A Secretária Bozuda

Um conto erótico de Junior Tromba
Categoria: Heterossexual
Contém 624 palavras
Data: 19/05/2026 17:11:09

Eu estava desesperado. Há quase um mês entrevistando candidatas para o cargo de secretária e nada dava certo. As mais gostosas, aquelas com bundas enormes e peitos saltando na blusa, mal sabiam digitar uma carta sem erros. As feinhas até eram competentes, mas eu não aguentava olhar pra elas o dia inteiro. Quase desisti quando Lucia entrou pela porta do escritório.Caralho... Ela era perfeita.Negra, pele negra brilhante, 1,68m de pura tentação. Cabelos negros cacheados caindo nos ombros, corpo esguio mas com curvas no lugar certo. Peitos médios, firmes, que marcavam a blusa social branca. A cintura fina descia pra uma bunda arrebitada, redonda, empinada pra cima como se pedisse tapa. E quando ela sentou e cruzou as pernas, deu pra notar o volume da xota estufadinha marcando a saia lápis. Parecia a Barbie Negra em versão safada.Formada, bilíngue, experiência de cinco anos. Contratei na hora.Nos primeiros dias ela foi impecável: organizava minha agenda, digitava contratos perfeitos e ainda tinha um sorriso que me deixava o pau latejando dentro da calça. Mas logo percebi o jogo. Sempre que passava por mim no corredor estreito, ela encostava a bunda macia bem no meu volume. Roçava devagar, sentindo meu pau endurecer. Depois virava o rosto com um sorrisinho inocente.Uma tarde, depois do almoço, ela fez de novo. Encostou a bunda gostosa e ficou ali, pressionando.— Lucia... você faz isso de propósito, né? — perguntei, a voz rouca.Ela virou devagar, me olhando nos olhos.— Queria sentir o Sr. Júnior... — respondeu baixinho, mordendo o lábio inferior.— Quer transar comigo?Ela balançou a cabeça afirmando, os olhos brilhando de tesão.Não esperei nem um segundo. Tranquei a porta da sala, levantei sua saia e puxei a calcinha pro lado. A xota dela era mesmo estufada, carnuda, já molhadinha e brilhando. Coloquei ela de quatro sobre a mesa e meti tudo de uma vez. Lucia gemeu alto, empinando mais a bunda.— Ai, doutor... que pauzão... me fode!Eu segurei aqueles quadris e comecei a comer ela com força. A bunda preta batendo contra minha barriga fazia um barulho obsceno que enchia a sala. Os peitos dela balançavam pra frente e pra trás enquanto eu metia fundo. Gozei pela primeira vez dentro daquela bucetinha apertada, enchendo ela de porra quente.A partir daquele dia virou rotina.Lucia era a secretária perfeita de manhã: organizada, eficiente, profissional. Depois do almoço virava a puta completa. Eu a chamava na sala, ela já chegava de joelhos, chupando meu pau com vontade, babando inteiro, engolindo até o fundo da garganta enquanto olhava pra mim com aqueles olhos de vadia.Fodíamos quase todo dia. No sofá da sala, contra a parede, na mesa de reuniões. Eu adorava abrir aquela bundinha arrebitada e comer o cuzinho dela. Lucia gemia como uma cadela no cio enquanto eu metia no rabo:— Me arromba, doutor... me enche o cu de leitinho!E eu enchia. Gozava dentro, via a porra escorrendo, depois mandava ela chupar meu pau limpo. Ela engolia tudo, lambendo até a última gota.Meses se passaram e a putaria só aumentava. Às vezes eu a deixava sem calcinha o dia inteiro. Ela sentava na cadeira com a xota molhada escorrendo, me olhando com cara de safada. Em dias mais loucos, eu a fodia no banheiro do escritório enquanto cliente esperava na recepção. Outras vezes gozava na boca dela antes de uma reunião, mandava engolir e depois ela me atendia normalmente, com o gosto da minha porra ainda na língua.Lucia era viciada. Queria pau o tempo todo. Pedia pra eu gozar na cara, nos peitos, dentro da buceta, no cuzinho... e sempre pedia mais.— Pode mandar, doutor... eu sou sua putinha particular.E eu mandava. Todo dia.A melhor secretária que já tive.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Junior Tromba a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários