MAMADA NO BANHEIRO DO SHOPPING

Um conto erótico de Lobo Solitário
Categoria: Gay
Contém 595 palavras
Data: 19/05/2026 18:31:23
Assuntos: Gay

Eu tinha acabado de sair da academia e passei no shopping pra comprar uma coisa rápida. Tava calor pra caralho, então só vesti um short de nylon preto bem fino e folgado, sem cueca. O pau, depois do treino, ainda tava meio inchado e pesado, balançando a cada passo. O volume era impossível disfarçar.Entrei no banheiro masculino do terceiro andar, daqueles mais vazios no final do corredor.

Fui até o mictório do canto, puxei o short pra baixo e soltei a rola pra mijar. A tora pesada caiu na mão, grossa mesmo mole, cabeça grande rosada contrastando com o tom escuro do corpo, veias aparentes.

Foi aí que ele entrou.Um cara moreno, uns 30 e poucos anos, barba bem feita, corpo definido por baixo da camisa social. Ele parou do meu lado, abriu a braguilha… mas não mijou. Ficou olhando. Primeiro disfarçou, depois virou a cabeça descaradamente. Seus olhos grudaram na minha rola.

Eu terminei de mijar, sacudi devagar e, em vez de guardar logo, segurei ela um segundo a mais, deixando ele ver bem. O pau começou a responder na hora — engrossando, subindo devagar, ficando mais pesado e longo na minha mão.

— Porra… — ele murmurou baixinho, quase sem voz.Olhei pro lado. O cara tava com a boca entreaberta, pau dele já duro na mão, mas os olhos totalmente vidrados na minha tora.

— Gostou dele, né, puto? — falei baixo, virando um pouco o corpo na direção dele.

Ele não respondeu com palavras. Só guardou o próprio pau, olhou pra porta do banheiro rapidinho e veio pra cima de mim. Me puxou pro último box, trancou a porta com a mão tremendo e já caiu de joelhos no chão sujo.

— Caralho, mano… nunca vi uma rola assim na vida real — sussurrou, olhando de baixo pra cima com cara de cachorro faminto.Puxei o short todo pra baixo.

A tora saltou pesada, quase batendo no rosto dele. Já meio duro, latejando, grossa pra caralho.

Ele não esperou convite. Agarrou com as duas mãos, ainda admirando, e enfiou na boca de uma vez. Gemeu alto quando a cabeça entrou, esticando seus lábios. Chupava com fome, descendo o máximo que conseguia, baba escorrendo pelo queixo e pingando no chão.

— Isso… engole essa tora, safado — grunhi, segurando a cabeça dele com uma mão.

Ele forçava mais, engasgando, olhos lacrimejando, mas não parava. Segurava minhas bolas peludas com uma mão enquanto a outra masturbava a base grossa que não cabia na boca. O barulho molhado de chupada ecoava no banheiro.

Eu comecei a meter na cara dele com mais força, batendo a cabeça grossa no fundo da garganta. Ele gemia igual putinha, vibrando no meu pau.

— Tá adorando mamar esse pauzão, né? Olha como tá babando todo… engole mais fundo, vai.

Ele obedeceu, forçando até o nariz encostar na minha virilha peluda. Fiquei fodendo a boca dele sem piedade, sentindo a garganta apertar em volta da minha rola.Não demorou muito. Segurei a cabeça dele firme, enfiei até o talo e gozei forte, jorrando porra quente direto na garganta dele.

Ele engoliu desesperado, gemendo, engasgando um pouco, mas tomando tudo.Quando tirei o pau da boca dele, ainda pingando, o cara tava com os olhos vidrados, queixo sujo de baba e porra, e o próprio pau latejando porra enquanto ele se gozava sem nem ter tocado.

Ele olhou pra mim ainda de joelhos e falou rouco:

— …pode me dar o WhatsApp? Eu preciso mamar essa tora de novo…

Eu só sorri, guardei a rola ainda semi-dura no short e saí do banheiro deixando ele ali, recuperando o fôlego.

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Tem tora mesmo ? Me chama lá te passo meu número e uma possível mamada xupetinhamatador@gmail.com

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