na casa de Alex. Ela ainda sentia o gosto dele na memória — o pau enorme enchendo sua boca e os jatos intermináveis de porra grossa cobrindo seu rosto e cabelos. Ele transferira os 5 mil na hora. Depois disso, nada mais. Amanda jurara que seria só aquilo. Pedro seguia o noivo perfeito, e a vida continuava: academia, ajuda em casa, preparativos do casamento.
Naquela tarde de julho, a casa estava vazia. Dona Lúcia no trabalho e Rafaela tinha saído. Amanda pegou o celular com as mãos trêmulas e mandou:
**Amanda:** Alex, tá livre agora? Preciso falar com você. Vem aqui em casa, tá vazio. É rápido.
Ele chegou em dez minutos. Amanda o recebeu de shortinho jeans justo e regata branca, cabelos negros soltos. Trancou a porta e o levou direto para o quarto que dividia com a irmã.
— Senta aí — disse, apontando a cama de Rafaela.
Ela ficou de pé, nervosa, andando de um lado para o outro.
— Alex, vou ser direta. Aquela vez que eu te chupei… nunca esqueci. Eu sei que você queria comer meu cu desde o primeiro dia e eu sempre neguei. Hoje eu mudei de ideia. Quero te oferecer meu cu virgem. Nem Pedro tocou. Por 200 mil. Pix antes de tudo. Você come do jeito que quiser, aqui e agora.
Alex sorriu, o tesão evidente.
— 200 mil pelo cuzinho que eu sempre quis… Feito.
Fez o Pix na frente dela. Amanda viu o saldo subir e sentiu a buceta pulsar.
— Tira a roupa toda — ordenou ele, baixando a bermuda. O pau saltou, grosso e pesado.
Amanda ficou completamente nua e ajoelhou na frente dele.
— Primeiro quero chupar… pra relaxar um pouco.
Segurou o pau com as duas mãos, ainda impressionada.
— Caralho, Alex… é tão grosso. Minha boca ainda lembra da dor daquela vez.
Lambeu devagar da base até a ponta, enrolando a língua na cabeça inchada, saboreando o pré-gozo.
— Vai devagar quando for comer meu cu, tá? — pediu, olhando para cima com os olhos verdes. — Seu pau é muito grande e eu sou virgem ali. Promete que não vai meter tudo de uma vez?
— Vou tentar ir com calma no começo — respondeu ele, segurando os cabelos dela. — Mas eu esperei anos por isso. Continua chupando.
Amanda abriu a boca e desceu, engolindo o máximo que conseguia. Mal passava da metade e sua mandíbula já doía.
— Hmmm… tá enchendo tudo… — murmurou, tirando um pouco para respirar. — É monstruoso. Pedro é tão pequeno perto disso. Tô molhada só de chupar…
Voltou a sugar com vontade, babando bastante, a mão masturbando a base que não cabia na boca. Alex gemia, segurando a cabeça dela com mais firmeza.
— Isso… assim… engole mais fundo. Você fica tão safada de joelhos.
— Vai com calma no meu cu, hein? — repetiu ela, saliva escorrendo pelo queixo enquanto masturbava o pau brilhante. — Tô com medo, mas quero te dar. Só não me rasga logo de cara… por favor.
— Continua chupando que eu prometo ir devagar no início — disse ele, voz rouca.
Amanda acelerou, chupando com mais fome, olhos lacrimejando pelo esforço. O som molhado enchia o quarto. Alex fodia sua boca com estocadas controladas, mas profundas.
— Caralho, Amanda… sua boca é perfeita. Tô quase gozando.
— Goza na minha boca então — pediu ela, ofegante. — Quero sentir de novo.
Abriu bem a boca, língua para fora. Alex segurou sua cabeça e explodiu. Jatos grossos, quentes e abundantes encheram sua boca. Amanda engoliu o primeiro, tossiu, mas mais porra escorreu pelos cantos, pingou no queixo e escorreu pelos peitos firmes. Ela lambeu os lábios, o rosto brilhando.
— Meu Deus… você goza tanto… — murmurou, voz rouca, limpando o queixo com as costas da mão.
Alex a puxou para cima, beijou sua boca suja de porra e a jogou na cama de quatro. Abriu as bandas da bunda perfeita e cuspiu direto no furinho rosado.
— Agora vou comer esse cu virgem — disse, esfregando a cabeça grossa na entrada.
Amanda agarrou os lençóis, tensa.
— Devagar, Alex… por favor… começa bem devagar. Só a cabecinha primeiro. É muito grande pra mim.
Ele pressionou com cuidado. A cabeça inchada forçou o anel apertado, entrando centímetro por centímetro. Amanda gemeu alto, o corpo tremendo.
— Ai… ai meu Deus… tá abrindo demais… vai mais devagar… tá ardendo!
— Relaxa… respira — disse ele, parando com apenas a cabeça dentro. — Tá apertado pra caralho.
Ficou parado alguns segundos, deixando ela se acostumar, depois empurrou mais um pouco. Amanda choramingava, lágrimas escorrendo.
— Tá doendo… mas continua… vai com calma… não mete tudo ainda.
Alex obedeceu no início, metendo devagar, ganhando terreno aos poucos. Aos poucos as estocadas foram ficando mais longas e fundas. Amanda gritava a cada avanço.
— Caralhooo! Tá muito fundo! Para um pouco! Eu não aguento tudo!
Mas ele não parou. Enterrou mais, até quase todo o comprimento desaparecer naquela bunda malhada. Amanda chorava, o corpo suado, os cabelos grudados nas costas.
— Ai meu Deus… tô toda cheia… parece que vai rasgar… tá me destruindo!
Em uma estocada mais forte, Amanda perdeu completamente o controle. Um jato de merda líquida escapou ao redor do pau, sujando a base dele, escorrendo pelas coxas e manchando o lençol. Ela gritou de vergonha e prazer.
— Nãooo! Eu me caguei! Para, Alex! Que humilhação! Tira!
Alex ficou ainda mais excitado com a cena. Tirou o pau sujo por um segundo, viu o cuzinho avermelhado e aberto, escorrendo, e meteu de volta com força.
— Isso mesmo… geme pra mim. Olha como seu cu tá me engolindo todo. Tá toda suja agora, sua vadia.
Fodeu com estocadas longas e brutais. Amanda chorava alto, gritando a cada investida, o corpo convulsionando. A dor se misturava com um prazer intenso e doentio. Ela gozou forte só com o cu sendo arrombado, esguichando na cama.
— Eu tô gozando… caralho… não para… me fode mais!
Alex puxou os cabelos dela como rédea, metendo sem piedade. Depois de longos minutos de foda selvagem, sentiu o orgasmo chegar. Tirou do cu destruído, virou Amanda de frente e enfiou na boca dela.
— Engole tudo de novo!
Explodiu mais uma vez, enchendo a boca e o rosto dela de porra grossa. Amanda engolia, tossia e chorava, o cu latejando e sujo escorrendo entre as pernas.
Quando terminou, ela desabou na cama, destruída, lágrimas escorrendo, corpo marcado.
— Eu… eu me caguei toda… que vergonha… — murmurou, voz fraca.
Alex sorriu, limpando o pau nos lençóis.
— Finalmente comi esse cu que eu queria desde o começo. Os 200 mil valeram cada centavo.